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És a nossa Fé!

Algumas perguntas a Frederico Varandas (atualizado)

- Em atualização com perguntas dos leitores - 

 

SAD

Que balanço faz de 14 anos de Sociedade Anónima Desportiva e como projeto o seu futuro durante o próximo mandato? Acha que a existência da SAD é fundamental para a competitividade do futebol do Sporting ou admite outro modelo?

 

Admite em alguma circunstância vender uma parte da SAD que está na posse do Clube para entrar capital novo ou, em alternativa, diluir a posição atual do Sporting Clube de Portugal via aumento de capital?

 

Como comenta a posição do seu candidato a PMAG relativamente à preferência por uma gestão profissional de SAD que deve ser distinta da presidência do clube? Admite rever a sua posição que é de ter um presidente comum na SAD e no clube?

 

Admite fazê-lo, por exemplo, para garantir uma candidatura mais alargada que promova maior união no clube onde o doutor seja o Presidente do Clube e um outro candidato ou membro de outra lista fique como presidente da SAD?

 

Não receia que esse posicionamento diferente entre o candidato a presidente do clube e o candidato a PMAG, numa questão tão fulcral para muitos sócios (a gestão da SAD e o papel do clube no controlo da mesma), num contexto onde, com os novos estatutos, deixou de ser possível os sócios depositarem os votos em cestos diferentes (votarem em listas diferentes consoante os órgãos sociais) possa inquietar e até afastar eleitores potenciais?

 

 

Claques

 

Que tipo de relação pode haver entre o clube e as claques? Há algum modelo noutros clubes pelo mundo fora que queira usar como exemplo para implementar no Sporting?

 

O que pretende fazer com as claques que assaltaram Alcochete e que continuam aparentemente a beneficiar de apoios do clube?

 

 

Estatutos

 

Relativamente aos estatutos, concorda com as alterações aprovadas em 2018?

 

Tem algum plano quanto à revisão dos estatutos para o próximo mandato? Se sim em que temas pensa apresentar propostas aos sócios?

 

 

Finanças

 

Foi avançado que iriam promover formas de os sócios poderem ficar expostos direta ou indiretamente aos jogadores do plantel como ativos financeiros (“assim comparticipando de forma indireta nas contratações de jogadores”). Adivinha-se um novo instrumento financeiro tendo como ativo subjacente o plantel. Vamos ter um novo fundo de jogadores?

 

Qual o modelo de negócio que têm em mente para os investidores e para a SAD em relação a este tema de novos instrumentos financeiros?

 

Recuperar a reestruturação financeira que chegou a estar planeada com a banca envolvendo as VMOC, a sua recompra e a progressiva troca dos empréstimos bancários por empréstimos obrigacionistas é uma prioridade para si? Para implementar já?

 

Pretende fazer algo diferente ou admite pegar no plano já desenhado e implementa-lo?

 

 

Modalidades

 

Está confortável com continuar a ter a SAD a comparticipar de forma crucial os custos operacionais das modalidades?

 

É seguindo esse modelo que irá promover o regresso do Basquetebol ao clube?

 

Acha que essa dependência das modalidades face aos resultados do futebol pode ser evitada e ainda assim manter as modalidades competitivas?

 

Se sim, como? 

 

A comunicação e promoção juntos dos sócios sobre as várias modalidades ao dispor para a prática desportiva parece claramente algo que ficou cristalizado, e em certos aspetos pior, do que tínhamos no século passado. A informação no sítio sobre a oferta é escassa e pouco fiável em termos de regularidade e abrangência. O Sporting pouco se distingue quanto a esse aspetos – comunicação, promoção e atração – de algumas agremiações desportivas de bairro, por vezes comparando pior com estas pela sua própria escala onde os seus associados e potenciais interessados ultrapassam em muito as fronteiras do “bairro natural” de implantação dos equipamentos.

O que pensa fazer quanto a estes aspetos mais relacionado com a vivência integral do clube como provedor de serviços desportivos em termos de comunicação e eventual expansão?

 

 

Futebol profissional

 

Já falou da necessidade de recuperarmos de algum atraso face aos nossos adversários e da necessidade de ter o futebol mais integrado nos diversos escalões e estruturas. O que pode dizer em concreto sobre esse tema?

 

Sobre o futebol profissional numa perspetiva nacional e de colaboração entre os clubes, parece evidente que há clubes que estão muito pouco confortáveis com a Liga de Clubes e não perdem a oportunidade de exacerbar as suas falhas elogiando de pronto da Federação. Estas reações e tendências poderão estar relacionadas com equilíbrios de poder e indiciam onde é que esses clubes sentem ter maior ou menor capacidade de condicionar as decisões dos respetivos órgãos em seu favor?

 

Da leitura do seu programa fica patente, no que se refere à arbitragem que defende que esta seja totalmente independente da federação. Qual a sua expectativa quanto a encontrar aliados para defender esta causa entre os restantes clubes de futebol?

 

 

Experiência durante o jogo em Alvalade/João Rocha

 

A qualidade e em especial da diversidade dos serviços oferecidos dentro do estádio durante os jogos é limitada. Já defendeu que quererá dotar o estádio de wi fi gratuito durante os eventos. Mas quanto aos produtos disponibilizados (alimentação) a verdade é que são sempre os mesmos, muito pouco saudáveis, onde é rara a inovação e pouco tem mudado no sentido de tornar toda a experiência e vivência dentro do estádio, já após a entrada, mais confortável e apetecível, em especial para as famílias.

Tem algumas sugestões ou ideias que pretende ver implementadas nesta matéria?

 

Pensa rever os contratos de concessão quanto à definição dos serviços?

 

 

Encher o Estádio

 

São raros os detentores de gamebox que conseguem assegurar presença em todos os jogos da temporada, apesar de serem comuns os empréstimos de gamebox. Se um sócio não conseguir emprestar a gamebox o lugar fica vazio e ninguém beneficia. Se o detentor da gamebox libertasse o seu lugar num dado jogo o clube poderia vender o lugar para esse jogo, o estádio estaria mais cheio e o sócio detentor da gamebox poderia receber uma compensação (crédito na loja verde, em bilhetes, etc). Admite considerar esta forma mais dinâmica de relacionamento com o clube ou antevê dificuldades importantes que não estão a ser consideradas?

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