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És a nossa Fé!

Afinal há final

O jogo de ontem começou muito bem, com a selecção a trabalhar para o empate como é costume. É espantoso como até a Gales dá a iniciativa do jogo. Estávamos já todos confortadinhos, a enroscar-nos no sofá para um bom cochilo, a apreciar o que (não) se passava em campo, até que houve algo de semelhante a uma jogada perigosa: João Mário e Cristiano fizeram uma tabelinha, e João Mário, com a proverbial eficácia na finalização que bem lhe conheço no Sporting, atirou a bola sabe-se lá para onde. Nesta altura Danilo continuava a demonstrar que era melhor que William (a sabedoria convencional no início do campeonato) enquanto Renato Sanches estava entre o passe errado n e n+1. Ao intervalo parecia tudo bem encaminhado para se depositar a fé numa defesa do Rui Patrício nos penáltis.

 

Até que, no início da segunda, o Cristiano Ronaldo lá sacou aquele golo à Michael Jordan (como alguém já lhe chamou). Três golos no campeonato, três grandes golos, sendo este o segundo à la Jordan. O golo de Ronaldo foi quanto bastou para Gales abrir o jogo. E quanto bastou para o Nani meter outra batata lá dentro. Estava arrematado. Gales, ainda por cima sem Ramsey, não dava para mais nada. Por volta dos 70 minutos, Santos, sempre cheio de medo que o jogo se torne demasiado vertiginoso, tirou Renato e pôs André Gomes, para defender melhor. E mais à frente tirou Adrien para pôr Moutinho, com o mesmo objectivo (e também poupar Adrien para a final, acho eu).

 

Julgo que uma performance deste género, que nós tendemos a achar que é mau futebol, se protagonizada pela Itália, seria logo classificada como "típico cinismo transalpino" ou como uma "lição táctica como só a Itália sabe dar". É estranho estar deste lado, tão pouco português.

 

No final, numa demonstração do racismo da França e do Sporting, Adrien (um francês sportinguista, louro e de olhos azuis) saiu abraçado a Renato Sanches. Como desta vez foi fácil eleger Ronaldo o melhor em campo, Mendes estava satisfeito e não foi preciso os utilizadores do site da UEFA votarem em João Moutinho ou Renato Sanches. Depois dos galeses, vêm os gauleses. Preocupa-me o caseirismo dos árbitros.

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