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És a nossa Fé!

A peseirização em curso

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Marcel Keizer anda a decepcionar os adeptos leoninos desde os erros cometidos em Tondela, que nos valeram a derrota com a humilde turma local.

Não apenas por ter perdido dez pontos em nove jogos do campeonato, mas pelo abrupto abandono da "ideia de jogo" que proclamou ao chegar a Alvalade, quando fez a apologia do futebol de ataque, com a bola a rolar ao primeiro toque. E também por não acolher um dos princípios enunciados por Frederico Varandas na recente campanha eleitoral leonina, quando o então candidato assegurou que iria ser dada prioridade total ao futebol de formação: acabamos, pela primeira vez desde 2007, de entrar em campo sem um só elemento formado na Academia de Alcochete.

 

Não compreendo e dificilmente aceito a marginalização de Jovane e Miguel Luís, lançados no campeonato por José Peseiro e Tiago Fernandes.

Nem a contínua falta de aposta em Francisco Geraldes, que permanece sem calçar, limitando-se a aquecer o banco de suplentes.

Nem a persistente não-utilização de Luis Phyllipe, avançado que o holandês avalizou como reforço de Inverno.

Nem o recurso sistemático a Petrovic como suplente utilizado, até para posições em que o sérvio não revela qualquer rotina (caramba, não haverá um defesa na Liga Revelação com possibilidade de transitar para a equipa principal?).

Nem a insistência do técnico em não esgotar substituições com os jogadores claramente à beira da exaustão física.

 

Também o discurso conformista do treinador não cola com as legítimas ambições de sócios e adeptos.

Quando íamos a cinco pontos do FC Porto, na véspera do Natal, limitou-se a comentar: «Claro que cinco pontos é muito, portanto teremos de ver.»

Agora, a dez pontos de distância, observa após o empate no Bonfim: «Devíamos ter ganho, só podemos culpar-nos a nós próprios

Nada motivador.

 

É sem o menor agrado que deduzo isto: a presente "peseirização" do Sporting, a persistir, levará Keizer a ter um destino semelhante ao de Peseiro: já faltou mais para haver lencinhos brancos a esvoaçar nas bancadas.

Eu não gosto, mas quando se toleram comportamentos destes numa fase do campeonato, o mais provável é que tais gestos se repitam em fases posteriores. Tudo isto é tão previsível como os movimentos da nossa equipa na medíocre primeira parte que nos custou a perda de dois pontos frente ao V. Setúbal.

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