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És a nossa Fé!

A margem de manobra

Creio que nestas horas depois do jogo com o Rio Ave ter terminado, já todos dissemos de nossa justiça e dissemos o que nos vai na alma leonina.

Admito que esta derrota talvez nos traga algo de positivo, quanto mais não seja fazer-nos perceber, a alguns de nós mais entusiastas, que não ganharemos(íamos) os jogos todos. E nos faça perceber também que nem sequer é necessário isso acontecer para sermos campeões. Talvez esta derrota venha finalmente colocar as pedras no seu devido lugar, já que me parece que, apesar do que transparece, haja na cúpula uma inversão de papéis que não me agrada absolutamente nada. Essa assumpção de hierarquia deverá, presumo, ter acontecido logo depois do jogo, no balneário. Não haverá o erro comunicacional pós-Guimarães, mas tenho para mim que as consequências serão muito mais devastadoras, ou se quiserem mais consequentes, para não ser tão trágico.

Não gostei que o treinador se tivesse colocado à margem da má exibição da equipa. Ficava-lhe bem assumir a sua quota-parte no estampanço. Jesus tem que aprender que no Sporting somos solidários nas vitórias e nas derrotas e deve-lhe ser dado cada vez mais tempo para estar na academia e menos em frente aos microfones, já que "burro velho não aprende línguas" e será impossível impedi-lo de se "esticar" quando o deixam à solta em frente a jornalistas. 

Assim, é com o "chipe virado", que iremos todos novamente encher Alvalade, na próxima sexta às nove da noite, demonstrar-lhe, a ele e aos jogadores, que o melhor património do Clube são os seus sócios e adeptos, que, alguns deles, fazem das tripas coração para adquirirem o seu lugar no estádio e terem as quotas em dia e não renegam nunca o seu apoio entusiástico ao Clube, nas suas mais diversas modalidades.

E é esta massa anónima, que tão entusiasticamente defende as nossas cores, que merece o empenho de quem está lá dentro, usufruindo do privilégio de jogar num dos melhores clubes do mundo e de, cumulativamente, ser principescamente pago por isso.

Na sexta, não exigiremos mais que o empenho que faltou ontem. A entrega e a clarividência que estiveram arredadas, devem voltar para ficar.

E não se exige menos que uma vitória clara! Assim mesmo: Exigência é uma palavra que nunca poderá andar arredada deste Clube e desta equipa e palmadinhas nas costas e frases inconsequentes como "há que levantar a cabeça", devem ser eliminadas do léxico sportinguista, de vez.

É que, podendo ser campeões sem para isso necessitarmos de ganhar todos os jogos, a margem de manobra é ainda assim curta, num campeonato tão disputado.

Creio que ontem se esgotou o momento parvo a que tinham direito.

Vamos lá a ver se atinamos, pode ser?

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