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És a nossa Fé!

A lição de Eindhoven

Notavam os comentadores da SIC durante o Sporting Clube de Portugal - PSV de hoje (cujas incidências o Pedro Correia já resumiu perfeitamente em post anterior) que os holandeses tinham maioria de jogadores da formação, enquanto nós tínhamos maioria de estrangeiros. E contrastava esta situação com o histórico do Sporting de lançar jogadores.

Faltou lembrar que a equipa da  formação trabalhada nos últimos anos - aquela que ganhou o campeonato europeu foi vendida (João Mário e Adrien) ou rescindiu toda (ou quase) unilateralmente há pouco mais de um ano, nas circunstâncias em que se sabe. E acabou vendida ao desbarato (menos um tal de Rafael, que de leão não tem nada - e que seguramente será lembrado como um dos maiores oportunistas a vestir a camisola verde e branca). 

O último ano podia e devia ter sido aproveitado para lançar novos jogadores. Peseiro apostou em Jovane, que lhe rendeu muitos pontos. Keizer veio e puxou por Miguel Luís também. Mas, este estranho ET - que veio para Alvalade com rótulo de mestre da formação, com zero de currículo, além de uns meses a frente da equipa do ajax, enquanto esta procurava treinador - ao fim de poucos meses sentou ambos.  Este ano esperava-se que MK promovesse jogadores como Pedro Mendes, que estiveram em muito bom plano na última época nos sub-23. Já falei aqui do caso de Daniel Bragança, talvez o melhor talento da sua geração. Thiery era uma escolha óbvia. Mas mesmo assim, na pré - época MK testou Ilori a lateral direito (!), com resultados paupérrimos. Depois da venda de Thierry, o onze de MK ficava de novo sem qualquer jogador da formação. Leonel Pontes tem uma árdua tarefa pela frente. Começando pela defesa, que hoje mais uma vez foi um desastre (Coates teria lugar nos sub23, a jogar assim?).

Hoje arriscou bastante, fazendo entrar Jovane, que fez a cabeça em água à defesa do PSV, mesmo acabado de regressar de uma lesão. Arriscou com Miguel Luís, mais apagado mas a cumprir. E apostou em Pedro Mendes, que, com aquele golo ao fim de 70 e tal segundos em campo, deu à equipa bem mais do que uma chance para empatar o jogo (ou mesmo virar). 

Aquele golo foi um murro na Mesa. Um estou aqui. Estamos aqui. O Sporting corre-nos nas veias.

Há poucos anos ganhamos 3-0 ao SLB na Luz, acabando a jogar com 9 jogadores da formação (se a memória não me falha.)  quando voltarmos a ter 7 ou 8, ganhamos até por mais.

Vá em frente Leonel Pontes, não tenha medo. 

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