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És a nossa Fé!

Pedro Gonçalves é a antítese de João Mário

Texto de Jô

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Tenho para mim que o Pedro Gonçalves é a antítese do João Mário.

O João Mário dá-se ao jogo como poucos, está sempre com a bola nos pés, mas erra muito na definição e, talvez por ter percepção disso mesmo, acaba quase sempre por jogar pelo seguro, sendo muito raro ver um passe de ruptura ou um remate.

O Pedro Gonçalves aparece pouco em jogo e passa largos períodos sem sequer tocar na bola, mas quando a bola lhe chega aos pés, sai quase sempre magia: ainda no último jogo, isolou o Paulinho com um passe de génio.

Um sabe segurar a bola, o outro sabe soltá-la com mestria.

Enfim, dois grandes jogadores, com características bem diferentes. Como não há jogadores perfeitos, uma equipa faz-se disto mesmo: jogadores que se complementam e que dão coisas diferentes ao jogo.

E este Sporting tem sabido aproveitar bem o que cada um tem de melhor.

Se há quem não goste do Pedro Gonçalves, paciência. Gostamos nós e isso é que interessa.

 

Texto do leitor Jô, publicado originalmente aqui.

A voz do leitor

«Ficarei feliz no ano em que Braga ou outro clube ganhem o campeonato desde que o façam com todo o esforço e todo o mérito dentro de campo. Ligas com um lote de quatro ou cinco equipas que podem ganhar (como em Inglaterra) são sempre muito mais emotivas e apetecíveis. (...) O Atlético Madrid pode ganhar a liga [espanhola], o PSG não está em primeiro lugar em França e a Juventus provavelmente não irá ser campeã em Itália este ano (...) Falta apenas haver outro campeão na Alemanha, mas creio que o Bayern já tem concorrência à altura.»

 

Pedro Batista, neste meu texto

Tão grandes como os maiores da Europa

Campeões europeus de futsal

Acabamos de nos sagrar campeões europeus de futsal. Numa partida emocionante disputada na Croácia em que derrotámos por 4-3 o Barcelona - equipa detentora do título.

Nesta final épica, virámos o resultado desfavorável (0-2) registado ao intervalo. Com uma excelente segunda parte que dominámos por completo.

Parabéns ao Nuno Dias, que revalida o título alcançado em 2019. Parabéns aos nossos excelentes jogadores - do Guitta ao capitão João Matos, passando pelo Pany Varela, pelo Zicky, pelo Erick, pelo Cavinato, pelo Rocha, pelo Pauleta, pelo Alex Merlim.

Tão grandes como os maiores da Europa.

2020/2021: os marcadores dos nossos golos

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Pedro Gonçalves 17 (Santa Clara, Santa Clara, Gil Vicente, Tondela, Tondela, V. Guimarães, V. Guimarães, Moreirense, Moreirense, Famalicão, Braga, Rio Ave, Marítimo, Marítimo, Santa Clara, Famalicão, Farense)

Jovane 8 (Paços de Ferreira, V. Guimarães, Sacavenense, Nacional, FC Porto, FC Porto, Belenenses SAD, Nacional)

Nuno Santos 7 (Portimonense, FC Porto, V. Guimarães, Sacavenense, Nacional, Boavista, Portimonense)

Coates 7 (Paços de Ferreira, Sacavenense, Sacavenense, Gil Vicente, Gil Vicente, Santa Clara, Belenenses SAD)

Tiago Tomás 6 (Aberdeen, Lask Linz, Gil Vicente, Paços de Ferreira, Belenenses SAD, Tondela)

Porro 4 (Tondela, Famalicão, Braga, Boavista)

Sporar 4 (Gil Vicente, Tondela, Mafra, Farense)

Matheus Nunes 3 (Braga, Benfica, Braga)

Tabata 2 (Paços de Ferreira, Mafra)

Palhinha 2 (Paços de Ferreira, Paços de Ferreira)

João Mário 2 (Belenenses SAD, Paços de Ferreira)

Gonçalo Inácio 2 (Sacavenense, V. Guimarães)

Feddal 2 (Portimonense, Nacional)

Pedro Marques 2 (Sacavenense, Sacavenense)

Nuno Mendes 1 (Portimonense)

Paulinho 1 (Moreirense)

Vietto 1 (FC Porto)

Parece que têm raiva ao "Pote"

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Em certas alturas, questiono-me se alguns jornalistas que analisam os jogos na imprensa - e atribuem notas individuais aos profissionais do Sporting - terão visto os mesmos desafios que eu. Aconteceu-me ontem, uma vez mais, ao folhear o Record. Este diário atribui nota 2 (em 5) a Pedro Gonçalves. Um dos jogadores com melhor desempenho no Sporting-Nacional realizado na noite de sábado.

Justifica assim este jornal a nota negativa que entendeu dar ao médio leonino: «Fica a ideia de que poderia passar a noite a "mandar postais" e nalgum momento algo iria correr mal. Podia ter marcado aos 21' e aos 45'+1.»

O que significa isto? Alguém entende esta prosa? Eu tentei meter explicador, mas mesmo assim não consegui perceber patavina.

 

POTE 2.jpg 

Defeito meu? Terei visto um jogo diferente?

Parece que não. Porque, consultando os dois outros diários desportivos, verifico que afinal eles coincidem com o meu ponto de vista: o desempenho do nosso n.º 28 foi muito positivo.

Escreve O Jogo: «Fez a diferença entrelinhas e com movimentos de ruptura, só pecou na finalização, apesar de dispor de várias oportunidades. Sem egoísmos, assistiu várias vezes colegas.» Dando-lhe nota 7 (em 10). 

Escreve A Bola: «Abriu as hostilidades com grande tiro para defesa de António Filipe, partiu como um foguete para oferecer o golo a Paulinho, mas estava fora de jogo, voltou a fazer belíssima assistência para o n.º 21 desperdiçar na cara de António Filipe. Pelo meio, teve lances perigosos.» Dando-lhe também nota 7 (em 10). 

 

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Parece mesmo que o Record embirra com Pedro Gonçalves. Ao ponto de nunca o tratar sequer pelo nome, mas por uma alcunha depreciativa. Escreve sempre "Pote", referindo-se ao jogador, desde que ele chegou a Alvalade. Antes, quando actuava no Famalicão, chamava-lhe Pedro Gonçalves. Com nome e apelido, sem alcunhas. Tal como trata Cebolinha, do Benfica, por Everton - evitando a alcunha. 

Dois pesos, duas medidas. E más notas.

Que raio de critério este. Parece que têm raiva ao "Pote". 

Um dia tentarei esclarecer o mistério. Talvez algum leitor me ajude.

 

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Pódio: Jovane, Feddal, Luís Maximiano

Por curiosidade, aqui fica a soma das classificações atribuídas à actuação dos nossos jogadores no Sporting-Nacional pelos três diários desportivos:

 

Jovane: 20

Feddal: 18

Luís Maximiano: 17

Daniel Bragança: 16

Pedro Gonçalves: 16

Neto: 16

Porro: 15

Coates: 15

Nuno Santos: 14

Nuno Mendes: 14

Paulinho: 14

Palhinha: 13

Plata: 12

Matheus Reis: 11

Matheus Nunes: 10

 

Os três jornais elegeram Jovane como melhor jogador em campo.

Rescaldo do jogo de ontem

Gostei

 

De vencer o Nacional em casa. Triunfámos por 2-0 - a mesma marca do épico desafio da primeira volta, realizado na Choupana, em noite de vendaval. Vitória categórica contra três equipas: o onze adversário (reduzido para dez aos 67'), o árbitro que fez vista grossa a uma grande penalidade cometida sobre Paulinho logo aos 7' e o vídeo-árbitro Luís Ferreira, incapaz de detectar um murro na cara de Daniel Bragança aos 45'+1 e um ostensivo agarrão a Coates aos 80'. 

 

De Jovane. Foi o homem do jogo, repetindo a excelente exibição daquela partida na Choupana, em que também fez o gosto ao pé. Rúben Amorim deu-lhe ordem de entrada para render Palhinha aos 62'. Fazia todo o sentido: mantinha-se o zero-a-zero inicial, a turma madeirense já estava remetida ao seu reduto, não precisávamos de um médio com características defensivas mas de um desequilibrador lá na frente. O jovem luso-caboverdiano cumpriu a missão com brilho: esticou o jogo, verticalizou o passe (notável, lançando Porro aos 65'), sofreu falta para expulsão já tardia de um dos sarrafeiros do Nacional. Fez magnífica assistência para golo, aos 83', picando a bola que sobrevoou a área e foi ter com Feddal, que lhe deu a melhor direcção: vinham mais três pontos a caminho. Cereja em cima do bolo: derrubado à margem da lei, na grande área, Jovane converte o penálti e sela o resultado aos 90'+2. Mostrando a alguns colegas como se faz. Parece fácil, mas é fruto de muito trabalho físico e mental.

 

De Coates. Cometeu um lapso defensivo aos 46', perdendo a bola em zona proibida. Mas em tudo o resto voltou a ser o líder de que a equipa tanto necessita nos mais diversos momentos do jogo. Foi ele a servir os colegas com diversos passes à distância bem calibrados (aos 42' e aos 43', por exemplo). Um desses passes, já no tempo extra, funcionou como autêntica assistência para golo: a bola é recolhida lá na frente por Jovane, derrubado em falta - de que decorreu o penálti e o nosso segundo. Nova missão de sacrificio e demonstração da versatilidade táctica do gigante uruguaio, que voltou a actuar como ponta-de-lança entre os minutos 80 e 87.

 

De Feddal. Como aqui escrevi no rescaldo da jornada anterior, funciona como complemento perfeito de Coates: o excelente rendimento de um não consegue ser explicado sem o sólido desempenho do outro. É uma das mais perfeitas parcerias defensivas alguma vez existentes no futebol leonino. Ao central marroquino só vinha faltando algum faro de golo nos lances ofensivos de bola parada, imitando o uruguaio. Também nisso evoluiu: é ele a abrir o marcador, de cabeça, aos 83'. Começa a tornar-se num segundo gigante, a justificar aplauso prolongado.

 

De Pedro Gonçalves. Desta vez não marcou. Mas jogou imenso, a merecer nota muito elevada. Parecia andar em todas as partes do terreno, abrindo linhas de passe, evitando marcações, sem nunca virar a cara a um confronto individual. Volta a estar em excelente forma. Ofereceu três golos a Paulinho: aos 70', aos 79' e aos 90'. E ele próprio esteve quase a marcar, num disparo aos 21', isolado perante o guarda-redes António Filipe, que lhe impediu o golo com bons reflexos.

 

De Luís Maximiano. Suplente de luxo para o nosso guardião titular, desta vez ausente por acumulação de amarelos(!), algo que só acontece ao Sporting com este sistema de arbitragem. Max estreou-se entre os postes nesta Liga 2020/2021 e correspondeu muito bem ao repto. Não porque tivesse muito trabalho, mas porque manteve sempre a concentração e demonstrou reflexos em momentos de apuro, como quando saiu sem hesitar, aos 46', neutralizando um lance perigoso. Ninguém diria que o seu anterior jogo para o campeonato havia sido a 25 de Julho de 2020.

 

Das oportunidades de golo. Doze, no total. Este foi o desafio em que dispusemos de mais claras oportunidades de fuzilar as redes adversárias. Objectivo que ficou por concretizar devido à boa exibição do guarda-redes adversário e a uma certa imperícia ou falta de sorte dos rematadores - com destaque para Paulinho. Além das grandes penalidades que ficaram por assinalar.

 

De outro jogo a marcar tarde. Sofre-se mais, mas assim o desfecho é duplamente saboroso. Esta foi a 12.ª partida em que conseguimos golos e pontos após o minuto 80. Confirmação inequívoca de que o Sporting está muito longe de ser uma equipa "com défice de estofo emocional", contrariando o bitaiteiro Joaquim Rita numa das suas "pérolas" mais desajustadas da realidade.

 

Do apoio vibrante dos adeptos. Largas centenas de sportinguistas acorreram ao encontro da equipa, saudando-a no trajecto entre Alcochete e Alvalade. E muitos, mesmo ainda impedidos de ver o jogo ao vivo apesar do fim do estado de emergência, foram incentivando os jogadores na garagem do estádio enquanto a partida decorria. Adoptando o lema que Amorim lançou: «Para onde vai um, vão todos.»

 

De estarmos invictos há 30 jogos consecutivos. Novo recorde batido. Desta vez ultrapassando a marca de 29 desafios do Sporting sem derrotas estabelecida em duas épocas diferentes por Fernando Vaz, no período 1969-1970. Igualamos agora um máximo de 30 partidas invictas do Benfica que remonta à década de 70 (com Jimmy Hagan e John Mortimore ao comando da equipa) e em data mais recente pelo FC Porto (treinado por André Villas-Boas e Vítor Pereira). Recorde que pode ser superado já na quarta-feira, em Vila do Conde.

 

Do nosso palmarés defensivo. Apenas 15 golos sofridos nas 30 partidas já disputadas. Só um golo nas nossas redes a cada dois jogos. Dezoito partidas sem sofrer um só golo. Isto ajuda a explicar por que motivo lideramos isolados o campeonato há 24 rondas consecutivas - outro máximo absoluto neste Sporting orientado por Rúben Amorim. Nunca nos tinha acontecido com treinador algum.

 

Dos 76 pontos somados até agora. Falta-nos disputar quatro "finais". Mas estamos apenas a uma vitória de conseguir um lugar de acesso automático à Liga dos Campeões. E faltam-nos duas, acrescidas de um empate, para garantirmos o título. Só dependemos de nós, sabendo que os nossos rivais se defrontarão entre si na quinta-feira: em caso de empate ou derrota na Luz, o FC Porto ficará ainda mais longe. Por agora permanece a seis pontos, enquanto o Benfica segue com menos dez. O Braga, que no início tantos apontavam como "equipa sensação" deste campeonato, caiu a pique: está 18 pontos abaixo do Sporting.

 

 

Não gostei

 
 

Do árbitro Manuel Oliveira. Sendo o futebol português o que é, e estando a classificação como está, enviam-nos um apitador do Porto - e notório adepto portista - para arbitrar esta partida. Tinha tudo para dar mal. E deu mesmo. Oliveira autorizou o arraial de sarrafada posto em prática pelos pupilos de Manuel Machado em Alvalade. O Nacional fez 30 faltas (assinaladas, fora as restantes) neste jogo mas ao intervalo, já com 25 cometidas, só tinha um jogador amarelado - tanto como o Sporting, pois Paulinho vira o cartão aos 31', por mero protesto, farto de ser carregado sem qualquer advertência aos robocops da Madeira. O mesmo Paulinho que aos 7' foi alvo de falta grosseira na grande área do Nacional sem qualquer consequência contra o prevaricador, um tal Júlio César, que só à oitava falta viu enfim o amarelo. O apitador - acolitado pelo VAR Luís Ferreira - fez igualmente que não viu mais duas faltas que justificavam penálti, por agressão e derrube de Daniel e Coates à margem da lei. Uma vergonha. 

 

De Manuel Machado. Se o paradigma do treinador da "velha guarda" é este, longa vida aos jovens treinadores. Técnicos como o "professor Machado", que dão ordem aos jogadores para travar por qualquer meio - lícito ou ilícito - as equipas adversárias, recorrendo em exclusivo ao jogo faltoso, estão a mais no futebol português. Este Nacional que na primeira meia hora de jogo já tinha feito 17 faltas bem merece a descida de divisão - com bilhete só de ida. E Machado que vá com ele.

 

Do festival de golos falhados. Excessiva ineficácia ofensiva de alguns jogadores leoninos - com destaque para Paulinho, que continua em jejum de golos. Desta vez até marcou, aos 35', mas não valeu pois Pedro Gonçalves, autor da assistência, arrancara em fora de jogo. Aos 11' mergulhou bem de cabeça para defesa muito apertada de António Filipe. Aos 45'+1, acertou no poste. Aos 70' e aos 90', voltou a estar quase, sem conseguir. Falhanços também de Nuno Santos (62') e Porro (65'), entre outros. 

 

Do 0-0 ao intervalo. O nulo que se mantinha ao fim dos primeiros 45 minutos trazia um travo de injustiça, em nada reflectindo o que se passara em campo. Felizmente foi rectificado na etapa complementar. Tarde de mais, para alguns adeptos impacientes, que gostam de ver tudo resolvido logo de início. Muito a tempo para outros - entre os quais me incluo.

 

De Daniel Bragança. Exibição modesta do nosso médio de construção, lançado por Amorim como titular em substituição de João Mário, que não saiu do banco. Mas o jovem formado em Alcochete não acelerou jogo, não criou desequilíbrios e desperdiçou o seu talento com passes lateralizados em vez dos lances de ruptura que o desafio exigia. Falta-lhe alguma robustez física para impor os seus inegáveis dotes técnicos.

Dizem que é "estrelinha"...

Lampiões e morcões, com alguns letais a fazer coro, procuram desvalorizar as proezas do futebol leonino nesta Liga 2020/2021 dizendo que tudo se deve à "estrelinha" do técnico.

 

A inveja e a raiva impede uns e outros de encarar os factos como eles são.

Eis alguns dos factos mais relevantes:

- O Sporting tem a melhor pontuação de sempre à 30.ª jornada;

- O Sporting comanda o campeonato há 24 rondas seguidas, algo jamais ocorrido em toda a sua história;

- O Sporting permanece invicto há 30 jornadas, feito inédito neste nosso Clube.

 

Nada disto tem a ver com sorte.

Tem tudo a ver com mérito.

Sábado verde

 

Futsal: Sporting vence Inter Movistar e está na final da Liga dos Campeões.

 

Hóquei em patins: Sporting vence Valongo e embala para as meias-finais do campeonato nacional.

 

Basquetebol: Sporting vence V. Guimarães e apura-se para as meias-finais do campeonato.

 

Futebol feminino: Sporting vence em Condeixa e recupera a liderança isolada do campeonato.

 

Futebol: Sporting vence Nacional por 2-0 e mantém seis pontos de avanço no comando da Liga.

 

Somos assim: tão grandes como os maiores da Europa.

Prognósticos antes do jogo

Outra final, à medida que prossegue a contagem decrescente para o fim do campeonato: desta vez vamos receber o Nacional, mais logo, a partir das 20.30. O mesmo adversário que enfrentámos num jogo épico, realizado a 8 de Janeiro na Choupana, após 24 horas de adiamento devido ao temporal. 

Nessa partida, num terreno totalmente enlameado, saímos vitoriosos. Por 2-0, com golos de Nuno Santos e Jovane. Proeza inesquecível.

E agora? Como será? Façam favor de me indicar os vossos prognósticos para este Sporting-Nacional.

Entre os mais comentados

Nos  21 destaques  feitos pelo Sapo em Abril para assinalar os dez blogues mais comentados nesta plataforma ao longo do mês, És a Nossa Fé recebeu 21 menções. Alcançando assim o pleno, pelo 23.º mês consecutivo.

Além disso, figurámos também  20 vezes no pódio  dos mais comentados - com onze "medalhas de ouro", seis de "prata" e três de "bronze".

Fomos primeiros, portanto, em mais de metade dos dias que estiveram sob escrutínio.

 

Recorde-se que os textos publicados ao fim de semana são agregados aos de sexta-feira para este efeito, o que leva o número de destaques a ser inferior ao número de dias.

 

Os 21 textos foram estes, por ordem cronológica:

 

Pérolas de Rui Pedro Brás (4) (30 comentários, segundo mais comentado do dia)

Empresários e comissões (47 comentários, terceiro mais comentado do fim de semana) 

Prognósticos antes do jogo (100 comentários, o mais comentado do dia) 

Rescaldo do jogo de ontem (90 comentários, o mais comentado do dia)

A mentira desportiva (110 comentários, o mais comentado do dia)

Agora é mesmo assim (46 comentários, segundo mais comentado do dia) 

Prognósticos antes do jogo (72 comentários, o mais comentado do fim de semana)  

Rescaldo do jogo de ontem (60 comentários, segundo mais comentado do dia) 

Excesso de paixão clubística (52 comentários, terceiro mais comentado do dia)

Um par de piretes para este futebol (68 comentários, o mais comentado do dia) 

Mais do mesmo (44 comentários, segundo mais comentado do dia)

"Este Sporting" (116 comentários, o mais comentado do fim de semana)  

Orgulho (48 comentários, o mais comentado do dia)

Plantel merdoso, está no papo, já fomos (34 comentários, terceiro mais comentado do dia)

Prognósticos antes do jogo (96 comentários, o mais comentado do dia) 

Pensamento positivo (94 comentários, o mais comentado do dia) 

Rescaldo do jogo de anteontem (78 comentários, segundo mais comentado do fim de semana) 

Rescaldo do jogo de  ontem (112 comentários, o mais comentado do dia) 

Diz-me com quem andas... (77 comentários, segundo mais comentado do dia)

Letais ao Sporting (122 comentários, o mais comentado do dia) 

As cadeiras verdes (52 comentários)

 

Com um total de 1548 comentários nestes postais. Do Luís Lisboa, do Edmundo Gonçalves, da Zélia Parreira e de mim próprio.

Fica o agradecimento a quem nos dá a honra de visitar e comentar. E, naturalmente, também aos responsáveis do Sapo por esta iniciativa.

A voz do leitor

«O Benfica e o Porto estão sob pressão (o primeiro devido ao investimento faraónico e o segundo sob o regime de fair-play financeiro) e precisam dos milhões da Champions como de pão para a boca e, na incapacidade destes nas quatro linhas de lutar e jogar bem no campeonato nacional, entretêm-se a engendrar tramóias e criativas novelas extra-futebol à espera de ver quem tomba primeiro por desgaste ou cansaço.»

 

Tiago Oliveira, neste meu texto

Mais de nove mil visualizações diárias

Só nos últimos quatro dias, És a Nossa Fé registou 36.525 visualizações. Cifra correspondente a mais de nove mil visualizações diárias. Confirmando o interesse crescente que este nosso blogue, igualmente vosso, vem registando junto do universo leonino.

Interesse ainda mais justificado neste ano em que os melhores sonhos desportivos de quase todos nós estão cada vez mais perto de se tornarem realidade.

A voz do leitor

«Ainda estou a saborear o golo de Matheus Nunes, sem esquecer o passe de Porro a enganar os de Braga. Ganhar assim no dia 25 de Abril foi festa a dobrar cá por casa. Não esqueço o apoio dos sportinguistas espalhados pelo país, como se viu em Braga. Percebo muito bem porque até aos meados da década de 60 fui Sportinguista de província. Sente-se o clube de outra maneira, quiçá com maior intensidade, longe das intrigas palacianas e abarracadas.»

 

Leão de Queluz, neste meu postal

A voz do leitor

«Entre quem acho que merece ir ao Euro e quem acho que vai, há uma grande diferença. Mereciam ir Nuno Mendes, Palhinha, João Mário e Pedro Gonçalves, mas acho que destes quatro só deverá ir um (Nuno Mendes ou Palhinha), e é para ir alguém do Sporting, do mesmo modo que Sérgio Oliveira e Rafa Silva só lá foram para ir alguém do Porto e do Benfica. Se for mais que um jogador do Sporting é porque alguém das convocatórias habituais se lesionou, ou não está mesmo a fazer minuto nenhum na sua equipa (se fizer poucos vai na mesma).»

 

Vítor Hugo Vieira, neste meu texto

Os melhores prognósticos

Desta vez foi uma fartura: nada menos de oito vencedores. Anteviram a vitória tangencial do Sporting em Braga, pela margem mínima. 

É verdade que ninguém acertou em Matheus Nunes como goleador de serviço: o nome mais vezes mencionado foi o de Paulinho, que permaneceu em jejum. Portanto, não podendo ser aplicado este critério de desempate, todos acabaram por ganhar. 

Aqui fica o quadro de honra desta 29.ª jornada: AHR, Carlos CorreiaCristina TorrãoLeão 79Leoa 6000Luís LisboaPedro BatistaVerde Protector.

Para a próxima temporada - fica combinado - haverá um critério suplementar no desempate. Sendo a vitória, nestes casos, atribuída à primeira pessoa que aqui deixar o prognóstico vencedor. Mas para já fica assim: não é justo mudar regras a meio do jogo.

Parabéns aos oito vencedores.

{ Blog fundado em 2012. }

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