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És a nossa Fé!

Pódio: Eduardo, Coates, Gonçalo Inácio

Por curiosidade, aqui fica a soma das classificações atribuídas à actuação dos nossos jogadores no Sporting-FC Porto, da final da Taça de Portugal, pelos três diários desportivos:

 

Eduardo Quaresma: 17

Coates: 17

Gonçalo Inácio: 16

Pedro Gonçalves: 15

Morten: 15

Nuno Santos: 14

Daniel Bragança: 13

Diomande: 12

Morita: 12

Gyökeres: 12

Trincão: 11

Diogo Pinto: 11

St. Juste: 10

Koba: 10

Esgaio: 10

Geny: 9

Paulinho: 6

 

A Bola elegeu Gonçalo Inácio como melhor Leão em campo. O Jogo optou por Coates. O Record escolheu Eduardo Quaresma.

Nós, há dez anos

 

José da Xã: «Naybet era um daqueles jogadores que preferia quebrar que torcer. O que lhe originava com os treinadores e não só alguns dissabores. Enquanto atleta do Sporting ganhou uma taça de Portugal, contra o Marítimo – curiosamente a única final que vi do Sporting, no Jamor – e uma Supertaça conquistada frente ao FCPorto em Paris com um esclarecedor 3-0.»

 

Tiago Cabral: «Corre por aí que a final da taça da AF Lisboa, retomada o ano passado e que vencemos, vai ter honras de transmissão no canal de carnide. A meia-final entre Belenenses e Sporting decidirá o opositor do benfica na final. Vai ser limpinho, limpinho. Até porque qual era a lógica do canal de carnide ter comprado o direito de transmissão desta final se o seu clube, que é o mesmo que detém o canal televisivo, não a jogasse?»

A voz do leitor

«No início falou-se muito em como o Sporting tinha um plantel curto, em quantidade e qualidade. A resposta foi dada no campo. Vários jogadores que foram pouco considerados para as contas acabaram por se revelar fundamentais em momentos-chave da época. Exemplos disso são Geny, Quaresma e Bragança. Também podemos referir a importância de elementos como Trincão ou Paulinho, que o treinador não deixou cair e foi recompensado pela sua persistência, com os jogadores a fazerem as melhores épocas no clube.»

 

Salgas, neste meu postal

O 28 de Maio e a ditamole

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Hoje é um dia especial para o FC Porto.

Jorge Nuno Pinto da Costa vai embora, finalmente, presidiu o clube durante mais tempo que o seu amigo António Salazar presidiu o conselho de ministros.

A inauguração do estádio das Antas ocorreu neste dia, completam-se hoje 72 anos.

Foi um dia feliz, o FC Porto convidou o clube de Salazar em Lisboa, o Sport Lisboa e Benfica, os benficas viajaram, todos contentes, para norte, com o braço direito esticado a saudarem um César imaginário e lá foram para a inauguração.

Era um dia de amigos, um dia entre amigos e o resultado, provavelmente, nada teve a ver com a verdade desportiva [no futuro os dois clubes martelariam muitas vezes os resultados] tratava-se de homenagear o número 28 e assim se fez; 2-8.

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O 28 de Maio de 1926 fez-se para inaugurar o estádio das Antas e o estádio Nacional (e muitos, muitos estádios de futebol por todo o país).

O 26 de Maio de 2024 fez-se para homenagear o FC Porto, abrilhantar as despedidas de Pinto da Costa e de Marceneiro da Conceição e para honrar as escolhas de Roberto Martinez.

O cenário estava montado no tal estádio nacional sonhado por Salazar, a equipa de arbitragem e a equipa de VARagem escolhidas a dedo estava tudo preparado.

Começa o jogo e o Sporting Clube de Portugal marca golo.

Pára tudo.

Será que o autor do golo teria de ser expulso pela ousadia?

Será que a bola entraria dentro da baliza do FC Porto mas seria assinalado um fora-de-jogo fantasma para abafar a situação?

Será que um tal Varela começaria um festival de porrada mas sem ser expulso?

Será que Otávio faz um movimento com o braço na direcção da bola mas coitado foi sem querer, foi uma estupidez, ele não queria fazer aquilo, pois não?

Será que Diomonde é empurrado dentro da área, as costas comprimidas por duas mãos que lhe esmagam as costeletas mas não foi nada?

Será que o treinador do FC Porto foi expulso mas ficou, alegremente, a dar instruções ao rebanho azul e branco?

Felizmente nada do que escrevi acima aconteceu.

Felizmente que eu não queria estar com queixinhas e a fazer-me de pintainho coberto de lama antes de ser lavado com o sabão AVA (AVA, VAR os produtos branqueadores têm siglas parecidas).

Felizmente o FC Porto fez um jogo brilhante, maravilhoso, parecia que estávamos em 1982, um misto do encanto da selecção brasileira com o pragmatismo e a eficácia da selecção italiana.

Já o Sporting, enfim, erros nossos, má fortuna e bola ardente (parecia que queimava)

Pronto, parece que apesar dos receios iniciais, a convocatória da selecção não teve influência, os árbitros não tiveram influência, o VAR não teve influência, os jogadores do FC Porto foram briosos e leais, não queimaram tempo, jogaram sempre o jogo pelo jogo, o treinador do FC Porto foi um miminho, viu vermelho e desapareceu, ninguém mais o viu no estádio; enfim correu tudo, maravilhosamente, excepto os erros próprios do Sporting que nos fizeram perder o jogo.

Rumo ao futuro

A época de 2023/2024 não terminou da melhor forma, mas nem por isso deixou de ser uma das nossas melhores deste século:

- Campeão Nacional com record do clube de pontos

- Finalista vencido da Taça de Portugal

- Eliminado na meia-final da Taça da Liga

- Passagem da fase de grupos da Liga Europa, eliminado nos oitavos de final pela equipa que venceria a competição.

Assim sendo :

Em 11 anos de Frederico Varandas/Bruno de Carvalho, conquistámos 2 títulos nacionais, 2 taças de Portugal, 4 taças da Liga e 2 supertaças. 

Em 6 anos de Frederico Varandas, conquistámos 2 títulos nacionais, 1 taça de Portugal, 3 taças da Liga e 1 supertaça. 

Em 4 anos de Frederico Varandas / Rúben Amorim conquistámos 2 títulos nacionais, 2 taças da Liga e 1 supertaça.

 

Este padrão de crescimento desportivo está intimamente ligado com o crescimento financeiro e a conclusão da reestruturação financeira permite outro conforto de gestão e nível de investimento. 

Desportiva e financeiramente foi uma época de ultrapassagem do FC Porto no pódio, e não vai ser fácil ao novo presidente dar conta de todos os buracos e minas que herdou, as protecções políticas irão caindo à medida que a justiça for intervindo e os nomes aparecendo na comunicação social. 

Também na FPF é hora de mudança com a saída de cena do ex-vice-presidente do FC Porto. 

 

No que respeita à arbitragem, existem também ventos de mudança, com uma nova geração de árbitros a assumir protagonismo e os comprometidos anos a fio com as máfias dos rivais mais condicionados. Mas falta ainda muito para termos uma arbitragem isenta e uma promoção pelo mérito. Os árbitros mais corrompidos de ontem hoje estão no VAR, são dirigentes da arbitragem ou comentadores nos jornais e nas Tvs.

O Sporting continua a não ter o peso institucional correspondente à sua dimensão de segundo maior clube nacional. Governo, Secretaria de Estado do Desporto, FPF, Liga, arbitragem - dificilmente se encontra por ali um sportinguista confesso, muito menos alguém que tenha passado pelos órgãos sociais do nosso clube. A excepção é Rui Caeiro que chegou à direcção da Liga para pagar o apoio de Bruno de Carvalho a Pedro Proença.

Quer queiramos quer não, isto tem um preço. Que sentimos esta época de diferentes formas. Na nomeação do João Pinheiro para VAR no Jamor. Até na convocatória do seleccionador Martínez para o Europeu.

O futuro com sucesso passa muito por aqui. Juntar ao crescimento desportivo e financeiro o crescimento institucional, o que requer muito trabalho e saber fazer as coisas. Ser um clube honesto e de bem não quer dizer ignorar as máfias e não lutar para acabar com elas. Isto só se consegue tendo voz activa nas instituições.

SL

Eles

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Pareciam que tinham ganho a Champions, tanta foi a festa. Venceram o Sporting após duas horas a jogar com mais um durante cem minutos, e graças a um erro infantil dum jovem guarda-redes que cumpria apenas o seu terceiro jogo na equipa principal.

Só assim foram capazes.

No fim de uma temporada em que ficaram 18 pontos abaixo de nós no campeonato nacional e andaram aflitos a disputar o último lugar do pódio com o Braga - que também só venceram, muito à tangente, porque jogaram 78 minutos igualmente com um a mais.

Na jornada anterior, sempre aflitos, apenas conseguiram derrubar o Boavista em casa, por 2-1, recorrendo ao mesmo expediente: ter um a mais em campo. Desta vez durante meia hora. Só mesmo assim. De outra maneira não seriam capazes.

É a nova "arma táctica" deles: onze contra dez. Apavorados sempre que enfrentam onze, o que raras vezes aconteceu neste final de temporada. Daí terem festejado como se não houvesse amanhã. 

Repito: parecia que acabavam de ganhar a Champions. A menos que celebrassem a partida definitiva do Velho Crocodilo. Tanta alegria, provavelmente, tinha a ver com isso.

A voz do leitor

«Não me recordo, nestes longos anos de sócio do SCP (70), assistir a uma conjugação de astros tão favorável ao nosso clube (frase minha e não da Maya). Temos órgãos sociais que trabalham com profissionalismo e não pretendem ser vedetas da Comunicação Social. Temos igualmente uma equipa técnica talentosa e ambiciosa dentro da sua juventude. Temos um plantel de muita qualidade e em fase de crescendo de rendimento. Temos uma massa associativa empolgada e empolgante. Temos ainda, para melhorar o ramalhete, um rival no Norte financeiramente débil, caduco e que levará muito tempo a levantar-se, e um vizinho instável contestado internamente como raramente se viu.»

 

Carlos Santos Silva, neste texto do Luís Lisboa

Detestar perder

O campeão ser vulgarizado como foi pelo terceiro classificado da liga, que ficou a 18 pontos da liderança, é detestável. E isto escrevo, não como desabafo, mas como wishful thinking. Traduzo (e não apenas do inglês): Eu desejo que o destestar perder seja um dos sentimentos dominantes da equipa na época 2024/2025. Temporada que eu espero tenha começado a ser preparada imediatamente a seguir ao apito final no Jamor. 

E por perder entenda-se não ganhar os desafios e embates para os quais temos mais do que qualidade e argumentos para vencer. 

Este ano fomos campeões. Para o ano seremos bicampeões, vencedores da Supertaça, Taça de Portugal e com um percursos vitorioso na Europa. 

Foi isto que Amorim disse aos jogadores ainda no balneário. Foi isto que os jogadores disseram uns aos outros antes de partirem de férias.

Chorar, mamar e Capecchi

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"Quem não chora não mama"

Já vamos ao jogo de ontem, primeiro o Sporting com mais 18 pontos que o FC Porto e segundo vamos falar de Capecchi, Mario Ramberg Capecchi.

Mario nasceu no mesmo ano de Jorge Nuno, 1937. Nasceu numa Itália onde já soprava o cheiro da guerra, o pai era um aviador italiano que foi mobilizado para as tropas de Mussolini e a mãe uma activista, como diríamos hoje, americana. Com o pai na guerra e com a mãe hospedada em Dachau, cresceu na rua. A rua foi a sua casa entre os três, quatro anos e os oito. Roubava comida, dormia onde calhava e vivia com outros meninos como ele, uns mais velhos, outros mais novos, sem higiene e sem perspectivas de futuro. Ranho no nariz, feridas que sangravam e cicatrizavam tapadas pela sujidade.

Com oito anos, Mario não conhecia uma letra do tamanho de um avião nem um algarismo do tamanho de um campo de concentração.

Nessa altura apanhou febre tifóide e foi hospitalizado, a mãe, a guerra acabara e ela sobrevivera, encontrou-o no hospital e levou-o para os Estados Unidos da América.

Alguns anos depois o menino ranhoso, sujo e analfabeto que comia fruta estragada, retirada dos caixotes do lixo, foi prémio Nobel da medicina.

Quanto ao jogo de ontem não vou falar de culpas próprias nem de culpas alheias. Foi tudo demasiado óbvio e basta reler aquilo que fui escrevendo, a nomeação de Veríssimo/Pinheiro, a convocatória da selecção, estava tudo preparado para o jogo de ontem ter tido o desfecho que teve.

Alguém tem dúvidas que a mão na bola de Otávio é penalty? Há volumetria e há intensionalidade, qual a razão para não ter sido assinalado?

Alguém tem dúvidas que um treinador expulso não pode estar, alegremente, a dar instruções à rapaziada? [à atenção do departamento jurídico, protestar o jogo se existir fundamento legal]

Alguém tem dúvidas que Varela devia ter sido expulso?

Apesar dos casos acima e de alguns outros há sempre alguém que não resiste, há sempre alguém que não diz não.

"A culpa foi nossa" disse, por exemplo, o comentador "Elitista", para esses, o Sporting mesmo ranhoso, mesmo cheio de feridas mal cicatrizadas, mesmo analfabeto e com o bandulho cheio de comida estragada tem de vencer, tem de ganhar o Nobel.

Se Mário Capecchi conseguiu porque não há-de o Sporting Clube de Portugal conseguir também? Apesar de todas as adversidades e malfeitorias de que é alvo o Sporting ou ganha ou então a culpa é sempre nossa, nunca é dos outros.

Venha

 

O anúncio rápido de contratações cirúrgicas (guarda-redes+Debast+Ionnidis+extremo?) 

A resistência feroz à venda dos anéis (Inácio, Hjulmand, Pote e Gyokeres)

Férias (deles e nossas, que o coração tem limites) 

Estágio (com o plantel quase completo e vários jogadores da formação)

Supertaça (o resto, bom e mau, é passado) 

 

 

O dia seguinte

Hoje no Jamor não tivemos o Sporting campeão nacional 2024, foi mais o Sporting 4. º classificado em 2023 que entregou ao Marselha os dois jogos da Champions. Só assim se entende termos perdido a Taça de Portugal perante um adversário que tem um óptimo guarda-redes e o resto pratica um futewrestling muito eficaz para cavar faltas e penáltis, condicionar arbitragens e forçar decisões favoráveis. O cerco que montaram ao árbitro ao intervalo foi miserável e esteve à vista de todos. Treinador expulso, mas isso é normal. O tal bandido referido pelo nosso presidente expulso de presidente pelos associados do clube mas que recusou largar o tacho e as compensações, chorou (de quanto vai ser o último cheque ?), reveu-se no desfecho.

 

Três lances foram decisivos na entrega da Taça:

1. Por volta dos 30 minutos, com1-0 no marcador e por cima do jogo, Catamo falha a intersecção duma bola alta, assistindo o ponta de lança do Porto para o golo.

2. Logo a seguir, duma bola lançada em profundidade, St. Juste arrisca ir atrás daquele palhaço do Porto que faz um número de circo de nota tão elevada que logo o Veríssimo aproveitou para decidir o jogo. A falta é mais que discutível, o lugar depende de que falta estamos a falar, entre livre e expulsão e penálti sem expulsão, foi marcado o pior para o Sporting.

3. Já no prolongamento, dum lançamento em profundidade em direcção à linha de fundo, Diogo Pinto arrisca a saída, acerta no adversário e estraga tudo o que de bom tinha feito até ali.

O resto resume-se à luta inglória do Sporting perante um adversário a jogar em superioridade numérica, sempre a jogar pelo seguro e no desgaste, e com o conforto de lhe terem oferecido as chaves do encontro.

 

A festa dos campeões que se prolongou esta semana na CML ajudou a este desfecho? Não faço ideia. As três situações atrás referidas resultaram de erros individuais. Como nos tais dois jogos com o Marselha. E nem Catamo, nem St. Juste, nem Diogo Pinto entraram com a  rodagem / experiência daqueles que falharam nessa altura.

A convocatória e as justificações esfarrapadas do Martinez contribuiram para este resultado?  Pelos vistos sim, Pedro Gonçalves e Trincão estiveram irreconhecíveis e Nuno Santos mostrou as insuficiências defensivas. Já o Conceição filho jogou, mergulhou e sarrafou cheio de moral.

Arbitragem? Coitado do Veríssimo, por muitas dúvidas que tenha no lance que ditou a expulsão de St. Juste não foi por ele que perdemos. Jogar contra o árbitro em reclamação constante não leva a lado nenhum.

 

Melhor em campo? Quaresma. Se calhar com ele em vez de Catamo no onze inicial tínhamos ganho o jogo, digo eu. Depois dele Hjulmand, Coates e Diomande. 

Lição para o futuro? Só por milagre ganharemos alguma coisa sem um grande guarda-redes que faça a diferença. Ok, aconteceu este ano. Então é porque foi mesmo um milagre.

E agora? Passado o efeito do champanhe do título e provado o vinagre de hoje, é tempo de descansar e depois reflectir sobre o que correu melhor e pior esta época e projectar a próxima, uma época de Champions que começará com a Supertaça contra o adversário de hoje. Para mim é claro que há que melhorar em alguns parâmetros, mas isso é tema para outros posts. 

SL

Vivó gamanço!

Esta tarde de sol e um pouco ventosa foi pródiga, lá no Jamor, em gamanço.

Também o que seria de esperar de varíssimo e pinheiro, duas aventesmas mais que apresentadas?

Um aviso a Frederico Varandas e sua equipa: Manter os mesmos e reforçar, que eles para o ano virão com tudo.

É certo que oferecemos dois golos, mas que diabo, e os dois penáltis por marcar a nosso favor? E os amarelos perdoados aos portistas?

O futebol continua podre em Portugal.

Que fiquem lá com a selecção e se lambuzem com ela.

E que vão dar banho ao cão.

Distribuição da riqueza

Presente de despedida

Ao padrinho despachado?

Abraço de boas-vindas

Para par recém-chegado?

 

Veríssimo... nome feio...

Em quem não quer a verdade

Agarrado a um Pinheiro

De tão torta vontade...

 

Mandámos putos à escola.

Deram-nos apito em esmola,

Pois continua pintado

Em azul e encarnado.

O sistema

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Pode ir-se embora Jorge Nuno Pinto da Costa e ser substituído por André Villas-Boas que o sistema está bem vivo e a funcionar a plenos pulmões. Esta final da Taça de Portugal foi um estrondoso roubo do início ao fim: desde a expulsão do St. Juste, passando pelos outros cartões dados aos jogadores do SCP e, sobretudo, um penalty por mão na bola de um jogador do FCP dentro da área, já na segunda parte do prolongamento. Também me pareceu penalty sobre o Diomande, minutos depois, dentro da área. Toda a gente viu, menos o árbitro e o VAR. Assim não vale a pena.


Temos um selecionador nacional contra nós, deixando de fora jogadores de topo, agora temos uma FPF que deixa isto acontecer numa prova que devia ser credível. Não é. Este VAR é uma fraude.

Não acredite se ler no Expresso

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Comprei o Expresso na sexta-feira mas só hoje tive tempo para o folhear com calma.

Lembro-me de um slogan que dizia assim: "acredite se ler no Expresso", lamento mas não posso acreditar.

Não posso acreditar que o resultado do Sporting Clube de Portugal no estádio do dragão tenha sido uma derrota por dois a zero.

Não posso acreditar que para o Expresso a final da Taça esteja, praticamente, ganha para o FC Porto: "A chave do sucesso do FC Porto pode estar em Galeno" [Tomás da Cunha, p. 30 do caderno principal].

Sucesso?

Cabe ao Sporting Clube de Portugal contrariar o "sucesso" mesmo com uns mancos a começarem, sem qualidade para irem à selecção, mesmo com um guarda-redes de 19 anos que nunca jogou com Marrocos, mesmo assim vamos tentar vencer o jogo e trazer a Taça para o nosso museu.

Ânimo, vontade, concentração e muita luta leões para contrariar o "sucesso" dos outros.

{ Blogue fundado em 2012. }

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