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És a nossa Fé!

Todas as esperanças continuam intactas

Acorremos trinta mil a Alvalade, na amena noite de ontem, para incentivar a equipa na estreia internacional de Frederico Varandas como presidente e de José Peseiro neste regresso ao comando técnico do Sporting. O treinador não pode queixar-se da sorte: aceitou voltar num dos piores momentos de sempre da história leonina, com um plantel em cacos, mas até agora tem sido recompensado. Seis jogos depois, para três competições, mantemos a equipa invicta, com apenas um empate (na Luz), a ligação aos adeptos vai-se reforçando e a qualidade exibicional aumenta de jogo para jogo.

Ontem, na recepção ao Qarabag (do Azerbaijão, que na época passada impôs um empate ao Atlético em Madrid), tivemos talvez a melhor exibição da temporada até ao momento. Com a deslocação de Acuña para lateral esquerdo (Jefferson foi remetido para a bancada e Lumor não está nos planos do técnico), e o reforço Gudelj em estreia como titular, a equipa foi sempre compacta e revelou dinâmica ofensiva explorando o ataque de forma criativa para compensar a ausência do ainda lesionado Bas Dost (Montero, o mais avançado no terreno, não é jogador de último toque, como o holandês).

O golo inaugural surgiu tardio, só aos 54', mas já se adivinhava no primeiro tempo. E podia mesmo ter acontecido aos 40', quando o guardião Vagner, revelando bons reflexos, travou um toque de calcanhar de Montero, muito bem servido por Mathieu. O colombiano viria a protagonizar o mais brilhante momento do desafio, aos 88', com um túnel na ala esquerda que originou o golo da confirmação, por Jovane, aos 88'. Antes, aos 54', Nani assinou um cruzamento perfeito para Raphinha a meter lá dentro. 

Saímos satisfeitos de Alvalade nesta estreia na fase de grupos da Liga Europa: todas as esperanças continuam intactas.

 

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SINAL VERDE

SALIN. Temos titular na baliza leonina? Claro. Quem diria que o eterno suplente de Rui Patrício iria destacar-se assim nesta nova época, semanas após o seu nome ter figurado na lista dos dispensáveis? Ontem não teve muito trabalho, mas revelou atenção redobrada a corrigir os erros de dois colegas, Coates e Gudelj, em comprometedoras perdas de bola.

ACUÑA. Enfim adaptado a lateral esquerdo, rendendo Jefferson, cumpriu a missão que o técnico lhe confiou. Sem nunca descurar a manobra ofensiva. Jamais desiste de um lance: esta é uma das suas características mais úteis para a equipa. Coube-lhe o lançamento em profundidade a que Montero deu sequência, estando assim na origem do segundo golo.

RAPHINHA. O dínamo da equipa. Ninguém como ele a criar desequilíbrios no último terço do terreno e a sacudir o jogo quando parece entorpecido. Esteve nos dois golos: no primeiro, a acompanhar o movimento lateral de Nani, adivinhando-lhe o cruzamento; no segundo, ao assistir Jovane. Chegou há pouco e já se tornou imprescindível. Ontem foi o melhor em campo.

MONTERO. Já exasperava o exigente "tribunal" de Alvalade, naquele seu estilo de só parecer esforçar-se quando tem mesmo de ser, quando protagonizou o melhor momento da noite, ao ganhar uma bola que parecia impossível, desembaraçar-se do lateral direito adversário, a quem fez um túnel de calcanhar, e servir Raphinha, construindo assim o segundo golo. 

NANI. Maturidade e visão de jogo, compensando a transbordante energia de outros tempos. Assumiu-se como patrão da equipa, como ala em constantes diagonais para o miolo do terreno. Numa das suas incursões atacantes, do lado direito, serviu Raphinha com um míssil teleguiado para o primeiro golo, que fez levantar o estádio. Ovacionado de pé ao sair, aos 87'.

MATHIEU. Poucos jogadores mereceram tanto esta vitória na Liga Europa como ele. Competente não apenas nas acções defensivas, mas também ao lançar ataques - num deles, aos 40', actuou como um extremo e serviu Montero para um golo que o colombiano desperdiçou. Sentiu uma dor muscular aos 75', o que forçou a sua saída, visivelmente decepcionado.

JOVANE. Quinto jogo em que intervém, quinto jogo em que revela influência no resultado. Sempre pela positiva. Desta vez excedeu-se a si próprio: entrou aos 87' e no minuto seguinte já marcava o golo que tranquilizou enfim os 30 mil adeptos presentes em Alvalade. É o talismã da equipa: Peseiro deve apostar cada vez mais nele.

 

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SINAL AMARELO

COATES. É um dos esteios da equipa, ninguém duvida. Mas tem falhas de concentração que o levam a pôr em risco a solidez do nosso bloco defensivo. Causou um monumental calafrio aos 10' ao entregar a bola a um adversário, em posição frontal para o remate. Não voltou a cometer deslizes, mas também não esteve nas suas melhores noites.

GUDELJ. Será o médio defensivo de que o Sporting tanto necessita desde a saída de William? Mantém-se a incógnita após esta sua estreia a titular, fazendo inicialmente dupla barreira à frente da defesa com Battaglia. Tem sentido posicional e algum recorte técnico, mas lapsos como o que demonstrou aos 56', perdendo a bola em zona proibida, podem ser fatais.

BATTAGLIA. Veio confiante da estreia na selecção argentina e tem-se revelado um pilar do onze titular leonino. Na primeira parte, com acção algo redundante ao pisar o mesmo terreno que Gudelj. Subiu de rendimento ao avançar para 8 clássico, mas revelou-se sempre mais eficaz na recuperação do que no transporte da bola, complicando por vezes sem necessidade.

BRUNO FERNANDES. O que de melhor fez, em todo o jogo, foi um bom passe que deu origem à corrida de Nani pelo flanco direito a culminar no primeiro golo. Pareceu sempre demasiado errante: gesticula muito, protesta em demasia, por vezes chuta para onde está virado, apoia a linha defensiva quando é preciso. Algo caótico, sem a influência que revelou na época passada. 

ANDRÉ PINTO. Só esteve um quarto de hora em campo. Não deslumbrou, ao contrário de Mathieu. Mas também não comprometeu. É um jogador útil, o que já constitui suficiente elogio.

DIABY. Estreou-se de verde e branco, já no tempo extra. Não deu para tirar qualquer conclusão.

 

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SINAL VERMELHO

RISTOVSKI. Com Jefferson desta vez remetido para a bancada, coube ao internacional macedónio o papel do patinho feio de verde e branco. Corre muito, esforça-se bastante, mas por vezes parece esquecer-se por completo de que o seu principal dever no onze titular é defender. Foi ultrapassado em lances que poderiam ter levado perigo à nossa baliza. Também deve melhorar no capítulo dos cruzamentos: é isso que se exige a um lateral de uma grande equipa.

Hoje giro eu - Sporting, o mais indisciplinado (!?)

Analisando os 27 jogos disputados até agora dos 3 grandes concluimos que o Sporting é o clube cujos jogadores mais vezes foram contemplados com a cartolina amarela. Assim, a equipa leonina já viu 55 amarelos, contra 49 do Porto e 43 do Benfica. Ao contrário dos seus concorrentes, o factor casa não parece ser decisivo nas admoestações, pois os leões viram 25 amarelos e 2 vermelhos em Alvalade, enquanto o Benfica, na Luz, tem 17 amarelos e nenhum vermelho e o Porto, no Dragão, foi contemplado com apenas 15 amarelos (sem vermelhos).

 

Outro pormenor que não deixará de causar algum espanto tem a ver com os jogos disputados fora de casa. Nos jogos fora, o Sporting é o único dos grandes que teve mais cartões amarelos atribuidos aos seus jogadores do que aqueles que os seus adversários averbaram. Assim, nas 13 partidas disputadas, os sportinguistas foram admoestados com o cartão amarelo por 30 vezes contra apenas 28 vezes dos seus adversários conjunturais (1-1 em vermelhos), ao passo que o "score" benfiquista é de 26-29 (1-4 em vermelhos) e o do Porto é de 34-39 (3-2 em vermelhos).

 

Os números globais dos jogos de cada um dos 3 grandes, no que respeita aos "amarelos", são estes: Sporting 55-66 (3-2 em vermelhos), Benfica 43-59 (1-7 em vermelhos), Porto 49-70 (3-4 em vermelhos). Não deixa de ser curioso que uma equipa que vem sendo acusada de ser pouco intensa sofra tantas infrações disciplinares. Por comparação, os jogos do Benfica parecem amigáveis, sendo a equipa encarnada a que menos cartões sofre e os seus adversários aqueles que menos vezes são admoestados (com excepção dos cartões vermelhos). Os adversários do Sporting têm um rácio de vermelhos/total de cartões de 2,9%, ao passo que o rácio dos adversários do Porto é de 5,4% e o dos adversários do Benfica é de 10,6%. O Porto é o clube com maior diferença favorável entre cartões amarelos e a maior diferença favorável no total de cartões (nesta última, empatado com o Benfica, com 22). O Sporting tem só mais 10 cartões atribuidos aos seus adversários do que aos seus jogadores.

 

Haverá alguma razão para a equipa leonina ser, destacada, aquela que viu mais cartões lhe serem atribuidos? E que justificação existirá para a disparidade face aos seus concorrentes no que diz respeito à diferença entre os cartões vistos e aqueles atribuidos aos seus adversários?

O que é que os nossos Leitores/Comentadores pensam disto?

O jogo terminou como começou

Jogo monótono, sem chama, do Sporting que esta noite recebeu o Marítimo em Alvalade para a Taça da Liga. O estádio estava meio vazio. Apenas dois jogadores que tinham sido titulares contra o Tondela no sábado actuaram hoje: Alan Ruiz e Iuri Medeiros.

Jorge Jesus aproveitou para lançar vários jogadores que ainda não tinham sido vistos neste campeonato. Estreia absoluta do guarda-redes Salin com a camisola verde e branca. Estreia do lateral direito macedónio Ristovski  como titular. Outras estreias nesta época oficial 2017/2018 enquanto titulares do nosso onze: André Pinto, Tobias Figueiredo, Petrovic e Mattheus Oliveira. Mais de meia equipa, portanto.

Poucos jogadores aproveitaram devidamente esta oportunidade. O desafio terminou como começou: empatado a zero. Ao nível da Taça da Liga, afinal.

Tobias ostentou a braçadeira de capitão, mas faltou-nos um comandante em campo. Faltou também intensidade. Faltou velocidade. Faltou vontade de vencer um Marítimo muito fraco, que foi incapaz de levar verdadeiro perigo à baliza leonina. E faltaram os golos, o que não admira: Bruno Fernandes, Bas Dost e Gelson Martins - os nossos melhores goleadores - não chegaram a calçar.

 

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SINAL VERDE

SALIN. O guarda-redes suplente de Rui Patrício deu boa conta do recado, mostrando-se seguro e atento nas raras vezes em que foi chamado a intervir. Duas vezes a punho (32', 52'), outra agarrando a bola com firmeza (66'). Transmitiu segurança e personalidade.

RISTOVSKI. Primeiro jogo a sério do lateral macedónio pelo Sporting. Prestação muito positiva. Pela velocidade e pela capacidade técnica. Bons cruzamentos, boa cobertura defensiva. Ganhou duelos e esticou bem o jogo. É mesmo alternativa a Piccini.

JONATHAN SILVA. Teve a melhor exibição até ao momento nesta época. Infatigável a percorrer o seu corredor, fez várias incursões na área e diversos cruzamentos com perigo. Pena que os colegas não tivessem dado a melhor sequências aos seus passes.

PETROVIC. Coube-lhe a missão de médio defensivo, que cumpriu sem brilhantismo mas com eficácia. Teve precisão no passe, embora lhe falte um pouco mais de ousadia para tentar o passe longo. Protagonizou o melhor momento ofensivo com um grande cabeceamento à barra (20').

DOUMBIA. Foi talvez o elemento mais desequilibrador do Sporting. Jogador de área, muito móvel, buscou a bola e rematou sem grandes cerimónias. Aos 20', atirou ao lado. Aos 30', o pontapé saiu-lhe a rasar a barra. Aos 49', quase marcou. Nunca deu um lance por perdido. Nunca desistiu.

 

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SINAL AMARELO

TOBIAS FIGUEIREDO. Perde na comparação com os centrais titulares, mas desempenhou com regularidade o essencial da sua missão. Colocando bem a bola na frente e não hesitando ele próprio em progredir no terreno. Perda de bola comprometedora aos 44'. Tem de ganhar mais calo.

ANDRÉ PINTO. Ainda não se tinha dado por ele neste campeonato. Continuou sem causar grande impressão. É verdade que ajudou a tapar os caminhos para a nossa baliza, que ficou invicta, mas denotou alguma incapacidade de iniciativa na fase de construção.

PODENCE. Jesus lançou-o em jogo aos 56'. Vindo de uma lesão, após mais de um mês de paragem, não podia estar na melhor forma. Mas imprimiu velocidade à equipa e fez passes com qualidade. Bom lance pela ala esquerda aos 75'. Tentou o golo com um remate rasteiro aos 61'.

ACUÑA. Parecia destinado a descansar desta vez, mas o treinador acabou por chamá-lo aos 56', rendendo um ineficiente Iuri. Acelerou o jogo e trouxe qualidade técnica ao nosso ataque, faltando-lhe no entanto aquela intensidade a que já nos vem habituando.

BATTAGLIA. Último suplente a ser chamado, para a posição 8, entrou aos 73', rendendo Alan Ruiz. Jesus apostou nele como trunfo para dar a volta à partida. Mas o argentino, apesar de todo o seu voluntarismo, não chegou para sacudir o marasmo dominante.

 

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SINAL VERMELHO

MATTHEUS OLIVEIRA. Falta de ritmo, falta de velocidade, uma inexplicável apatia. Vê-se que tem alguma técnica, mas falta-lhe intensidade e vibração. Incapaz de fazer a diferença no meio-campo leonino. Aos 35', falhou o remate, limitando-se a passar ao guarda-redes. Deu lugar a Podence aos 56'.

BRUNO CÉSAR. Trapalhão, sem conseguir simplificar processos nem encontrar o caminho mais curto para a baliza do Marítimo. Fez uma primeira parte regular, marcando bem um canto aos 20', mas foi-se apagando e acabou sem fulgor, com um remate muito torto aos 90'. Cadê o "chuta-chuta"?

IURI MEDEIROS. Segundo jogo seguido como titular, segunda oportunidade perdida para o extremo da formação leonina. Demasiado encostado à linha, demasiado previsível, cedendo à marcação, destacou-se apenas num lance aos 52'. Insuficiente. Dois minutos depois deu lugar a Acuña.

ALAN RUIZ. Jesus voltou a apostar nele, mas o argentino teima em não corresponder. Médio mais avançado no terreno, tentou o remate de meia-distância aos 58', mas a bola sobrevoou a barra. Errático, lento, com pouca cultura táctica. Ninguém se surpreendeu que saísse, aos 73'.

Nuno, Pizzi, Jonas e Xistra

O celebrado árbitro Carlos Xistra - convocado para o Benfica-FCP de ontem porque Jorge Sousa, putativo "segundo melhor árbitro português", voltou a lesionar-se - honrou as melhores tradições dos seus pares, deixando Jonas e Pizzi por sancionar com cartões mais que merecidos.

O caso de Jonas é particularmente escandaloso, porque abalroou ostensivamente o treinador do FC Porto na sua área técnica, numa agressão grosseira que todo o país desportivo devia condenar. Nuno Espírito Santo, há que reconhecer, não possui os dotes histriónicos do seu colega Lito Vidigal, que ao mais leve encosto se teria atirado para o chão simulando uma síncope cardíaca ou lesões gravíssimas na caixa craniana. Forçaria assim Xistra a expulsar Jonas, que ontem fazia anos. Seria uma enorme chatice.

Assim só faltou o árbitro cantar-lhe os parabéns a você e ajudá-lo a soprar a vela.

 

O pior do jogo de ontem

Foi o cartão amarelo a Nani, exibido logo aos 26 minutos por Cosme Machado: os árbitros portugueses adoram castigar os artistas dos estádios. Em sete meses, Nani já recebeu mais cartões por cá do que durante sete anos em Inglaterra.

Devido a este cartão amarelo - o nono que recebe no campeonato - o nosso nº 77 fica impedido de jogar na próxima jornada. Ou muito me engano ou isso será péssimo para o Sporting. Porque ele, com frequência, vale por meia equipa. Ontem valeu. E mesmo assim foi insuficiente para vencermos.

Lembrete

Só um pequeno lembrete: Nani, vamos lá a sacar o quinto amarelo já no domingo (enfim, ainda há o jogo seguinte, mas já é apertado). Não queremos privar os lampiões da tua presença quando lá forem a nossa casa.

Critério estreito

Insisto. Nem a adopção do chamado "critério largo" (eufemismo tuga para designar a aplicação das leis do futebol sem prejudicar o espectáculo com sucessivas interrupções do jogo, corrente nos estádios ingleses) justifica que Nani tenha já acumulado, em sete jornadas da Liga 2014/15, metade dos cartões amarelos que lhe foram exibidos em oito épocas ao serviço do Manchester United.

A diferença é tão abissal que chega a ser chocante.

Admito que isto se deva ao "critério estreito" em voga nos estádios cá da terra, posto em prática por árbitros determinados em ser protagonistas dos jogos e que adoram levar o apito à boca.

Continuo a chamar-lhe incompetência. Até me lembrar de uma palavra mais adequada.

 

A incompetente arbitragem portuguesa

Só à sétima jornada - sexto jogo oficial da época no Dragão, com Pedro Proença a apitar - os jogadores portistas receberam finalmente os primeiros cartões amarelos em casa. Um facto verdadeiramente extraordinário numa equipa onde actuam Marcano, Alex Sandro e Martins Indi. Isto enquanto Nani já leva quatro amarelos em seis desafios disputados na Liga portuguesa, como se fosse o Exterminador Implacável. O mesmo jogador que recebeu apenas oito cartões amarelos em 146 jogos na Liga inglesa, a mais competitiva do planeta.

Conclusão: a incompetente arbitragem portuguesa protege os sarrafeiros e castiga os artistas do futebol. Tantos anos depois, tantas demolidoras críticas depois, em vez de fazer parte da solução continua a fazer parte do problema.

Muito bem, Leonardo

"Não vou fazer poupanças. O jogo mais importante é com a Académica. Se não estivermos focados neste desafio, podemos não conseguir os objectivos."

Leonardo Jardim

 

Algumas almas alvoroçadas indignam-se por Leonardo Jardim ter anunciado que não "pouparia" Montero e William Carvalho, dois jogadores-chave que correm o risco de receber o quinto cartão amarelo no jogo de hoje contra a Académica. E toca de criticar por esse motivo o nosso treinador, que tão boas provas tem dado.

Essas alminhas padecem de manifesta miopia. Se Leonardo Jardim fizesse o que sugerem daria o pior dos sinais à equipa. Estaria a transmitir aos jogadores que certos desafios devem ser encarados com menos seriedade do que outros. Estaria a inculcar-lhes uma noção de facilidade antecipada que deve estar sempre ausente da competição profissional. Não pode haver nada mais desmotivante do que considerar "fáceis" certas partidas contra adversários situados abaixo de nós na tabela classificativa. Isso é meio caminho andado para a proliferação de situações de desconcentração, é meio caminho andado para o desaire em campo.

Que o digam Benfica e Porto...

{ Blogue fundado em 2012. }

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