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És a nossa Fé!

Cheguei, vi e vencemos

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Fui ao Porto e voltei. Saí de manhã, aproveitei o dia pela zona do Dragão (tempo esplêndido), voltei à noite com os três pontos, e a memória de um grande Sporting.

A entrada foi atribulada e parte dos adeptos do Sporting entraram com o jogo já a decorrer. Enfim, clássicos a rever. Fiquei na caixa, na jaula, no que lhe quiserem chamar. Cantou-se, incentivou-se, saltou-se e gritou-se bastante três vezes. 

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Do Dragão: gostei do estádio, dizem-me que com o frio não é agradável, mas ontem não esteve frio. Do lugar onde estava, vi relativamente bem o jogo e a saída foi bastante tranquila.

No campo, o grande Sporting, o príncipe João Mário e seus companheiros. Estava tudo bem. Quem me conhece sabe que não entro em conversas de arbitragens, para bem ou para mal. Eu quero é ver golos e o Sporting ganhar, de preferência. Eu quero é ver o João Mário passar três jogadores e oferecer o golo a Slimani, o Slimani saltar isolado e marcar de cabeça, ter a lei da vantagem, o Bruno César perceber João Mário e arriscar. Goloooooo!

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O terceiro golo. Depois de de se reclamar falta sobre Slimani, o jogo seguir e dar em golo, só podia acontecer histeria. Assumamo-lo: o terceiro golo foi a histeria nas bancadas. Por ser o terceiro, por poder significar um matar do jogo, por vermos a bola passar Casillas e a linha tão devagar que tudo podia acontecer, por nem acreditarmos num golo assim. Foi a loucura na arquibancada visitante.

Fui com amigas, encontrei amigos. Os nossos "vizinhos" dos blogs Bancada de Leão e A Norte de Alvalade são já dois amigos que gosto de rever em jogos do Sporting. Ficam as selfies da praxe.

Em suma, foi a minha estreia no Dragão, e não podia ter corrido melhor.

A reter, duas coisas: continuamos na luta, e sábado despedimo-nos dos jogos em Alvalade este campeonato. Enchemos o estádio para o aplauso que merece esta rapaziada? #euvoulaestar

Da bilheteira ou de como estou tão confusa

E não é para menos, palavrinhadonra. Sábado joga o Sporting e este é o jogo em que sócias e adeptas têm bilhetes a preços mais apelativos para qualquer lugar no estádio. Eu e a Célia fomos tratar do assunto à bilheteira, ontem ao fim do dia.

A Célia não tinha o cartão com ela, mas tinha o número de sócia e "tem o cartão do cidadão consigo?" Tinha sim, e então tudo bem. Ok, vamos para uma central que este jogo é igual para todas.

Eu tenho gamebox, e noutros jogos posso mudar de lugar, pagando a diferença para a bancada que quero. Tudo certo. No jogo onde o preço é igual para todas as mulheres... também. Como?! Todas pagam o mesmo a menos que tenham gamebox? Não me pareceu lógico, mas revimos os preços para não ser drástico. Vamos para uma superior então. Cá embaixo.

Momento da compra para mim é o que se segue. A senhora introduz o meu número de sócia, e a epifania dá-se: "Ah, mas é sócio mulher!". Fico muito baralhada com estas coisas. Então eu achei que de olhar para mim, e me estar a tratar por "senhora" desde o início, a senhora já tinha percebido. Afinal não, o cartão e o sistema é que sabem. Sim, sou sócio-mulher, dá para uma central de borla, como eu achei, libertando o meu lugar habitual? Dá pois, vamos a isso!

Obstáculo seguinte: "sócio B efectivo não pode vir cá para baixo". Mau, afinal não era igual para todas as sócias em todos os lugares do estádio? Aparentemente não - desta parte ainda vou saber -, vamos para uma central lá para cima então.

Entretanto não vamos nada, vamos para a central, na bancada A que somos mulheres com M, a quem toda esta trapalhice de bilheteira só deu para rir e pensar que a fila nos rogava pragas.

Somos todos lagartos

Não se riam ou ofendam já. Somos, e nunca é demais relembrar onde nasceu esta expressão. Às vezes vejo pessoas confusas "mas chamas lagartos também? Lagartos é a gozar", "lagartos é pejorativo", ou "lagartos é no bom sentido".

Foi aqui explicado em tempos, neste belo post, de onde vinha o nome lagartos para designar sportinguistas. Esta semana, numa conta do twitter, vi esta preciosidade e relembrei-o. 

Lagartos é que o tom que cada um lhe dá, toda a vida ouvi sportinguistas dizerem "pessoa tal, é um grande lagarto", como sempre ouvi adeptos de outros clubes chamar-nos "lagartos". 

Para mim, é tranquilo, lagarta sou. Para uns e para outros.

Há grandes presentes de aniversário.

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Os melhores golos do Sporting (20)

Golo de JUSKOWIAK

Sporting-Boavista, 3-1

10 de Abril de 1994, Estádio José Alvalade

 

O golo que escolhi é um golo de bicicleta do Juskowiak, em abril de 1994, um golo perfeito que nunca esqueci. 
Juskowiak fez parte da equipa onde jogavam Figo, Balakov, Peixe, Valckx e Iordanov. Uma equipa que ganhou muito pouco para a qualidade que tinha, é um facto. Ficam boas (outras menos boas) memórias, como este jogo com o Boavista - o golo que escolhi é o 2º, pelo minuto 3'47, mas os outros dois também valem a pena. O Sporting ganhou 3-1, e com essa vitória passou para primeiro.

O golo: a bola passa por Paulo Sousa, Balakov, Figo que centra de carrinho, e Juskowiak finaliza de forma perfeita. É ver e rever. 

Nessa altura ia ao estádio com amigos, não me lembro quem mais estava nesse dia, sei que o P. estava comigo. E sei porque assim que Juskowiak marcou o golo, o ouvi gritar: "BICICLETA!". Nos golos a bancada abria uma clareira: eu, uma ou outra amiga e pouca gente mais, ficávamos sozinhas lá em cima, o resto corria à grade e voltava. O P. fazia o mesmo. Desapareceu a seguir ao grito e quando voltou vinha afónico, ainda a celebrar, em delírio: "Bicicleta...! Bicicleta...!"

 

 

(Só encontrei um video - de muito má qualidade - com o golo, por isso publico o resumo do jogo todo. Não invalida que se escolha um dos outros golos para futuro post.)

Marisa Matias. A piada sem graça. Ou era a sem graça com piada...? Nunca sei

Marisa Matias fez uma piada. Contou a última piada com graça que lhe contaram e foi esta

A Marisa Matias pode ser do clube que quiser. 

A Marisa Matias pode achar-se muita gracinha, que acha. 

A Marisa Matias pode dizer o que bem lhe apetecer. Nem vejo que atinja a instiuição, as Marisas passam, o Sporting fica.

A Marisa Matias pode inclusivamente dizer que a última piada que lhe contaram foi esta e rir muito. Cada um acha graça ao que quiser e o cérebrozinho permite. 

O que a Marisa não pode - não acredito que não adivinhasse as reacções, é não viver o país - é esperar que toda a gente reaja como se humor, futebol e política convivessem lindamente. Está para vir o dia. Não foi hoje. 

Entretanto já escrevinhou umas palavrinhas mal amanhadas no seu facebook a justificar-se. Não tinha de o fazer, está dito está dito. 

Também acho piada à ideia de a Marisa ser candidata. Ri-me mesmo quando soube, juro. 

 

Proponho que este video passe no estádio em dia de jogo. E no balneário diariamente. 

 

PS: e antes que venham com os Charlies, ser Charlie não é rir de tudo, as pessoas podem não apreciar uma piada como um cartoon. Só não se pode dizer "Não se fazem piadas dessas". Façam piadas à vontade, cada um ri do que quer

Ainda Marcelo, para um interlúdio musical

A propósito do post "Marcelo" do Edmundo e do "Suplente Conformado" do David Pereira, deixado cá pelo Pedro Correia, lembrei-me de já ter escrito no "És a Nossa Fé" sobre Marcelo Boeck.

O post tem dois anos e pouco, e eu mantenho tudo, continuo a perceber mas não concordo que seja esta a vida de um suplente. O resultado está à vista. 

 

Mas há mais que me preocupa, e é sobretudo o alívio geral que vejo por se saber que afinal Patrício poderá jogar amanhã. Assusta-me um pouco que se sustenha a respiração ao saber que Rui Patrício pode não jogar. Dir-me-ão que Marcelo não está em forma, e eu concordarei. Mas não está porque não joga, e este é o ciclo vicioso em que vivem os guarda-redes - não joga, não tem ritmo, não tem ritmo porque não joga. Lembro-me de gostar de Marcelo no Marítimo, no Sporting jogou poucas vezes, sofreu alguns golos, e está parado há mais de um ano. É costume jogar na taça ou equivalente, e Marcelo teve o azar de estar na época em que em Setembro já estava tudo perdido. Foi comprado, assinou por 5 anos e está parado. Eu sei, eu sei que é assim mesmo, mas sempre discordei desta titularidade incondicional dos guarda-redes, um dia é preciso entrar outro e fica tudo ó tio, ó tio que tem de jogar o suplente - que deveria ser sempre tão bom e ter tanta prática quanto possível como o primeiro. Ou seja, não me faz sentido que por mérito se vá buscar um jogador e ele fique no banco uma época inteira, no lugar de guarda-redes isso é ainda mais critico em relação ao ritmo. Já está, será sempre assim, eu sei. Foi assim com Tiago nos últimos anos, era assim com Sérgio Louro já. Mas não concordo com isso, e devia haver maior rotatividade. Fala-se em saída de Rui Patrício e parece que o mundo vai ruir. Tenho pena, claro, terei sempre, mas prefiro pensar que o lugar fica assegurado com uma compra que se fez precisamente para essa eventualidade. Amanhã, jogue quem jogar faça o seu melhor e tenha uma boa defesa à frente, que também faz falta (mantenho que essa quase ausência nas últimas épocas foi um bom treino para Patrício).

Vim jantar, logo se vê

Podia ser o título de um post de qualquer dia destes últimos de dezembro. Vim jantar e não quis saber de notícias reles. Ou ainda, não jantei, ainda não digeri Braga e União. Adiante. Vou jantando, dia 29 lá estaremos. E dia 2 idem. É ganhar. Até lá, vamos jantando. Muitos golos no sapatinho, se puder ser. Bom Natal a autores e leitores do Nossa Fé.

Derby é derby

E eu desta vez não vou. Com pena, continua a ser dos jogos de que mais gosto, é assumido. Estarei a torcer (e a contorcer-me de nervos) pelos nossos, como sempre, perto da imagem possível. 

Entretanto, quem como eu não pode acompanhar a ida ao vivo pode ver os vídeos do Sporting no snapchat procurando por sportingcp1906 - tem feito um excelente trabalho nas redes sociais, diga-se. Já fiz aquele caminho assim várias vezes, nunca me esqueço. 

Nas TVs "Derby polémico" já se tornou a normalidade, é sempre assim que os descrevem, já nem ligo. Todos sabemos o que mudou para uns e para outros, e por mais que à hora do jogo saiba que vou estar nervosíssima, entendo perfeitamente que são estes pormenores que apimentam ainda mais os, lá está, derbies já polémicos de si. Vou ter pena de não assistir às picardias ao vivo, ouvir os cânticos, e rir ou irritar-me conforme o lado e o andamento do marcador. É também disso que vive um derby ao vivo, e é muita essa a minha pena por não estar.

De resto, que Matheus e companhia nos dêem nova alegria.

A entrevista na Etv

Não venho transcrever, nem opinar sobre o que disse Bruno de Carvalho. No geral esteve bem, quem é e gosta do Sporting vai gostar de o ouvir, acho. Eu gosto dele neste registo, calmo, sem pressas, a explicar o que for preciso. E se foi preciso explicar, senhores. 

Mas vejam, assistam, não percam as perguntas revisteiras, o tom pieguinhas, as tontices que pergunta a entrevistadora. Façam esse favor a vocês mesmos. 

Desde "Mas já viu? Já reflectiu sobre isso? Não lhe faz confusão fazer inimigos todos os dias?" num tom entre o desespero e o raspanete a "isso dos rivais não é bem assim, os jogadores no fim são todos amigos" (os jogadores que passam por cá um ou dois anos, queriduxa? Esses, pois.) até à pérola da noite "E se o convidarem para ir para o Benfica?" pergunta mais tonta de sempre a que Bruno de Carvalho responde com grande pinta. 

Não percebo estas escolhas. Uma entrevista com Bruno de Carvalho dificilmente é vista por quem não gosta ou não percebe de futebol e do mundo do futebol - sim, são coisas distintas. No limite, por quem segue clubes. E é uma pessoa que nem percebe que um presidente não é um jogador, nem um treinador, que faz as perguntas e juizos de valor? Foi divertido, isso foi um bocadinho. 

Bom, vejam, não esperem pelas transcrições dos jornais. 

Não me digas nada

Não me digas que foi o árbitro. Não me digas que foi um arco na atmosfera assinalado. Não me digas que foi a defesa. Não me digas que foram os cortes do Adrien e do Carrillo. Não me digas que foi a UEFA. Não me digas que foram as substituições. Não me digas que era merecido. Não me digas que foi injusto. Não quero saber. Hoje, aqui, agora, não quero. O Sporting perdeu um jogo que só tinha de ganhar, e isso é a minha dor de cabeça. Falamos amanhã.

Ah, e não dizes nada do míster, nem do Marco e do Bruno

Calma. Agora é a taça, que eu tenho falhado posts vitais.

Marco Silva, Montero e Slimani deram-no-la e eu quero falar na taça. Não me alongarei, só quero também dobrar esse canto aqui no blog.

Fui ao Jamor. Cantei e saltei no início, e da segunda parte para a frente. 
Na primeira tive um momento de caminhar em direcção a uma luz. 2-0 e eu num túnel sem fim, a pensar que só queria estar num canto e morrer. Era isso, ia chegar a casa e avisar família e amigos: "vou ali morrer, não se preocupem. Amanhã é segunda feira e não me dava jeito viver depois deste resultado". Era o plano.

De repente, o intervalo. Deixei de caminhar em direcção à luz e juntei-me ao resto do estádio. Acordámos todos. Da minha parte pensei "espero que o responso ao intervalo seja valente" , "isto é inadmissível!" era o que eu lhes diria. "Estão a gozar com isto?!!" diria num tom baixinho mas já com algum ódio a aparecer-me nos olhos. E pronto, era esta a minha agressividade máxima. É por isso que não sou eu que lá estou. Adiante. 
A verdade é que não sendo uma grande jogatana, tudo junto, foi 'ma grande emoção. 
As pessoas saíram? Saíram saíram. E ao 2-1 algumas voltaram. O rapaz ao meu lado tentou, sem sucesso: "eu só não me vou embora porque não consigo sair daqui". E não saiu. No 2-2 abraçou-me e eu peguei-lhe pelos colarinhos: "está a ver como fez bem em ficar?!" 
E pronto, Patrício a coxear, penalties na bancada de lá, tinha tudo para nos correr mal, e correu lindamente. E foi bom. E foi bonito. 
A Taça é nossa. Fim.

Aos envergonhadinhos

Este primeiro post - não é o primeiro primeiro, é o primeiro de uns que escrevi depois do jantar de ontem, no caminho para casa - vai direitinho a quem entre quinta e sexta pensou e, pior, disse ter vergonha de ser do Sporting. Foram de facto mais miudos que mais vi dizer isso, mas não é desculpa. 
Que tenham vergonha dos últimos dias, ok.
Que tenham vergonha de ou por Marco Silva, ok. 
Que tenham vergonha de ou pelo presidente, ok. 
Que tenham vergonha de ser do Sporting, não ok, e têm bom remédio.

Ah mas foram miúdos, tens de ver...
Tenho de ver zero. Eu também já fui miúda, já assisti a ridicularias e cenas tristes, nasci em 77 e de 82 a 95 os sucessos foram os que se sabem, e nunca tive vergonha de ser do Sporting. Tive vergonha por pessoas que lá passaram, posso ter tido pena do meu clube, ficado triste, esperneado porque alguém tomou decisões com as quais não concordei. Agora esse tipo de vergonha nem sei o que é, vem-vos de repente, é? Não estou nada a ver, nunca padeci de tal coisa.

Ah, não vês que os miúdos se exprimem mal, não sabem o que dizem...

Não me interessa, está dito está dito. Vão lá curar as vergonhinhas ou desandem do Sporting para fora, não queremos cá envergonhados nem contrariados.

É Taça, é Taça

Eu, ingénua que sou, ainda fico parva com capas de revistas que em vésperas de final da Taça tentam ridicularizar o Sporting. Não sejamos ingénuos, não é só uma biografia inocentemente publicada, é circo para muita gente. 

Mas mais incrédula fico com a desunião, com os meios para alcançar os fins numa altura destas. Falo das ainda existentes discussões entre sportinguistas sob o tema treinador/direcção. Todos temos direito à nossa convicção e opinião, naturalmente, mas faça-se uma pausa nisso por estes dias. 

Agora só me interessa o jogo, e o resultado favorável ao Sporting. Sem manias, nem certezas. Vão sete anos desde que abracei o meu pai na cabeceira do Jamor, depois do segundo golo do Tiuí ao Porto, e eu quero voltar a ter essa sensação. #EuVouLáEstar #EmModoJamor

Vinte anos já #DiadoLeão

Era dia de Sporting - Porto e o título podia ser ali decidido. E foi. 

Lembro-me que tinha havido um acidente enorme na noite anterior, na Bafureira, no qual morreram quatro miúdas da minha zona, e eu ainda estava meio atordoada com essa notícia. Falámos nisso a caminho do jogo, ninguém acreditava ainda.

Havia muita gente nas imediações do estádio, havia bastante gente já dentro do estádio. Havia gente por todo o lado. O nosso grupo separou-se, fiquei com o G e outros mais perto da nave, não viamos a 10a de onde estávamos. Demos pelo autocarro do Porto chegar pelo barulho, e no momento seguinte o F estava ao pé de mim, em estado de choque, quase sem voz: "cairam! cairam todos!"

Na altura não nos apercebemos da gravidade, achámos que tinha caído gente mas tudo ía ficar bem. Entrámos e durante o jogo foi-se sabendo mais qualquer coisa. Não havia telemóveis, não nos ocorreu sequer ligar para casa de cada um a dizer que connosco estava tudo bem, também me lembro disso.

Não ficou tudo bem, é sabido. É esta a minha memória desse dia. Esta, e o resultado de 0-1 que deu o campeonato ao Porto, celebrado em campo (dedicado a Rui Filipe, também me lembro). Não é um rancor, é uma memória que não se apaga. 

Em dia de

Apanhei este post sobre o Sporting no 25 de Abril de 74. Achei boa celebração, vale a pena a leitura do texto todo.

Onde estava o Sporting no 25 de Abril?

Lisboa, 10 de Abril de 1974. O Sporting está nas meias-finais da Taça das Taças e recebe o Magdeburgo, da República Democrática Alemã (RDA), vulgo Alemanha Oriental.

 

Palavra de João Rocha: “na manhã do jogo vinham os tipos das Caldas, e disse aos responsáveis do Exército que não se fazia uma revolução num dia de Sporting-Porto.

O Restelo é já ali

A propósito do post do Pedro Correia sobre o próximo jogo, lembrei-me de deixar aqui a informação: estão à venda em Alvalade os bilhetes para o próximo jogo, Belenenses - Sporting.

O jogo é dia 14 de Fevereiro às 20h15. 

. Quinta-feira - venda exclusiva a Sócios

. Sexta-feira - venda aberta ao público em geral

 

Os bilhetes têm o preço de 13€. 

Fica a informação para quem quiser e puder ir. 

 

Update. Bilhetes em Alvalade esgotados. 

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