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És a nossa Fé!

Os meus recados....

Godinho, não votei em si mas mantenho os meus votos de bom trabalho, agora nesta enésima versão do seu projecto.

Carlos e Luís, obrigado a ambos, não me desiludiram.

Cristóvão e Barbosa, fiquei esclarecido e não esperava rigorosamente nada de diferente de vós.

Domingos, paciência, não correu como ambos esperávamos, terminou cedo demais a nossa ligação por opção alheia e aparentemente insensata.

Sá, a mesma paixão, a mesma garra, o mesmo carinho, a minha estima e admiração, sempre. Pena que tivesses entrado em cena demasiado cedo por opção demasiado arriscada.

Oceano, aquele abraço de respeito e gratidão.

Vercauteren, não o conhecia, é um prazer, espero que mútuo e crescente, por muitos e bons anos. Seria um excelente sinal para mim e para si.

Jogadores do Sporting Clube de Portugal, as minhas palavras para vós:

 

As contínuas mudanças no onze titular

 

Uma das primeiras missões de Franky Vercauteren é fixar um onze-base, algo que ainda não sucedeu esta época e que em parte explica a persistente instabilidade da equipa.

 

Lembremos o nosso primeiro onze titular, a 19 de Agosto, no Guimarães-Sporting (0-0): Rui Patrício, Cédric, Boulahrouz, Rojo, Insúa, Gelson Fernandes, Elias, Adrien, Carrillo, Capel e Wolfswinkel.

No jogo seguinte - o Horsens-Sporting, a 23 de Agosto (1-1), saíram Gelson e Capel. Alinhámos assim: Rui Patrício, Cédric, Boulahrouz, Rojo, Insúa, Elias, Schaars, Adrien, Jeffren, Carrillo e Wolfswinkel.

Terceiro jogo, terceira equipa-base. Jogo de má memória - o Sporting-Rio Ave, a 27 de Agosto (0-1): Rui Patrício, Cédric, Boulahrouz, Rojo, Insúa, Gelson Fernandes, Elias, Adrien, Carrillo, Capel e Wolfswinkel.

O melhor resultado da temporada até agora - o Sporting-Horsens, a 30 de Agosto (5-0) - ocorreu num jogo com novas alterações. Jogaram Rui Patrício, Cédric, Boulahrouz, Rojo, Pranjic [estreia], Gelson Fernandes, Elias, Adrien, Carrillo, Wolfswinkel e Capel.

 

Em equipa que ganha não se mexe? No Sporting esta regra não se aplica. No jogo seguinte - Marítimo-Sporting, a 16 de Setembro (1-1) - alinharam Rui Patrício, Cédric, Xandão [estreia], Rojo, Pranjic, Gelson Fernandes, Elias, Adrien, Izmailov [estreia], Carrillo e Wolfswinkel.

A 20 de Setembro, no Sporting-Basileia (0-0), o onze voltou a ser diferente: Rui Patrício, Cédric, Xandão, Rojo, Pranjic, Gelson Fernandes, Elias, Izmailov, Capel, Carrillo e Wolfswinkel.

 

As contínuas alterações terminaram aqui? Nem por sombras. Gelson, Elias e Carrillo deram lugar a Insúa, Rinaudo e Viola no Sporting-Gill Vicente, a 24 de Setembro (3-2). Nesta nossa última vitória até ao momento, jogando com um sistema de 4-4-2, alinhámos assim: Rui Patrício, Cédric, Xandão, Rojo, Insúa, Izmailov, Rinaudo [estreia], Pranjic, Viola [estreia], Wolfswinkel e Capel.

O aforismo 'em equipa que ganha não se mexe' voltou a não aplicar-se. Sporting-Estoril, 29 de Setembro (2-2): Rui Patrício, Cédric, Xandão, Rojo, Insúa, Rinaudo, Izmailov, Carrillo, Capel, Viola e Wolfswinkel.

Nova mexida no onze, desta vez ainda mais radical, num jogo de muito má memória: o Videoton-Sporting, a 4 de Outubro (3-0). Alinharam Rui Patrício, Gelson Fernandes, Boulahrouz, Rojo, Pranjic, Rinaudo, André Martins [estreia], Izmailov, Labyad [estreia], Jeffren e Viola.

 

Cédric, Insúa, Elias, Schaars, Carrillo e Wolfswinkel regressaram ao onze titular no jogo seguinte, o FC Porto-Sporting, a 7 de Outubro (2-0), já com Oceano no lugar de Sá Pinto. Jogámos com Rui Patrício, Cédric, Boulahrouz, Rojo, Insúa, Elias, Schaars, Pranjic, Izmailov, Carrillo e Wolfswinkel. Só as vitórias não regressaram.

Mais uma grande mexida, desta vez na equipa que disputou a 12 de Outubro o Moreirense-Sporting (3-2): Rui Patrício, Arias [estreia], Boulahrouz, Xandão, Insúa, Rinaudo, Elias, Schaars, Jeffrén, Capel e Wolfswinkel.

O ciclo das mexidas (e das derrotas) prosseguiu no Genk-Sporting, a 25 de Outubro (2-1). Jogámos com Rui Patrício, Cédric, Boulahrouz, Rojo, Insúa, Rinaudo, Adrien, Schaars, Jeffrén, Pranjic e Wolfswinkel.

A 29 de Outubro, a equipa que entrou em campo no Sporting-Académica (0-0) voltava a ser alterada: Rui Patrício, Arias, Boulahrouz, Rojo, Insúa, Rinaudo, Schaars, Adrien, Viola, Pranjic e Wolfswinkel.

 

Disputou-se o V. Setúbal-Sporting, a 5 de Novembro (2-1). Com Vercauteren como treinador e cinco alterações na equipa titular. Jogaram Rui Patrício, Cédric, Xandão, Rojo, Insúa, Rinaudo, Schaars, Izmailov, Labyad, Jeffrén e Wolfswinkel.

E chegámos ao Sporting-Genk, a 8 de Novembro (1-1). Com novo sistema táctico e novo onze-base: Rui Patrício, Cédric, Xandão, Rojo, Insúa, Elias, Schaars, Labyad, Capel, Wolfswinkel e Viola.

 

Salvo Rui Patrício, único titular até ao momento, a equipa tem sido continuamente alterada - quase sempre sem melhorias à vista. Esperemos que esta dança de jogadores termine. É um desafio suplementar para Vercauteren. E também um teste à sua liderança.

 

 

Nota: os jogadores assinalados a verde, em cada jogo, são entradas como titulares; assinalados a vermelho, os que perderam a titularidade no jogo seguinte.

Vercauteren em entrevista

 

I

Inteligente, incisiva, clara, sólida, frontal. Eis como concluí, depois de ler a entrevista do nosso treinador, hoje (sábado), no Record. Ele fala de futebol, do futebol do Sporting sem rodriguinhos, mas sem excessos e sem dramas. Mostra que sabe o que quer e a que veio. Mostra que pensa como um líder. Esclarece - uma vez mais! - o que quis dizer com essa da «qualidade» dos jogadores. Para quem, na altura, não soube ler e ouvir. Nomeadamente os jornalistas, que adoram ter um «escândalo» mais para compor títulos mentirosos mas polémicos. Que depois são aceites e circulam como verdades, ao estilo 'goebbelsziano'. «Há alturas em que as equipas conseguem atinguir todos os seus objetivos, parecem imparáveis, e outros momentos em que acontece o contrário. Nesses momentos, o talento ou a qualidade não estão ao mais alto nível. É por isso que as melhores equipas não ganham sempre», disse ele.

Nos tempos recentes, a entrevista de Manuel Fernandes e, agora, a de Frank Vercauteren fizeram-me reconciliar com a fala do futebol inteligente. Depois do que tenho lido na imprensa e nos blogues, foi um bálsamo. É possivel falar de futebol e do Sporting sem raivinhas, sem deceções derrotistas e com um pensamento positivo e competente. Aleluia!

 

II

«Porque é que tem de ser fácil quando estás no topo e horrível quando estás em baixo? A meta continua a ser a mesma: ganhar»

 

III

[Que fazer para sair desta situação?] «Há quatro situações prioritárias. Tecnicamente temos de apresentar mais qualidade, e claro que isso vem com confiança. Fisicamente, precisamos de melhorar, pois há jogadores que aguentam os 90 minutos, mas há outros, também em virtude do trabalho que realizam em campo, que não conseguem chegar ao fim do jogo. Depois, há um trabalho tático importante. E há, ainda, o fator mental. A equipa não está perfeita e, mesmo que fosse perfeita, continuamos a ter várias coisas para fazer. São todas estas situações, em conjunto, que aumentam a qualidade e a eficiência de uma equipa». Alguma dúvida, ainda, sobre o que ele quer dizer, quando fala em qualidade (individual e coletiva)?

Weird dude

Acho que acertámos no treinador. Gosto da forma como apresenta a sua visão do que pretende dos jogadores e também das suas análises após os jogos. Deixa aquele insuportável discurso da desculpabilização dos jogadores, de assumir apenas ele os desaires, mas fá-lo sem polémica, sendo frontal e a meu ver até agora, justo. É de facto, para o que estamos habituados em Portugal, um weird dude!

 

Estreia

Tinha planeado iniciar a minha colaboração no És a nossa Fé de outra maneira, mas, ao ligar o computador e deparar com um título do CM citando Fanky Vercauteren, pensei: porque não, duas estreias no mesmo dia? Talvez dê sorte!

 

Não vou promover nenhuma revolução, diz o novo treinador do Sporting e acrescenta: o que mudar será pouco a pouco, em função da condição dos jogadores. Também eu costumo ser cautelosa, gosto de ter os pés bem assentes na terra, evitando fazer promessas que não estou certa de poder cumprir. A construção de uma casa começa com alicerces robustos e, não, com um telhado exuberante.

 

Os meus agradecimentos ao Pedro Correia por me ter convidado para fazer parte desta “família leonina”. É com muito orgulho e satisfação que escrevo estas primeiras linhas.

Não gosto de pensar em ganhar, mas sim de pensar naquilo que é preciso fazer para ganhar. Não podemos esquecer o caminho. Nós, os sportinguistas, cá estamos para acompanhar a caminhada do nosso clube, “na saúde e na doença, na alegria e na tristeza”. Pegando nas palavras de Francisco Almeida Leite: o futuro começa hoje, em Setúbal!

Ganhar o futuro

Nas fileiras do actual plantel do Sporting havia vários jogadores com lugar marcado nas convocatórias das selecções dos seus países: Elias (Brasil) Rojo (Argentina), Izmailov (Rússia), Gelson Fernandes (Suíça), Rui Patrício (Portugal), Boulahrouz e Schaars (Holanda) ou Carrillo (Peru). A verdade é que o mau momento do Sporting também está a afectar a performance dos nossos jogadores ao serviço dos seus países. Muitos perderam o lugar por infantilidades, como Carrillo, outros já nem são convocados (Izmailov), mas vários deles têm o seu lugar em risco no onze das suas selecções. Elias não joga no Sporting e era titular no "escrete", os holandeses estão a perder o comboio na nova versão da "laranja mecânica", também por causa das lesões, restam Patrício, Rojo e Gelson. Por quanto tempo? A questão é esta: o mau momento do Sporting começa por não interessar nada aos próprios atletas. Por isso já não quero saber o que passaram com Domingos, Sá Pinto e agora com Oceano. Só o futuro conta e esse começa em Setúbal, com um quase desconhecido ao leme: Franky Vercauteren. Boa sorte!

Virar de página

 

Franky Vercauteren, nesta estreia ao comando da equipa técnica do Sporting, tem apenas um trunfo a seu favor: as baixas expectativas que rodeiam o seu trabalho. Não por demérito próprio, claro: o treinador belga tem bom currículo e vasta experiência, ninguém duvida da sua capacidade profissional, já demonstrada noutras paragens. O problema é que vem tomar conta da equipa no pior arranque de uma temporada desde que as vitórias no campeonato passaram a valer três pontos, em 1995/96. É péssimo para nós mas dá-lhe uma vantagem à partida: quando se bate no fundo, o caminho que resta é ascendente; quando já nada se espera, qualquer conquista é celebrada com redobrado vigor. Lembram-se como festejámos a vitória arrancada a ferros contra o Gil Vicente como se fosse uma final?

Já escutei críticas à primeira decisão de Vercauteren: conceder um dia de folga aos jogadores. Parecem-me críticas sem fundamento. Por assinalar uma espécie de linha fronteiriça, com a sua carga simbólica, entre um tempo que foi e nenhum de nós quer ver repetido e um tempo que há-de vir e todos ansiamos que chegue sem demora.

Fé? Sem dúvida. De sonhos e de fé é feita esta paixão desenfreada a que chamamos futebol.

O que eles dizem

Paulo Futre (1): «No futebol toda a gente opina e todos pensam que sabem do que estão a falar».

 

Paulo Futre (2): «É de tranquilidade que o Sporting precisa para sair, quanto antes, deste momento horrível. Ainda faltam sete meses».

 

Paulo Futre (3): «Para treinador vem Vercauteren. Agora é preciso apostar neste homem e não o deixar cair aos primeiros maus resultados. Se ganharmos dois ou três jogos seguidos, os jogadores recuperam confiança e o cenário deixa de ser tão negro».

 

(Em A Bola, de hoje, domingo. Uma crónica que todos nós, sportinguistas, deveríamos ler)

De mal para pior

Apesar da não novidade, o jogo de hoje na Bélgica serviu para demonstrar a Franky Vercauteren o desafio monumental que tem pela frente para construir uma equipa digna de respresentar o Sporting Clube de Portugal. Recorrer aos usuais «clichés»; sistema de jogo, mecanismos, entrosamento, etc., será um desperdício de tempo e energia, quando apenas basta afirmar que esta equipa foi mal trabalhada à raiz e, como qualquer outra edificação que nasceu torta, requere mão de mestre e tempo para ser reconduzida ao bom caminho. Esta é a factura pela mal planeada e executada pré-época e é impensável que o novo técnico vá conseguir fazer milagres de um dia para o outro. A evidente maior preocupação recai sobre os jogos, pontos e objectivos que se irão evaporar  neste entretanto.

 

P.S. Escrevi este breve texto mesmo antes de saber que a equipa  acabou por ser derrotada nos instantes finais da partida.

 

Ridiculum Vitae

Como era de esperar, já se ouvem vozes que se agigantam para tentar diminuir o novo treinador do Sporting. Um dos argumentos mais utilizados é a insuficiência de currículo: ganhou pouco e ganhou em circunstâncias em que era fácil ganhar. Vale então a pena tomar os factos por aquilo que são e comparar o percurso de Franky Vercauteren com a carreira dos actuais treinadores de Porto e Benfica no momento em que assumiram funções nos respectivos clubes:

 

Franky Vercauteren - chega ao Sporting em Outubro de 2012. Ganhou, até à data, três Ligas e uma Supertaça da Bélgica. Treinou, entre outros, o Genk, o Anderlecht e, de forma interina, a Selecção da Bélgica.

 

Jorge Jesus - chegou ao Benfica em 2009/2010. Vencera, até então, uma Taça Intertoto. Tinha treinado o Braga, o Belenenses, o Leiria, o Guimarães, o Moreirense, o Setúbal, o Estrela da Amadora, o União da Madeira, o Felgueiras e o Amora.

 

Vítor Pereira - assumiu funções de treinador principal em 2011/2012. Até então tinha vencido um nacional de juniores. Tinha sido treinador do Santa Clara, do Espinho, da Sanjoanense, do Arrifanense (adjunto) e dos juniores do Porto e do Padroense.

 

Perante isto, não faço ideia se o novo treinador terá sucesso no Sporting. Sei apenas que desejo o melhor para ele e para o meu clube. E sei também que, se o ridículo matasse, muita gente nunca chegaria a ver as vitórias e derrotas de Vercauteren nesta nova etapa da sua vida.

O meu treinador

É redundante dizer que Vercauteren é o meu treinador. Mas junto-me ao coro: sim, a partir de agora é o meu treinador. Como antes dele foram muitos outros. Quatro, só nos últimos dois anos. José Couceiro foi o meu treinador. Domingos Paciência também. E Sá Pinto. E Oceano Cruz.

Expresso o meu voto: que venha para ficar. Não é legítimo pedir-lhe milagres. Nem é justo exigir-lhe obra sem lhe dar tempo.

Parece...

 

 

... que já temos treinador: Vercauteren. 

 

Muitas serão as teorias que iremos ouvir. Uns a dizerem muito bem, outros a criticarem, por nem sequer o conhecerem.

 

Eu cá digo isto de forma simples e directa: Não sei muito sobre ele, mas a partir de agora é o meu treinador! Quero que ganhe todos os jogos. 

Franky Vercauteren - O novo treinador

 
- Natural da Bélgica, de 55 anos.
- Carreira de futebolista durante 18 anos. Representou o Anderlecht e o Nantes, entre outros. Internacional 63 vezes.
- Campeão da Bélgica (4) - Taça da Bélgica (2) - Supertaça da Bélgica (2) - Taça das Taças (2) - Taça UEFA (1) - Supertaça da UEFA (2)
- Começou a carreira de treinador na formação do C.S. Braine e do KV Mechelen, posteriormente treinador principal deste último clube.
- Adjunto, treinador principal interino e treinador principal do Anderlecht de 1998 a 2007. Campeão por este clube em 2005/06 e 2006/2007.
- Selecionador interino da Bélgica de Abril a Setembro de 2009.
- Treinador principal do K.R.C. Genk de 2009 a 2011. Campeão e vencedor da Supertaça Belga 2010/2011.
- Treinador principal do Al Jazira entre Agosto de 2011 e Março de 2012. Demitiu-se por disputa sobre a gestão da equipa. 
Mediante a informação que eu já tinha adiantado no blogue, Franky Vercauteren é o novo treinador do Sporting. Ainda será Oceano que estará no banco, amanhã, frente ao Genk, embora seja esperado que o novo técnico também esteja presente no jogo, como observador. Tudo indica que Oceano permanecerá com a equipa principal como adjunto. É uma boa escolha - no contexto da melhor possível - e só o tempo dirá se é a escolha certa. É um técnico com «escola» de treinador, desde a formação, a adjunto e com uma breve passagem pela selecção da Bélgica. Pelo seu currículo, é evidente que foi (muito) ganhador como jogador (extremo esquerdo) e, como treinador, com quatro troféus, incluindo três campeonatos belgas. É o nosso treinador e desejamos-lhe BOA SORTE!

{ Blog fundado em 2012. }

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