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És a nossa Fé!

As primeiras impressões (7)

Não podemos ficar satisfeitos com o teste desta noite, no estádio do Algarve, frente ao Bétis de Sevilha - 10.º classificado do campeonato espanhol. Perdemos (2-3) e sobretudo revelámos clamorosas falhas defensivas neste desafio em que não actuaram Rúben Semedo (lesionado), Adrien e João Mário.

Jorge Jesus fez alinhar pela primeira vez nesta pré-temporada Bruno Paulista - que teve responsabilidade num dos golos - e Paulo Oliveira, fazendo igualmente entrar o argentino Meli, reforço de Verão, em estreia absoluta com a camisola do Sporting. Recebeu muitas palmas. E pareceu ter gostado. Deu para perceber que o médio argentino tem bom toque de bola.

Vale a pena também salientar o primeiro golo de Alan Ruiz, a passe de Bryan Ruiz. Um ensaio de dupla atacante a prevenir a ausência de Slimani, que estará fora da jornada inaugural da Liga 2016/17 por necessidade de cumprir um castigo.

Estivemos aliás a vencer, logo a partir dos 17'. Mas tudo virou em três minutos, entre os 27' e os 29', com dois golos da equipa andaluza. Daí até ao fim limitámo-nos a correr atrás do prejuízo.

No segundo tempo, com a equipa a perder 1-2, Jesus substituiu todos os jogadores de campo, mantendo-se apenas Rui Patrício na baliza. O Sporting acabou por lucrar com estas mudanças em catadupa, passando a actuar com mais intensidade e a trocar melhor a bola. Destaque para o sérvio Petrovic, que fez a melhor exibição da pré-temporada, os nossos laterais (João Pereira e Jefferson) a revelarem muito dinamismo e Slimani de novo a marcar, pela segunda partida consecutiva, com um grande golo de cabeça.

Golo insuficiente, ainda assim, para impedir a derrota. Ainda há muitas arestas a limar na nossa equipa a escassos nove dias do início do campeonato.

 

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Apreciação sucinta dos nossos jogadores:

 

Rui Patrício - Noite ingrata para o nosso guarda-redes, traído pelo seu quarteto defensivo. Pecou por algum imobilismo no segundo golo. No terceiro pareceu mal colocado.

 

Schelotto - Exibiu o voluntarismo a que já nos habituou enquanto esteve em campo, no primeiro tempo. Mas por vezes parece dosear mal o esforço. Bom remate aos 7', levando o primeiro sinal de perigo à baliza do Bétis.

 

Coates - Uma decepção. O uruguaio teve responsabilidades directas nos dois golos sevilhanos marcados na primeira parte, Falha de cobertura aos 27', claramente batido aos 29' - ambas as vezes por Rúben Castro. Saiu ao intervalo.

 

Naldo - Melhor do que o seu colega do eixo central. Mas falhou a intervenção no lance que viria a gerar o terceiro golo do Bétis, não estando também imune à sucessão de erros defensivos. Substituído aos 74'.

 

Marvin - Uma das piores exibições. De uma falha de cobertura no corredor à sua guarda nasce o golo inaugural do Bétis. Intervenção quase nula no processo ofensivo. Esteve em campo até ao minuto 60.

 

William Carvalho - Parece diminuir de rendimento nos desafios em que Adrien não o complementa no trabalho do meio-campo. Foi o caso hoje, em que esteve uns pontos abaixo da sua média. Saiu ao intervalo.

 

Bruno Paulista - Foi uma das surpresas de Jesus neste jogo: voltou à titularidade nove meses depois. Bom remate à baliza (22'). Mas seis minutos depois perdeu a bola no eixo central: daí nasceria o segundo golo do Bétis. Saiu aos 60'.

 

Bruno César - Exibição demasiado discreta do nosso médio esquerdo, ainda à procura do seu registo ideal. Teve o mérito de nunca complicar, ao contrário de alguns colegas. Substituído aos 60'.

 

Bryan Ruiz - Bons apontamentos do costarriquenho, que jogou em apoio directo ao ponta-de-lança improvisado, Alan Ruiz. Cumpriu com uma assistência para golo. Só actuou na primeira parte.

 

Alan Ruiz - Estreou-se a marcar pelo Sporting, logo aos 17', com um remate de carrinho dando a melhor sequência a um centro primoroso de Bryan. Substituído aos 60', certamente com a sensação de missão cumprida.

 

Paulo Oliveira - Regressou enfim às exibições após longa assistência, entrando no segundo tempo. Notou-se a falta de ritmo no lance do terceiro golo do Bétis, em que ficou preso de movimentos, sem acompanhar o rematador.

 

João Pereira - Jogou a segunda parte, notando-se que luta com muita energia pela disputa da titularidade na lateral direita. Velocidade, dinâmica e bom entrosamento com os colegas dianteiros. Falta afinar a qualidade nos crizamentos.

 

Petrovic - A melhor exibição do sérvio até agora. Em campo desde o minuto 46, revelou segurança no apoio à defesa e mostrou maior qualidade de passe. Tentou até o remate de meia-distância, chutando forte e com perigo aos 67'.

 

Podence - Entrou na segunda parte, insuflando mobilidade e criatividade na nossa linha ofensiva. Apontamentos de qualidade, sobretudo no passe curto, combinando bem com João Pereira em tabelinhas na ala direita.

 

Iuri Medeiros - Em campo desde o minuto 60. Poucas coisas lhe saíram bem. Quando deve passar, agarra-se à bola. Quando lhe pedem criatividade, perde o controlo da jogada. Nem nas bolas paradas fez a diferença.

 

Slimani - Muitos aplausos sublinharam a sua entrada em campo, aos 60'. Correspondeu às expectativas com um belo golo de cabeça (75'). Lutou sempre pela posse da bola. E envolveu-se em missões defensivas. Foi hoje o melhor Leão.

 

Palhinha - Voltou a ter uma exibição positiva, formando duplo pivô com Petrovic a partir do minuto 60, o que atenuou o ímpeto atacante dos sevilhanos. Vai à luta, não desiste de um lance. Dobrou bem os laterais sempre que necessário.

 

Jefferson - Substituiu Marvin aos 60' com notória vantagem para a equipa, conduzindo vários lances de ataque pelo seu flanco. Marcou de forma perfeita um livre aos 75' que funcionou como assistência para o golo de Slimani.

 

Meli - Boa estreia do reforço argentino, em campo desde os 60'. Envolveu-se em vários lances de ataque no eixo central, com tendência a encostar-se à ala direita. Bons pormenores técnicos e vontade óbvia de mostrar trabalho.

 

Ewerton - Substituiu Naldo aos 74'. Não comprometeu, ao contrário de vários dos seus colegas do sector mais recuado.

A máquina de intoxicação (1)

16 de Maio:

«Slimani de saída do Sporting?»

 

10 de Junho:

«Slimani decidiu que quer sair já do Sporting»

 

17 de Junho:

«Slimani quer sair do Sporting»

 

17 de Junho:

«Slimani quer sair para outros campeonatos»

 

25 de Junho:

«Mais dinheiro não consegue convencer Slimani a ficar»

 

27 de Junho:

«Slimani incontactável nos últimos dias»

 

27 de Junho:

«Slimani não atende chamadas»

 

29 de Junho:

«Slimani "força" saída de Alvalade»

 

4 de Julho:

«Slimani está farto de Bruno de Carvalho»

 

5 de Julho:

«Slimani já treina, mas quer conversa privada com Bruno de Carvalho»

 

 

Balanço (26)

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O que escrevemos aqui, durante a temporada, sobre SLIMANI:

 

- Eu: «Eficaz. De novo o matador da nossa equipa. Veloz, combativo, inconformado. E cada vez melhor do ponto de vista técnico.» (13 de Setembro)

- Edmundo Gonçalves: «Não merecia ter entrado em campo. Um jogador destes não pode ficar associado a uma exibição e uma derrota como esta!» (18 de Setembro)

- Filipe Moura: «A maior parte dos adeptos do Sporting converteu-se a Jesus, mas eu continuo fiel acima de tudo ao Islam.» (9 de Novembro)

- João Távora: «Slimani trabalha que nem um mouro.» (13 de Dezembro)

- Pedro Almeida Cabral: «Ainda sou do tempo em que ofertas aos melhores jogadores do plantel me faziam tremer. Especialmente se fossem a meio da época.  Ainda sou do tempo em que o Crystal Palace podia oferecer 15 milhões pelo Slimani e havia o perigo real de o Sporting dizer que vendia por 10 milhões se pagassem a pronto.» (6 de Janeiro)

- Duarte Fonseca: «É impressionante o que Adrien e Slimani ganham com o modelo de jogo de Jesus. Todos ganham, mas estes dois são os mais beneficiados.» (7 de Janeiro)

- José da Xã: «Pois eu guardei-me para o melhor… para aquela cabeçada de Slimani que quase deitou o estádio abaixo. Foi a altura de extravasar os meus sentimentos reprimidos durante 90 minutos. E gritei então bem alto: Gooooooooooooolo! E repeti vezes sem conta: Golo, golo, golo…» (11 de Janeiro)

- Luciano Amaral: «Estava farto de ver aqueles lançamentos para o Slimani em "fora-de-jogo" e nada. Já tinha dito para mim mesmo: isto é uma parvoíce, o Slimani é um tosco. Chama-lhe tosco, chama: é só ver.» (24 de Janeiro)

- Francisco Chaveiro Reis: «Sem ter feito ginásio, ter aprendido a falar português ou se ter mudado para a Rússia, Slimani pode tornar-se no novo Hulk.» (25 de Janeiro)

- João Caetano Dias: «À ameaça de suspensão de Slimani, às incessantes expulsões de dirigentes e técnicos e ao condicionamento da arbitragem através de nomeações e classificações, juntam-se as patéticas ameaças do Benfica de processos por tudo e por nada.» (31 de Janeiro)

- Helena Ferro de Gouveia: «Avé Slimani / Cheio de graça / Bendito sois vós entre os jogadores de futebol / Bendito o fruto do vosso pé, o golo.» (13 de Fevereiro)

- Cristina Torrão: «Mas de que lado era o golo? O homem não se calava! Acaba lá de dizer golo! E ele acabou. E depois ouviu-se: Sli, Sli, Sli, Slimani!» (14 de Fevereiro)

- Francisco Vasconcelos: «E ao que parece, ao fim deste tempo todo a condicionar um dos melhores jogadores do Sporting, o enorme Islam Slimani não vai ser castigado.» (8 de Abril)

- Marta Spínola: «Eu quero é ver o João Mário passar três jogadores e oferecer o golo a Slimani, o Slimani saltar isolado e marcar de cabeça, ter a lei da vantagem, o Bruno César perceber João Mário e arriscar. Goloooooo!» (1 de Maio)

Cheguei, vi e vencemos

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Fui ao Porto e voltei. Saí de manhã, aproveitei o dia pela zona do Dragão (tempo esplêndido), voltei à noite com os três pontos, e a memória de um grande Sporting.

A entrada foi atribulada e parte dos adeptos do Sporting entraram com o jogo já a decorrer. Enfim, clássicos a rever. Fiquei na caixa, na jaula, no que lhe quiserem chamar. Cantou-se, incentivou-se, saltou-se e gritou-se bastante três vezes. 

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Do Dragão: gostei do estádio, dizem-me que com o frio não é agradável, mas ontem não esteve frio. Do lugar onde estava, vi relativamente bem o jogo e a saída foi bastante tranquila.

No campo, o grande Sporting, o príncipe João Mário e seus companheiros. Estava tudo bem. Quem me conhece sabe que não entro em conversas de arbitragens, para bem ou para mal. Eu quero é ver golos e o Sporting ganhar, de preferência. Eu quero é ver o João Mário passar três jogadores e oferecer o golo a Slimani, o Slimani saltar isolado e marcar de cabeça, ter a lei da vantagem, o Bruno César perceber João Mário e arriscar. Goloooooo!

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O terceiro golo. Depois de de se reclamar falta sobre Slimani, o jogo seguir e dar em golo, só podia acontecer histeria. Assumamo-lo: o terceiro golo foi a histeria nas bancadas. Por ser o terceiro, por poder significar um matar do jogo, por vermos a bola passar Casillas e a linha tão devagar que tudo podia acontecer, por nem acreditarmos num golo assim. Foi a loucura na arquibancada visitante.

Fui com amigas, encontrei amigos. Os nossos "vizinhos" dos blogs Bancada de Leão e A Norte de Alvalade são já dois amigos que gosto de rever em jogos do Sporting. Ficam as selfies da praxe.

Em suma, foi a minha estreia no Dragão, e não podia ter corrido melhor.

A reter, duas coisas: continuamos na luta, e sábado despedimo-nos dos jogos em Alvalade este campeonato. Enchemos o estádio para o aplauso que merece esta rapaziada? #euvoulaestar

Pódio: Slimani, João Mário, Bryan Ruiz

Por curiosidade, aqui fica a soma das classificações atribuídas à actuação dos nossos jogadores no FC Porto-Sporting pelos três diários desportivos:

 

Slimani: 22

João Mário: 22

Bryan Ruiz: 18

Rui Patrício: 18

Schelotto: 18

Coates: 17

William Carvalho: 17

Bruno César: 16

Adrien: 16

Teo Gutiérrez: 15

Rúben Semedo: 15

Marvin: 14

Gelson Martins: 1

 

A Bola  e O Jogo elegeram Slimani como figura do jogo. O Record optou por João Mário.

Pódio: Slimani, Schelotto, Coates

Por curiosidade, aqui fica a soma das classificações atribuídas à actuação dos nossos jogadores no Moreirense-Sporting pelos três diários desportivos:

 

Slimani: 16

Schelotto: 16

Coates: 16

Teo Gutiérrez: 15

William Carvalho: 15

Adrien: 15

João Mário: 15

Rui Patrício: 15

Gelson Martins: 14

Rúben Semedo: 14

Bruno César: 13

Marvin: 12

Bryan Ruiz: 11

João Pereira: 1

 

A Bola elegeu Teo Gutiérrez como melhor sportinguista em campo. O Record optou por William Carvalho. O Jogo escolheu Slimani.

Preparem-se que agora é que eles vão chorar a sério

 

E ao que parece, ao fim deste tempo todo a condicionar um dos melhores jogadores do Sporting, o enorme Islam Slimani não vai ser castigado.

 

Parece-me um desfecho mais que lógico e merecido tendo em conta a absolvição de outros comportamentos consideravelmente mais graves. Poderiam  ter decidido de forma diferente é certo, mas teriam muito trabalho a tentar encobrir o escândalo.

 

Quer-me parecer que este será um final de semana algo estranho e custoso para os lados do Colombo. Se começaram tão bem a semana com a "fantástica" nomeação de João Capela e pela extraordinária vitória moral de terça-feira, hoje levaram um autêntico murro no estômago.

 

Não sei bem o que está a acontecer à máquina, mas começo a estranhar esta mudança. Primeiro, Artur Soares Dias vê a sua nota no jogo Sporting - Benfica alterada por não ter punido uma entrada selvagem ao mágico Bryan Ruiz e, depois, segue-se uma excelente notícia como esta.

 

Querem ver que a sorte está a acabar e começa a haver alguma seriedade? A continuar assim ainda começo a acreditar que se acabaram as ajudas cada vez que estão quase a escorregar.

 

O que eu sei é que agora vai ser só ouvi-los falar (ainda mais) da pouca vergonha que é o Slimani não ter sido castigado.

 

Quanto a nós, só temos é de fazer a nossa parte e continuar a dar tudo, confiantes de que o primeiro lugar vai ser nosso.

Pódio: Slimani, Adrien, Teo Gutiérrez

Por curiosidade, aqui fica a soma das classificações atribuídas à actuação dos nossos jogadores no Belenenses-Sporting por dois dos três diários desportivos:

 

Slimani: 20

Adrien: 18

Teo Gutiérrez: 18

João Mário: 17

Schelotto: 17

Bryan Ruiz: 16

William Carvalho: 15

Rui Patrício: 15

Coates: 15

Bruno César: 15

Carlos Mané: 14

Rúben Semedo: 14

Aquilani: 12

Barcos: 1

 

A Bola e O Jogo elegeram Slimani como figura do desafio. O Record optou por Adrien.

Os nossos jogadores, um a um

Vencemos e convencemos mais um clássico do futebol lisboeta: esta noite, no estádio do Restelo, o Sporting vulgarizou por completo o Belenenses. Numa partida de sentido único em que chegámos ao intervalo a ganhar por 2-0 e podíamos já então ter conseguido uma vantagem bem mais alargada, com Teo (duas vezes) e William Carvalho a desperdiçar flagrantes hipóteses de golo.

Na etapa complementar, mais três: ampliámos o marcador por mérito do nosso caudal ofensivo e do nosso meio-campo muito bem oleado. Só tirámos o pé do acelerador no último quarto de hora, período em que a equipa anfritriã marcou por duas vezes, reduzindo a desvantagem. Mas isto não tirou brilho à concludente vitória leonina - mais uma fora de casa.

Após esta segunda goleada consecutiva, mantemos intactas as aspirações ao título. E ampliámos a vantagem em relação ao FC Porto, cada vez mais num distante terceiro lugar, agora a sete pontos de distância.

O melhor em campo foi Slimani.

 

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RUI PATRÍCIO (6). Sofreu dois golos, aos 76' e 88', mas sem responsabilidade em qualquer dos lances, que resultaram de excesso de liberdade dos marcadores na nossa grande área. Mostrou-se atento e bem posicionado.

SCHELOTTO (7). Parece estar a agarrar a titularidade, melhorando de jogo para jogo. Cria sucessivos desequilíbrios na sua ala. Um desses lances, aos 54', culminou num centro perfeito de que viria a resultar o nosso terceiro golo.

COATES (7). Tranquilo, muito concentrado, continua a fazer uso da sua elevada estatura para fazer a diferença. Não só atrás mas também à frente. Participou na jogada do nosso quarto golo ganhando uma bola dentro da área.

RÚBEN SEMEDO (6). Continua a combinar muito bem com o colega uruguaio no eixo da defesa. Mais comedido do que Coates, revelou segurança e boa condição física. Nem sempre acertou, mas nunca comprometeu.

BRUNO CÉSAR (6). Jogou como lateral esquerdo adaptado pelo segundo desafio consecutivo. Destacou-se menos do que na jornada anterior, frente ao Arouca, em que jogou menos retraído. Os centros nem sempre lhe saíram bem.

WILLIAM CARVALHO (7). Está de regresso à melhor forma, como voltou a demonstrar no Restelo, onde se destacou na recuperação de bolas e na qualidade de passe. Faltou-lhe apenas ter marcado um golo que desperdiçou aos 15'.

ADRIEN (8). Excelente partida do nosso capitão, coroada com o melhor golo do Sporting - o terceiro, um tiro disparado de fora da área aos 54' que acabou por ser o da vitória. O quarto golo começa também nos pés dele. Saiu aos 72'.

JOÃO MÁRIO (7). Alargou a nossa frente de ataque com as suas constantes mobilizações que baralharam por sistema a incipiente marcação adversária. Iniciou o lance do quinto golo, numa exibição da sua excelente técnica individual.

BRYAN RUIZ (6). Regressou fatigado da sua participação na selecção da Costa Rica, abaixo do nível a que nos tem habituado. Na sua melhor jogada, aos 31', conseguiu um penálti. Falhou golo aos 57', a passe de Teo. Saiu aos 72'.

TEO GUTIÉRREZ (7). A melhor exibição do colombiano neste campeonato valeu-lhe dois golos (58' e 78'). Podia ter marcado aos 13' e 20'. Protagonizou bons lances individuais e manteve-se em campo durante os 90 minutos.

SLIMANI (8). Voltou a ser decisivo. Abriu o marcador aos 23'. E foi categórico na marcação do penálti, aos 32'. Fez um passe de calcanhar para William que quase deu golo. Está cada vez melhor do ponto de vista técnico. Saiu aos 83'.

CARLOS MANÉ (6). Entrou aos 72' e não tardou a mostrar os seus dotes técnicos com uma excelente incursão pela esquerda que funcionou como assistência para o quinto golo. Merecia mais tempo de jogo.

AQUILANI (4). Rendeu Adrien aos 72', mas foi um pálido substituto, sem a dinâmica do capitão. Pareceu desenquadrado do colectivo, com pouca inspiração.

BARCOS (4). Substituiu Slimani aos 83', numa fase em que o jogo já estava decidido, voltando novamente a não ter hipóteses de mostrar o que vale num estádio português.

Rescaldo do jogo de hoje

Gostei

 

Da nossa goleada. A segunda consecutiva, desta vez no Restelo, num dérbi de Lisboa. Vitória concludente por 5-2. Sem a menor contestação.

 

De Slimani. Marcou mais dois golos, ultrapassando a meia centena ao serviço do Sporting. O primeiro, logo aos 23', teve uma excelente execução técnica do argelino, que fez uma boa recepção, mudou de pé tirando um defesa do caminho e rematou com muito boa colocação, abrindo caminho à goleada. O segundo golo da equipa foi também dele, de penálti. E ainda marcou um terceiro, aos 59', anulado por um fora de jogo muito mal assinalado pelo árbitro auxiliar.

 

De Adrien. Voltou a fazer um excelente jogo, comandando a pressão alta exercida pela nossa equipa, que sufocou o Belenenses no seu reduto. E coroou a exibição com um belíssimo golo - um disparo indefensável, aos 54'. O nosso terceiro nesta partida.

 

De João Mário. Desta vez não marcou. Mas participou na construção do quinto golo, conferindo o seu habitual toque de classe à organização ofensiva do Sporting. Venceu sistematicamente os confrontos individuais e alargou sempre o jogo leonino.

 

De Teo Gutiérrez. Voltou a bisar, pela segunda jornada consecutiva. Foi ele a marcar os golos 4 e 5, aos 58' e 78'. E foi sempre uma unidade muito móvel, integrando-se bem na dinâmica colectiva.

 

De William Carvalho. Fez a diferença ao recuperar inúmeras bolas e relançando-as quase sempre com precisão. Foi um baluarte do meio-campo e o primeiro a estancar a débil corrente ofensiva do Belenenses. Isolado, quase marcou aos 15'. Foi pena ter escorregado: merecia aquele golo que não chegou a acontecer.

 

Da nossa primeira parte. Já ganhávamos 2-0 ao intervalo, mas sabia a pouco: podíamos ter marcado pelo menos mais três. O Sporting foi sempre muito forte, jogando a um ritmo intenso, sem conceder a menor hipótese à equipa anfitriã.

 

Do apoio dos adeptos. Houve festa nas bancadas do Restelo, com a larga maioria do público a apoiar a nossa equipa do princípio ao fim.

 

De vermos aumentar a distância face ao FC Porto. A equipa treinada por José Peseiro, hoje derrotada em casa pelo Tondela, último classificado do campeonato, está já sete pontos atrás do Sporting.

 

De nos mantermos na corrida ao título. Faltam ainda seis jornadas e temos apenas menos dois pontos que o Benfica.

 

 

Não gostei

 

Da tentativa de Teo Gutiérrez de marcar o penálti. Foi preciso Jorge Jesus irritar-se e ordenar sem a menor dúvida que a grande penalidade devia ser batida por Slimani, que ambiciona ser o melhor marcador do campeonato. O argelino não falhou.

 

Do golo mal anulado a Slimani aos 59'. As repetições deixam bem claro que o nosso ponta-de-lança estava totalmente em jogo.

 

De sofrer dois golos. Foram grandes remates, sem hipóteses para Rui Patrício, aos 76' e 88'. Mas com demasiada liberdade de movimentos dada a quem os marcou.

 

Do amarelo mostrado a Adrien. Por acumulação de cartões, o nosso capitão ficará fora da próxima partida, frente ao Marítimo.

Pódio: Slimani, Rui Patrício, João Mário

Por curiosidade, aqui fica a soma das classificações atribuídas à actuação dos nossos jogadores no Estoril-Sporting pelos três jornais desportivos:

 

Slimani: 18

Rui Patrício: 17

João Mário: 16

William Carvalho: 16

Bryan Ruiz: 16

Coates 15

Rúben Semedo: 15

Aquilani: 14

Teo Gutiérrez: 13

Schelotto: 12

Marvin: 12

Bruno César: 9

 

Os três jornais elegeram Slimani como melhor sportinguista em campo.

Os nossos jogadores, um a um

Domínio total do Sporting durante dois terços do jogo hoje disputado no estádio António Coimbra da Mota, frente ao Estoril. Um estádio onde as equipas forasteiras têm sempre dificuldade em triunfar e que hoje se encheu de adeptos leoninos, confiantes na vitória. Os jogadores corresponderam: viemos de lá com três preciosos pontos que nos devolvem provisoriamente ao primeiro lugar.

Slimani regressou aos golos, marcando dois: foi um dos artífices deste saboroso triunfo. Outro elemento fundamental foi Rui Patrício, que salvou dois possíveis remates vitoriosos do Estoril, à beira do fim do encontro, quando o treinador anfitrião reforçou a frente de ataque e apostou tudo em virar a sorte do jogo. Nesse período a turma canarinha marcou o golo solitário e fez tremer a nossa equipa no quarto de hora final, felizmente sem consequências mais negativas.

Sem Adrien - a cumprir castigo - nem o lesionado Jefferson, Jorge Jesus fez alinhar Schelotto no lugar de João Pereira, Marvin na ala esquerda e Aquilani na linha média. No essencial, a equipa cumpriu. Destacando-se João Mário e William Carvalho na manobra colectiva. Além do argelino, que foi a figura do jogo.

 

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RUI PATRÍCIO (7). Pouco teve de fazer na primeira parte mas foi um elemento decisivo no quarto de hora final, quando impediu o Estoril de marcar por duas vezes - uma das quais no último lance do desafio.

SCHELOTTO (6). Muito dinâmico, acelerou toda a primeira parte na ala direita, que esteve por sua conta. De um lançamento dele nasceu o nosso primeiro golo. Estoirou fisicamente nos 20 minutos finais, com reflexos na perda de qualidade da equipa.

COATES (6). Sempre muito atento, fez sobressair a sua supremacia física, nomeadamente no jogo aéreo. Ousou incursões à frente, nomeadamente aos 27'. Teve alguns lapsos, mas nenhum comprometedor.

RÚBEN SEMEDO (6). Jogo correcto do central da nossa formação, que regressou a titular após cumprir castigo. Qualidade de passe e capacidade de choque: dois atributos de que fez uso constante.

MARVIN (5). Voltou a ser o elemento mais apagado do nosso quarteto defensivo. Arriscou poucas incursões no seu corredor e deixou Bonatini à-vontade no lance que daria o golo isolado do Estoril.

WILLIAM CARVALHO (7). Uma das melhores partidas da temporada do nosso médio-defensivo, crucial como tampão da manobra atacante do Estoril e também para lançar movimentos de ataque leonino. Grandes passes a servir Bryan (55'), Slimani (71') e João Mário (72').

AQUILANI (6). Actuação positiva do internacional italiano, que fez boa parceria com William, embora sem fazer esquecer Adrien. Eficaz em vários passes. Mas não foi feliz na marcação de cantos.

JOÃO MÁRIO (7). Outra grande exibição do jovem médio. Com passes de rotura, dribles a baralhar marcações e uma visão periférica que favoreceu o nosso jogo colectivo. Só foi pena não ter marcado aos 72': dispôs de uma boa oportunidade. Terminou o jogo esgotado.

BRYAN RUIZ (6). Ainda não foi desta que regressou aos golos nem às grandes exibições. Desperdiçou um soberbo passe de calcanhar de Slimani na grande área estorilista. Redimiu-se em parte com o cruzamento aos 45' que funcionou como assistência para o segundo golo do argelino.

TEO GUTIÉRREZ (4). Melhorou ligeiramente em relação a outros jogos, nomeadamente na qualidade do passe. Mas continua muito aquém das exigências leoninas. Jesus voltou a apostar nele como segundo avançado - e a aposta voltou a não resultar.

SLIMANI (8). O goleador está de novo em excelente forma, como este jogo demonstrou. Correu, lutou e marcou. Logo aos 5', culminando uma jogada de inegável requinte técnico, com uma simulação que lhe permitiu a troca de pés antes de fuzilar a baliza do Estoril. Voltou a marcar aos 45'. E quase marcou aos 64'.

BRUNO CÉSAR (4). Rendeu Teo aos 67', mas não esteve melhor do que o colombiano. Revelou dificuldades de posicionamento e marcou muito mal um livre aos 74'.

BARCOS (-). Entrada aos 92'+2', apenas para queimar tempo, substituindo João Mário. Limitou-se a tocar uma vez na bola.

Rescaldo do jogo de hoje

Gostei

 

Da vitória num estádio muito difícil. Tínhamos nove "finais" pela frente. Agora só temos oito. Mais um obstáculo foi ultrapassado, há pouco, com o nosso triunfo frente ao Estoril, equipa que se encontra na sua melhor fase desta época e vinha de quatro vitórias em cinco jogos.

 

Da vantagem inicial. Já vencíamos quando estavam decorridos apenas 5' de jogo, o que transmitiu mais confiança. Aos jogadores e aos adeptos.

 

Do nosso domínio absoluto na primeira parte. Supremacia total do Sporting neste período, em que o Estoril não dispôs de nenhuma oportunidade.

 

De Slimani. O homem do jogo: voltou aos golos, marcando dois (5' e 45'). E voltou também às grandes exibições. Podia ter marcado mais dois e ainda serviu Bryan Ruiz de calcanhar num dos melhores lances do desafio, aos 27'. Já leva 24 golos marcados nesta temporada.

 

De João Mário. O maestro da equipa, superando a ausência de Adrien com muita qualidade de passe e uma excelente visão de jogo. As suas constantes trocas posicionais foram um elemento fundamental para o domínio territorial leonino durante quase todo o encontro. Podia ter marcado aos 72'.

 

De William Carvalho. Uma das notícias mais positivas deste jogo: o melhor William está de volta. Infatigável, o nosso médio defensivo foi fundamental para consolidar o dique defensivo leonino e distribuir jogo. Boa nota para os seus passes de rotura, lançando os companheiros. Foi assim aos 55' para Bryan Ruiz, aos 71' para Slimani e aos 72' para João Mário.

 

De Rui Patrício. Grande actuação do nosso guarda-redes, que foi decisivo para conter o ímpeto atacante do Estoril no quarto de hora final. Sofreu um golo indefensável, à queima-roupa, mas impediu outros dois.

 

Do resultado ao intervalo. Os jogadores foram para o balneário com a noção do dever cumprido: os 2-0 abriam boas perspectivas para a vitória final, que acabou por ocorrer.

 

Do nosso jogo colectivo. Grande dinâmica ofensiva aos 22'/23' e aos 75'/76' - só para indicar dois exemplos de controlo territorial e supremacia técnica do Sporting.

 

Da entusiástica onda verde. O estádio António Coimbra da Mota encheu, com 7729 espectadores - a esmagadora maioria dos quais exibindo cachecóis verdes. O "12º jogador" não revela o menor sinal de desânimo ou descrença, muito pelo contrário. Continuamos animados no sonho de conquistar o título.

 

Da arbitragem. Há que reconhecer: Manuel Mota teve um bom desempenho que merece ser assinalado.

 

Do nosso regresso ao comando do campeonato. Vantagem, ainda que provisória, para o Sporting - de novo no primeiro lugar.

 

 

Não gostei

 

Da contínua aposta de Jorge Jesus em Teo Gutiérrez. Uma vez mais, o colombiano foi um elemento muito abaixo da dinâmica média da equipa. Custa perceber por que motivo o treinador insiste em convocá-lo como titular.

 

Da ausência de Adrien. A qualidade do jogo leonino reflecte-se, para pior, com a ausência do nosso capitão. Como hoje aconteceu.

 

Do sofrimento no quarto de hora final. A equipa relaxou e confiou demasiado na vantagem por duas bolas, desorganizando-se. Não havia necessidade.

 

Das substituições tardias. O técnico fez entrar Bruno César aos 67' para o lugar do inócuo Teo - substituição que não adiantou nem atrasou. Mas não voltou a mexer na equipa até aos 90'+2', quando Barcos entrou enfim, só para queimar tempo e tocar uma vez na bola. Isto quando havia já vários jogadores à beira da exaustão, com destaque para Bryan Ruiz e Aquilani.

 

Do resultado. A vitória só pecou por ser escassa.

Pódio: Slimani, João Mário, Adrien

Por curiosidade, aqui fica a soma das classificações atribuídas à actuação dos nossos jogadores no Nacional-Sporting por dois dos três diários desportivos:

 

Slimani: 19

João Mário: 18

Adrien: 18

João Pereira: 17

Coates: 16

William Carvalho: 15

Rúben Semedo: 15

Bryan Ruiz: 15

Rui Patrício: 14

Marvin Zeegelaar: 14

Carlos Mané: 13

Schelotto: 12

Aquilani: 11

Bruno César: 11

 

A Bola e O Jogo elegeram Slimani como figura do desafio. O Record optou por João Mário.

 

ADENDA: Agradeço ao leitor Alexandre Teles ter-me facultado os dados do jornal O Jogo.

Os nossos jogadores, um a um

Terceira goleada leonina na Liga 2015/16 - e a segunda fora de casa, após termos vencido o Setúbal no Bonfim por seis golos sem resposta. Desta vez o triunfo acabou por ter um sabor especial por ter ocorrido na Choupana, único palco de onde até agora saímos derrotados, frente ao União. Agora, contra o Nacional, nunca a nossa vitória esteve em questão: pelo contrário, dominámos o tempo todo e começámos a construir o resultado muito cedo, logo aos 3', num remate indefensável de Slimani, cabeceando como gosta e aproveitando da melhor maneira um canto muito bem marcado por João Mário.

Os outros golos foram surgindo a um ritmo pendular, traduzindo a supremacia leonina neste desafio: Adrien de penálti aos 52', João Mário de recarga aos 63', novamente Slimani convertendo uma grande penalidade aos 86'. E a goleada podia ter sido ainda mais expressiva: Bryan Ruiz introduziu aos 17' a bola na baliza mas o lance foi (mal) invalidado pela equipa de arbitragem.

Com um inédito par de defesas centrais que deu boas provas no terreno, Teo Gutiérrez desta vez no banco e Barcos mantido em Lisboa, o Sporting alinhou com seis jogadores da formação - prova evidente de que, ao contrário do que alguns diziam, Jorge Jesus não só aproveita os jovens talentos portugueses como faz questão de torná-los protagonistas dos seus processos de jogo.

A figura da partida, para mim, foi Slimani. Marcou dois golos, serviu Bryan para o que foi injustamente anulado e ainda disparou uma bola à barra. Cada vez tem mais vontade de se sagrar rei dos goleadores neste campeonato. Estamos todos a torcer por isso.

 

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RUI PATRÍCIO (6). Fez a primeira defesa do desafio, aliás pouco difícil, quando já estavam decorridos 89'. Foi a primeira e única. No resto do tempo limitou-se a estar atento entre os postes.

JOÃO PEREIRA (7). Introduziu grande vivacidade à ala direita da equipa, ganhando praticamente todos os confrontos individuais. É um dos jogadores mais em evidência neste Sporting 2015/16.

RÚBEN SEMEDO (8). Intransponível. Seguro nos cortes, colocando a bola sempre bem direccionada no início do processo ofensivo, actuou de modo irrepreensivel no lugar do lesionado Paulo Oliveira.

COATES (8). Impecável no jogo aéreo, combinou muito bem com o parceiro do eixo central da defesa. Nem parecia que era apenas o seu segundo jogo no Sporting. Excepcional passe longo para Slimani aos 77'.

MARVIN (6). O mais irregular elemento da nossa defesa. Teve bons apontamentos, mas continua sem fazer esquecer o ausente Jefferson - sobretudo nos centros com conta, peso e medida para a grande área.

WILLIAM CARVALHO (8). Atento às dobras dos laterais, foi crucial no domínio indiscutível do Sporting no meio-campo. Grande passe criativo aos 18', demonstrando que volta a estar em excelente forma.

ADRIEN (7). Um pouco abaixo no nível superlativo a que nos tem habituado, confirmou-se como o nosso melhor marcador de penáltis ao converter o que resultou no segundo golo. Saiu aos 72', poupado a maiores esforços.

JOÃO MÁRIO (8). Mestre do passe curto, senhor de inegável domínio técnico, nos pés dele começou a construir-se a vitória ao apontar muito bem um canto à cabeça de Slimani. Numa recarga, marcou o nosso terceiro golo.

BRUNO CÉSAR (4). Veio de uma lesão, jogou pouco mais de meia hora e voltou a lesionar-se. Enquanto esteve em campo denotou dificuldades físicas. Substituído por Carlos Mané aos 35'.

BRYAN RUIZ (7). Esteve algo apagado de início, mesmo tendo marcado um golo mal anulado. Soltou-se no segundo tempo, abrindo aos 51' um túnel na grande área de que resultou um penálti - e o nosso segundo golo.

SLIMANI (9). Dois golos convertidos, uma assistência para um terceiro (mal invalidado) e ainda uma bola atirada à barra. Que mais querem do argelino? É um dos grandes obreiros deste Sporting candidato a campeão.

CARLOS MANÉ (6). Jorge Jesus lançou-o aos 35', para o lugar de Bruno César. Uma bola a rasar o poste foi a maior proeza do jovem da nossa formação neste encontro em que acusou algum excesso de individualismo.

AQUILANI (5). Substituiu Adrien aos 72'. Ajudou a segurar o jogo numa fase em que o Sporting abrandava a velocidade mas rematou sem nexo à baliza. Uma exibição que soube a pouco.

SCHELOTTO (6). Entrada aos 79', rendendo Marvin mas alinhando na ala direita enquanto João Pereira transitava para a esquerda. Irrequieto, cavou a falta de que nasceriam o segundo penálti e o nosso quarto golo.

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