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És a nossa Fé!

Opiniões

"Jogando nós contra dez, faltou alguma ousadia de Jardim que aproveitasse a superioridade numérica."

 

"O Carrillo deixa qualquer um à beira de um ataque de nervos."

 

"Carrillo levou-me a espumar de raiva, perante tanta inépcia na hora de tomar decisões."

 

"Salomão foi a novidade no 11 inicial, mas não convenceu."

 

"A entrada de Salomão no onze do Sporting foi um erro de casting de Leonardo Jardim."

 

"O primeiro golo é uma delícia. Um pequenino no meio de matulões, o defesa que hesita, ainda procura empurrar, mas quando chega já a bola está lá dentro."

 

"Montero chegou como aviãozito e, neste momento, é o pesadelo das defesas e um verdadeiro ídolo em Alvalade. Sim, voltámos a ter um craque dos pés à cabeça e isso é maravilhoso."

 

"Gostei dos pés de veludo do Vitor, dos seus passes a rasgar e da inteligência que revelou nos minutos finais do jogo."

 

"Não acho que tenhamos feito um jogo pouco conseguido; acho, até, que a equipa foi bastante adulta. Não vimos charutadas para a frente, nem vimos um dos centrais acabar a ponta de lança."

 

"Três valiosíssimos pontinhos!"

 

"Nota final para Freitas Lobo: o empate esteve quase, tal como a sua carreira no futebol."

 

(actualizado)

Opiniões

«Precioso êxito do Sporting ao conquistar a regressada Taça de Honra da AF Lisboa. (...) E ainda mais precioso este êxito por ter sido conquistado com estupenda aula prática de como se formam jovens futebolistas com qualidade individual, firme modelo de jogo e... raça.»

Santos Neves, A Bola

 

«O exemplo que os miúdos de Abel deram na Taça de Honra, devolvendo ao clube um troféu com um enorme historial, no ano do regresso da prova ao calendário, é motivo de orgulho para todos os sportinguistas e junta-se ao comportamento da equipa principal que no Canadá empatou com o crónico campeão do Uruguai, o Peñarol.»

António Magalhães, Record

 

«Foi um jogo [Estoril-Sporting] de se lhe tirar o chapéu, um jogo que fez com que o Benfica-Belenenses que o antecedeu [0-0] parecesse uma aberração, isso mesmo, uma aberração.»

Carlos Rias, A Bola

 

«Quem dava como certo que este ano os leões iam ser os 'coitadinhos', provavelmente já estará a refazer as suas previsões.»

António Magalhães, Record

Opiniões

«Com o serviço público de televisão a servir em prime time um jogo digno dos velhinhos campeonatos de reservas, talvez o primeiro dérbi sem relato radiofónico em quase 100 anos, o Benfica-Sporting de ontem na Amoreira acabou por corresponder emocionalmente aos padrões de um dérbi 'normal'.»

João Querido Manha, Record

 

«Foi o triunfo absoluto da melhor equipa, daquela que fez a diferença pela nobre via da entrega e da presunção de que o futuro de cada um dos seus componentes dependia do êxito sobre as águias.»

Rui Dias, Record

 

«O Sporting aproveitou ao máximo uma oportunidade de se motivar e introduziu um excepcional factor de perturbação na vida do grande rival, como se Jorge Jesus não tivesse já problemas de sobra.»

João Querido Manha, Record

 

«Fica a certeza de que, mesmo quando esteve a perder, o Sporting foi melhor e mostrou, no fundo, as bases que orientaram o comportamento colectivo que lhe valeu a qualificação para a final: foi a equipa que mais quis ganhar.»

Rui Dias, Record

 

«O Benfica foi desnecessariamente indigno e desportivamente desolador.»

Vítor Serpa, A Bola

Ler os outros

Alberto do Rosário, no Record: «Da bruma em que, nos últimos anos, se embrulhou o Sporting e com dirigentes que não enxergavam um metro à frente dos olhos, emergiram do nevoeiro muitos casos, mas o de Bruma é de loucos. Jesualdo Ferreira poisou, com requinte, a cereja no topo do bolo ao afirmar que Bruma iria ser um atleta de elite. Jesualdo, então gestor do futebol do clube, acreditou no enorme potencial de Bruma e lançou-o na equipa principal. Esteve perfeito como treinador mas foi um desastre como dirigente, pois não ficaram minimamente acautelados os interesses do Sporting. E Bruma não foi caso único. Relevar a irresponsabilidade dos dirigentes já é peditório esgotado, porque, pelo que se vai conhecendo, em Alvalade não estava sediado um clube profissional mas uma nave de loucos.»

"O Sporting está saturado de guerras internas"

"O resultado da assembleia geral fala por si. O Sporting está saturado de guerras e confrontos e conflitos internos. Os sportinguistas entenderam que é preciso acabar com a guerra interna e é preciso encontrar um rumo. Esta direcção tem uma legitimidade significativa e esbateram-se os ecos eleitorais, o que é excelente. O Sporting não pode ficar dividido em blocos. As eleições são uma escolha. Tem de haver conciliação pós-eleitoral, sobretudo quando o clube precisa de uma terapêutica que é duríssima. O Sporting vai ter de fazer mais com menos. O mal não está no plano de reestruturação financeira: o mal está na situação da qual partimos. O mal nunca está na cura."

Rogério Alves, há pouco, na SIC Notícias

As eleições já foram

Agora vem aí o próximo campeonato. Na campanha, cada um disse o que quis, e, na votação, cada um votou como entendeu. Agora acabou: há um presidente e uma direcção eleita; não são imunes à crítica, certamente, mas têm legitimidade para mandar e não devem ser o alvo preferencial de ninguém. Falo tanto mais à vontade quanto assumi publicamente que não votei no candidato vencedor. Mas agora chega: chega de panegírios (ele já foi eleito, não são precisos e soam um pouco a ridículo) e chega de crítica sistemática (se querem entreter-se com alguém, escolham a sociedade recreativa de Carnide ou a agremiação regionalista que dantes era dos andrades e agora diz que é dos dragões). Agora nós devemos ter coisas mais importantes com que nos preocupar - e, a fazer fé no nome deste blogue, temos também todos uma causa comum.

Sporting à beira do abismo, alerta Pires de Lima

 

 

"Estão a dividir a família sportinguista e a conduzir o clube para um abismo financeiro", alerta em declarações à Antena 1, António Pires de Lima, gestor e sportinguista confesso.»

 

Janeiro 2013.

 

Para António Pires de Lima, "a relação da Unicer com este clube (FC Porto) é especial". A parceria "tem ajudado a marca a expandir-se e é um sinónimo de vitória e sucesso", afirmou. O presidente do Conselho Executivo da Unicer aproveitou o momento para dar os parabéns a Pinto da Costa pelos trinta anos de liderança. "Neste período, fez do FC Porto um modelo de gestão e inspiração", acrescentou.

 

Abril de 2012.

Palavras alheias III

António Pires de Lima, o economista (sportinguista) que dirige a empresa cervejeira produtora da Super Bock e que patrocina o Sporting, numa inteligente entrevista (Record  de hoje): «Agora a meio da época, precisamente quando se está a iniciar um processo de recuperação, ver sócios provocarem uma AG para destituir a direção e lançar o Sporting numa crise de liderança e de poder, quando ainda por cima estamos a viver um momento tão sensível do ponto de vista financeiro da instituição, parece-me uma irresponsabilidade completa». Outra vez a inteligência contra a superficialidade da espuma dos dias.

Palavras alheias II

«Golpe no Sporting» é o título da crónica de hoje (quinta-feira), no Record também, por outro comentarista inteligente, como o é o diretor do Jornal de Negócios, Pedro S. Guerreiro. Este comentarista defende a ideia de «golpe institucional», liderado por Daniel Sampaio, contra a direção do clube - ideia que também partilho, independentemente de reconhecer erros do executivo de Godinho Lopes. Fala em interpretação abusiva dos estatutos do clube e de falta de equidistância. E da aceitação, pela banca credora, de um perdão de dívida de 60 milhões, contra 40 milhões a investir pelo clube ou novos acionistas, que poderão servir para negociar com vantagem a parte remanescente. Escreve Pedro S. Guerreiro: «O rumo do Sporting continua sinuoso. Godinho Lopes tem rédea solta e vida curta, que só poderá estender se, além de ter encontrado Jesualdo, encontrar um russo ou um árabe que passe cheques. Sem dinheiro, o Sporting está e continuará em maus lençóis. E passará da assembleia geral para a assembleia de credores». Certeiro, embora muitos andem a contribuir para isso e não percebam. O «sampaísmo» (isto é, a defenestração de executivos legítimos para colocar no trono o partido amigo) criou raízes que chegam ao futebol.

Palavras alheias I

O diretor do Record publicou, há dias, uma interessante (e inteligente, a meu ver) crónica em que falava também do nosso clube. Assim: «E contrariamente à maioria dos sportinguistas, assustada com a debandada de jogadores do plantel, acho que o trabalho de Jesualdo só pode beneficiar com isso: menos estrelas cadentes e manos preguiça, mais jovens talentos com mais oportunidades e maior motivação». Tal como na época de Paulo Bento e Filipe Soares Franco - algo que o presidente Godinho Lopes, depois de tantos passos em falso, entendeu e está a tentar repor em prática. É tão estimulante pensar 'deeply' e não viver apenas na espuma dos dias...

Golpe no Sporting

António Pires de Lima e Pedro S. Guerreiro (que aqui já critiquei em tempos por causa do Sporting, tendo sido na altura chamado, e bem, à atenção, pelo Pedro Correia) alinham pela mesma ideia hoje nas páginas do Record: a da irresponsabilidade de, neste momento, pôr em xeque a Direcção do Sporting.

Pedro S. Guerrreiro: Golpe no Sporting - "É uma guerra. Uma guerra de guerrilha. A sublevação da assembleia-geral do Sporting, num movimento liderado por Daniel Sampaio, contra a direcção do clube, de Godinho Lopes, é um golpe institucional(...)"

António Pires de Lima: Esperem pelo fim da época - "A guerra de poder a que assistimos não é coincidente com os interesses do clube"(...);

"É uma irresponsabilidade completa lançar o Sporting numa crise de liderança num momento tão sensível"(...):

"Tenho muita pena que Eduardo Barroso e Daniel Sampaio estejam a ser instrumentalizados"(...);

"Mau momento não deve ser pretexto para se tomarem decisões que possam precipitar crise mais profunda!(...);

"A única coisa que digo é que do ponto de vista do interesse da instituição e como associado defendo que uma avaliação desta direcção só devia ser feita em AG no fim da época. E se for feita, como parece ser um facto assumido pelo presidente da mesa da AG, já em Fevereiro, vamos ser forçados, mesmo aqueles que não se revêem totalmente na direcção do engº Godinho Lopes, a apoiá-lo, pois o Sporting não pode ficar ingovernável, o Sporting não pode ter como única alternativa um vazio completo que ainda por cima pode atirar o clube para um aventureirismo que pode ser mortal".

Um Sporting em 'guerra civil'

Parece haver muita gente a confundir discordância ou oposição à atual direção do nosso clube com o direito a, sem mais consequências, qualquer dos membros da mesa da AG manifestar publica e militantemente ser oposição ao presidente Godinho Lopes. Se querem ser oposição declarada (leia-se a entrevista do do dr. Daniel Sampaio ao Record e siga-se o ziguezague opinativo do dr. Eduardo Barroso no Prolongamento), demitam-se e atuem como oposição. Porque, no momento em que assumirem - de facto - o papel de liderança da fação que quer o dr. Bruno Carvalho como presidente (e nada a opor, se o processo for eleitoralmente democrático), os membros da mesa da AG deixam de ser representantes do TODO para serem representantes de UMA PARTE dos associados. E, ao fazê-lo, declaram - já declararam! - o clube em guerra civil. Na minha opinião, de tudo o que o nosso clube menos necessita, neste preciso momento, é de isso: de uma guerra civil declarada. E, se o PMAG quer realmente «salvar» o Sporting, como vem afirmando, deveria aproveitar a particular circunstância de ser amigo 'institucional' do presidente Godinho Lopes e amigo e aliado 'político' do putativo presidente Bruno de Carvalho para unir os sportinguistas numa plataforma de 'salvação nacional' (?!). Começando por pôr os dois a conversar sobre os 120 milhões de euros de investidores que BC afirmou ter no bolso em recente AG do nosso clube e que nunca mais aparecem - e talvez sobre outras coisas. Que diabo! Quantos Sportings há no Sporting? No clube em que (ainda) me entendo julgo haver apenas UM.

Missão quase cumprida

Escrevi aqui sobre o Papagaios Internautas e parece que sou bruxo. Impressionante. É quase insuportável ler sobre a actualidade leonina hoje em dia.


Quando eu tento virar forças contra os Nuno Farinhas, os Rui Santos, os Luís Sobrais ou os Joaquins Ritas desta vida não consigo...  e ainda há o fantástico Guru da comunicação.


Estamos a conseguir criar um ambiente péssimo à volta da equipa. Estamos a conseguir destruir todo e qualquer elan que podia ser criado (sim os verdadeiros adeptos criam estados anímicos positivos em qualquer situação, nós pelos vistos só com as vitórias). Não precisamos minimamente dos adeptos adversários para nos criarem maus ambientes ou adversidades. Nós sozinhos fazemos isso e muito mais.


Estou triste.  Estou quase a perder as forças para lutar por algo em que acredito muito.


Falta um ponta de lança? Claro que falta. Mas o mercado não fecha só dia 31?


Não viram o mesmo jogo que eu? Hoje falhámos 10 golos de baliza aberta. Tivéssemos tido 50% de eficácia nestas bolas e estaria toda a gente a falar numa equipa fantástica. 

 

Mas os Sportinguistas é que sabem. Querem um ambiente péssimo à volta da equipa? Missão quase cumprida.  

 

Realmente somos diferentes.

Bem aproveitado é quem conhece as suas funções

Eduardo Barroso afirma que não quer ser um presidente da assembleia geral “igual aos de Benfica e FC Porto”. Mas as funções de um presidente de uma assembleia geral, seja de que coletividade for, não são muitas, de facto: dirigir os trabalhos das assembleias sempre que elas são convocadas, ordinária ou extraordinariamente; coordenar os processos eleitorais; escrever as atas, e pouco mais. Talvez Eduardo Barroso se sinta mal aproveitado enquanto presidente da assembleia geral, e gostasse de ter outras funções mais executivas. É legítimo que assim seja, mas para isso deveria candidatar-se a essas funções na altura devida, e não falar assim agora. Mas se quer ser tomado a sério nessas suas intenções, convinha que procedesse de outra maneira: que fosse consequente nas suas palavras, não se limitando a desestabilizar com atitudes do género “agarrem-me senão eu vou”; que atendesse o telefone quando é contactado pelo presidente do clube, ao contrário do que fez aquando do despedimento de Domingos.

Os adeptos do FC Porto, dos seus corpos sociais, só conhecem o seu presidente: é o único que aparece nos jornais. A falarem em nome do Braga aparecem o presidente do clube e o presidente da câmara. No Benfica também aparece o presidente e pouco mais (talvez um porta voz e mais alguém ligado ao futebol). No Sporting são manchete de jornais o presidente da direção do clube (triste ideia essa do “conselho diretivo”), alguns ex vice presidentes, o presidente da assembleia geral do clube, o presidente do conselho fiscal do clube, os dirigentes da SAD, o presidente da assembleia geral da SAD, o presidente do conselho fiscal da SAD, o presidente do conselho leonino, alguns membros do conselho leonino, o presidente do “Grupo Stromp”... É assim o nosso clube.

O direito natural à multiplicação de cachecóis

O João Gobern tem todo o direito de se assumir como adepto benfiquista. E, sendo convidado para fazer comentário futebolístico na RTP precisamente como analista de cachecol, tem naturalmente também o direito - e neste caso quase o dever - de assumir a sua condição de benfiquista. Nada a objectar quanto a isto. Sendo assim, quem poderá espantar-se que vibre em directo com a marcação de um golo da sua agremiação ao minuto 92 de um jogo contra um clube que ameaça disputar-lhe o título? Fará sentido compará-lo ao ex-ministro Manuel Pinho que foi afastado do Governo socialista por ter feito um feio gesto a um deputado da oposição na respeitável sede da democracia que é a Assembleia da República?

Quanto a mim, o caso pode e deve servir de pretexto para a indignação sportinguista mas sem ter Gobern como alvo. Quem merece críticas é a RTP, que inclui há quatro anos na grelha regular do seu espaço informativo um programa de comentário futebolístico, intitulado Zona Mista, que apenas permite um adepto de cachecol. O do Benfica. À revelia das suas obrigações de serviço público que lhe impõem normas acrescidas de isenção, pluralismo e equidade. Como se uns cachecóis fossem mais iguais que outros...

A questão é só esta. E é quanto basta para merecer debate. E suscitar legítima indignação.

Publicado também aqui

Futebol futebolês

O Jesus ontem era mau e agora passou a ser bom? O Nelson Oliveira não devia ser chamado à seleção e agora merece? Os jogadores do Sporting há dois meses eram boas contratações e agora já não? O Lima 'low cost', que nem Benfica, nem Porto, nem Sporting contrataram (estava no Belenenses e levou dois anos para se afirmar no Braga) vai ser Lima 'high cost' - foi apenas o Sporting que não o quis? O Polga tem de ser cruxificado, quando a bola bate num tufo de relva e desvia? E o adepto que, num curto espaço tempo, diz isto e o seu contrário?  

O que dizer?

Acabado de chegar do estádio, estou chateadíssimo. Mas não é com o nosso Sporting. Primeiro, a caminho de casa, ao ouvir os comentários nas rádios ao nosso jogo, já estava a ficar com um nó no estômago mas quando liguei o computador fiquei incrédulo. Através do Cortina verde tive acesso aos comentários  do suposto adepto (será que é mesmo?) do Sporting Ribeiro Cristóvão. 

 

Cito:

‎"... Espero que o Sporting não seja triturado e humilhado pelo Manchester City... e espero que não envergonhe o futebol português..." 

"... Já foi bom chegar aos Quartos de Final para uma equipa como o Sporting..." 

 

O melhor é mesmo eu não escrever mais nada.

 

P.s- Quantos clubes Portugueses estão neste momento nas competições europeias?

 

Saudações Leoninas

A opinião que vai empurrando para baixo

«O terceiro lugar na Liga é o grande objectivo do Sporting.» Uma frase proferida há momentos por Rui Oliveira e Costa num programa de debate futebolístico na RTP informação. Lamentavelmente alguns "líderes de opinião" do nosso clube continuam a debitar frases destas em tribunas de grande audiência, onde é lícito pedir-lhes um pouco mais de ambição e confiança nos méritos da equipa. Como pode alguém proclamar-se satisfeito com o terceiro lugar no campeonato na véspera do decisivo jogo de amanhã contra o Nacional e horas depois de Domingos Paciência ter dito, como aliás se esperava, que «a Taça passou a ser um grande objectivo da época»?

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