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És a nossa Fé!

Dez notas sobre o jogo de hoje

 

1. Foi o pior jogo da selecção nacional em jogos oficiais neste século. Um jogo lamentável a todos os títulos: não só pelo resultado (derrota em casa contra a Albânia) mas também pela paupérrima exibição.

 

2. Portugal não teve ataque digno desse nome. Rematou muitas vezes, mas sempre mal. A Albânia só rematou uma - e marcou. Fez toda a diferença.

 

3. Depois de um Mundial medíocre, impunha-se a renovação da selecção nacional. Paulo Bento não renovou praticamente nada: apenas uma estreia no onze titular.

 

4. Para este jogo contra a modestíssima Albânia, em que era decisivo apostar no ataque, o seleccionador só convocou um ponta-de-lança: Éder, que em 12 jogos foi incapaz de marcar até hoje um golo pela selecção. Nem no banco havia outro.

 

5. O golo albanês beneficia de um clamoroso falhanço do nosso eixo defensivo. Ricardo Costa - convocado sem competição digna desse nome, com apenas um jogo disputado na Liga do Catar, longe da alta competição - não estava lá.

 

6. João Pereira não joga no campeonato espanhol, mas foi titular na selecção. Miguel Veloso não joga no campeonato ucraniano, mas voltou a ser aposta de Paulo Bento: foi o primeiro a saltar do banco.

 

7. Por que motivo não se aposta em Ruben Neves, que está a ser uma das sensações deste campeonato, ou Carlos Mané, elogiado pela crítica mais insuspeita, ou José Fonte, capitão do Southampton, ou Danilo, um médio de grande qualidade, ou Bruma, cuja vocação goleadora ninguém discute?

 

8. Adrien continua sem se estrear na selecção A. Começo a questionar-me se fará parte de alguma lista negra de Paulo Bento. Como já fazem Danny, Ricardo Carvalho, Bosingwa, Quaresma e Manuel Fernandes. Talvez só assim se explique.

 

9. Ficaram desfeitas as dúvidas de uma vez para sempre: há uma selecção com Cristiano Ronaldo e outra sem ele. Quando ele não joga, como hoje aconteceu, o resultado é sempre pior.

 

10. A partir de hoje, Paulo Bento deixa de ter condições para se manter como seleccionador nacional. Tal como sucedeu com Carlos Queiroz no desastroso início da campanha rumo ao Euro-2012, é tempo de sair pelo seu pé. Espero sinceramente que faça isso.

A ver o Mundial (13)

1. Ontem à noite, contra uma defesa permeável e maleável como a dos EUA (facto que ficou bem patente aos 5', no golo de abertura de Portugal), Cristiano Ronaldo poderia e deveria ter funcionado como ponta-de-lança, desde que bem servido por dois alas muito móveis e combativos como Nani e Varela são. Como escreve hoje n' A Bola o treinador Vítor Manuel, "Éder, único ponta de lança no banco, é ainda um corpo estranho na selecção e Varela era fundamental para dar equilibrio ao corredor esquerdo, melhorar o jogo interior, com Ronaldo na frente, mas Paulo Bento não quis mudar o esquema táctico". Em suma: precisávamos de marcar e de ganhar. Assim Ronaldo nem sequer rondou o golo, quanto mais concretizá-lo.

2. Postiga à frente, na calamitosa situação física em que se encontra, seria sempre a pior das soluções. Como foi. Éder não revelou envergadura sequer para figurar entre os 23. Tem potencialidades, mas não acredita nele próprio: isso percebeu-se claramente na fase da preparação, nos jogos "a feijões". E como apostar num goleador que ainda não marcou na selecção quando os golos se tornam absolutamente necessários?

3. Paulo Bento, que contra a Alemanha já tinha assistido com inacreditável passividade à expulsão de Pepe sem mexer de imediato na equipa (limitou-se a fazer recuar Meireles para central durante dez minutos e só mandou entrar Ricardo Costa após o intervalo), voltou a pecar por passividade ontem à noite, frente aos Estados Unidos. André Almeida jogou quase meia hora em inferioridade física: aquele corredor direito norte-americano tornou-se uma auto-estrada com via verde. Com o seleccionador a assistir, impotente.

 


4. Só na segunda parte o seleccionador desviou Veloso para a ala esquerda (onde fez melhor que André Almeida, o que não era difícil, embora fosse várias vezes batido em velocidade) e mandou entrar William Carvalho para fechar o espaço enorme existente entre os centrais e o nosso meio-campo. A equipa melhorou logo de rendimento. A qualidade de passe de William impôs-se naquela faixa do terreno, além de ter sido ele o primeiro construtor dos lances ofensivos - muitas vezes através de recuperações de bola.

5. Mas nem assim funcionámos como era necessário. Porquê? O meio-campo fetiche do seleccionador - Veloso, Meireles e Moutinho - pura e simplesmente não funcionou. Veloso está sem ritmo, Meireles está sem arcaboiço físico (excesso de tatuagens?) e Moutinho está uma sombra de si próprio. Isso era mais que evidente há meses. O que leva a questionar novamente a não-convocação de Adrien, por exemplo. A selecção é para os melhores do momento ou só para aqueles que conseguiram lugar cativo em bons momentos do passado com Paulo Bento ao leme da selecção?

6. Não há necessidade de procurar outros factores - clima, árbitro, etc - para perceber as causas do mau rendimento da equipa nacional. O mau rendimento deve-se à falta de condição física - com reflexos na parte anímica - de demasiados jogadores convocados para o Brasil. Julgo que batemos o recorde mundial de lesionados sem bola nesta fase final: Coentrão, Hugo Almeida, Patrício, Bruno Alves, Postiga, André Almeida. Demasiados casos para não dar que pensar. Enquanto outros, em excelente condição física, ficaram em Portugal.
Sem ovos não se fazem omeletes, já dizia o saudoso Otto Glória. Cheio de razão.

Dez notas sobre o jogo de hoje

 

Gostei

 

1. Dos golos da vitória (por 5-1) no jogo contra a Irlanda: foram cinco. Dois de Hugo Almeida, um de Vieirinha, outro de Coentrão e um autogolo irlandês.

 

2. De Cristiano Ronaldo. Atirou uma bola ao poste, fez uma óptima assistência para golo (de calcanhar) e revelou o inconformismo de sempre.

 

3. Da dinâmica de Nani. Entrou só aos 65', mas muito a tempo de fazer duas primorosas assistências para golo - uma das quais de trivela, para Coentrão. Parece estar a regressar ao topo da forma.

 

4. De perceber que temos várias opções funcionais não só para o mesmo lugar (incluindo guarda-redes) mas também para diferentes sistemas de jogo. Algo muito útil num Mundial que promete ser muito competitivo e duro a vários níveis.

 

5. Da ligação entre os diferentes sectores da equipa. Muito superior à revelada nos anteriores encontros de preparação para o Mundial, contra a Grécia e o México.

 

6. Da alegria, determinação e vontade de vencer que sentimos e pressentimos na equipa nacional. Para calar todas as vozes agourentas que vão piando noite após noite nas pantalhas cá do burgo.

 

7. Do balanço destes três desafios de preparação: duas vitórias e um empate, seis golos marcados e apenas um sofrido. As vitórias começam a ser construídas com defesas sólidas, como bem sabemos. E Portugal tem apresentado solidez, designadamente no eixo da defesa, com várias combinações: Bruno Alves-Ricardo Costa, Luís Neto-Ricardo Costa e Bruno Alves-Luís Neto. Nada a recear, mesmo com Pepe ainda não totalmente recuperado dos efeitos da mais recente lesão.

 

8. De registar este facto: Portugal não perde há sete jogos. As coisas são o que são.

 

 

Não gostei

 

1. Da prestação da equipa irlandesa. Demasiado frouxa, demasiado débil. Merecíamos um adversário mais forte e que desse mais luta nesta fase decisiva da preparação.

 

2. Da anulação aos 90' do que esteve quase a ser o sexto golo português. Por fora-de-jogo milimétrico de Nani naquela que foi a melhor jogada de todo o desafio e envolveu vários jogadores em sucessivas tabelas sempre ao primeiro toque - incluindo o nosso William Carvalho.

Notas sobre o jogo de ontem

 

1. Não há conquistador sem sorte. A sorte sorriu à selecção nacional no desafio amigável contra o México, ontem de madrugada. No último lance do jogo. Com um grande golo marcado por Bruno Alves - o seu décimo com as cores nacionais. Quem diria que é um defesa?

 

2. Vale a pena ver e rever o golo. Pelo sentido posicional de Bruno Alves, pela sua capacidade de elevação, pela força do remate de cabeça - como se o jogo estivesse a começar e não à beira do fim. E sobretudo pelo inconformismo que revela: ele é dos que pensam, e muito bem, que um empate sabe sempre a pouco. É com este ânimo que temos de jogar no Mundial do Brasil.

 

3. Mas o golo não vale só pela finalização. Vale também pela destreza de Helder Postiga, que consegue arrancar um livre em zona perigosa. E pela exemplar execução do castigo por parte de João Moutinho, que continua a ser uma evidente mais-valia da selecção nos cruciais lances de bola parada.

 

4. Quando só um defesa consegue marcar, isto diz-nos alguma coisa do nosso défice ofensivo. Eder bem se esforça, mas até ao momento tem sido inconsequente: ficou em branco no medíocre jogo-treino com a Grécia e repetiu a dose nula neste embate realizado em Foxborough (Massachusetts, EUA), com milhares de adeptos portugueses nas bancadas.

 

5. Melhor português em campo? Eduardo. Salvou pelo menos dois golos quase inevitáveis. E comprovou que estamos bem servidos de guarda-redes na selecção. Se o nível fosse o mesmo na linha avançada podíamos desde já sonhar com os quartos-de-final da prova máxima do desporto-rei.

 

6. Rui Patrício permaneceu no banco. Estará Paulo Bento a pensar relegá-lo à condição de suplente nesta fase final do Campeonato do Mundo após o guarda-redes do Sporting ter cumprido como titular toda a qualificação? Creio que não. Mas vale a pena estarmos atentos.

 

7. Pepe e Meireles, ao que parece, continuam tocados. Se não recuperarem a tempo do nosso jogo inaugural contra a Alemanha o primeiro pode ser substituído por Ricardo Costa, a quem não falta experiência, e o segundo dará espaço a William Carvalho em posição mais recuada forçando Miguel Veloso a adiantar-se no terreno. Nada que preocupe excessivamente o seleccionador, tenho a certeza.

 

8. Cristiano Ronaldo voltou a não jogar, como já havia sucedido frente à Grécia. Mas parece apto a alinhar no último jogo-treino antes do Mundial - contra a Irlanda, na terça-feira. Para nós não pode haver melhor notícia. Porque a selecção é muito inferior sem ele, está mais que visto.

 

9. Boas notas neste jogo? Além das já referidas, destaco as exibições de Luís Neto - muito seguro no eixo da defesa, ao lado de Bruno Alves - e de Vieirinha, que já tinha causado boa impressão contra a Grécia pelas suas velozes incursões na ala direita do nosso ataque. Mas Neto deve acautelar-se com os cartões: aquela entrada violenta que lhe mereceu o amarelo, num jogo mais a sério, talvez lhe valesse um cartão de outra cor.

 

10. Não entendi a colocação de Fábio Coentrão na posição de médio interior: como seria de esperar, não trouxe qualquer benefício ao desenho táctico da selecção. Nem vislumbrei a vantagem de ver André Almeida como lateral esquerdo titular. Seria uma homenagem à "polivalência" do rapaz? Eu sei que a sorte tem vindo ao nosso encontro, mas convém não abusar dela.

Sistema em ação

“Sou contra todo e qualquer ato racista e sei o que levou o Quaresma a momentaneamente ficar muito exaltado. Qualquer um ficaria nas mesmas condições. Tive o cuidado de ver pela televisão, que acompanhou sempre o Quaresma, de verificar que ele não agrediu ninguém e apenas quis responder a quem o insultou e portanto dou aqui a minha solidariedade ao Ricardo Quaresma. Tem é de aprender que há gente no futebol que é indigna de lá estar e tenta perturbar o adversário com insultos dos mais soezes” (Conselheiro de casamentos)

"Até entendo" que ser de uma minoria qualquer lhe confere o direito de tentar agredir seja quem for, e ainda ser o injustiçado . 

Sobre o jogo contra os Andrades!

Depois de tanto já aqui ter sido escrito e com o qual estou de acordo deixo apenas algumas breves notas sobre o jogo de ontem.

i) Se tivesse tempo, todos os dias escreveria um texto sobre o William Carvalho. Ele ainda não se foi embora e eu já tenho saudades deles. É um jogador inacreditável, o melhor jogador que vi formado no Sporting desde Cristiano Ronaldo sendo que Carvalho é, neste momento, mais influente na equipa do que Ronaldo alguma vez foi. Carvalho transpira classe, maturidade e tranquilidade.

ii) Adrien fez um jogo fabuloso. Paulo Bento, claramente, deve andar muito confuso. Micael é menos de metade do jogador que Adrien é.

iii) André Martins fez um grande jogo. Não pela assistência - de enorme qualidade - mas porque correu muito durante o jogo a pressionar as saídas da equipa do norte. Não é nada fácil e o desgaste é tremendo!

iv) Slimani é um mouro de trabalho para além de que aquela cabecinha vale ouro. A bola por vezes não o favorece mas o que ele corre, salta, pressiona faz do argelino um jogador fundamental no actual Sporting. Slimani fez um grande jogo ontem. Se não existisse um tipo alto chamado William Carvalho, ontem, Slimani, teria sido o melhor jogador em campo.

v) Quaresma é um jogador que tinha tudo para ter sido o maior menos a cabeça. Ontem foi, claramente, o melhor jogador da equipa adversária.

vi) Esta equipa do Sporting merece muito mais do que os pouco mais de 36000 adeptos presentes ontem no estádio. Qual é a desculpa para não ir à bola? A equipa corre, esforça-se, joga bom futebol e ganha (na larga maioria das vezes). Os bilhetes não são caros! Consegue-se fazer uma época inteira com €300,00, menos do que se gasta em café (para quem bebe) ao longo de um ano!

vii) Proença fez uma arbitragem ao seu nível. Martins está fora de jogo. Está na minha linha de visão e disse-o no momento. É, apesar de tudo, um lance complicado para o bandeirinha na medida em que Martins aparece junto a ele e isso dificulta a acção do árbitro. Não aceito, no entanto, a tese de que o Sporting foi beneficiado. Adrien leva amarelo aos 10 minutos num lance normal a meio do meio-campo adversário. Os dois centrais de azul e branco deveriam ter recebido ordem de expulsão. Mangala por acumulação de amarelos e Abdoulaye por vermelho directo. Danilo deveria também sido admoestado com segundo amarelo. Ademais, houve uma quantidade de faltas a meio-campo muitíssimo duvidosas. Como se sabe, é nesses lances que um árbitro condiciona o jogo de uma equipa. Os lances de penalty ou fora-de-jogo, sendo importantes, são possíveis de acontecer.

viii) Não sei se já me pronunciei sobre William Carvalho. O tipo que, no meio de quatro adversários consegue ficar com a bola, que faz passes de 30 metros a desmarcar colegas, que quando embala em velocidade é quase imparável e que deixa qualquer adepto mais nervoso tranquilo como um bebé depois de mamar. Que jogador de futebol! 

Rescaldo do jogo de ontem

Costumo escrever estas notas durante os jogos do Sporting e publico-as geralmente no nosso blogue logo após o apito final.

Mas toda a regra tem excepção.

A partida de ontem foi totalmente desvirtuada pela equipa de arbitragem. Como toda a imprensa de hoje - sem excepção - reconheceu. E - facto também unânime - ninguém deixa de admitir que o Sporting foi o grande prejudicado neste encontro do Bonfim, já de má memória.

 

Perante isto não faz qualquer sentido comentar o jogo nos moldes habituais. Em função das opções técnicas, dos dispositivos tácticos ou da prestação colectiva da equipa. Alguns blogues fizeram isso, como se este tivesse sido um jogo normal. Mas não foi.

Vale a pena, no entanto, deixar aqui algumas notas. Sete, para ser mais preciso.

 

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1. A actuação da equipa liderada pelo senhor Vasco Santos ultrapassa tudo quanto vimos esta época. Ultrapassa os seis pontos que já nos haviam espoliado frente ao Rio Ave, Nacional e Académica. Já não estamos perante meros erros de arbitragem, compreensíveis ou intoleráveis. Foi um descalabro completo. Caso para dizer que Vasco Santos e seus acólitos não acertaram uma.

 

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2. Por uma vez, Leonardo Jardim deixou-se de panos quentes. E fez bem. Nem seria aceitável outra atitude. "Não gosto de falar de arbitragens, resumo o meu trabalho a treinar o Sporting, mas penso que estamos bater um recorde mundial de golos mal anulados. É incrível como isto é possível", disse o nosso treinador. O sistema defende-se apontando armas contra nós. Não é o momento de reagir com cortesia diplomática. Quem não se sente...

 

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3. Falando ontem à noite naquele que é - de longe - o melhor programa televisivo de rescaldo das jornadas futebolísticas, Pedro Sousa pôs o dedo na ferida, abordando sem rodeios uma questão que a imprensa especializada em futebol tem omitido: os três árbitros portugueses mais internacionais - Pedro Proença, Jorge Sousa e Olegário Benquerença - quase não apitam jogos dos chamados "três grandes". Adoram actuar nas competições internacionais mas por cá passam ao lado as partidas que podem gerar mais polémica. Com a conivência total do responsável máximo pela arbitragem, Vítor Pereira. Não faz qualquer sentido que os jogos mais importantes fiquem entregues a incompetentes, como uma vez mais aconteceu neste fim de semana.

 

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4. Slimani já demonstrou que merece ser titular. Foi, de longe, o melhor jogador ontem em campo. Marcou um golo, quase marcou outro e foi alvo de uma grande penalidade não assinalada pelo senhor Santos. Surge em movimentação constante, provocando calafrios nas defesa adversários. Tem de continuar assim. Titular. Isto invalida que Montero não jogue também de início? Nada disso. Implica apenas que o técnico adapte o sistema de jogo à presença em campo destes dianteiros, dois dos melhores jogadores que actuam no campeonato português.

 

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5. Carrillo desperdiça oportunidades atrás de oportunidades. Voltou a acontecer ontem no Bonfim: o peruano continua a não fazer jus à condição de titular que Leonardo Jardim sistematicamente lhe atribui. Está mais que visto que rende muito mais quando entra como suplente na última meia hora de jogo. É tempo de reconhecer este facto.

 

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6. Confesso que Heldon também ainda não me convenceu como titular. Falta-lhe intenção, ousadia e acutilância. Vai ainda uma distância grande entre aquilo que promete e o que cumpre.

 

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7. Magrão mantém-se igual a si próprio: um jogador que teima em não passar da vulgaridade. Não fez ainda nada que me impressionasse. E garanto que não é por ter qualquer preconceito contra o médio brasileiro que escrevo isto.

Condolências

O Sporting Clube de Portugal manifesta o seu profundo pesar pelo falecimento de Eusébio da Silva Ferreira, um símbolo do desporto nacional. À família de Eusébio e amigos, o Sporting Clube de Portugal apresenta os seus sentidos pêsames. 05-01-2014.

 

O Sporting Clube de Portugal manifesta o seu profundo pesar pelo falecimento de Mário Coluna, um símbolo do desporto nacional. À família e amigos de Mário Coluna, o Sporting Clube de Portugal apresenta os seus sentidos pêsames. 25-02-2014.

 

Eusébio e Mário Coluna. Dois símbolos do maior rival de sempre do Sporting, o Benfica.

Em ambos os textos inexiste uma única alusão ao Benfica. O que lamento.

Considero que a nossa grandiosidade e forma elevada de estar no desporto se revê, também, nestes gestos de respeito e evocação dos adversários. Muito recentemente, e só para citar um exemplo, faleceu Luís Aragonés, figura do Atlético de Madrid, e o Real Madrid não se coibiu de prestar os seus sentimentos ao rival.

Bruno de Carvalho esteve impecável ao participar nas cerimónias fúnebres de Eusébio e, tendo até isso em conta, mais incompreensível se torna a omissão recorrente, nestas notas de condolências, da entidade desportiva onde de forma muito marcante aqueles jogadores se evidenciaram e que dá o caso de ser o nosso maior e estimado rival.

Notas soltas

1. A bem do ranking de Portugal na UEFA para a próxima temporada, o campeonato deveria terminar com o Braga na Champions, e o Sporting na Liga Europa. Se no primeiro caso tal não irá acontecer, tomara que o Sporting atinja o seu derradeiro propósito. Paços e Estoril fizeram uma época sensacional e merecem tudo de bom que lhes está a acontecer. Mas ninguém duvida de que apurados para as provas europeias, não terão estofo para fazerem uma campanha vitoriosa e duradoura. Rapidamente teremos 4 clubes a pontuarem por 6...

2. Desde que foram as eleições do Sporting, que o Moreirense de Inácio tem estado em queda livre. Os oportunistas dirão que é o resultado de se ter os pés num sítio e a cabeça noutro lugar. Em bom rigor, talvez o Moreirense nunca tenha tido equipa suficientemente competitiva para se manter na 1ª Liga. 

3. Será que é no próximo sábado que Liedson irá justificar todos os ordenados recebidos desde Fevereiro?

4. As eleições já lá foram, e ainda não se sabe quem é o 3.º elemento do triunvirato designado por Bruno de Carvalho para liderar o futebol.

  

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