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És a nossa Fé!

A hipérbole do homem providencial: a negação de uma tese!

Gosto de Bruno de Carvalho! Se houvesse eleições amanhã certamente que votaria nele novamente. De acordo com as informações disponíveis, tem feito um excelente trabalho no que concerne à gestão financeira e estou genericamente de acordo com a forma como tem comandado o futebol profissional e com as posições que tem assumido na Liga de Clubes. Não gostei da forma como despediu Marco Silva sendo que, apesar de tudo, também não estou dentro do problema.

Gosto de Marco Silva. Acho que é um excelente treinador (com provas dadas) e que é um homem muito inteligente. Soube criar, durante o ano em que esteve como treinador do Sporting, uma excelente imagem junto dos adeptos. Não esqueço, porém, que é um profissional e que no processo disciplinar de que foi alvo existem acusações graves.

Jorge Jesus é, na minha opinião, o segundo melhor treinador da actualidade. Não só tem um monte de conquistas como consegue colocar as suas equipas a produzir bom futebol. Gosto de Jorge Jesus e não escondo que foi com alguma satisfação que vi a sua mudança para Alvalade. Importa, no entanto, salientar que, como todos os treinadores (e todas as pessoas!), tem pontos fracos, sendo que vejo nele um género de soberba que não me agrada especialmente.

Apesar de tudo, não acredito na existência de homens providenciais. Bruno de Carvalho, Marco Silva e Jorge Jesus são apenas três nomes na longa história de um clube centenário. Nenhum deles, até ao momento, alterou substancialmente a natureza do clube leonino e também não penso que tal seja possível. O Sporting existiu antes de qualquer um deles e continuará a existir depois, porque a força de um clube desta dimensão não se reduz a um homem, por mais competente que seja. Bruno de Carvalho, ao despedir Marco Silva, foi salvo pela contratação de Jorge Jesus. Afinal, contratar o melhor treinador do país e, ainda por cima, ao grande rival histórico, garante sempre, junto dos sócios e adeptos, algum crédito acrescido. No entanto, a jogada de Bruno de Carvalho é arriscada. Parece que o presidente do Sporting quer sempre andar no fio da navalha e que retira algum prazer de um género de jogo da roleta russa. Espero, para bem do Sporting, que tudo corra bem, mas Jesus não é o filho de Deus, pelo que não se podem esperar milagres!

Uma diferença

Marco Silva ganhou uma Taça de Portugal para o Sporting. Estamos-lhe gratos, como estivemos a Carlos Queiroz, que alcançou a mesma proeza em 1995.

A página virou-se. É tempo de olhar em frente.

Os mesmos ex-presidentes que agora criticam Bruno de Carvalho por ter despedido Marco Silva antes do fim do contrato, sem excepção, noatabilizaram-se por terem despedido treinadores.

Com uma diferença: nenhum deles contratou alguém equivalente a Jorge Jesus.

As virgens ofendidas

Uma das muitas críticas que fizeram aos dirigentes do Sporting no processo de contratação de Jorge Jesus, consubstanciou-se na inadmissibilidade da contratação de Jorge Jesus enquanto Marco Silva ainda era treinador do clube.

 

Uma falácia de todo o tamanho, porque só depois de despedir Marco Silva é que o Sporting confirmou Jorge Jesus como futuro treinador. E ainda nem foi apresentado, apesar de Marco Silva já não ser treinador do Sporting.

 

Fico agora a aguardar que as mesmas virgens ofendidas venham dizer o mesmo sobre o facto de hoje o Benfica ter apresentado um treinador que neste momento partilha, em simultâneo, o cargo com Jorge Jesus. Sim, porque Jesus é treinador do Benfica até 30.Jun.2015.

 

P.s. registo estas declarações do novo treinador do Benfica: "Não foi difícil convencer-me". Acredito que não, o que foi difícil (15 dias) foi a direcção do seu novo clube convencer-se que ele seria a escolha certa...

Sei o que fizeste em Junho de 2015

Que vontade de rir que eu tenho! Ou de chorar, nem sei bem...

Digam-me lá, se não vos der muito trabalho, num exercício de futurismo simples, qual seria o vosso balanço do mandato de Bruno de Carvalho se daqui a mais ou menos dois anos, em Fevereiro/Março de 2017, ou seja apenas com mais a época 2015/2016 completada, em altura de eleições, mantendo-se Marco Silva como treinador e não tendo ganho esse campeonato (apenas no campo das suposições, que até o podia ganhar) e mesmo estando lá na frente no campeonato 2016/2017, repito, qual seria o balanço do mandato de Bruno de Carvalho, apenas com uma taça de Portugal ganha, ainda que com as finanças recuperadas, o pavilhão construído, a credibilidade reposta? Vá lá, não se acanhem, quatro anos de mandato, uma taça de Portugal, qual seria o balanço?

Pois é, o que vocês querem, sei eu! O vosso problema não é o Jesus. Façam o favor de pensar nisto, quando mandarem o presidente abaixo para o ano, quando não ganharmos o campeonato, que é o que temos mais certo!

Jesus e Marco Silva (mais)

Não vou aqui dizer muito sobre os pormenores jurídicos da saída de Marco Silva: simplesmente refiro que o ex-treinador não merecia ser tratado desta forma, e tratar assim um trabalhador dá muito má imagem do Sporting.

Prefiro concentrar-me somente nos aspetos desportivos. Pede abaixo o Edmundo Gonçalves razões desportivas para preferir Marco Silva a Jorge Jesus.

Há quem não perceba por que tanta gente apoia Marco Silva. Que tal... porque ganhou um título? Porque foi o segundo treinador com mais pontos conquistados (depois do Inácio) - mais que o Boloni? E com menos derrotas? Porque a equipa jogava à bola como há muito não se via, com crença e personalidade (a épica vitória na Taça foi o melhor reflexo disso mesmo)? Marco Silva revelou-se um treinador algo inexperiente numa ou noutra fase da época, mas soube corrigir os seus erros e melhorar enquanto treinador.

Já Jorge Jesus passou seis anos no Benfica, e o balanço do seu trabalho, não sendo negativo, a meu ver está longe de só merecer elogios. Foram inaceitáveis as derrotas do campeonato e taça de 2013 e da Liga Europa de 2014. Eram competições que o Benfica tinha obrigação de vencer. Deram gozo a muitos sportinguistas (admito que uma ou outra deu a mim também), mas foram falhas do agora nosso treinador. Que eu receio que se venham a repetir. Porque receio que Jesus não aprenda.

Considero que Jesus é um bom treinador, mas o seu pior defeito é achar-se muito melhor do que aquilo que realmente é. Perde jogos por sobranceria. O vir para o Sporting com o ego inchado e a ganhar ainda mais do que ganhava no Benfica não contribui nada para melhorar este defeito. Bem pelo contrário.

Ao mesmo tempo, e apesar disso, Jesus muitas vezes perde os jogos de maior responsabilidade por os jogar para não perder. Como um treinador de uma equipa pequena. Foi assim em Alvalade este ano.

Que fique bem claro - ficaria bem contente por o Sporting ir buscar o Jesus se fosse para substituir o Carlos Queirós, o José Peseiro ou o Paulo Sérgio. Não para substituir aquele que ainda considero o mais promissor técnico português - e ainda para mais da forma como foi. Ando há seis anos a não gostar dele - não vai ser fácil passar a gostar de um momento para o outro. Apesar disso, passou a ser o meu treinador.

Eu também estou muito preocupado com o Marco Silva

A sério que estou.

Porque estou a ouvir um silêncio ruidoso ali para o lado do Dragão.

E porque estou desconfiado que afinal havia razão para não haver um telefonema a desmentir uma certa conversa, com um certo dirigente, de um certo clube.

O que até pode ser legítimo, afinal o "senhor Silva" estava a prever um iminente despedimento e estava a fazer pela vida.

 

Entretanto, recuemos a Fevereiro de 2012 para ver como se andavam a portar estes "senhores notáveis".

80x8 pontos para deixar de falar sobre isto

1. Adorei o efeito da Operação Jesus sobre o galinheiro. Aquele arzinho de sobranceria idiota que o galináceo gosta de ostentar desvaneceu-se do dia para a noite.

2. Adorei a explosão de hipocrisia: durante anos, gastaram, gastaram, gastaram, enquanto o Sporting pregava a moralidade da poupança; éramos uns idiotas e uns falhados. De repente, vira a história, e somos uns irresponsáveis, quando não gastámos sequer ainda um cagagésimo dos que eles gastaram.

3. Detestei a maneira como o Marco Silva foi tratado. Não era preciso e deu o flanco às únicas críticas aceitáveis vindas de fora e de dentro do Sporting sobre tudo isto.

4. Não emprenho de ouvido sobre a maldade do Marco Silva e do seu agente. Os clubes estão infiltrados até ao tutano por agentes. A questão é geri-los. O Marco Silva é um profissional que defende os seus interesses. E só defende os do Sporting enquanto coincidirem com os seus. Julgam que o Jesus é diferente? Lembram-se do "limpinho, limpinho"? Por falar em agentes, agora meteram lá dentro, bem no topo, o Jorge Mendes. Enjoy the ride!

5. Não gostei do regresso às magalomanias de outrora. Depois de uma coisa que parecia uma espécie de refundação do Sporting, voltámos ao espalhafato típico de anteriores presidentes fracassados. Por muito que apareça este folclore do Dias da Cunha e do Roquette, estamos essencialmente na mesma. Aliás, quanto mais na mesma mais folclore haverá. Espero realmente que desta vez não falhe. Senão fico muito preocupado com o que se segue.

6. Não me esqueço das diversas asneiras que Jesus fez enquanto esteve no Benfica, de que o espectáculo multiplex do fracasso de 2013 (então com o melhor plantel de Portugal) é o resultado mais visível.

7. Espero, mas espero mesmo, não ver os recém conversos ao culto de Jesus negá-lo três vezes daqui a um ano. Lembro-me bem do culto de Marco no fim do ano passado. Veja-se onde acabou.

8. Para acabar (e não voltar a falar disto): quero lá saber do Marco Silva, do Jorge Mendes e do Carlos Gonçalves. Agora quero é ver o Jesus a limpar isto tudo.

Para cima deles

Bem sei: devia continuar calado, mas já me passou a amigdalite e posso voltar a escrever umas linhas. Sim, estou farto de mudanças de treinador. Sim, Marco Silva devia ter continuado. Sim, Marco Silva fez muito pelo Sporting. Sim, Marco Silva continua a ser vítima de um presidente a quem eu não comprava uma Bimby nova quanto mais em segunda mão. Ficou dito, e não doeu nada. Agora isto: o Sporting está mais forte ou está mais fraco com Jorge Jesus a treinador? Bruno de Carvalho surpreendeu ou não surpreendeu os inimigos Pinto da Costa e Luís Filipe Vieira? A marca Sporting reconquistou ou não valor junto dos patrocinadores? Se o Sporting está mais forte, se o Sporting recuperou respeito e valor, eu cá sou como as putas: já está pago, não está? Então, vamos para cima deles!

Ah, e não dizes nada do míster, nem do Marco e do Bruno

Calma. Agora é a taça, que eu tenho falhado posts vitais.

Marco Silva, Montero e Slimani deram-no-la e eu quero falar na taça. Não me alongarei, só quero também dobrar esse canto aqui no blog.

Fui ao Jamor. Cantei e saltei no início, e da segunda parte para a frente. 
Na primeira tive um momento de caminhar em direcção a uma luz. 2-0 e eu num túnel sem fim, a pensar que só queria estar num canto e morrer. Era isso, ia chegar a casa e avisar família e amigos: "vou ali morrer, não se preocupem. Amanhã é segunda feira e não me dava jeito viver depois deste resultado". Era o plano.

De repente, o intervalo. Deixei de caminhar em direcção à luz e juntei-me ao resto do estádio. Acordámos todos. Da minha parte pensei "espero que o responso ao intervalo seja valente" , "isto é inadmissível!" era o que eu lhes diria. "Estão a gozar com isto?!!" diria num tom baixinho mas já com algum ódio a aparecer-me nos olhos. E pronto, era esta a minha agressividade máxima. É por isso que não sou eu que lá estou. Adiante. 
A verdade é que não sendo uma grande jogatana, tudo junto, foi 'ma grande emoção. 
As pessoas saíram? Saíram saíram. E ao 2-1 algumas voltaram. O rapaz ao meu lado tentou, sem sucesso: "eu só não me vou embora porque não consigo sair daqui". E não saiu. No 2-2 abraçou-me e eu peguei-lhe pelos colarinhos: "está a ver como fez bem em ficar?!" 
E pronto, Patrício a coxear, penalties na bancada de lá, tinha tudo para nos correr mal, e correu lindamente. E foi bom. E foi bonito. 
A Taça é nossa. Fim.

Ora vamos lá a um "supônhamos"

Aceitando o facto como irrevogável, leia-se o despedimento do treinador e porque:

Já aqui vi gente a defender o despedimento de Marco Silva agora, no final da época.

Já vi também alguns defenderem que se havia motivo, que se tivesse despedido em Dezembro.

Ora "supônhamos" que o actual/ex-treinador do Sporting era despedido logo em Agosto, onde terá cometido algumas "gaffes", segundo os termos da acusação que se lêem por aí.

A minha pergunta é simples e clara: teríamos presidente, ainda? Este presidente, entenda-se, ou estaria ele lá no alto do pilar mais alto do estádio, pendurado pelo pescoço, para exemplo de quem viesse a seguir?

Estou a repetir-me, mas só na posse de informação fidedigna de que Marco Silva irá para o Benfica, o presidente do Sporting estará a seguir esta via, a do despedimento litigioso, sob pena de estar a financiar a contratação de Marco Silva pelo vizinho e rival.

 

Eu não sei se o Sporting está "cheio de dinheiro", sei é que os mais directos adversários estão obrigados a desinvestir e muito! Ora haverá melhor altura para desferrar uma cacetada no rival de sempre que esta? Suponhamos que o Benfica e o Porto se reequilibram rapidamente. Sabemos todos que em termos de receitas a coisa está feita para os dois levarem a maior parte do bolo, portanto com algum engenho rapidamente estarão na mó de cima. Pergunto de novo: não será esta a melhor altura, quando um renovou a confiança no seu treinador que perdeu tudo e obteve os piores resultados em trinta anos, e o outro fica órfão do homem que lhe deu três campeonatos em apenas seis? Como disse alguém por aí, um treinador que em dois anos ganhou tantos campeonatos como nós em trinta e tantos?

 

Justa causa

Acho que foi o Saldanha Sanches que uma vez disse que a maioria da malta do FCP (incluindo muita gente decente) tinha consciência da moralidade duvidosa do seu Presidente, mas enquanto o clube continuasse a ganhar, não se importava com o assunto. Era uma variante desportiva de um famoso princípio político, que também não se cansa de ganhar eleições. Não tenho inveja deles: podem fazer o barulho que lhes apetecer nos Aliados, que eu vivo noutro planeta. Ganhar é muito melhor que perder, mas para citar um herói das últimas horas, convém que seja "limpinho, limpinho". Também não há "projecto desportivo" nenhum (uma expressão quase tão bimba como "grupo de trabalho") que justifique o que está a ser feito a Marco Silva. A troca de treinadores é discutível e aceitável, mas o modus operandi é desgraçado, para não dizer outra coisa. Pior do que ter um Pinto da Costa como Presidente, é ter um aprendiz de Pinto da Costa. Este é melhor porquê, só porque usa gravatas verdes? Não chega.

Água na fervura.

Como se uma bomba fosse explodiu a polémica em Lisboa. Jesus pode (ou vai) assinar pelo Sporting. O Marco foi despedido com justa causa. Deste lado do Atlântico o meu sentimento é misto. O Marco da Taça merecia talvez mais respeito pela instituição Sportinguista. O Jesus (a confirmar-se) merece todo o apoio Sportinguista. São dois grandes treinadores. Contudo, e eis a água na fervura, não sabemos as razões da rescisão do contrato com o Marco. Não sabemos se o Marco estava disposto a aceitar o projecto desportivo. Não sabemos o projecto desportivo apresentado (e quem sabe) aceite por Jesus. Por isso, é mais que exígivel, imperativo diria, que o Presidente venha esclarecer todos os temas aos Sportinguistas, a bem da transparência, da verdade e da confiança entre adeptos, massa associativa e dirigentes. 

 

Dois dados curiosos:

1) Não percebo como os Sportinguistas podem rejeitar em primeira mão o treinador com mais títulos em Portugal (embora uns limpinhos e outros ao colo), mas o homem percebe do que faz.

2) Acho graça a alguns pretensos "senadores", augures, que não foram mais que coveiros da desgraça em que estivemos submersos em anos, virem agora defender com unhas e dentes um treinador em que de ínicio nem eles acreditavam. Estes andam a ver se voltam para lá...

 

Nós o vemos, Nós o julgamos. Como disse BdC, "O Sporting é Nosso."

Gratidão

Se Jorge Jesus for o novo treinador do Sporting, como tudo parece indicar, passa a ser o meu treinador.
Como há dois anos sucedeu com Leonardo Jardim enquanto alguns ainda queriam manter Jesualdo Ferreira.
Como há um ano sucedeu com Marco Silva enquanto alguns ainda queriam manter Leonardo Jardim.


Os treinadores passam, o clube fica. Os presidentes passam, o clube fica. 
Há uma diferença: alguns técnicos e alguns dirigentes saem sem títulos, outros saem com títulos.


Marco Silva esteve apenas um ano no Sporting. Tinha dois títulos para ganhar. Ganhou um desses títulos.

Isso ocorreu apenas há quatro dias.

Merece toda a nossa gratidão por isso. Qualquer outra palavra neste momento, em sentido contrário, seria inadmissível.

Percursos; marco, jorge e josé

Começo pelo último, o último em tudo, Mourinho, José.

Começa a treinar com 37 anos de idade.

Começa a treinar num clube cujo presidente, da altura, se encontra, actualmente, preso, um tal Vale e Azevedo.

É despedido do primeiro clube onde trabalha sem um único título.

Vai trabalhar para a União de Leiria de João Bartolomeu, o mesmo clube que anos mais tarde se apresentaria no estádio da Luz para iniciar um jogo com, apenas, oito jogadores; o "nosso" José seria então contratado para o FC Porto de Pinto da Costa (notem o percurso; Vale e Azevedo, João Bartolomeu e Pinto da Costa) nos anos do "apito dourado" e a sua sorte começaria a mudar.

Para a análise que nos interessa, nos dois primeiros clubes que treinou, José Mourinho não conquistou nenhum título e não acabou as épocas em nenhum deles... é contratado para o Porto com 39 anos e, também, não ganha nada na primeira época, não conseguindo sequer o apuramento para a "Champions".

Como veremos, adiante, José Mourinho é o único destes três treinadores que nada venceu nos dois primeiros clubes por onde passou.

A seguir, Jesus, Jorge.

Começa a treinar com 35 anos, estávamos em 1989, Jesus ficaria no Amora até 1993 e seria campeão da 3ª divisão nacional, foi depois contratado pelo Felgueiras que se encontrava na 2.ª divisão B, clube que o treinador das nuances capilares levaria até à primeira liga.

Nos dois primeiros clubes que treinou, Jorge Jesus conquistou um título de campeão e levou um clube da 2ª divisão B à primeira liga.

Por fim, mas de longe, o mais importante: Silva, Marco.

Marco Silva.

Começa a treinar com 34 anos e é logo campeão, campeão da 2.ª divisão nacional e subida à primeira liga.

Um começo à campeão no Estoril-Praia e uma continuação à campeão, quinto lugar e quarto lugar nos dois campeonatos seguintes, o Estoril torna-se com Marco Silva um clube conhecido na Europa do futebol.

Contratado pelo Sporting Clube de Portugal, faz uma época brilhante que inicia com a conquista da Taça de Honra da AFL e termina no Jamor com a conquista da Taça de Portugal.

Títulos de expressão nacional, Mourinho não conseguiu até aos 40 anos, Jesus, também, não, mas Marco com, apenas, 37 anos já tem uma Taça de Portugal e toda uma carreira para consolidar; com 37 anos Mourinho tinha zero e um presidente chamado: João Vale e Azevedo (à atenção de alguns comentadores que continuam a achar um erro a não contratação do José).

Curiosamente a carreira dos três tem um ponto em comum, começaram todos com derrotas os primeiros jogos como treinadores, José perdeu com o Boavista, Jorge perdeu com o Penafiel e Marco perdeu com o Penafiel mas não mais perderia nessa época...

A História é feita de vencedores, também, de perdedores... Marco é, claramente, dos primeiros.

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