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És a nossa Fé!

Percebeu bem

O Conselho Leonino aprovou por unanimidade - repito: por unanimidade - o plano de reestruturação financeira do Sporting. E até Godinho Lopes apela aos sócios para que dêem luz verde a esse plano na assembleia-geral do próximo domingo. Porque, a seu ver, o clube precisa de união e estabilidade. Também ele já percebeu que o novo rumo que todos queremos para o Sporting é incompatível com um clima de instabilidade, só favorável aos nossos adversários históricos.

Percebeu bem.

 

Acautelar todo o excesso de euforia

Queriam a reestruturação financeira? Aí está ela. Queriam novos investidores na SAD? Acabam de ser anunciados. Queriam um treinador de prestígio? Leonardo Jardim vem com esse rótulo. Queriam uma assembleia-geral? Tem data marcada: será a 30 de Junho. Queriam reforços para a equipa? Ontem A Bola anunciava um (naturalmente ainda sujeito a confirmação). Queriam valorizar os nossos jovens? Eis Bruma, talvez o melhor de todos, a brilhar no palco do Mundial de Sub-20.

Bruno de Carvalho, em escassos três meses, está a cumprir o essencial das suas promessas. É já motivo que baste para continuar a merecer o apoio de sócios e adeptos. Mas não tenhamos ilusões: na avaliação final, quase tudo dependerá da prestação da equipa principal de futebol. É aí que se jogará o destino desta presidência. Como o de qualquer outra, aliás. Acautelar os excessos de euforia, baixando o patamar das expectativas, é fundamental nesta fase. Até para saborear melhor o que vier depois.

Futebol quase de férias! Tempo para (re)pensar

Entrámos finalmente no defeso futebolístico ou quase (falta a selecção?). Assim sendo nas próximas semanas os jornais, especialmente os desportivos, vão estar repletos de notícias sobre as eventuais entradas e saídas de jogadores, das principais equipas de futebol.

Todavia bem vistas as coisas o defeso já começou, com a polémica transferência de Moutinho do Porto para o Mónaco, por valores ainda a exigir confirmação. É certo que o Sporting, com um interesse paralelo mas real neste negócio, sente que nem tudo foi feito com a lisura e transparência devidas.

Este poderá ser um exemplo de como em futebol tudo é válido, desde que seja para menosprezar ou menorizar o adversário. Todavia Bruno de Carvalho, mesmo com pouco traquejo nestas coisas das negociatas futebolísticas, não deixou o assunto morrer e assumiu verbalmente o “mau” negócio de Pinto da Costa. Este, claro está, não gostou da observação e quer escapar a pagar o que é devido ao Sporting.

Inicia-se bem este defeso, que vai trazer muitas novidades, não só no que se refere a jogadores mas também a treinadores. E o primeiro, ao que se sabe, será Jorge Jesus, que não aguentou a série negra deste mês de Maio, com a derrota do Benfica em três frentes. Fala-se assim da sua ida para o FC Porto após saída de Vítor Pereira. Creio, no entanto, que essa opção já foi mais viável. Verdade seja dita, ninguém quer um treinador a tomar conta da sua equipa com um currículo onde se destaca um “triplete” de derrotas.

Agora é tempo de reavaliar equipas, enumerar desejos e vontades, optar e decidir. O mercado está fraco… As disponibilidades financeiras, exceptuando algumas honrosas excepções, rasam a linha vermelha, obrigando muitos clubes a olharem para dentro de si mesmos de forma a encontrarem novas e mais baratas soluções. E neste campo o Sporting tem, não só no seu historial como na actual realidade desportiva, um “ninho” donde sai todos os anos um número de atletas com (muita) qualidade.

Deste modo, é claramente necessário que o novo treinador do Sporting observe com “olhos de ver” as camadas mais jovens de jogadores que vão desabrochando na Academia de Alcochete. Leonardo Jardim, treinador por quem nutro alguma desconfiança, tem a hipótese única de fazer um bom trabalho com óbvios reflexos num futuro a médio prazo. Fazer melhor que este ano não será difícil, mas os adeptos esperam (e desejam) sempre mais.

Deste modo é necessário dar tempo ao tempo… e não exigir do treinador, logo nas primeiras jornadas, um futebol fantástico e resultados fabulosos. Há que ser paciente!

Eu sou!

 

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E agora, Sporting?

Um orçamento reduzido para investir. Uma dívida monstruosa para pagar. A ressaca de uma época vergonhosa. A certeza pela experiência de Godinho Lopes de que não há clubes eternos. Uma equipa fora das competições europeias. E agora, Sporting? Se for verdade que para a próxima época temos como objectivo construir uma equipa competitiva e bem orientada por um técnico jovem e competente; se for verdade que para a próxima época temos como objectivo jogar futebol de qualidade para encher Alvalade e reconciliar os adeptos com a equipa; se for verdade que para a próxima época vamos construir uma equipa com base nos jovens e no reforço circunstancial e cirúrgico para algumas posições; se for verdade que para a próxima época vamos cumprir um ano zero para chegar realisticamente à Champions e recomeçar em 2014/15; se for verdade que para a próxima época deixaremos de nos comportar com um fidalgo falido alimentado a croquetes; se for verdade que para a próxima época terão de sair alguns dos bons jogadores para equilibrar vencimentos e articular o plantel aos objectivos; se tudo isto for verdade: eu alinho. Não prometam. Não iludam. Não mintam. Digam qual é a luta. Digam qual é o caminho. Digam onde querem chegar. Nós também vamos.

Comparações

Convém que isto seja dito desde já: a próxima época do Sporting terá sempre de ser avaliada em comparação com a que agora acaba e não com nenhuma outra. Porque o ponto de partida é este mesmo: o sétimo lugar em que lamentavelmente ficámos.

Não vale a pena invocar em vão glórias passadas, recuar a toda a hora ao tempo dos 'violinos', do cantinho do Morais, das jogadas mágicas do Jordão, dos golos do Yazalde e do Jardel. Estamos onde estamos, temos o que temos, as coisas são o que são.

Queremos melhorar, a partir de agora. E vamos melhorar, tenho a certeza. Mas com os pés no chão. Sabendo que não há milagres. Como cantava o sportinguista Sérgio Godinho nos idos da revolução, "só quer a vida cheia quem teve a vida parada". Como quem diz: não gritem agora exigências que nem ousaram sussurrar no passado.

O futuro do Sporting

O actual presidente Bruno de Carvalho, pode ficar ligado indelevelmente ao futuro do Sporting pelos melhores ou piores motivos. Obviamente que essa ligação dependerá apenas dele e da sua forma de estar perante a “sociedade” leonina.

 

O Sporting necessita neste momento de dinheiro, muito dinheiro. Mas também de paz. O pior que pode acontecer a este clube é deixar-se minar internamente por tricas originadas em quem nada fez pelo Sporting a não ser aproveitar-se dele. E a primeira coisa que devia ser blindada é a informação para o exterior. Nada do que se passa intramuros deve ser transpirada para fora do Estádio.

 

É certo que os jornais, especialmente os desportivos, adoram “sangue”. Só assim conseguem, muitas vezes, sobreviver. Mas é tempo de essa sobrevivência não ser feita (só?) à custa do Sporting. Esta questão não é de todo despiciente para uma boa gestão. A informação apresentada pelos jornais deve emanar de alguém responsável e não vir a lume através de fontes consideradas anónimas e que só prejudicam o clube.

 

As contas (antigas e novas) é um outro assunto que deve ser “manuseado” com delicadeza. Primeiro mostrar o verdadeiro panorama dos passivos e das dívidas. Depois tentar gerir com parcimónia o que ainda há de forma a não esbanjar. E finalmente comunicar aos adeptos, sejam eles sócios ou não, todas as acções que pretendem realizar.

 

Futebolisticamente falando há que avaliar o que têm e perceber com aquela “massa” que “pão” podem fazer. E dizê-lo sem rodeios… Como diz o povo: “Mais vale um bom desengano, que andar toda a vida enganado”.

 

De uma outra forma estes dois últimos parágrafos já foram aflorados neste post. Mas nunca é demais frisar estas situações.

 

Tenho perfeita consciência que tudo o que atrás referi não é fácil! Mas também ninguém disse que o era…

 

Cabe por isso a Bruno de Carvalho mostrar do que é capaz. Rodear-se de gente que se preocupe mais com o clube do que as suas posições e finalmente dar aos sportinguistas um rasgo de esperança em dias melhores.

Agora que estamos a arrumar as coisas

Primeiro: ninguém perceberia um afastamento de Jesualdo Ferreira apenas para preservar os poderes pré-eleitorais de Inácio e de Vergílio.

 

Segundo: a construção da nova equipa já está em curso. A base anda mais ou menos por ali. Vamos complicar para quê?

 

Terceiro: tornar a equipa competitiva e regular para lutar durante todo o campeonato é um bom objectivo para início de conversa.

 

Quarto: as épocas fazem-se de títulos e a Taça de Portugal e a Taça Lucílio Baptista são objectivos muito dignos.

 

Quinto: Jesualdo Ferreira está a construir uma equipa e Bruno de Carvalho está a reconstruir um clube. É bom que se entendam.

 

Sexto: não tenho mais nada para escrever sobre o Sporting que não seja desejar boa sorte ao Chelsea.

 

Se, se e se...

Se Jesualdo não continuar como treinador do nosso clube; se o presidente não entender que a continuidade na construção do futuro do futebol do clube é muito importante para solidificar uma equipa basicamente vinda da formação; se se não adotar, de uma vez por todas, o binómio presidente-treinador, como base de um crescimento desportivo estável; se se não compreender que a continuidade do treinador é uma garantia para os jovens jogadores (e não apenas estes) lançados depois de Fevereiro e um firme sinal de confiança neles e no seu crescimento...

 

... então teremos o primeiro momento de fragilidade do novo presidente. E eu não desejo isso, como sócio.

Quando o gigante adormece

 

Há já algum tempo que ando a marinar um post sobre um assunto sobre o qual me parece oportuno reflectir: o paralelismo entre a situação actual do Sporting e a situação por que passou o Borussia Dortmund há uns anos. Sim, para quem não sabe, um dos clubes europeus mais atractivos, entusiasmantes e bem sucedidos do momento, viveu uma situação muito semelhante à do nosso clube há muito pouco tempo. Fruto de uma gestão incompetente, recheada de decisões de elevado risco que comprometeram o seu futuro, o clube alemão mergulhou numa profunda crise financeira e desportiva que o fez chegar perto da insolvência e da descida de divisão. Mas foi no momento em que a morte parecia inevitável que o Dortmund mudou de rumo e assumiu uma nova estratégia, alicerçada em pressupostos diferentes dos que o levaram à crise, e alcançou o sucesso.

 

Melhor do que terminar o texto que estava a preparar, será indicar-vos a leitura de dois outros textos a que cheguei através do forumscp.com, e da reflexão que o Alexandre Poço deixou aqui no 'És a Nossa Fé' há uns meses, que explicam o renascimento do Borussia Dortmund de forma simples mas elucidativa. Naturalmente que há diferenças substanciais entre o Sporting e o Dortmund, bem como entre o futebol português e o alemão. Mas há paralelismos evidentes entre ambas as situações que, creio, aconselham o Sporting a seguir uma receita semelhante.

 

A ler: 

 

El Borussia, un club para el pueblo
Por Cayetano Ros, no jornal El País

 

Afinal, a cor da esperança é… amarelo!
Por Gonçalo Nascimento Rodrigues, em Sporting - Geração de Campeões

 

Inquietações domingueiras
Por Alexandre Poço, no És a Nossa Fé


De volta

Durante a campanha eleitoral, auto-excluí-me de escrever neste blog. Fiz o mesmo na coluna semanal que mantinha no jornal do Sporting. Fi-lo, não porque me tivessem pedido, mas porque entendi que seria o mais correcto. No final de contas, durante estas semanas estive empenhado activamente nas eleições do nosso Clube e não me pareceu correcto escrever o que fosse durante este período que pudesse ser interpretado de forma diferente.

 

Mas li o que se escreveu por aqui. Houve coisas que gostei e outras nem por isso. Atribuo-as ao calor da campanha e aos ânimos exaltados de participantes de todas as candidaturas.

 

Terminada a campanha, eis-me pois de volta a esta casa. Sou um institucionalista e, como tal, a lista eleita pela maioria dos sócios do Sporting é agora também a minha lista. Bruno de Carvalho é o meu Presidente.

 

Digo isto com o conforto e à vontade de ter trabalhado activamente numa solução alternativa para o futuro do nosso Clube. O nosso novo Presidente terá um desafio enorme pela frente e cá estaremos, Sportinguistas, atentos ao que foi dito e prometido na campanha e o que a realidade dos factos irá forçar esta nova equipa a fazer.

 

Da minha parte, garanto lealdade institucional a esta nova Equipa. Mas isso não quer dizer que não deixarei, nos locais próprios e nos fóruns adequados, de apontar o dedo, positiva ou negativamente, quando tal se justificar.

 

As primeiras horas do novo Presidente mostram que a união de todos nós, Sportinguistas, será difícil. Os impropérios que foram ouvidos na sala de imprensa ao único candidato que não foi chamado para in loco ouvir as declarações do ainda Presidente da Mesa da Assembleia Geral poucos minutos depois de Eduardo Barroso proclamar os resultados oficiais mostram que o Presidente terá que, pelo menos, colocar um açaime nos seus mais acérrimos fãs sob pena da união tão proclamada ser esbatida nos primeiros tempos.

 

Acredito que Bruno de Carvalho saberá gerir com inteligência esta dualidade entre as vendettas daqueles que, nestes momentos, querem ser mais “papistas que o Papa” e o que o Presidente sabe o que é bom para o Sporting. Digo, aliás, que a maior prova disso mesmo será, por exemplo, manter Diogo Matos e Mário Patrício (candidatos na lista de José Couceiro e quadros do Sporting, para quem não saiba) nos respectivos cargos – se for, claro, essa a vontade dos próprios – e valorizar o seu contributo e experiência no nosso Clube.

 

Dito isto, quero aqui dizer que eu, pela minha parte, tomo a decisão de deixar de escrever no jornal do Sporting. Livro a futura Direcção deste problema, menor é um facto, e deixo-a livre para escolher outros colunistas para o nosso jornal. E ficarei nesta casa enquanto a pessoa que me convidou entender que sou uma mais-valia para este blog ou, pelo menos, um primus inter pares.

Like a Virgin

 

Nesta espécie de hora zero, resolvi comemorar a eleição do novo Presidente com este vídeo, onde um leão parece funcionar como leitmotiv. Aqui para nós, sportinguistas, o leão acaba por ser mesmo o melhor do vídeo, que acusa a marca dos seus quase trinta anos de idade, embora seja refrescante ver a Madonna apresentando uma certa ingenuidade, não obstante o ar atrevido e desafiante que sempre a caracterizou.

 

Mas a simbologia do vídeo não se fica pelo leão. A expressão like a virgin indicia um recomeço desempoeirado, apesar de eventuais agruras já vividas. O Pedro Correia apela à união, sem olhar para trás, mas o seu comentador homónimo (Pedro) vai mais longe: sem receio de olhar para trás e dos esqueletos no armário. Estou de acordo. A menos que se fique amnésico, ninguém pode verdadeiramente recomeçar do zero, ninguém regressa à virgindade perdida (e ainda bem). O passado, bom ou mau, conta. A diferença está na maneira como o vemos: um peso que acabará por nos esmagar, ou experiência de vida que nos enriquece?

 

Desejo a Bruno de Carvalho, o novo Presidente, e a todos os seus colaboradores, a maior sorte do mundo para a difícil tarefa que os espera. Eles são, mais do que nunca, a nossa Fé! Queremos recuperar a alegria! Queremos tornar a levantar-nos, sacudindo o pesadelo, como lhe chama o Pedro Correia! Queremos, um dia, olhar para trás e poder dizer:

 

I made it through the wilderness

Somehow I made it through


Sporting, sempre! Viva o Sporting!

A derradeira oportunidade!

Como já foi amplamente dissecado, em blogues, jornais, televisões, rádios ou em meras mesas de café, a crise do Sporting não é de agora. Remonta a algumas décadas atrás… Tal como o nosso país, o clube de Alvalade viveu muitos anos debaixo do proteccionismo bancário. A máxima de “gastar vamos” sem olhar às consequências acabou por arrastar o Sporting para uma posição que é, no mínimo, insustentável.

Toda esta situação foi fruto de sucessivas gestões ruinosas e que apenas tiveram o intuito de enganar os adeptos com vãs promessas de campeonatos e Ligas milionárias. Os campeonatos não apareceram e as ligas não foram suficientes…

Poderemos mesmo observar que o Sporting é a imagem de um país mergulhado numa crise profundíssima. Os candidatos para as próximas eleições perfilam-se, mas nenhum deles consegue apresentar um modelo de gestão séria e cuidada. Porque já se percebeu que sem dinheiro não há jogadores e sem atletas não há equipa. E não havendo equipa não aparecem os títulos e sem estes não há ligas dos campeões… etc., etc., etc. Um círculo demasiado vicioso sem ninguém com capacidade para quebrar este enguiço. Por muita boa vontade (e fé!) que tenha.

Muitos dos meus amigos, adeptos de outros clubes, perguntam-me como resolveria esta imensa crise. Bom… Não tenho conhecimentos profundos de Gestão para poder opinar com segurança, mas provavelmente não gastaria muito dinheiro com novos jogadores. Preferia manter os da casa, mesmo que fosse, durante uns anos, para lutar por um lugar mais modesto. Não me importava! Antes isso que fechar um dia as portas, definitivamente!

Peço por isso aos senhores candidatos, que se perfilam à presidência, que não mostrem jogadores e “loucuras” presas a demagogias baratas. Os sócios já não acreditam. Apresentem, isso sim, um conjunto de ideias válidas e bem estruturadas, numa tentativa de erguer o Sporting deste lamaçal para onde o atiraram faz muuuuuito tempo.

Esta parece-me ser a derradeira oportunidade para o Sporting. Acabaram-se as margens para erros.

 

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Uma reflexão...

Nos finais dos anos 90 alguns jornalistas da especialidade e diversos comentadores televisivos falaram sobre uma possibilidade: a “belenização” do Sporting!

José Roquete contrariou então essa ideia, fazendo o Sporting ganhar dois títulos em três anos. E aquele pensamento acabou, de alguma forma, por desaparecer.

Só que os últimos (maus) anos desportivos fizeram renascer o fundamento de que o Sporting passaria a ser, num futuro muito próximo, um clube de menor importância, a exemplo do Belenenses que na Liga Orangina tenta juntar-se uma vez mais aos grandes.

Diz o povo que uma mentira contada muitas vezes passa a ser verdade. E neste caso há claramente uma vontade de empurrarem o Sporting para um nível inferior deixando a discussão do campeonato de futebol entregue única e exclusivamente a duas equipas.

Cabe assim aos actuais dirigentes do Sporting inverter esta situação de uma reduzida luta a dois. É necessário ter calma, criar estruturas e ter obviamente paciência… muita paciência.

Todos os adeptos do Sporting estão conscientes que o futuro se apresenta muito sombrio. Com a actual crise o dinheiro mal chega para comer quanto mais para pagar um bilhete no futebol…

É necessário saber esperar e não pedir o impossível. Ser realista… Sempre nos pautámos por sermos gente de bem!

O Sporting é demasiado grande para ser colocado à margem das decisões desportivas. Mas para tanto é necessário estar no campo com esforço, dedicação e devoção para finalmente se alcançar a glória.

Só assim seremos outra vez campeões!

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