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És a nossa Fé!

Os cânticos

Compreendo as críticas a alguns adeptos do Sporting pelos cânticos entoados aquando da receção aos campeões europeus de futsal. Sou daqueles que sempre viram o Sporting como o clube exemplar, e justamente por isso acham que o Sporting deve dar o exemplo em tudo. Mas o dever dar o exemplo não implica que não vejamos as coisas como elas são. Incomparavelmente mais graves que os cânticos ouvidos na semana passada no Pavilhão João Rocha são cânticos evocando mortes e reproduções do som de "very-lights". Era isto que uma imprensa desportiva imparcial deveria fazer ver. Mas, pela atenção que dedicam a uns e não aos outros, não parece ser essa a opinião deles.

Foder os lampiões?

A rivalidade é estruturante dos clubes desportivos. Talvez não tanto dos clubes formativos, como o Ginásio Clube Português ou o Algés e Dafundo, ou dos antigos clubes-empresa, como os saudosos Riopele ou CUF (onde brilhou o nosso grande Manel Fernandes). Mas nos outros clubes as formas de congregação e mobilização são sempre fruto da mescla entre as capacidades de exercício demonstradas (as "vitórias") e as de afirmação face a "outros", tornados adversários preferenciais. Uns "outros" escolhidos por critérios geográficos - a aldeia ao lado, o vizinho (Varzim-Rio Ave), a recusa dos centralistas (Vizela vs Guimarães), o histórico oponente (Braga-Guimarães, o arcebispado vs o berço da nação), o lado de lá do rio (S.L. Olivais vs Alcochetense), bairros urbanos contíguos (Atlético-Oriental, mas aqui forço um pouco pois a rivalidade não era tão marcante) os pólos dominantes (Porto vs Lisboa), etc. - ou histórico-sociais (Benfica popular vs Sporting burguês ou Belenenses "classe média" e o Atlético operário, mesmo que essas fossem construções algo míticas mas que tinham o efeito de nelas se acreditar). Num país homogéneo como Portugal não surgem clubes "nacionais", representando "comunidades político-culturais", "étnico-religiosas" (como a ex-Liga Muçulmana de Moçambique, as origens do Tottenham ou o actual Barcelona).

Arengo para reforçar, as rivalidades são constitutivas dos clubes, principalmente dos que se centram em desportos colectivos. Não há qualquer mal nisso. O mal está no estado de boçalismo a que essas dinâmicas opositivas podem conduzir, de "incultura", de "incivilidade". Um boçalismo que é induzido pelas direcções dos clubes, pelas autoridades político-administrativas que a estes tutelam, pois uma massa adepta boçal e energúmena é mais dócil face aos poderes, mais rastejante face à qualquer cenoura que se lhe acene. E que na actualidade também o é pela imprensa, por razões parcialmente mercantis (ânimos exaltados aumentam os lucros) mas também pelo baixo nível da mescla de jornalistas e comentadores que a habita, eles-próprios frutos desta ... educação.

O Sporting é um enorme clube europeu, eclético como quase nenhum, com um precioso rol de títulos continentais, e de atletas com títulos mundiais e olímpicos. Um rol que continua a enriquecer-se, e de que forma, nesta era de tão diferente economia desportiva. Ganha agora mais um título europeu. E os adeptos, em euforia, juntam-se para celebrar e são conduzidos pelo clube (pela organização do evento) a cantar "De  manhã começa o dia a foder os lampiões ...". É um sinal de pequenez atroz, de nanismo clubístico, e também, e acima de tudo, de um culto da imundície. Mas é também a violação dos estatutos do clube (que explicitam a expulsão de quem ofenda a moral pública) e do seu enquadramento institucional - o clube é uma instituição de utilidade pública, com benefícios por isso, devido a ser considerado uma associação de intuitos formativos, educacionais. No javardismo actual, do vale tudo para ganhar, isso está esquecido, até pelo Estado - mais interessado em cobrar impostos e sacar votos.

E num clube que há um ano passou a maior crise da sua história devido às liberdades dadas à sua ralé interna é inacreditável que nada se tenha aprendido, que se continue a acarinhar este tipo de mentalidade, a acoitar (e até a contratar, como "animador" de actividades, como "excitador" das massas) gente desta.  A visão de uma mole de adeptos sportinguistas a comemorar uma grande vitória europeia gritando "a foder os lampiões" é a maior derrota que já vivi no clube. Jogadores campeões no palco, com os filhos no braços, a ulular "de manhã começa o dia a foder os lampiões" é tétrico, vergonhoso, patético.

Mas o pior de tudo é o silêncio da direcção. Que nem de uma forma suave, pedagógica, mesmo que humorística tipo num "não havia necessidade" a la Herman José, surge a afastar-se deste tipo de mentalidade, de expressão, a convidar, até a convocar, os sportinguistas a outro tipo de mentalidade, de visão do mundo. E não o faz porque a direcção ... é isto. É constituída por gente educada, doutores, alguns com apelidos compósitos até conhecidos, e vestem os fatos daquele azul-mais-que-Carris típicos da elite administrativa portuguesa. Por isso tudo, por essa "elevação" social, dirão ao levantar-se "de manhã começa o dia ... a fornicar os lampiões".

Estamos fodidos. Não exactamente os sportinguistas. Não os tais lampiões. Mas a gente. Que sofre este país.

Órfãos, viúvas e agora pândegos...

Alguns ressabiados com o bom momento que o Sporting atravessa colocaram ontem a circular nas redes sociais mais delírios conspirativos, desta vez a teoria que a direcção do Sporting evitou a saída pelo aeroporto da Portela, preferindo o Figo Maduro para fugir aos sócios. Estas patéticas almas nem se dão conta do ridículo a que se expõem, uma vez que a comitiva foi à praça do município para ser recebida oficialmente na C.M.L. e depois o pavilhão João Rocha foi aberto aos sócios que quiseram receber os jogadores, o que deita por terra qualquer tese destes saudosos do defunto aspirante a Napoleão do Sporting Clube de Portugal, que em boa hora os sócios resolveram destituir. 

Oa acólitos da seita da igreja universal do reino do Bruno tiveram muito espaço e tempo para mostrar cartazes, mas cada vez menos sportinguistas lhes passam cartão, porque a agenda está gasta e não será pelo cansaço que nos vencem. Por duas vezes a esmagadora maioria dos sócios se pronunciou e muito provavelmente não haverá duas sem três. No passado sábado o estádio voltou a encher, ontem assistimos a um banho de multidão na recepção à equipa de futsal, estamos no bom caminho.

Metam uma coisa na cabeça, se querem continuar ou não a ser sócios e apoiar o clube, ou preferem continuar a carpir mágoas pelos cantos, é convosco, mas fiquem com a certeza que os sócios não querem regressar a um triste passado que nos envergonhou e enxovalhou, por isso podem ter a certeza, o nosso presidente chama-se Frederico Varandas e no dia em que deixar de o ser, alguém lhe sucederá no cargo, mas não será o vosso líder espiritual, porque tal profeta só traz desgraça, o clube pertence aos sócios e a esmagadora maioria quer ver tal figurão bem longe...

No reino do Belzebu

belzebu.jpg

 

Há muito que a Igreja Universal do Reino do Bruno nos tinha avisado, o Belzebu entrou no clube para fazer dele um nojo de mansos e croquetes, e vendê-lo ao pataco aos demónios ricos deste mundo, os J.Mendes, Sobrinhos e que tais, destruindo a herança do melhor presidente de todos os tempos, rei do Facebook e guerreiro sem medo (se não vai, é porque não pode).

Mas enquanto isso não acontece vamos pelo menos festejando um título europeu e apreciando uma festa na Câmara Municipal de Lisboa com toda a gente a festejar, no palácio e na praça, e sem um treinador triste, marginalizado e à beira do despedimento.

Sendo assim, siga o Belzebu. 

 

PS: Com um grande agradecimento aos dois treinadores referidos, Nuno Dias e Marco Silva.

 

SL

Assim não vale!

Quer dizer... um homem parte para longe da cidade, com acesso restrito à informação, para fazer uma caminhada abençoada por uma fé religiosa, para de súbito, quando chega a casa, perceber que a equipa de Futsal do Sporting foi só campeã europeia... Coisa de somenos, dirão alguns!

Isto assim não vale... É que não vi um minuto do jogo, nem um golo, nem sequer o recebimento da taça.

Mais a sério digo: Parabéns, equipa! Parabéns, SPORTING!

A importância da estabilidade

Lembram-se dos nomes que chamaram há dois anos a Nuno Dias?

Eu lembro-me. Não esqueço.

 

Parabéns a ele, que resistiu a tudo - incluindo ao "fogo amigo", que ficou bem evidente após a final perdida em 2017.

Parabéns a Miguel Albuquerque, peça indispensável das modalidades leoninas, sempre com vocação vencedora.

E, claro, parabéns aos jogadores. Destaco o capitão João Matos, o campeão com mais títulos no futsal português. E o grande guarda-redes Guitta, que fez a diferença na final de ontem com uma exibição inesquecível: foi, de longe, a melhor contratação leonina desta época. Com reflexos óbvios na conquista do nosso primeiro troféu europeu numa modalidade que apaixona cada vez mais adeptos.

 

Lembro que Nuno Dias trabalha desde 2012 no Sporting. Isto apenas confirma que não basta a competência: é também fundamental haver estabilidade.

O caminho faz-se caminhando. Nada se consegue com fogachos de curto prazo.

Todos ao Jamor

Mais uma vitória do Sporting, que foi apenas por 2-0 porque entre bolas nos ferros, bolas a rondar os ferros e boas defesas do GR se perderam mais meia dúzia de golos. Para aí uns 6-1 estariam bem para o que foi o jogo.

Mais uma boa exibição colectiva, futebol simples, prático e eficaz, a defender e a atacar, com vários jogadores a fazer coisas nunca vistas em Alvalade, Renan a colocar bola com precisão à distância, Doumbia a fazer de grande trinco, LP9 a desviar magistralmente de cabeça, Raphinha a dar cabo daquilo tudo. Mesmo o "pé-frio" Diaby teve o mérito de estar no sítio certo para falhar da melhor forma.

Mais 3 pontos de vantagem para o Braga, consolidando o 3º lugar.

Esta equipa do Sporting começa a demonstrar o tal ADN de campeão que o Futsal, o Andebol e outras modalidades já conseguiram atingir, grandíssima vitória a do Futsal só possível pela aposta continuada na modalidade, reforço criterioso do plantel e estabilidade da estrutura técnica, será isso que Frederico Varandas terá de fazer também no futebol, mantendo a estrutura técnica, os principais jogadores e ir buscar mais alguns que façam também a diferença, obviamente não esquecendo o estado problemático das finanças da SAD e as naturais ambições dum ou doutro craque.

Segue-se o Belenenses no Jamor, vamos lá todos apoiar a equipa na sua caminhada para a entrada directa na Liga Europa e para o regresso vitorioso àquele palco na final da Taça.

Para fazer esquecer de vez a vergonha que foi aquele dia em que uma equipa assaltada e fragilizada teve que levar não apenas com o adversário, mas também com a sombra negra dum alucinado a intrigalhar de véspera desde o sofá e com o comportamento miserável das claques, acabando insultada por alguma escumalha oriunda dessa área nas escadarias do estádio.

Sendo assim,

Todos ao Jamor. Em dose dupla.

SL

Campeões europeus de futsal

Tinha de ser. E foi desta. Somos, pela primeira vez, campeões europeus de futsal. Vencemos o Kairat Almaty por 2-1, em casa da equipa adversária, no Cazaquistão. Com golos de Cavinato e Merlim. 

Foi arrepiante ouvir, há minutos, "O mundo sabe que" entoado a plenos pulmões no Arena Almaty pelos novos campeões do continente. Com a sensação, sempre renovada, de que somos tão grandes como os maiores da Europa.

Tão grande como os maiores da Europa

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Ao contrário do que algumas aves agoirentas que pululam à volta do clube apregoavam, o Sporting C.P. não desinvestiu nem diminuiu a aposta nas modalidades. Não conseguimos é ganhar sempre, porque jogamos contra adversários que também têm valor, investem e são competitivos. Aliás, só assim as vitórias têm valor. Hoje foi o futsal, orgulho enorme nos atletas, treinadores e dirigentes que uma vez mais ergueram bem alto o nome do clube, Sporting Clube de Portugal, tão grande como os maiores da Europa.

Mais um!

O Pedro já o referiu na contabilização dos títulos arrecadados pelo Sporting, mas nunca é demais salientar que vencemos a Taça de Portugal de futsal, mais uma, em jogo contra o nosso eterno rival, no desempate por grandes penalidades, naquilo que Nuno Dias designou como um hino ao futsal.

Falta-nos um título europeu nesta modalidade, que nos tem fugido, mas é próprio do Sportinguista ter fé em quem nos representa em campo, seja em que modalidade for, portanto não há-de tardar muito.

2018 em balanço (2)

treinador-da-equipa-de-futsal-do-Sporting-Nuno-Dia

 

 

TREINADOR DO ANO: NUNO DIAS

Quando se fala em modalidades, no rumo vitorioso do Sporting, a primeira que vem à mente dos adeptos é o futsal, onde temos reforçado a nossa hegemonia, bem expressa nos números desta década. Sete dos mais recentes campeonatos foram conquistados pelos jogadores de Leão ao peito. E em cinco dessas proezas quem estava ao leme era o treinador Nuno Dias. Que em Junho nos conduziu ao tricampeonato, após vitória quase épica sobre o rival Benfica.

Foi o triunfo do brio, da persistência, do talento, da teimosia. Adjectivos que podem colar-se sem favor a este técnico que tão bem tem conduzido o futsal leonino. Nuno Dias, que amanhã festeja 48 anos, encontra-se em Alvalade desde a época 2012/2013 e tem feito jus à contratação: com ele, reforçámo-nos como potência nacional da modalidade. Os números falam por si: já soma 14 títulos - três Taças de Portugal, quatro Supertaças e duas Taças da Liga, além dos cinco campeonatos.

Não admira que o Sporting esteja nomeado para melhor clube mundial e o técnico integre a elite planetária: está entre os dez escolhidos para melhor treinador à escala global. De olhos sempre postos no futuro: como bem diz, «é preciso apostar nos miúdos da formação», atributo indissociável da matriz leonina. Miúdos como Zicky ou Bernardo Paçó, em quem vem apostando nesta época 2018/2019.

Os jogadores gostam de trabalhar com ele, sabendo como potencia as suas qualidades. Assim não admira que Cavinato, João Matos, Merlim, Pedro Cary, Guitta, Alex, Gonçalo Portugal, Dieguinho, André Sousa, Pany, Leo e Cardinal sejam ídolos dos adeptos, que vibram com as actuações da nossa equipa, sobretudo na indescritível atmosfera do Pavilhão João Rocha.

Campeões que nunca se satisfazem com os títulos já alcançados: ambicionam sempre mais. Essa é a principal lição transmitida pelo técnico, que tão bem incorpora o lema do Sporting Clube de Portugal - Esforço, Devoção, Dedicação e Glória.

 

 

Treinador do ano em 2012: Domingos Paciência

Treinador do ano em 2013: Leonardo Jardim

Treinador do ano em 2014: Marco Silva

Treinador do ano em 2015: Jorge Jesus

Treinador  do ano em 2016: Fernando Santos

Treinador do ano em 2017: Jorge Jesus

Hoje giro eu - Sporting na Final Four (Futsal)

Um empate frente ao Benfica (1-1) foi suficiente para garantir à equipa leonina a presença na Final Four da Champions de Futsal. Cardinal, de livre directo, marcou o golo do Sporting. Numa partida muito sofrida - a bola "beijou" a nossa barra a apenas 17 segundos do fim -, de destacar o apoio incansável dos nossos adeptos presentes no Pavilhão João Rocha. Com efeito, comparecendo em número superior a 2700, catapultaram os nossos jogadores para mais este sucesso. O grande ausente foi o "mago" Merlim, castigado por acumulação de amarelos nos dois primeiros jogos (vitórias por 4-0 e 6-0 frente a russos e croatas, respectivamente). Parabéns a Nuno Dias pela terceira qualificação consecutiva para a fase derradeira desta competição, onde nos juntaremos a Inter Movistar, Barcelona e Kairat Almaty. Será desta? Há um ditado português que diz que "à terceira é de vez"...

nuno dias.jpg

 

Nem o vento cala a desgraça

Em semana de desgraça até o futsal consegue desbaratar a parca vantagem de 2-0 e permitir o empate com o Quinta dos Lombos nos últimos minutos de jogo no Pavilhão João Rocha. Fica entregue a liderança ao Benfica e resta esperar que este fim-de-semana traga o fim do feitiço. Há muito para ganhar nas mais diversas modalidades.

O primeiro troféu

Primeiro troféu da nova temporada: acabamos de conquistar a Supertaça em futsal, derrotando por 11-0 o modesto Fabril do Barreiro, que se qualificou enquanto finalista vencido da Taça de Portugal - também nossa, com triunfo por 6-2, em partida realizada há quatro meses em Gondomar.

Estão de parabéns os comandados pelo técnico Nuno Dias: Pedro Cary, João Matos, Cavinato, Léo, Merlin, Dieguinho, Pany Varela, Erick Mendonça, Gonçalo Portugal, Edgar Varela. Com a maior goleada de sempre numa supertaça da modalidade, em 21 edições já disputadas - oito com vitoria leonina. Ganhar é o nosso lema.

O Karma é lixado

Contra as expectativas dos mais pessimistas (eu confesso que estava algo receoso) e de alguns personagens pouco recomendáveis, tipo Meirim, os nossos rapazes do Futsal ganharam o quarto jogo da final, em casa do adversário, Benfica, na decisão por penaltis. O quinto e decisivo jogo vai ter lugar no João Rocha, no próximo Sábado. Vamos a eles, leões!

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