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És a nossa Fé!

Isto não me sai da cabeça

Elias, o tal que está "triste" e quer ganhar títulos, falhou um golo de baliza aberta frente ao Benfica quando já ganhávamos por 1-0. Ele que era titular do escrete e custou 8,85 milhões de euros. O jogador mais caro da história do Sporting. É uma imagem que, por mais que tente, não me sai da cabeça. Porquê?

2012 em balanço (5)

 

DECEPÇÃO DO ANO: ELIAS

Foi a contratação mais cara de sempre feita pelo nosso clube: chegou a Alvalade em Agosto de 2011, com um contrato por cinco épocas, a troco de 8,85 milhões de euros. Mas, em boa verdade, nunca justificou tal contratação. Este ano isso ficou mais evidente que nunca.

No nosso pior arranque de sempre no campeonato, Elias foi uma das figuras mais emblemáticas do descalabro leonino. Não acertando as marcações, falhando passes, rematando para trás, soltando a bola como se esta lhe queimasse os pés, o ex-médio do Atlético de Madrid mostrou-se irreconhecível em Alvalade. Nos 13 primeiros jogos desta temporada, actuou 90 minutos em apenas dois deles. Marcou só um golo - contra o Horsens, na pré-eliminatória da Liga Europa. E por aí se ficou, sem revelar nenhum dos pergaminhos exaltados nas manchetes dos jornais desportivos por alturas da sua chegada a Portugal.

Como se não bastassem as suas desoladoras prestações em campo, apesar de ganhar cerca de 150 mil euros mensais, à beira do fim do ano lembrou-se de confessar à imprensa brasileira que se sentia "infeliz no Sporting" alegando que sonha disputar títulos. Sonhar é fácil - mais difícil é mostrar talento à medida dos sonhos. A alternativa ao inopinado desabafo, naturalmente, é apontar-lhe a porta de saída do clube, como aliás já lhe havia sucedido ao nível da selecção: o brasileiro, de 27 anos, deixou também de alinhar pelo escrete canarinho. Parece que ninguém notou ainda a sua falta.

Eis a prova viva de que o dinheiro não traz felicidade: por mais grana que ganhasse cá, Elias continuaria a jogar em estado depressivo. E o pior é que nós também nos sentíamos deprimidos ao vê-lo jogar tão mal.

Sobra empenho...

Não é minha intenção, com a publicação deste vídeo, desvalorizar activos do clube mas o que dizer quando são ele(s) mesmo(s) que se autodesvalorizam pela atitude que têm em campo? O Elias, o nosso jogador mais caro no plantel, e para mim, ficava mesmo em Alcochete em estágio intensivo até dia 2 de Janeiro de 2013 data em que, espero, nos possa render alguns euros a marchar para as bandas dos Urais onde, seguramente, o intenso frio o fará correr um pouco mais...

Quatro nulidades vistas à lupa

Execerto de análise do Nacional-Sporting, na certeira avaliação do Record, assinada pelo jornalista António Adão Farias:

 

ELIAS: nota 1

"Agora já nem para o lado. Só joga para trás e... mal. Deixou nascer o golo do Nacional com uma perda de bola infantil no meio campo. Aos 44' não se fez ao lance e abriu caminho a Randón para o que seria o segundo do jogo. Dois lances suficientes para lembrar que na bancada estava um miúdo cheio de talento e 8,85 milhões de euros mais barato..."

 

PRANJIC: nota 1

"Não mostrou criatividade para ser o 10 que o esquema exige, nem tão-pouco qualidade para ser extremo, como tentou ser, no pouco que jogou do segundo tempo. Por isso saiu sem deixar rasto, com dois remates disparatados pelo meio (32' e 76')."

 

LABYAD: nota 1

"Começou à direita e passou para a esquerda. Por ali continuou até passar para a posição 10, no início da segunda parte. Saiu aos 56', precisamente o número de minutos que esteve a mais em campo."

 

JEFFREN: nota 1

"Podia ter sido um regresso em grande, mas esbanjou um golo feito."

Mais umas gotas de veneno

Seria preciso estar lá com eles, passar a semana com eles, perceber os ódios, as invejas, o enormíssimo mal estar que existe entre eles, para se considerar enfim apto a dizer algo mais do que um punhado de vulgaridades inconsequentes acerca da equipa do Sporting e de como ela deveria jogar.

Por isso resta apenas algumas notas do que se viu:

1 - A infinita tristeza de Wolfswinkel ao falhar o penalti. Aquilo não é normal, é a crise mental. Tanto mais pungente quando vem de um jogador que parece, a despeito do penalti falhado, recomeçar a jogar alguma coisinha mais.

2 - A raiva de Cedric ao marcar o golo, em vez da habitual alegria. É preciso estar muito mal disposto com a vida e com o mundo para dizer aquilo que se percebeu no movimento dos lábios.

3 - A total falta de ânimo que leva os jogadores a não meterem o pé quando é preciso. 7 faltas fez o Sporting neste jogo – impossível defender assim.

4 - Pranjic, supostamente é defesa esquerdo ou interior esquerdo, não é? O pobre homem é um Sísifo e nunca é colocado onde pertence. Depois diz-se que não joga nada…

5 - A absoluta indignidade que é a braçadeira de capitão do Sporting no braço de Elias. Nunca o Sporting teve um capitão tão ordinário, preguiçoso, petulante, destituído de vontade, inerte, sabotador, estúpido, como este biltre do Elias – que desonra...

No meio deve estar a virtude do João Mário

Entre os 25 jogadores que apanharam o avião para a Madeira destaca-se aquele que poderá ser a maior surpresa. Chama-se João Mário Eduardo, conhece bem a responsabilidade inerente a habitar no meio-campo e a sua convocatória é um tão forte desfalque na Equipa B que só se compreende caso Vercauteren tenha a menor intenção de lhe conceder uma oportunidade, nomeadamente no jogo contra o Nacional, no qual também Rinaudo se encontra impedido de participar, juntando-se aos lesionados Schaars, Izmailov e André Martins. O nosso treinador tem confiado o meio-campo à inoperância de Elias e Pranjic, tão desinspirados a construir jogadas quanto a pressionar o adversário, com os efeitos que estão à vista de todos. Nada perderia em dar uma oportunidade a João Mário na Choupana, sendo o maior risco um permanente desfalque no plantel orientado por Dominguez. Tal como nada se perderia em fazer regressar Wilson Eduardo, irmão mais velho do médio, para fazer séria concorrência a Wolfswinkel, mas também a Carrillo e Diego Capel.

Boas notícias

«Xandão, Gelson e Elias na porta da saída»

 

Uma boa notícia por três motivos: abre-se a porta de saída a jogadores que sempre se mostraram pouco mais do que medíocres, cria-se espaço para jogadores mais novos como Dier, Adrien ou André Martins e ainda se poupam uns trocos bem grandes. Mas perante a insistência de Vercauteren em dar a titularidade a Elias e as oportunidades concedidas a Xandão e a Gelson, das duas, uma: ou a notícia é falsa (o que é uma pena) ou o treinador anda pouco preocupado em preparar o futuro (o que é uma pena).

Síndrome de quase...

... este ano já nos aconteceu tudo. Competições fora, treinadores fora, directores fora, até jogadores fora. 

Depois do pior cenário montado, uma vitória em Braga volta a alimentar esperanças. Nós, sportinguistas somos assim. Sonhadores. E depois, até com ajuda do Porto, com um Braga tão ao alcance... não vamos além de um empate com o ÚLTIMO CLASSIFICADO! 

E a que mau jogo assistimos. Esta coisa de valorizar se calhar para vender é de facto... estranha. Aquele Pranjic e o Elias metem dó. E que falta de sorte a nossa, o Xandão ter metido o golo. Depois do calcanhar, lá vai respirar por uma cabeçada, quando tem altura para isso. 

Já foi dito e redito e volto a pisar a ideia: Rinaudo no banco é um crime. E André Martins? Sem ritmo? É que foi a nossa agradável surpresa do ano passado, e este ano puff. 

 

Está muito complicado o futuro no reino do Leão. 

O pior de sempre

Creio que nunca pensei isto de um jogador do Sporting muito menos o disse: O Elias é um bandalho e no modo como se comporta em campo dá indícios de dolo. Nele, a camisola fica emporcalhada.

Quanto ao resto, até de olhos fechados aflige ver este Sporting jogar.

Péssima gestão desportiva

Falemos de temas concretos para ilustrar a péssima gestão desportiva do Sporting. Falemos de Elias, por exemplo. Foi a contratação mais cara de sempre feita pelo nosso clube: custou 8,8 milhões de euros aos cofres já depauperados de Alvalade.

Que retorno estamos a colher deste avultado investimento no nosso pior arranque de sempre no campeonato? Ficou ontem à vista de todos, no estádio: Elias nem sequer se equipou contra a Académica, ficando fora da lista dos convocados. Excepção à regra? Longe disso: nos 13 jogos desta temporada, o dispendioso médio brasileiro actuou 90 minutos em apenas dois deles. Entrou como titular em seis outros jogos nos quais acabou substituído. Foi suplente não utilizado em duas partidas e nem chegou a ser convocado nos três restantes. Marcou um golo - contra o Horsens, na pré-eliminatória da Liga Europa. 

Custou tanto para apenas render isto. Ou não render, para falar claro.

Só mais 3

Jogo a jogo Sá Pinto cada vez melhor, em cada um tomando sempre a decisão certa.

Ontem foram duas. Queixas-te de um dói-dói na unha do mindinho? Salta cá para fora, há mais quem queira. Elias a esconder-se atrás dos médios deles, sempre a acenar aos outros passa a ele e não a mim? Quero lá saber quanto custaste, salta cá para fora, há mais quem queira. E com o puto pézinhos de mel, uma arte e uma visão de bola de estarrecer, André Martins (fica, fica!) lá vai mostrando a estrela dentro dele – um Pilro à portuguesa.

Este não é o Sá Pinto de que me lembro, voluntarioso pois sim, mas precipitado e errado na hora das opções. Este é um homem ponderado, decidido e entendido.

 

PS – Finalmente Polga marca um golo em Alvalade, fazendo esquecer aquela noite de geada nas estepes ucranianas, já lá vão uns anitos.

Matías a titular

Matías Fernández marcou um grande golo em Manchester, diante do City, que pode muito bem ter sido decisivo para matar a eliminatória. Matías Fernández tem jogado bem nos jogos em que alinha a titular, tal como naqueles em que entra a substituir algum companheiro de equipa. Está num excelente momento de forma. Marca golos, faz assistências, não desiste. Para além disto, irrita-me um pouco a condição de titularíssimo de Elias sempre que os jogos são para o campeonato. O brasileiro é um óptimo jogador, faz passes monumentais, já mostrou que sabe jogar também mais atrás, mas parece que falha nos momentos-chave. Acho que lhe faria bem passar pelo banco de suplentes. Pode ser que arrebite e siga as pisadas daqueles que estão a explodir ao comando de Sá Pinto.

Após o desafio contra os móveis

Primeiro as más noticias:

  1. Ainda um dia me dá um treco mau por causa do Elias. Mas será assim tão desprezível correr quatro, três, passinhos com a bola? Tem mesmo que fazer à Manolete, despachando-a logo à primeira, sem mover os pés e de preferência para trás? Este homem é um glaciar: congela o jogo à sua passagem.
  2. O árbitro, como de costume. Não que tenha estragado a coisa, mas a única cotovelada por detrás que não deu falta foi a recebida pelo Ricky na área. Depois marcou um penalty a nosso favor de um rigor espartano, por fim achou que o Ricky estava a fazer fita quando levou uma patada que lhe fez correr sangue pelo nariz. Tudo contrário ao bom senso, portanto – parece que é condição.

Agora as boas noticias:

  1. 3 pontos.
  2. Os defesas centrais continuam a marcar golos.
  3. Sá Pinto atinadíssimo na flash interview. Acho que nem pronunciou a palavra mágica do futebolês: “balneário”; como se o futebol fosse uma questão de banhos.

Embirrações

 

É cá uma mania minha, mas todos os anos elejo um jogador com quem hei de embirrar sumamente. Isto vem desde o tempo em que Lourenço, muito manhoso, passou um ano a queimar Yazalde passando-lhe bolas impossíveis e correndo em passinhos de donzela, a fingir que querer queria, mas não chegava lá. Assim de cabeça, sucederam-lhe: Bastos, Barão (“lá vai Barão!” gritava-se na bancada cada vez que entrava às canelas dum pobre adversário), Freire, Paulinho Cascavel, Bozinovski, Juskowiak (o “juskofiasco”), Amunike, Paulo Alves, Hadji, Saber, Tello, César Prates, Polga (durante o consulado de Paulo Bento não tinha suplente, era um descanso) e Pereirinha (vou-não-vou-não-vou…)

Nos dois últimos anos a minha irritação teve a vida facilitada; pude embirrar com meia equipa à vontade.

Preparava-me eu este ano para aliviar as teimas, quando comecei a reparar melhor em Elias. Repararam nele no jogo contra os cónegos de Moreira? Que bem se escondia atrás dos defesas, que inteligência em furtar-se da bola, que ardilosa 2ª parte em que deve ter tocado na pelota não mais do que 3 vezes. O moço foi requisitado como patrão do meio campo mas decerto por efeito da crise, entregou a empresa à autogestão. Está prometido, embora eu não seja fadista, pelo que não percebo nada de futebol, se em Olhão Elias jogar porta sim porta não, vai ficar tomado de ponta até ao fim da época.

E Bojinov? Ora, é tradição do Sporting ter sempre um cretino na equipa para desviar as atenções, ou já não se lembram daquele rapaz montenegrino de mioleira mais dura que diamante, que de vez em quando acudia ao nome de Vukcevic?

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