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És a nossa Fé!

Ainda nenhuma demissão II

«Neste momento tenho o sentimento de alguém que se sente vexado pela imagem que se propaga em Portugal e no Mundo. As reações que obtive de fora foram essas.», Marcelo Rebelo de Sousa, Presidente da República.

 

«Este não foi um caso de polícia. Foi um caso gravíssimo que coloca em causa o desporto português, o Sporting Clube de Portugal e o país.», Ferro Rodrigues, Presidente da Assembleia da República.

 

Do que esperam Bruno de Carvalho, Carlos Vieira, António Rebelo, Rui Caeiro, Bruno Mascarenhas, José Quintela, Alexandre Godinho, Luís Roque, Luís Gestas e Luís Loureiro? 

Gestão de danos

Estou muito preocupado com a real possibilidade dos nossos melhores craques não continuarem a vestir a nossa camisola.

Percebo a ideia do Artista do Dia, mas não me parece que ganhemos alguma coisa (tempo, estabilidade) com a marcação da reunião dos órgãos sociais apenas para a próxima segunda-feira.

A situação directiva no Sporting degradou-se de tal modo que a única saída airosa é a convocação de eleições antecipadas. Todos já entenderam isso, com excepção dos agarrados ao lugar. Se está escrito nas estrelas, para quê, então, deixar passar mais alguns dias?

É que se hoje mesmo fosse garantida essa situação, sempre seria um argumento (limitativo, bem sei) para apresentar aos jogadores de que tudo mudará, radicalmente, no clube, e assim apelar para que não se precipitem já a sair.

Deixando as decisões para segunda-feira, receio bem que no momento em que Jaime Marta Soares anunciar (assim espero) a marcação de eleições antecipadas, já esteja em marcha, irreversivelmente, a saída de vários dos mais emblemáticos jogadores do Sporting dos últimos anos.

Ainda nenhuma demissão

Há que chamar as coisas pelos seus nomes.

Neste caso, há que recordar quem integra o Conselho Directivo leonino.

Presidente: Bruno de Carvalho.

Vice-presidentes: Carlos Vieira e António Rebelo.

Vogais: Rui Caeiro, Bruno Mascarenhas, José Quintela, Alexandre Godinho, Luís Roque, Luís Gestas e Luís Loureiro.

 

Até ao momento, não há notícia de que nenhum destes senhores se tenha demitido assumindo a respectiva quota-parte de responsabilidade pela chocante insegurança nas instalações da Academia de Alcochete, onde dezenas de energúmenos de focinho tapado agrediram jogadores, os técnicos Jorge Jesus, Mário Monteiro e Nelson Pereira, e ainda o ex-capitão Manuel Fernandes, velha glória do clube, à hora em que o plantel se preparava para iniciar o treino, cinco dias antes da realização da final da Taça de Portugal.

 

É fundamental assinalar aqui estes nomes, lembrando aquele que foi um dos dias mais negros da história secular do nosso clube.

No instante em que escrevo estas linhas, nenhum renunciou, em nome dos mais elementares princípios da ética da responsabiidade, inerente a todos quantos desempenham posições de liderança.

É um pouco chato, como diria o ainda presidente do Conselho Directivo.

E os outros?

Como estou farto da apologia do "eu" que o, ainda, presidente do Sporting passa a vida a apregoar, pergunto:

 

E onde estão os restantes administradores e membros do conselho directivo da SAD e do Clube?

Porque é que ainda não se demitiram deixando este psicopata sozinho?

O que é que os agarra ao poder?

 

Tristes pessoas...

Logo tinham que vir parar ao Sporting...

O Sporting sem Bruno de Carvalho, já!

Os acontecimentos de hoje em Alcochete são o detonador que faltava para colocar definitivamente Bruno de Carvalho fora da liderança do Sporting Clube de Portugal. O ainda presidente do SCP tem duas opções: ou se demite ou é demitido.

 

Nós, verdadeiros Sportinguistas, exigimos a convocação imediata de uma Assembleia Geral extraordinária do clube. Jaime Marta Soares não tem outra solução, as eleições antecipadas são agora, não são daqui a alguns meses. Substituir Bruno de Carvalho passou a ser um imperativo moral e cívico. 

Bruno de Carvalho não tem emenda

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O ainda presidente do Sporting Clube de Portugal tem entre hoje e amanhã uma oportunidade única para demonstrar que é mesmo Sportinguista ou irá irremediavelmente ficar para a história do clube como o dirigente que mais danos reputacionais lhe causou.

Bruno de Carvalho pode ter todos os estados de alma que quiser e assumir publicamente as posições que muito bem entender, desde que nada disso afecte o SCP e desde que a sua posição institucional não seja nunca confundida com a sua posição pessoal, o que tem acontecido repetidas vezes. O Sporting Clube de Portugal não é Bruno de Carvalho e, sobretudo, o SCP não é de Bruno de Carvalho.

Neste momento, o que o presidente está a fazer ao clube é imperdoável, por muito que sinta, como todos nós, que o Sporting podia ter feito mais e melhor em Madrid. Nada disso justifica o que fez desde quinta-feira, ao lançar-se para o abismo, arrastando com ele o Sporting.

Bruno de Carvalho não tem emenda. O Sporting tem que ter uma solução de curto prazo para esta crise e tem que ter uma outra solução segura que possa permitir pensar no futuro. A primeira ainda passa por Bruno de Carvalho, a segunda passa por todos nós, Sportinguistas. 

Vicente de Moura

Não tenho o privilégio de me relacionar com o agora demissionário vice-presidente.

Não irei tecer comentários, nem fazer juízo de valor acerca do seu pedido de demissão. O Sporting precisa de paz!

Quero principal e inequivocamente fazer aqui pública homenagem ao homem que deu grande parte da sua vida ao desporto em geral e ao clube em particular e desejar que continue, como entender melhor, a dar o seu importante e válido contributo a ambos.

 

A melhor solução

Surgiram notícias de que todos os órgãos sociais do clube vão demitir-se a tempo de se evitar a AG extraordinária. Se vier a confirmar-se o que é noticiado esta é a decisão acertada. O clube desceu ao patamar mais baixo de credibilidade, sendo dia após dia mais enlameado na comunicação social e na maioria dos casos, por culpa de ilustres sportinguistas, quer membros dos órgãos sociais quer não membros. O Conselho Directivo liderado por Godinho Lopes já devia ter apresentado a sua demissão há algum tempo, como já defendi. É certo que Godinho Lopes está no seu direito legal de se manter como Presidente, mas há muito que deixou de ter condições para presidir o Sporting. É hora de ser devolvida a palavra aos sócios. Godinho Lopes tem o dever de enquanto Presidente do clube de proteger a instituição. Se pretende continuar como Presidente então que não tenha receio de ir a votos. Demita-se e coloque-se de novo perante o crivo dos sportinguistas. Por outro lado, entendo que a AG extraordinária, apesar de totalmente legítima, neste momento iria prejudicar ainda mais o clube. E isto ainda sem considerar o que lá se passará, o que se lembrarmos os episódios do último acto eleitoral, não deverá ser difícil de prever. Devemos evitar a todo o custo isso, sendo que para tal é necessário que um homem entenda que a realização da referida AG será mais uma machadada no coração do clube, pelo que a opção é demitir-se. Os restantes órgãos (Mesa da AG e Conselho Fiscal) devem seguir o mesmo caminho. Vamos resolver isto à Sporting. Com dignidade e elevação.

Demitam-se todos, a bem da clarificação total

 

O Sporting chegou a uma situação insustentável. Já nem vale sequer a pena argumentar no sentido de quem tem razão porque aparecerá sempre quem conteste, de um e de outro lado, essa argumentação. Urge pois, e com muita urgência, clarificar a vida interna do clube, a bem do seu futuro imediato. Aqui chegados, e depois de muito ponderar sobre o assunto, lanço por esta via um repto a todas as partes, a todos os órgãos do clube, Mesa da Assembleia Geral, Conselho Fiscal e Disciplinar, Direcção do Sporting, Conselho Leonino: DEMITAM-SE TODOS, SIMULTANEAMENTE. Desconvoquem a Assembleia Geral prevista. Partamos depois das demissões, e de imediato, de acordo com os prazos previstos nos Estatutos, para eleições para todos os órgãos, com apresentação de listas e de programas de acção. Melhor clarificação não pode haver. Depois de um novo acto eleitoral geral não há desculpas. Mas também não se admitirão mais boicotes. Seja a quem for, relativamente a quem quer que seja.

Fica aqui o repto público lançado. Aguardam-se reacções. De forma civilizada por favor. À Sporting!

O estertor desta direcção

Em pouco mais de um ano passámos por quatro treinadores, contratações milionárias falhadas, venda de jogadores por tostão e meio ou mesmo oferecidos, demissões de vices, demissões de administradores da SAD e directores do futebol, casos de espionagem interna, depósitos em contas de equipas de arbitragem. Chegamos hoje, dia 31 de Janeiro, à vergonha de sermos gozados como o clube que contrata (ou afinal não contrata) um jogador que não pode jogar até final da época. Esta direcção não é apenas incapaz, é uma direcção incompetente e que lesa o bom nome do Sporting. Hoje dia 31 de Janeiro de 2013 esperamos que Godinho Lopes entregue a sua carta de demissão. A não ser que queira passar pelo vexame de ser o único (julgo eu) presidente do Sporting  a ser destituído numa Assembleia Geral. Ou tudo isto não configura justa causa?

Demissão inevitável

Durantes semanas ameaçou demitir-se. Avançou, recuou, voltou a avançar, voltou a recuar. A verdade é que acabou por ficar tudo na mesma. Ontem voltou a falar. Não se sabe muito bem se foi o Eduardo adepto ou o Eduardo Presidente da Assembleia-Geral do Sporting ou, mesmo, o Eduardo comentador. A verdade é que Eduardo Barroso falou e, como sempre, com o coração "ao pé da boca", falou demais. Reconheço a Eduardo Barroso o seu sportinguismo. Mas o Presidente da Assembleia-geral do Sporting, de seu nome Eduardo Barroso, reputado médico, não pode dizer o que disse. Aliás, poder pode, tem é de ser consequente com o seu pensamento. A última coisa que se espera de um Presidente de uma Mesa de Assembleia-Geral, e digo-o por experiência própria, é tomar partido. Seja por quem for. Isso é algo que está vedado ao Presidente de todos os associados, da mais modesta à mais importante agremiação, sendo que o SPORTING não pode ser excepção. Não o pode pois fazer, por muito que isso lhe custe. Mas foi exactamente isso que Eduardo Barroso ontem fez. E fez mal. Em primeiro lugar porque, se tivesse escutado bem a entrevista de Luiz Godinho Lopes, teria ouvido que o presidente do Sporting deixou bem claro que, quando falou de 100 médicos, não se referia a Eduardo Barroso. Mas Barroso, "tomado de dores", mas dores mais próprias de um malade imaginaire, encarou isso como uma referência directa e pessoal. Em segundo lugar porque não cabe ao presidente da Assembleia Geral dizer se devem ou não existir eleições, tarefa que é exclusivamente reservada aos sócios, de que ele é "apenas" um "premium inter pares". Em terceiro lugar porque Barroso falou exactamente na altura mais inoportuna, quando uma nova esperança no sentido da recuperação da equipa surge por via da feliz contratação para manager de Jesualdo Ferreira.

Agora, o mínimo que se espera de Eduardo Barroso, e fazendo mesmo apelo ao seu sportinguismo, é que seja consequente com o seu pensamento. E, sem dramas de espécie alguma, se "limite" ao seu papel de comentador e de torcedor de bancada. Só isso já será uma grande ajuda para o SPORTING.

{ Blog fundado em 2012. }

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