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És a nossa Fé!

Tudo ao molho e FÉ em Deus - "Pasteleiro" Dost e a nata dos goleadores

Durante 30 minutos só houve uma equipa no relvado. O Belenenses, durante esse período, limitou-se a correr atrás da bola e a grande-área leonina mais parecia um gigante Adamastor, a aconselhar a prudência recomendada pelos Velhos do Restelo. No entanto, à passagem da meia-hora, os leões começaram a confundir circulação de bola com gestão de esforço, o jogo empastelou e a equipa de Domingos levantou a cabeça e viu que a vida poderia ser mais do que a versão escravizante da mesma que o Sporting até aí lhe tinha imposto.

Valeu ao Sporting a eficácia de Bas Dost. O holandês marcaria aos "pastéis", na execução perfeita de uma grande penalidade, o golo 50 pelo Sporting, número redondo conseguido em apenas 15 meses de actividade e que perspectiva a sua futura colocação entre a nata dos goleadores leoninos.

Jesus montou um esquema de apenas dois médios interiores, preterindo Battaglia em detrimento de um segundo avançado, no caso Podence. Na tentativa de que a equipa não perdesse a batalha do meio-campo o plano de jogo do treinador leonino pareceu conter instruções a Acuña para que este jogásse mais interiormente do que é costume, constituindo-se muitas vezes como o terceiro homem do miolo.

JJ acertou desta vez nas substituições, desde logo quando mandou entrar Battaglia (retirando Podence), aos 60 minutos, alteração que lhe permitiu retomar o controlo do meio campo e que conduziu William a uns últimos 30 minutos vibrantes em que impulsionou o Sporting para a frente.

Quem é fã dos Monty Phyton sabe que a vida de Bryan decorre paralelamente à de Jesus e que ambos têm Belém como indelével ponto de partida. Vem isto a propósito da estreia oficial em Alvalade, esta época, contra o Belenenses, do costa-riquenho Ruiz, em jogo que marcou o regresso da equipa de JJ à liderança do campeonato da 1ªLiga. Assim, Jesus não foi insensato, não deixou o jogador mirrar e, agora, fica à espera que ele o cubra de ouro.

Entre os destaques, sobressaíu Coates: o Ministro da Defesa, para além de ter bloqueado todas as tentativas de invasão do espaço defensivo leonino pelas forças de Domingos, ainda encontrou tempo e vigor para duas arrancadas até à trincheira azul, uma em cada parte, semeando o pânico no último reduto belenense. O uruguaio foi muito bem coadjuvado pelo seu Secretário de Estado, o gaulês Mathieu, complemento ideal na dissuasão da ofensiva adversária.

Também em relevo esteve Bruno Fernandes. Perdulário, falhou golos e passes diversos, mas fica ligado aos melhores e mais esclarecidos apontamentos do jogo do Sporting, nomeadamente o passe a isolar Podence na direita, em lance que acabaria por nos dar o "penalty", a finta, o levantar de cabeça e o passe a encontrar Acuña para uma oportunidade ingloriamente desperdiçada pelo argentino e, finalmente, a forma inteligente como chamou a si 3 adversários e ofereceu o golo em bandeja de prata a Bryan Ruiz.

Em resumo, jogo sofrido, mas com a compensação de, dado o empate verificado entre Porto e Benfica, termos agarrado os dragões na liderança do campeonato (para além de que o Benfica agora está mais longe). 

 

Os nossos jogadores, um a um:

 

Rui Patrício - As grandas querelas da humanidade têm usualmente Observadores no campo, a avaliar os danos causados por esses conflitos. Consta que o "marrazes" apresentará no seu relatório significativos desperdícios de munição, tal a má pontaria evidenciada pelas tropas leoninas perante o último reduto belenense. Do seu posto de observação (P.O.) limitou-se a apreciar as movimentações no terreno, pois as ofensivas da equipa de Belém jamais o incomodaram.

Nota: Sol

 

Piccini - É o "simplex" da equipa leonina. Aparenta uma enorme facilidade em qualquer movimento defensivo, seja fechar o espaço no meio quando tal é requerido, caír em cima do adversário junto à linha ou saír com a bola dominada da zona de pressão. Sempre sem complicar. Adicionalmente, mostrou instinto atacante, indo até à última linha de defesa adversária para executar cruzamentos ou assistindo primorosamente Bruno Fernandes pela meia direita, em lance que seria perdido nos pés de Acuña.

Nota: Sol

 

Coates - O Ministro da Defesa, em conjugação com o seu Secretário de Estado (Mathieu) e apoiado no General William, deu todos os meios às forças no terreno para que a refrega tivésse um saldo positivo para as nossas hostes, começando pela defesa intransigente dos 16,5 metros (grande-área) que constituíram a nossa inviolável última linha de defesa. Não contente com isso, ele próprio se juntou às tropas, devolvendo "granadas" adversárias com recurso a uma bicicleta e, por duas vezes, atacando mesmo as trincheiras inimigas, as quais, inibidas pelo factor surpresa, quase sucumbiam perante a sua acção. 

Nota: Si

 

Mathieu - A sua parceria com Coates faz pensar que actuam juntos há muitos anos, tal o grau de identificação que os une. No seu estilo em "souplesse", para o francês parece não haver tarefas impossíveis, mesmo que envolvam engolir 3 pastéis provenientes de Belém de enfiada, sem precisar de meter água na sua digestão. Um defesa central que é um centro cultural da arte de bem defender.

Nota:

 

Fábio Coentrão - Destacou-se por algumas arrancadas na primeira meia-hora, a lembrar o jogador que já foi noutros tempos. Cumpriu os 90 minutos e esteve menos tempo do que é costume deitado no chão, sinal de que se aproxima da sua melhor forma ou de que começa a mostrar compaixão pelo coração dos adeptos.

Nota: Sol

 

William Carvalho - Com as costas protegidas pelo intratável Battaglia, arrancou para o seu melhor período de jogo, os últimos 30 minutos. Aí, avançou em sucessivas cavalgadas pelo miolo do terreno, acções que deixaram em estado de alerta as defesas do sub-aquartelamento lampiânico, sitas ali para os lados do Restelo. Teve nos pés a rendição do exército oponente, mas falhou o remate final. Durante o resto do tempo especializou-se num novo tipo de passe: o Passe Social, simples, económico, mas que não abrange todo o território (a linha lateral, infelizmente, sim).

Nota:

 

Bruno Fernandes - Destacou-se pela forma como rompeu perante as linhas oponentes, solicitando colegas nos flancos a fim de melhor as contornar ou avançando em penetração até ao último reduto adversário. Esteve na origem de inúmeras oportunidades de golo e o que melhor se pode dizer dele é que, mesmo quando não especialmente inspirado, mostra sempre aquele toque distintivo de classe que o torna no maestro da organização ofensiva sportinguista.

Nota:

 

Gelson Martins - O seu jogo assemelha-se cada vez mais ao Bolero de Ravel, excepto na parte que Fernando Gomes, o "bi-bota", definia sentir aquando da obtenção de um golo (marca poucos para o futebol que tem no corpo). É uma música repetitiva, uma sucessão de partituras que regressa sempre a um ponto-de-partida, composta por uma batida forte e persistente que transforma o palco de Alvalade numa "rave" e que, se por um lado nos desperta os sentidos, por outro nos deixa à beira da insanidade.

Nota: Sol

 

Acuña - O argentino tem aquele estilo de nunca virar a cara à luta e de deixar o corpo no relvado. Ontem, apesar de as coisas não lhe terem corrido de feição, manteve-se fiél a esse padrão comportamental, embora tenha aparentado  incomodidade (compreensivelmente) perante os (injustos) assobios provenientes da bancada.

Nota:

 

Podence - Parafraseando o poeta Régio, Podence é "o átomo a mais que se animou", o ião que electriza as bancadas de Alvalade. Enquanto teve energia deixou a "cabeça à roda" à defensiva azul, nomeadamente - momento importante do jogo - no lance em que sofreu um "chega para lá" e que motivou a equipa de arbitragem a assinalar "penalty" a nosso favor. 

Nota: Sol

 

Bas Dost - A um ponta-de-lança exigem-se golos e o holandês não destuou, aliás "dostou", como de costume. No resto do tempo notabilizou-se pela renovada e vã tentativa de assistir companheiros em (suposta) melhor posição. Assim seria quando um defensor de Belém tentou clonar a mítica assistência de Secretário para Acosta e o deixou na cara do golo. Mas, em vez de rematar à entrada da área, preferiu contemporizar e assistir William.

Nota: Sol

 

Battaglia - Não se viu muito no campo, sinal de que imediatamente impôs respeito nos adversários, os quais preferiram percorrer caminhos bem distantes daqueles calcorreados pelo médio argentino. Ainda assim, quando testado, notabilizou-se nos desarmes. A sua entrada permitiu essencialmente extraír o melhor de William e isso, seguramente, foi positivo para a equipa.

Nota:

 

Bryan Ruiz - A classe, o virtuosismo, a elegância em movimento, qualidades bem visíveis quando perante a saída do guarda-redes belenense efectuou um chapéu brilhante, o qual acabaria por ser desviado na linha de golo por um defensor azul. Não deu golo, mas o perfume do seu futebol ficou bem patente nesse lance, bem como a sua incapacidade goleadora, "pormaior" que o vem mantendo afastado do estrelato à escala planetária.

Nota:

 

Bruno César - Apenas o tempo suficiente em campo para merecer o duche final.

Nota: -

 

Tenor "Tudo ao molho...": Sebastián Coates (melhor em campo)

 

sporting belenenses.jpg

Os nossos jogadores, um a um

Conseguimos o mais importante: os três pontos. Contra uma equipa com manifestas insuficiências, o Sporting foi no entanto demasiado perdulário. Adiantou-se cedo no marcador, com um penálti convertido aos 13' por Bas Dost, mas revelou-se incapaz de ampliar a vantagem durante o resto da partida, fazendo aumentar o nervosismo e a irritação entre os 46 mil adeptos leoninos que se deslocaram nesta noite fria a Alvalade para acompanhar a partida frente ao Belenenses.

Fizemos bem melhor do que na época passada, quando a equipa de Belém nos derrotou por 3-1 no nosso estádio. Mas o público leonino está bastante mais exigente este ano: não se contenta com os pontos, reivindica também bom espectáculo. E desta vez não houve nota artística.

Vários jogadores estiveram aquém do que se esperava. Acuña, desde logo. Mas também Piccini, Coentrão, William, Bruno Fernandes - e o próprio Bas Dost, apesar da conversão da grande penalidade. Alguns deram a sensação, sobretudo no segundo tempo, de que já estavam com a cabeça em Barcelona, onde o Sporting tentará na terça-feira prosseguir para os oitavos da Liga dos Campeões.

O melhor, para mim, jogou atrás. Foi Coates, irrepreensível a defender e com capacidade de lançar a equipa para a frente. Ele, sem dúvida, queria ter vencido por margem mais dilatada. Ele, sem dúvida, fez tudo para valorizar o espectáculo.

 

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RUI PATRÍCIO (6). Noite relativamente tranquila do nosso guarda-redes, que pareceu sempre atento e concentrado, impondo a sua autoridade natural.

PICCINI (5). Continua a revelar alguma bicefalia: muito eficaz na missão defensiva, pouco ousado nas incursões ofensivas. Precisa de se soltar mais.

COATES (7).  Exibição irrepreensível do internacional uruguaio, um dos raros jogadores que nunca se acomodaram à vantagem inicial. Soube empurrar a equipa para a frente em bons lances individuais. O melhor em campo.

MATHIEU (7). Seguro, pendular, bem posicionado, com visão de jogo. Eficaz no jogo aéreo. Combina bem com Coates como se jogassem juntos há anos.

FÁBIO COENTRÃO (5). Mais contido do que se esperava frente a um adversário que quase não atacou no primeiro tempo, esteve preso de movimentos. Prejudicado pela má forma de Acuña.

WILLIAM CARVALHO (5). Ressentiu-se da ausência de Battaglia no onze titular, parecendo demasiado só em diversas fases do jogo numa área nevrálgica do terreno. Faltou-lhe o passe longo e pecou por falta de velocidade.

BRUNO FERNANDES (5). Exibição demasiado oscilante. Falhou demasiados passes e desperdiçou três ocasiões de golo. O melhor que fez foi dois bons cruzamentos pela direita, desperdiçados pelos colegas na grande área.

GELSON MARTINS (6). Tentou muito, mas nem sempre bem. Mal acompanhado nos lances em que acelerava rumo à baliza contrária, teve o mérito de se integrar na manobra defensiva quando a equipa recuava no terreno.

ACUÑA (4). Nem parece ser o mesmo jogador combativo e provocador de desequilíbrios a que nos habituou durante os primeiros meses em Alvalade. Arrastou-se em campo, denotando má condição física. Saiu aos 70', tarde de mais.

PODENCE (6). Mostrou merecer este regresso à titularidade. Muito influente na primeira parte, com dois cruzamentos primorosos. Carregado em falta na grande área, conseguiu um penálti. Apagou-se após o intervalo, saindo aos 61'.

BAS DOST (6). Melhor momento aos 13', quando converteu o penálti: o seu 50.º golo pelo Sporting. Trabalhou para a equipa. Mas desperdiçou bons cruzamentos medindo mal o espaço ou o tempo de intervenção. Podia ter feito mais.

BATTAGLIA (6). Entrou aos 61', substituindo Podence, quando já se escutavam muitos assobios em Alvalade. Sem brilhantismos, conseguiu tornar mais compacto o nosso meio-campo, sacudindo algum marasmo da equipa.

BRYAN RUIZ (4).  Em campo desde os 70', mostrou-se pouco dinâmico, sem criatividade nem rasgos individuais. Podia ter marcado, com um chapéu ao guarda-redes, aos 85', mas a bola foi travada in extremis por um adversário.

BRUNO CÉSAR (-).  Percebe-se mal que só tenha entrado no último minuto do tempo regulamentar. Não teve tempo de revelar a sua habitual utilidade à equipa.

Rescaldo do jogo de hoje

Gostei

 

Dos três pontos hoje conquistados em Alvalade. Vencemos o Belenenses por 1-0. Bastante melhor o resultado do que a exibição global da nossa equipa, que chegou a exasperar o público, sobretudo na medíocre segunda parte.

 

Dos nossos primeiros 30 minutos. Neste período a equipa engrenou bem, dominou, criou oportunidades, revelou dinâmica, conseguiu o golo solitário. Pena não ter prolongado o esforço: no resto do tempo foi uma sombra de si própria.

 

Do décimo golo de Bas Dost nesta Liga. Chamado a converter uma grande penalidade, logo aos 13', o holandês não vacilou. Foi irrepreensível nesta marcação.

 

De Coates. Para mim, o melhor em campo nesta noite. Impecável a defender, formando uma sólida parceria com Mathieu, teve o mérito suplementar de procurar empurrar a equipa para a frente sempre que possível. Foi assim num lance individual ao cair do primeiro tempo, foi assim também na segunda parte, quando os assobios já ecoavam no estádio: o internacional uruguaio mostrou ser o mais inconformado. Grande corte aos 11'.

 

De Mathieu. Uma vez mais, segurança e solidez. A ele e ao colega do eixo da defesa devemos a nossa estabilidade defensiva - e também o facto de o Belenenses raras vezes se ter aproximado da nossa baliza com verdadeiro perigo. Mérito suplementar: coloca sempre a bola à sua frente com critério e pontaria.

 

De Gelson Martins. Nem sempre as coisas lhe saíram bem. Mas nunca deixou de tentar, com louvável espírito de equipa e entrega ao jogo. Sem nunca descurar as missões defensivas. Nota positiva.

 

De Podence. Primeira meia hora de grande dinamismo, conseguindo desequilíbrios constantes na nossa linha avançada. Fez dois cruzamentos primorosos, desperdiçados por Bas Dost aos 2' e aos 7'. E foi ele a conseguir a grande penalidade que, convertida pelo holandês, nos valeu três pontos.

 

Da arbitragem de Nuno Almeida. Os jogadores facilitaram, é certo. Mas o árbitro acompanhou sempre bem as jogadas, deixou jogar, usou critério uniforme e revelou boa forma física. Oxalá fosse sempre assim.

 

De ver o estádio quase cheio. Apesar da noite fria, apesar do fim de semana prolongado, apesar da tentação de um serão caseiro com boa programação televisiva, Alvalade recebeu 46.881 espectadores.

 

De entoar o hino nacional. Em dia de feriado nacional, comemorativo da independência portuguesa, saúde-se a decisão da direcção leonina de pôr as bancadas a cantar A Portuguesa. Nada mais adequado, na casa de um clube com genuína implantação nacional.

 

Da homenagem aos paraolímpicos. Merecido aplauso, ao intervalo, aos nossos atletas portadores de deficiência que nos dão um excelente exemplo de tenacidade, desportivismo e amor à vida.

 

De termos alcançado o FC Porto no topo da classificação. O mais importante é isto.

 

 

 

Não gostei

 

 

Da nossa incapacidade de marcar um golo de bola corrida. Sem o penálti convertido por Bas Dost, teríamos sido incapazes de conseguir os três pontos em Alvalade.

 

Dos falhanços. Incrível sequência de golos falhados - imperdoável numa equipa com aspirações ao título. Uma série iniciada logo aos 2' por Bas Dost, prosseguida aos 7' pelo holandês, que voltaria a falhar aos 87'. Acunha teve uma perdida escandalosa aos 23'. Mas o mais perdulário foi Bruno Fernandes, que falhou golos quase cantados em três ocasiões, aos 58', aos 62' e aos 65'.

 

De Acuña. Desde que veio da lesão o argentino tem-se revelado muito abaixo daquilo a que nos habituara. Enquanto esteve em campo pareceu que jogávamos só com dez.

 

De Bryan Ruiz. Muito aplaudido pelas bancadas neste seu regresso a Alvalade seis meses depois, o costarriquenho não correspondeu às expectativas. Apático, sem mobilidade quando a equipa exigia um suplemento de vitalidade, voltou a revelar a sua pior faceta ao desperdiçar uma das melhores oportunidades de golo em toda a partida, ao minuto 85. Um filme já nosso conhecido.

 

Da entrada tardia de Bruno César. Jorge Jesus esperou pelo minuto 90 para trocar o infeliz Bruno Fernandes por Bruno César. O brasileiro, que só esteve quatro minutos em campo, podia ter sido útil se tivesse mais oportunidades de experimentar o seu já célebre pontapé de meia-distância.

 

Dos assobios. Monumentais vaias - que chegaram a ser quase ensurdecedoras - sublinharam o desempenho de vários jogadores, com o "tribunal de Alvalade" claramente insatisfeito com a prestação da equipa na etapa complementar. Compreendo a irritação, mas não havia necessidade. E alguns dos mais assobiados, como Piccini e William Carvalho, não mereciam isto.

Rescaldo do jogo de hoje

Não gostei

 

Da derrota em Alvalade, por 1-3, de um Sporting irreconhecível frente ao Belenenses.  Falhou tudo nos jogadores comandados por Jorge Jesus: energia, criatividade, talento, velocidade, ousadia, atitude, firmeza, vontade. Parabéns pela vitória à equipa liderada por Domingos Paciência. Há 62 anos que a turma de Belém não vencia no nosso estádio.

 

Do desempenho dos jogadores. De nenhum. O menos mau foi Bruno César por ter marcado o nosso golo solitário, aproveitando com felicidade um ressalto, "assistido" pela trave.

 

Da nossa defesa. Um susto, sobretudo na segunda metade do tempo complementar. A quantidade de vezes que é batida em lances de bola parada perante equipas que até parecem inofensivas, como foi hoje o caso, põe os nervos em franja ao mais calmo dos adeptos.

 

Do nosso ataque. Toda a primeira parte sem um só remate à baliza. Mesmo com um público entusiasta, que acorreu em grande número a Alvalade aproveitando o sol matutino (o jogo começou às 11.45) e o facto de ser dia das Mulheres com Garra, já com tradição leonina. O primeiro remate aconteceu só aos 52',na marcação do nosso único golo. E mesmo assim com bastante sorte à mistura. Fica quase tudo dito sobre o paupérrimo desempenho da linha atacante do Sporting.

 

Da nossa incapacidade de aproveitar as oportunidades. O FC Porto tinha cedido mais um empate, na véspera. Tínhamos uma hipótese soberana de encurtar distância em relação ao periclitante segundo lugar portista - afinal ficámos ainda mais longe dessa posição. Como se o treinador Jorge Jesus e os jogadores quisessem associar-se à celebração antecipada do título benfiquista.

 

Das ausências de Gelson Martins, Podence e Alan Ruiz - os primeiros por castigos, o último por lesão. Confirma-se: há mesmo jogadores insubstituíveis. Gelson acima de todos. Alguém tinha dúvidas?

 

Das substituições. Jesus mexeu mal na equipa - e mexeu mal, alterando o dispositivo táctico. Se até esse momento (em 4-3-3) o fio de jogo do Sporting era débil, a partir daí (em 4-4-2) tornou-se num desastre. Numa espécie de salve-se quem puder.

 

De Castaignos. Tinha pensado não destacar pela negativa nenhum jogador, pois foram todos maus, mas não resisto: quem foi o responsável pela contratação desta abécula anunciada como "reforço do nosso ataque" e que termina a época sem conseguir fazer sequer meio-golo? Hoje este holandês ainda conseguiu o prodígio de colocar em jogo um elemento adversário, possibilitando-lhe a marcação do terceiro golo azul.

 

 

Gostei

 

Da alegria das nossas jogadoras de râguebi, celebrando ao intervalo, no relvado, a conquista de um troféu. E foi só.

O melhor prognóstico

Os dois prognósticos mais tardios, aqui registados pouco antes do início do jogo, foram os mais certeiros. Mas um deles foi ainda mais do que o outro: refiro-me ao do José da Xã, que reincidiu na vitória ao vaticinar não apenas o resultado do Belenenses-Sporting (0-1) mas também o marcador do golo, Bas Dost.

Parabéns a este nosso colega. E também ao nosso leitor SportingSempre, que acertou igualmente no resultado mas se esqueceu de apontar o marcador do golo.

Rescaldo do jogo de hoje

Gostei

 

Do resultado. Uma vitória arrancada a ferros no estádio do Restelo, por 1-0, no terceiro minuto do tempo suplementar. Quando muitos sportinguistas já anteviam mais um empate do Sporting fora de casa (que seria o terceiro, após os jogos com o Nacional e o V. Guimarães).

 

De Beto. Estreia como guarda-redes titular neste campeonato, devido a inesperada lesão de Rui Patrício. Uma exibição muito personalizada, de grande classe, deste guardião que joga muito bem também com os pés e revela reflexos rápidos. Evitou dois golos da equipa azul com grandes defesas aos 39' e aos 75', mantendo a baliza invicta.

 

De Bas Dost. Andou desaparecido durante o jogo quase todo mas quando foi necessário estava lá. Valeu três pontos ao Sporting com o golo apontado mesmo à beira do fim. Um golo clássico, à ponta de lança - já vão nove na Liga 2016/17. É para isso que nós, sportinguistas, contamos com ele.

 

De Campbell. Que mais será preciso o internacional costarriquenho fazer para Jorge Jesus perceber que deve lançá-lo como titular? A sua entrada em campo aos 57', substituindo o compatriota Bryan Ruiz, contribuiu muito para dinamizar o caudal ofensivo do Sporting. Com velocidade, desequilíbrios, bons passes. Aos 67' cavou um livre muito perigoso, marcado por Adrien, que possibilitou ao guardião Joel Pereira a defesa da noite, fazendo a bola embater na barra. E foi dele a assistência para o golo de Bas Dost, com um cruzamento muito largo para o segundo poste. O melhor em campo.

 

De Coates. Outra exibição de grande categoria do internacional uruguaio, que é sem dúvida um dos melhores centrais a actuar no futebol português. Nos últimos minutos, jogando tanto com o coração como a cabeça, progrediu muito no terreno, jogando quase a médio-centro. Um verdadeiro Leão.

 

Da rotação de jogadores. Forçado pelas circunstâncias ou por opção táctica, Jesus mudou cinco dos habituais titulares, dando oportunidade a Douglas (substituto do lesionado Rúben Semedo), Jefferson (em vez de Marvin), Esgaio (em vez de João Pereira) e Alan Ruiz (deixando Bruno César inicialmente no banco), além do já mencionado Beto. De forma geral todos deram razoável conta do recado.

 

Do Belenenses. Deu boa réplica ao Sporting.

 

Do apoio entusiástico dos adeptos. Alguns milhares de sportinguistas animaram as bancadas do Restelo incentivando a nossa equipa do princípio ao fim. Incluindo muitos jovens, que não deitam a toalha ao chão: farão tudo para verem o Sporting campeão. É difícil que os jogadores não se empolguem com um apoio tão vibrante.

 

 

Não gostei

 

De ver Campbell no banco. Erro de avaliação do treinador, que devia ter colocado o costarriquenho como titular, em vez do seu compatriota Bryan Ruiz, que talvez por fadiga continua a passar ao lado dos jogos. Hoje Bryan só rendeu cerca de 20 minutos. Depois apagou-se. E quando saiu, aos 57', já ia tarde.

 

De Castaignos. Jesus deu-lhe outra oportunidade, mandando-o entrar aos 72' para o lugar de Alan Ruiz, mas o holandês voltou a ser demasiado discreto. Continuamos sem perceber o que vale.

 

De ver tantos cantos desperdiçados. Um após outro, nenhum deles resultou. Todas as tentativas de colocar a bola com perigo dentro da área embateram na muralha defensiva do Belenenses.

 

Da falta de concretização. Notórias debilidades da equipa no último (e decisivo) passe. Os jogadores fazem imensa cerimónia antes de ficarem com a baliza à sua mercê. Chegam lá perto, mas transmitem a sensação de que ali não sabem muito bem o que fazer à bola. Tirando o lance do golo, só levámos verdadeiro perigo à baliza adversária com um livre directo superiormente marcado por Adrien.

 

Da nossa posição na tabela classificativa. Ganhámos, mas o mesmo sucedeu aos nossos rivais mais directos. Continuamos no quarto lugar, com 30 pontos. Atrás do Benfica (38), FC Porto (34) e Braga (32).

Os melhores golos do Sporting (62)

 

Golo de RICARDO SÁ PINTO

C.F. Os Belenenses - Sporting C.P., 0-1

8 de Dezembro de 1995, Restelo, Campeonato Nacional

 

Todos nós somos do Sporting por algum motivo.

O meu é a família. Com Avô Sportinguista e Pai Sportinguista, as tentativas da minha mãe de me levar para o lado sul da Segunda Circular saíram sempre goradas, prevalecendo o Bem.

Muito embora, por questões de vizinhança, tenha assistido a todas as finais da Taça de Portugal entre 1986 e 2008 - o Bernardo Pires de Lima e o Duarte Fonseca já aqui abordaram os golos que marcaram os primeiros títulos da minha geração, pelo que o golo que aqui nos traz é outro -, as idas a outros estádios eram pouco frequentes e geralmente sob a forma de cerimónias grupais familiares nas quais o jogo em si perdia primazia para o convivio com os demais.

Com uma rara exceção: o Belenenses-Sporting de 1995, ao qual o meu Pai em boa hora me decidiu levar.

Foi um jogo sem grande história, jogámos bem (diga-se, em abono da verdade, que nestes últimos 25 anos temos tidos jogadores absolutamente extraordinários, cujas carreiras mereciam bem mais do que o que o "sistema" permitiu), mas marcámos apenas um golo, o suficiente para trazer a vitória e os 3 pontos, cuja implementação fora uma novidade dessa época, para Alvalade.

O golo do Sá, esse, nunca mais me saiu da cabeça e aqui fica para recordação coletiva.

Lions never quit

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Lá passei uns dias de trabalho em Inglaterra, incluindo o fim-de-semana e a segunda-feira. A excitação com o Leicester é contagiante, de tal maneira que começa a dar a impressão de que até os outros clubes querem que eles ganhem o campeonato. E eles continuam a fazer justiça ao seu lema: foxes never quit (as raposas nunca desistem), ganhando jogo atrás de jogo. A história parece boa demais para ser verdadeira: há dois anos estavam na segunda divisão, há exactamente um ano estavam no último lugar da primeira, com menos 50 pontos do que agora. A estrela da companhia, Jamie Vardy, é um tipo que ainda há meia dúzia de anos trabalhava numa siderurgia em Sheffield. A surpresa é tal que nem se consegue arranjar uma mísera t-shirt. O meu filho pediu-me uma. Passei por três cidades, uma delas Londres, e por não-sei-quantas lojas: simplesmente não há merchandising do Leicester.

 

Como estava fora, não vi nada dos jogos portugueses. Mal soube do resultado dos lampiões com os lampiões do norte e da história do pénalti aos oitenta e tal minutos, cheirou-me tudo a palhaçada. Foi palhaçada, de certeza. Ontem, o meu voo de Londres, que deveria ter saído às 20.25, saiu atrasado, às 21.00, exactamente à hora do começo do Benfica C - Sporting. O avião aterrou cerca de duas horas depois, mais ou menos na altura em que o jogo acabou. Na clássica entrada pelo Tejo, pude ver o estádio do Restelo bem iluminado. Com a minha tradicional superstição sportinguista, achei que a hora de partida e a hora de chegada eram bom sinal. Mal pude ligar o telemóvel, confirmei que sim, apesar do resultado estranho. As palhaçadas do clube do karateka da Musgueira são cansativas. Por mim, era já este ano que acabávamos com elas.

 

As raposas não desistem? Muito menos os leões.

Os nossos jogadores, um a um

Vencemos e convencemos mais um clássico do futebol lisboeta: esta noite, no estádio do Restelo, o Sporting vulgarizou por completo o Belenenses. Numa partida de sentido único em que chegámos ao intervalo a ganhar por 2-0 e podíamos já então ter conseguido uma vantagem bem mais alargada, com Teo (duas vezes) e William Carvalho a desperdiçar flagrantes hipóteses de golo.

Na etapa complementar, mais três: ampliámos o marcador por mérito do nosso caudal ofensivo e do nosso meio-campo muito bem oleado. Só tirámos o pé do acelerador no último quarto de hora, período em que a equipa anfritriã marcou por duas vezes, reduzindo a desvantagem. Mas isto não tirou brilho à concludente vitória leonina - mais uma fora de casa.

Após esta segunda goleada consecutiva, mantemos intactas as aspirações ao título. E ampliámos a vantagem em relação ao FC Porto, cada vez mais num distante terceiro lugar, agora a sete pontos de distância.

O melhor em campo foi Slimani.

 

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RUI PATRÍCIO (6). Sofreu dois golos, aos 76' e 88', mas sem responsabilidade em qualquer dos lances, que resultaram de excesso de liberdade dos marcadores na nossa grande área. Mostrou-se atento e bem posicionado.

SCHELOTTO (7). Parece estar a agarrar a titularidade, melhorando de jogo para jogo. Cria sucessivos desequilíbrios na sua ala. Um desses lances, aos 54', culminou num centro perfeito de que viria a resultar o nosso terceiro golo.

COATES (7). Tranquilo, muito concentrado, continua a fazer uso da sua elevada estatura para fazer a diferença. Não só atrás mas também à frente. Participou na jogada do nosso quarto golo ganhando uma bola dentro da área.

RÚBEN SEMEDO (6). Continua a combinar muito bem com o colega uruguaio no eixo da defesa. Mais comedido do que Coates, revelou segurança e boa condição física. Nem sempre acertou, mas nunca comprometeu.

BRUNO CÉSAR (6). Jogou como lateral esquerdo adaptado pelo segundo desafio consecutivo. Destacou-se menos do que na jornada anterior, frente ao Arouca, em que jogou menos retraído. Os centros nem sempre lhe saíram bem.

WILLIAM CARVALHO (7). Está de regresso à melhor forma, como voltou a demonstrar no Restelo, onde se destacou na recuperação de bolas e na qualidade de passe. Faltou-lhe apenas ter marcado um golo que desperdiçou aos 15'.

ADRIEN (8). Excelente partida do nosso capitão, coroada com o melhor golo do Sporting - o terceiro, um tiro disparado de fora da área aos 54' que acabou por ser o da vitória. O quarto golo começa também nos pés dele. Saiu aos 72'.

JOÃO MÁRIO (7). Alargou a nossa frente de ataque com as suas constantes mobilizações que baralharam por sistema a incipiente marcação adversária. Iniciou o lance do quinto golo, numa exibição da sua excelente técnica individual.

BRYAN RUIZ (6). Regressou fatigado da sua participação na selecção da Costa Rica, abaixo do nível a que nos tem habituado. Na sua melhor jogada, aos 31', conseguiu um penálti. Falhou golo aos 57', a passe de Teo. Saiu aos 72'.

TEO GUTIÉRREZ (7). A melhor exibição do colombiano neste campeonato valeu-lhe dois golos (58' e 78'). Podia ter marcado aos 13' e 20'. Protagonizou bons lances individuais e manteve-se em campo durante os 90 minutos.

SLIMANI (8). Voltou a ser decisivo. Abriu o marcador aos 23'. E foi categórico na marcação do penálti, aos 32'. Fez um passe de calcanhar para William que quase deu golo. Está cada vez melhor do ponto de vista técnico. Saiu aos 83'.

CARLOS MANÉ (6). Entrou aos 72' e não tardou a mostrar os seus dotes técnicos com uma excelente incursão pela esquerda que funcionou como assistência para o quinto golo. Merecia mais tempo de jogo.

AQUILANI (4). Rendeu Adrien aos 72', mas foi um pálido substituto, sem a dinâmica do capitão. Pareceu desenquadrado do colectivo, com pouca inspiração.

BARCOS (4). Substituiu Slimani aos 83', numa fase em que o jogo já estava decidido, voltando novamente a não ter hipóteses de mostrar o que vale num estádio português.

Rescaldo do jogo de hoje

Gostei

 

Da nossa goleada. A segunda consecutiva, desta vez no Restelo, num dérbi de Lisboa. Vitória concludente por 5-2. Sem a menor contestação.

 

De Slimani. Marcou mais dois golos, ultrapassando a meia centena ao serviço do Sporting. O primeiro, logo aos 23', teve uma excelente execução técnica do argelino, que fez uma boa recepção, mudou de pé tirando um defesa do caminho e rematou com muito boa colocação, abrindo caminho à goleada. O segundo golo da equipa foi também dele, de penálti. E ainda marcou um terceiro, aos 59', anulado por um fora de jogo muito mal assinalado pelo árbitro auxiliar.

 

De Adrien. Voltou a fazer um excelente jogo, comandando a pressão alta exercida pela nossa equipa, que sufocou o Belenenses no seu reduto. E coroou a exibição com um belíssimo golo - um disparo indefensável, aos 54'. O nosso terceiro nesta partida.

 

De João Mário. Desta vez não marcou. Mas participou na construção do quinto golo, conferindo o seu habitual toque de classe à organização ofensiva do Sporting. Venceu sistematicamente os confrontos individuais e alargou sempre o jogo leonino.

 

De Teo Gutiérrez. Voltou a bisar, pela segunda jornada consecutiva. Foi ele a marcar os golos 4 e 5, aos 58' e 78'. E foi sempre uma unidade muito móvel, integrando-se bem na dinâmica colectiva.

 

De William Carvalho. Fez a diferença ao recuperar inúmeras bolas e relançando-as quase sempre com precisão. Foi um baluarte do meio-campo e o primeiro a estancar a débil corrente ofensiva do Belenenses. Isolado, quase marcou aos 15'. Foi pena ter escorregado: merecia aquele golo que não chegou a acontecer.

 

Da nossa primeira parte. Já ganhávamos 2-0 ao intervalo, mas sabia a pouco: podíamos ter marcado pelo menos mais três. O Sporting foi sempre muito forte, jogando a um ritmo intenso, sem conceder a menor hipótese à equipa anfitriã.

 

Do apoio dos adeptos. Houve festa nas bancadas do Restelo, com a larga maioria do público a apoiar a nossa equipa do princípio ao fim.

 

De vermos aumentar a distância face ao FC Porto. A equipa treinada por José Peseiro, hoje derrotada em casa pelo Tondela, último classificado do campeonato, está já sete pontos atrás do Sporting.

 

De nos mantermos na corrida ao título. Faltam ainda seis jornadas e temos apenas menos dois pontos que o Benfica.

 

 

Não gostei

 

Da tentativa de Teo Gutiérrez de marcar o penálti. Foi preciso Jorge Jesus irritar-se e ordenar sem a menor dúvida que a grande penalidade devia ser batida por Slimani, que ambiciona ser o melhor marcador do campeonato. O argelino não falhou.

 

Do golo mal anulado a Slimani aos 59'. As repetições deixam bem claro que o nosso ponta-de-lança estava totalmente em jogo.

 

De sofrer dois golos. Foram grandes remates, sem hipóteses para Rui Patrício, aos 76' e 88'. Mas com demasiada liberdade de movimentos dada a quem os marcou.

 

Do amarelo mostrado a Adrien. Por acumulação de cartões, o nosso capitão ficará fora da próxima partida, frente ao Marítimo.

Contigo em toda a parte!

Parece que a onda verde continua em força.

 

Mesmo apesar do horário escolhido deixar bastante a desejar (que sentido faz um jogo destes a uma segunda às 21H00?), parece que os 3000 bilhetes que foram ontem colocados à venda, em Alvalade, para o jogo da próxima jornada no Estádio do Restelo, já esgotaram.

 

A venda de bilhetes, que nesta fase apenas se destina aos sócios com Gamebox, prosseguirá hoje, sendo que, neste momento, só estão disponíveis bilhetes a 20€. Caso os ingressos não esgotem, a venda será alargada, a partir de amanhã, aos restantes sócios.

 

Vamos esgotar o resto dos bilhetes e cobrir o azul do Restelo de verde. Vamos encher os cofres do adversário de forma legal. Vamos apoiar a equipa e conquistar mais uma vitória na luta pelo merecido 19º Campeonato. 

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