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És a nossa Fé!

Balanço (23)

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O que escrevemos aqui, durante a temporada, sobre CARLOS MANÉ:

 

- Pedro Azevedo: «Pareceu ter uns tijolos nos pés, enfiando um pastel com (a) canela por cima da barra.» (4 de Outubro)

Eu: «Ainda acusa a prolongada inactividade de um passado recente: falta-lhe intensidade e consistência.» (1 de Novembro)

Leonardo Ralha: «Irrequieto ao longo do jogo inteiro, mesmo que isso tenha implicado foras de jogo e perdas de posse de bola, a esperança adiada da Academia de Alcochete demonstrou vontade de recuperar o tempo perdido. Não ficou nada longe de marcar, ainda que tenha preferido jogar para a equipa.» (14 de Dezembro)

- JPT: «Depois de mais esta vitória, contra os simpáticos polacos ou ucranianos ou lá o que eram, com seis ex-juniores (como se dizia antes) em campo, o Mané e mais cinco putos, sinto-me obrigado à penitência. Pública.» (14 de Dezembro)

José Navarro de Andrade: «Acabámos com Mané e Petrovic - é preciso dizer mais?» (24 de Dezembro)

João Goulão: «Se alguém souber (e tiver a certeza...), é capaz de me informar quem são os "empresários" de  Miguel Luís, Jovane Cabral, Francisco Geraldes e Mané?» (22 de Janeiro)

Balanço (22)

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O que escrevemos aqui, durante a temporada, sobre DIABY:

 

JPT: «Um avançado prometedor.» (12 de Janeiro)

- Edmundo Gonçalves: «É sina do Sporting jogar sempre com um jogador a menos. Hoje foi Diaby que não esteve em campo 80 minutos.» (13 de Janeiro)

Eu: «O treinador reagiu da melhor forma, não baixando os braços: mandou sair o médio defensivo, Gudelj, trocando-o pelo extremo Diaby. Seis minutos depois, a ousadia do técnico foi recompensada: o jovem maliano deu profundidade ao nosso ataque, acabando por ser derrubado em falta na grande área azul e branca: por indicação do vídeo-árbitro, João Pinheiro apontou para a marca de penálti. Era o momento decisivo da final, que nos abria o caminho do troféu.» (26 de Janeiro)

Duarte Fonseca: «Não joga o Jovane porque se aposta num tal de Diaby que não sabe dar um chuto numa bola...» (1 de Fevereiro)

- Francisco Chaveiro Reis: «Petrovic, Gudelj ou Diaby são teimosias do holandês que parece agora trair-se, com cautelas demasiadas.» (4 de Fevereiro)

Francisco Vasconcelos: «É limitado mas voluntarioso: parece-me pouco para quem quer ser vencedor.» (8 de Março)

Luís Lisboa: «Prefiro mil vezes ver um Jovane a titular do que um Diaby.» (8 de Maio)

Leonardo Ralha: «Merecem respeito, pois não duvido por um instante que ambos dão o melhor que podem e que conseguem, mas acredito que me lembrarei desta Taça de Portugal como aquela que o Sporting conquistou com Bruno Gaspar e Diaby no onze titular.» (25 de Maio)

- José Navarro de Andrade: «É uma carta fora do baralho. Com os ansiados regressos de Mama Baldé, Gelson Dala e Matheus Pereira (terá aprendido a lição?) o maliano torna-se redundante.» (28 de Maio)

Balanço (21)

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O que escrevemos aqui, durante a temporada, sobre JOVANE:

 

Pedro Azevedo: «Já se sabia que Cabral era nome de navegador intrépido e Jovane não foge à regra. Mudou por completo o cariz do jogo, descobrindo novos caminhos para a nau leonina, entre ventos e marés adversos.» (5 de Novembro)

Leonardo Ralha: «Recebeu com o pé a bola como se esta fosse colorida nas mãos de uma criança e fez o arco em ogiva que sossegou o espírito dos sportinguistas que tremiam com a desvantajosa vantagem do 1-2 que parecia eterno enquanto durasse. O golo que marcou fica como o melhor momento de um jogo movimentado.» (4 de Dezembro)

- António de Almeida: «Voltou a entrar e mexer no jogo.» (17 de Dezembro)

- José Navarro de Andrade: «Falta-lhe discernimento e apuro (aquelas biqueiradas..)» (24 de Dezembro)

Eu: «Há-de ir longe, tudo o indica. Basta-lhe trabalhar para isso, com a humildade indispensável a qualquer profissional que sonha sagrar-se campeão.» (28 de Dezembro)

- Duarte Fonseca: «Não joga o Jovane porque se aposta num tal de Diaby que não sabe dar um chuto numa bola...» (1 de Fevereiro)

Francisco Vasconcelos: «Precisa de ter cabeça para ser constante, sem as oscilações de forma que já apresentou.» (8 de Março)

Luís Lisboa: «Prefiro mil vezes ver um Jovane a titular do que um Diaby.» (8 de Maio)

Balanço (20)

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O que escrevemos aqui, durante a temporada, sobre NANI:

 

- José Navarro de Andrade: «É um problema, tem ideias, sabe o que faz, sabe explicar-se; irreverências que para um sargento que gosta de fazer voz grossa, de miolo-mole e pouco articulado, são muito desestabilizadoras.» (7 de Outubro)

Pedro Azevedo: «Procurou o espaço entrelinhas e deixou a sua marca no jogo (e não, não me refiro só às pernas de Mamadu). Foi um verdadeiro capitão e nunca se rendeu.» (5 de Novembro)

Leonardo Ralha: «Três grandes passes, diligentemente subaproveitados por Acuña e Raphinha, marcaram uma exibição em que o capitão do Sporting foi o cérebro que faltou a outros e esteve em melhores condições físicas do que a maioria.» (24 de Janeiro)

- Francisco Melo: «Num ano muito delicado, a viver a pior fase da época, o Sporting deixa Nani e Montero irem embora??? Logo dois dos mais virtuosos e dedicados jogadores do plantel!?Desculpem, mas esta notícia fere mais a nossa alma de leão do que a derrota de ontem.» (15 de Fevereiro)

- JPT: «Não há dinheiro para o manter? Talvez. Mas mais exigência se deverá ter a analisar o efectivo valor dos recém-contratados. Para os quais houve dinheiro. Valor no jogo jogado. Valor na classe transmitida. Valor na contribuição para que o clube se vá transferindo de geração em geração.» (15 de Fevereiro)

Edmundo Gonçalves: «Não me parece que seja caso para agradecimento, que este e outros jogadores são muito bem pagos para exercerem a sua profissão, mas aqui fica todo o meu enorme reconhecimento pelo sportinguismo, profissionalismo, amor à verde-e-branca, sempre demonstrados por Luís Nani, que nunca nos envergonhou, antes pelo contrário, elevou bem alto o nome do seu e nosso clube do coração.» (18 de Fevereiro)

Eu: «Melhor em campo contra o Loures, em Outubro. Uma assistência para golo e participação em outro contra o Lusitano Vildemoinhos, em Novembro. Intervenção activa na vitória contra o Feirense, em Janeiro. A Taça de Portugal 2019 também é tua, Nani. Como já foram as de 2007 e de 2015.» (27 de Maio)

Luís Lisboa: «A tendência para Nani procurar espaços anteriores e temporizar o jogo chocava com a tendência de Bruno Fernandes para esticá-lo e solicitar a profundidade. O certo é que Nani começou melhor a temporada que Bruno Fernandes, depois foram-se equivalendo.» (24 de Junho)

Balanço (19)

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O que escrevemos aqui, durante a temporada, sobre RAPHINHA:

 

- Pedro Azevedo: «Esteve em excelente plano (uma vez mais) e tentou visar a baliza bracarense por inúmeras vezes, ficando sempre a escassos centímetros de ser feliz.» (25 de Setembro)

- Marta Spínola: «Sou uma pessoa calada por natureza, vejo jogos quieta no meu lugar. Mas um golo faz-me levantar, gritar, aplaudir e urrar sem sequer pensar no assunto (tanto que celebrei efusivamente o belo golo de Raphinha, depois anulado, frente ao Moreirense. Mas enquanto não o foi, vibrei bastante).» (4 de Fevereiro)

- Francisco Chaveiro Reis: «Acredito que alguns, como Dost, Raphinha, Nani ou Wendel, saibam fazer muito mais (aliás, já o fizeram). Outros há que acredito que não possam dar muito mais.» (4 de Fevereiro)

Francisco Vasconcelos: «Tem potencial, mas precisa de ter cabeça para ser constante, sem as oscilações de forma que já apresentou.» (8 de Março)

Leonardo Ralha: «Melhor jogador leonino no um contra um.» (10 de Março)

Luís Lisboa: «Vimos Raphinha a fazer diagonais que desestabilizavam a equipa adversária (embora continuando a desperdiçar conclusões por jogar de pé trocado). Tudo coisas com dedo do treinador.» (4 de Abril)

Eu: «Marcou um grande golo aos 39', revelando um domínio técnico da bola só ao alcance de uma minoria de profissionais do futebol. E foi dele a assistência para o segundo, num soberbo centro aos 51'. Aos 18', já tinha acertado com estrondo na barra. Vai-se mostrando cada vez mais influente na equipa leonina.» (28 de Abril)

Balanço (18)

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O que escrevemos aqui, durante a temporada, sobre ACUÑA:

 

Pedro Azevedo: «Cresceu muito no segundo tempo. Com o argentino em campo, o Rei Leão entoou "Acuña" (no original, Hakuna) Matata, que em dialecto suaíle significa "sem problemas".» (5 de Novembro)

Luís Lisboa: «Este plantel são seis magníficos (Mathieu, Coates, Acuña, Nani, Bas Dost e Bruno Fernandes), mais uns entre o bom e o razoável e uns tantos tremendamente insuficientes para as necessidades do Sporting.» (3 de Fevereiro)

Francisco Vasconcelos: «Nas alas, havendo Acuña é menos um problema; não havendo, é preciso encontrar alguém.» (8 de Março)

- Filipe Arede Nunes: «Bendita a hora em que alguém não quis pagar o valor que o clube pediu pela sua saída, porque, pese embora os excessos, Acuña é o género de jogador que mais gosto de ver envergar a camisola verde e branca. Para ele, mais vale quebrar do que torcer. E, dentro de campo, dá sempre tudo o que tem.» (14 de Abril)

Eu: «O melhor em campo. Mesmo amarelado logo aos 7', não se deixou condicionar, comandando todas as operações ofensivas do nosso flanco esquerdo apesar de ter alinhado desta vez como lateral. Revelou-se incansável durante toda a partida, criando constantes desequilíbrios. E dos pés dele saíram sucessivos cruzamentos perigosos, infelizmente desaproveitados. Chegou ao fim da partida certamente orgulhoso por ter feito outra assistência para golo e pelo bom desempenho uma vez mais evidenciado.» (19 de Abril)

Leonardo Ralha: «Bem o tentam posicionar a extremo, mas o destino empurra-o para lateral, mesmo que para isso seja preciso que o Sporting fique a jogar com dez. Seja como for, o argentino sem medo voltou a dar mostras que é ele e mais nove, sabendo gerir a impetuosidade – ainda que não tenha acabado o jogo sem ver um amarelo numa jogada em que foi agredido... – e tratando a bola por alcunhas belas e secretas, como no passe com que assistiu Luiz Phellype para o golo que permitiu sonhar com um triunfo que desafiaria as estatísticas. Deus livre Alvalade de o ver partir.» (19 de Maio)

Balanço (17)

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O que escrevemos aqui, durante a temporada, sobre WENDEL:

 

Pedro Azevedo: «É difícil destacar algum jogador no Sporting. No entanto, pelas movimentações verticais durante o jogo, recuperação de bola e remate no lance do golo escolheria Wendel.» (1 de Novembro)

- Pedro Oliveira: «Depois de ter sido o melhor em campo no último jogo de Peseiro, Wendel voltou a ser um dos melhores, ontem... que seja para continuar.» (25 de Novembro)

Leonardo Ralha: «Manteve-se sempre em elevada rotação e acelerou o jogo ofensivo do Sporting. Sobretudo quando avançou pela esquerda, tirou um adversário do caminho e rematou em arco para inaugurar o marcador.» (17 de Janeiro)

- Francisco Chaveiro Reis: «Acredito que alguns, como Dost, Raphinha, Nani ou Wendel, saibam fazer muito mais (aliás, já o fizeram). Outros há que acredito que não possam dar muito mais.» (4 de Fevereiro)

Eu: «O melhor em campo. Utilíssimo na construção de lances ofensivos, progredindo com a bola dominada e capaz de distribuí-la com precisão. Sempre em jogo, sempre acutilante. Foi dele o passe que funcionou como assistência para o primeiro golo e foi ele também a fechar a conta, marcando o terceiro com um disparo muito bem colocado, aos 54'. Primeiro golo do jovem brasileiro nesta Liga 2018/2019.» (8 de Abril)

- José Navarro de Andrade: «Dizem que o Wendel entrou em campo. Será verdade?» (25 de Maio)

Balanço (16)

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O que escrevemos aqui, durante a temporada, sobre BRUNO CÉSAR:

 

Eu: «Constará da lista de jogadores a dispensar em Janeiro. Hoje fez pouco ou quase nada para contrariar este destino que parece traçado. Em campo desde o minuto 79, destacou-se por uma perda de bola em zona perigosa e comprometedora. Só não causou maior calafrio devido à confortável vantagem que o Sporting já tinha nessa fase do encontro.» (24 de Novembro)

Edmundo Gonçalves: «É verdade que estávamos a jogar com nove, mas a culpa não é do Jefferson nem do Bruno César, que não são eles que escalam a equipa.» (17 de Dezembro)

Leonardo Ralha: «Escolhido para a titularidade por Marcel Keizer, andou desfasado do resto da equipa e nunca conseguiu provar que tinha um papel a desempenhar neste jogo. Só poderia ter regressado ao relvado após o intervalo se Alvalade ainda vivesse no tempo do outro senhor.» (17 de Dezembro)

- António de Almeida: «Está noutro planeta, embora tenha um passado de esforço e missão ao serviço do clube.» (17 de Dezembro)

Luís Lisboa: «Insuficientes (25%): Bruno Gaspar, Ristovski, Jefferson, Bruno César, André Pinto, Petrovic, Mané» (18 de Dezembro)

- JPT: «Não sei se foi caro mas jogou bastante mas já não jogava.» (16 de Janeiro)

Balanço (15)

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O que escrevemos aqui, durante a temporada, sobre IDRISSA DOUMBIA:

 

- Francisco Chaveiro Reis: «Em comum com o avançado que andou por cá, tem o apelido, a nacionalidade e a passagem pela liga russa. Esperemos que este seja o Doumbia certo. Pelo que se escreve sobre ele, promete.» (15 de Janeiro)

Pedro Azevedo: «Quando acerta numa contratação (Idrissa Doumbia) não a mete a jogar, não retirando daí rendimento desportivo ou financeiro (a manter-se a situação).» (11 de Março)

Eu: «Desta vez foi titular, no lugar de Gudelj, ausente por acumulação de cartões. E revelou-se bem superior ao sérvio: competente como médio defensivo, não se confinou ao jogo posicional, arriscando várias incursões ofensivas, confiante e com bom domínio da bola. Vai caminhando a passos largos para se assumir como titular da posição 6 no Sporting.» (28 de Abril)

Leonardo Ralha: «Tirou partido da má tarde de Wendel e cimentou o estatuto de solução, dando boa conta de si a destruir e construir jogo até ao momento em que pôde estrear-se a marcar pelo Sporting, encerrando o pesado marcador após mais uma boa jogada do ataque leonino.» (6 de Maio)

Balanço (14)

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O que escrevemos aqui, durante a temporada, sobre MIGUEL LUÍS:

 

Leonardo Ralha: «Entrou no início da segunda parte e deixou a impressão de que chegava com atraso de 45 minutos mais descontos. Dotado para as trocas no meio-campo em que assenta o modelo de jogo keizeriano, o jovem habituado a festejar títulos europeus mostrou que por ele também se pode festejar títulos nacionais. Líder absoluto nos passes para finalização, selou nova boa exibição com o cruzamento que quase permitiu a Bruno Fernandes marcar de cabeça.» (17 de Dezembro)

Eu: «O melhor em campo. Assegurou a ligação entre sectores, no miolo do terreno, e cumpriu com zelo a missão. Recuperou bolas, fez passes bem medidos, foi sempre muito combativo - e sobretudo marcou um grande golo, aos 80'. O golo do 2-1, que nos valeu os três pontos, com um disparo fortíssimo à entrada da área, sem hipóteses para o guarda-redes Muriel. O primeiro golo que este jovem da nossa formação marca para o campeonato.» (3 de Janeiro)

Pedro Azevedo: «Vai crescendo e até já marcou dois golos na sua época de estreia.» (5 de Janeiro)

- Duarte Fonseca: «Desiste-se do Miguel Luís sem qualquer explicação...» (1 de Fevereiro)

- Francisco Almeida Leite: «Gudelj é melhor que Miguel Luís?» (3 de Fevereiro)

- Pedro Boucherie Mendes: «Alguém [devia] arranjar narrativas para explicar porque o pendular Miguel Luís não joga. Inventem o que quiserem, atirem-nos areia para os olhos, se bem que a verdade também está bem.» (7 de Fevereiro)

Francisco Vasconcelos: «Há um mini-Adrien e um mini-Moutinho em potência. Estou a falar, claro, de Miguel Luís e Daniel Bragança.» (8 de Março)

Balanço (13)

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O que escrevemos aqui, durante a temporada, sobre GUDELJ:

 

Pedro Azevedo: «O mínimo que se pode dizer é que fez jus à condição de novo Vigilante dos de Alvalade. Necessita de maior tracção à frente.» (5 de Novembro)

Francisco Chaveiro Reis: «Petrovic, Gudelj ou Diaby são teimosias do holandês que parece agora trair-se, com cautelas demasiadas.» (4 de Fevereiro)

Edmundo Gonçalves: «Voltou a fazer um jogo miserável e por conseguinte a roubar energias a Bruno Fernandes, que é o abono de família desta equipa.» (7 de Fevereiro)

Francisco Vasconcelos: «Continua a ser uma decepção.» (8 de Março)

Eu: «Infelizmente, enquanto este jogador [Palhinha] formado na nossa Academia se destaca num clube rival, nós optamos por Gudelj como solução de recurso para a mesma posição.» (2 de Abril)

José Navarro de Andrade: «É demasiado irregular e, se acabou a época como deve ser, mais de dois terços dela arrastou-se em campo acumulando erros.» (28 de Maio)

Luís Lisboa: «É realmente um dos patinhos feios do plantel do Sporting. Veio dum período longo de inactividade e durante muito tempo foi um dos meus ódios de estimação: lento, pastoso e a assistir de cadeirão em frente aos defesas aos lances perigosos e golos dos adversários. Mas foi subindo gradualmente, de forma física e de jogo, sempre jogando, sempre titular, e ganhando importância na manobra da equipa.» (30 de Maio)

Leonardo Ralha: «Parece ser um profissional inatacável, mas para quem supostamente é um 8 forçado pelas circunstâncias a actuar a 6 revela dificuldades a fazer circular bola e a participar na construção de jogadas que não recomendam a sua continuidade. Apesar da disponibilidade física e do empenho demonstrados.» (30 de Maio)

Balanço (12)

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O que escrevemos aqui, durante a temporada, sobre PETROVIC:

 

Leonardo Ralha: «Ler que Petrovic será titular daqui a poucos minutos, estando prestes a sair de casa para o estádio, é o tipo de informação que me põe os pés tão pesados como se fossem de chumbo.» (29 de Setembro)

Pedro Azevedo: «Parado (um candeeiro, tipo PETROmax), não deu ritmo ao jogo.» (4 de Outubro)

Eu: «Merece nota positiva por ter cumprido a missão táctica de que estava incumbido, como médio defensivo. Não é um transportador de bola nem um tecnicista, mas jogou concentrado e até foi capaz de levar algum perigo a zonas mais avançadas do terreno. Procura mostrar serviço.» (14 de Dezembro)

- JPT: «O próximo tipo (sportinguista, está bem de ver) que resmungue com o Petrovic, alguém que lhe dê um carolo e o vizinho que lhe afinfe um calduço.» (26 de Janeiro)

José Navarro de Andrade: «De nariz partido Petrovic só quer saber de uma nova camisola para voltar ao campo. Doravante Petrovic merece ser um herói do Sporting.» (27 de Janeiro)

- Francisco Chaveiro Reis: «Eu preferia aumentar Montero e não pagar sequer um ordenado mínimo a Gaspar, Pinto ou Petrovic.» (15 de Fevereiro)

Francisco Vasconcelos: «Na minha opinião, pode seguir viagem.» (8 de Março)

Luís Lisboa: «Temos um conjunto de jogadores sem as condições necessárias para este novo desafio, que fracassaram ou que não conseguem manter o rendimento de outrora, pela idade, lesões ou outra coisa qualquer: Salin, Bruno Gaspar, André Pinto, Petrovic e Jefferson.» (28 de Maio)

Balanço (11)

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O que escrevemos aqui, durante a temporada, sobre BATTAGLIA:

 

- António de Almeida: «Por mais que seja romântico o sonho de apresentar um meio-campo com Palhinha, Geraldes e Matheus, a verdade é que Battaglia, Bruno Fernandes ou Gudelj oferecem maiores garantias ao treinador e a certeza da equipa ganhar experiência e competitividade.» (1 de Setembro)

- Pedro Azevedo: «Tem muita vontade, presença física, mas não tem timing de passe.» (2 de Setembro)

Leonardo Ralha: «Além de ter sido o autor do primeiro lance de golo, com um remate de fora da área que testou os reflexos do guarda-redes boavisteiro, e de impedido que os forasteiros fizessem uma gracinha, oferecendo o corpo a uma bala disparada na grande área, dominou por absoluto o meio-campo ao longo do jogo inteiro.» (29 de Outubro)

Eu: «Sofreu uma rotura de ligamentos no joelho direito e vai ser operado já amanhã. É uma zona muito sensível, que exige um pós-operatório prolongado. Provavelmente não devemos voltar a vê-lo em campo antes de Março ou Abril. Na prática, a época terminou para o internacional argentino.» (5 de Novembro)

José Navarro de Andrade: «Uma equipa curta, mais curta fica sem Nani, Battaglia, Coates, Montero e o renascido Wendel.» (24 de Dezembro)

Francisco Vasconcelos: «Útil mas limitado.» (8 de Março)

Luís Lisboa: «Poderá sair porque já tem 27 anos e vai ter uma temporada de recuperação da grave lesão que sofreu.» (6 de Junho)

Balanço (10)

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O que escrevemos aqui, durante a temporada, sobre BORJA:

 

Eu: «Gostei pouco da prestação do colombiano Borja, reforço de Inverno para a nossa lateral esquerda, em estreia absoluta de verde e branco no onze titular escalado por Keizer para este desafio. Naturalmente sem rotinas defensivas, teve responsabilidades directas nos dois golos encarnados.» (7 de Fevereiro)

Edmundo Gonçalves: «Deixou bons apontamentos.» (7 de Fevereiro)

Francisco Vasconcelos: «Borja, que achei que poderia ter problemas de adaptação ao ritmo e posicionamento, tem sido uma bela surpresa.» (8 de Março)

Leonardo Ralha: «Não conseguiu oferecer uma ocasião de golo a um adversário logo no primeiro minuto de jogo. Limitou-se a perder a bola pela linha lateral, permitindo aos adeptos um alívio que mostrou ser exagerado. Andou pelo relvado a manietar jogadas prometedoras, a atrapalhar Acuña e a demonstrar aos mais novos como não se cabeceia.» (19 de Maio)

José Navarro de Andrade: «Bruno Gaspar, Borja e André Pinto (este depois da atitude miserável no jogo contra o benfas): a porta da rua é serventia da casa - são maus demais.» (28 de Maio)

Luís Lisboa: «Tem andado muito limitado por lesões e descontinuidades de titularidade. Vamos ver como se comporta na selecção da Colômbia. Nesse acredito.» (6 de Junho)

Balanço (9)

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O que escrevemos aqui, durante a temporada, sobre JEFFERSON:

 

Pedro Azevedo: «Um dos melhores em campo.» (24 de Novembro)

- António de Almeida: «É o elo mais fraco da equipa.» (17 de Dezembro)

- JPT: «É melhor do que o que o pintam mas desgosta-se no Sporting.» (8 de Janeiro)

Eu: «É o patinho feio da equipa, fazendo arrepelar os cabelos de quem assiste ao jogo no estádio, mas desta vez teve uma actuação impecável. Veloz e concentrado a atacar, sem comprometer nas acções defensivas nem temer Marega, seu adversário directo.» (13 de Janeiro)

Leonardo Ralha: «Passou o jogo inteiro a cruzar bolas, quase sempre em boas condições, sem que ninguém quisesse corresponder ao esforço de quem terminou só com dois colegas na linha defensiva.» (30 de Janeiro)

Francisco Almeida Leite: «Jefferson e Bruno Gaspar não têm categoria para estar onde estão.» (3 de Fevereiro)

José Navarro de Andrade: «A verdade é que há coisas que não mudam, como Jefferson por exemplo. Dele saberemos sempre que será infinita e consistentemente estúpido.» (21 de Fevereiro)

Francisco Vasconcelos: «Jefferson e Bruno Gaspar são do pior que já vi com a verde e branca.» (8 de Março)

- Luís Lisboa: «Temos um conjunto de jogadores sem as condições necessárias para este novo desafio, que fracassaram ou que não conseguem manter o rendimento de outrora, pela idade, lesões ou outra coisa qualquer: Salin, Bruno Gaspar, André Pinto, Petrovic e Jefferson.» (28 de Maio)

Balanço (8)

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O que escrevemos aqui, durante a temporada, sobre ILORI:

 

Pedro Azevedo: «É um jogador que perde frequentemente a concentração nos jogos, mas tem algo que parece faltar aos nossos centrais: é supersónico na recuperação defensiva. Limados os pontos-fracos, um perfil assim pode permitir à equipa subir a sua zona de pressão, a partir de um bloco defensivo colocado alguns metros à frente.» (5 de Janeiro)

Eu: «Fez parceria com Coates no eixo da defesa e revelou uma arrepiante fragilidade, culminada num autogolo que ditou a nossa derrota.» (7 de Fevereiro)

- JPT: «A porta da rua é a serventia. De Ilori. Agora será no final da época.» (7 de Fevereiro)

Edmundo Gonçalves: «Nada tenho contra o rapaz. Toda a gente tem direito a uma segunda oportunidade e desejo que seja muito feliz no Sporting, que é sinal de que foi útil ao clube, mas o que questiono é a qualidade actual de Ilori. Convém lembrar que foi descendo até à zona de despromoção à terceira divisão inglesa e isso talvez não seja grande cartão de visita.» (30 de Janeiro)

José Navarro de Andrade: «Um bailarino que não sabe onde se pôr ou quem marcar, como tão bem demonstrou no golo do Villareal.» (21 de Fevereiro)

Francisco Vasconcelos: «Sendo rápido e alto, é uma boa opção, apenas tem de deixar de inventar na saída de jogo.» (8 de Março)

Leonardo Ralha: «Entrou a meio da segunda parte, tendo tempo suficiente para contemplar o remate acrobático com que Herrera, literalmente nas suas costas, fuzilou a baliza do Sporting e fez o resultado final. Resta-lhe a compensação de que Borja elevou muito a fasquia na competição para pior reforço de Inverno desta temporada.» (19 de Maio)

Luís Lisboa: «Não conseguiu estar à altura da missão. Foi uma aposta falhada.» (11 de Junho)

Balanço (7)

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O que escrevemos aqui, durante a temporada, sobre ANDRÉ PINTO:

 

Edmundo Gonçalves: «Um tropeção de André Pinto permitiu que um ucraniano surpreendido marcasse um golo que teve o condão de trazer dois autocarros para dentro de campo, que estacionaram frente à baliza dos da casa e de adormecer os nossos» (5 de Outubro)

Pedro Azevedo: «André Pinto, que até está rodado e habitualmente é pendular, teve um jogo para esquecer.» (1 de Novembro)

Eu: «Uma das melhores exibições de sempre do central ex-Braga vestido de verde e branco. Na primeira parte, vulgarizou e neutralizou Marega, sem nunca se atemorizar perante o avançado portista. O azar bateu-lhe à porta logo a abrir o segundo tempo, precisamente num choque com Marega: fracturou o nariz e ainda quis jogar em esforço, mas saiu aos 53'.» (27 de Janeiro)

Leonardo Ralha: «Entrou em campo com uma máscara a proteger-lhe o nariz, após ter feito uma cirurgia na sequência daquele banho de sangue que valeu a Taça da Liga ao Sporting. E é bem possível que a dita máscara lhe tenha prejudicado a percepção do tempo e do espaço, tendo em conta a forma como deixou Seferovic e Ruben Dias cabecearem para golo – sem falar na incapacidade de cortar a bola rasteira que isolou João Félix.» (3 de Fevereiro)

Francisco Chaveiro Reis: «Eu preferia aumentar Montero e não pagar sequer um ordenado mínimo a Gaspar, Pinto ou Petrovic.» (15 de Fevereiro)

Francisco Vasconcelos: «André Pinto parece-me manifestamente pouco.» (8 de Março)

José Navarro de Andrade: «Bruno Gaspar, Borja e André Pinto (este depois da atitude miserável no jogo contra o benfas): a porta da rua é serventia da casa - são maus demais.» (28 de Maio)

- Luís Lisboa: «Temos um conjunto de jogadores sem as condições necessárias para este novo desafio, que fracassaram ou que não conseguem manter o rendimento de outrora, pela idade, lesões ou outra coisa qualquer, e aqui temos claramente Salin, Bruno Gaspar, André Pinto, Petrovic e Jefferson.» (28 de Maio)

Balanço (6)

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O que escrevemos aqui, durante a temporada, sobre MATHIEU:

 

Leonardo Ralha: «Não só levou a equipa para a frente nos períodos de maior desorientação da primeira parte como consumou a reviravolta no resultado com um golo de livre directo que o ex-colega de equipa Lionel Messi decerto aplaudiria.» (17 de Dezembro)

- Edmundo Gonçalves: «Fez levantar o estádio, com um golo daqueles... de fazer levantar o estádio!» (17 de Dezembro)

- António de Almeida: «Passeou classe.» (17 de Dezembro)

Eu: «O melhor em campo, com um desempenho impecável. Neutralizou Marega e Soares, ganhou todos lances aéreos, fez vários cortes providenciais e ainda foi o mais lúcido no início da construção ofensiva do Sporting. Um elemento indispensável no onze leonino.» (12 de Janeiro)

Luís Lisboa: «Este plantel são seis magníficos (Mathieu, Coates, Acuña, Nani, Bas Dost e Bruno Fernandes), mais uns entre o bom e o razoável e uns tantos tremendamente insuficientes para as necessidades do Sporting.» (3 de Fevereiro)

Francisco Vasconcelos: «No centro da defesa, sem Mathieu, temos um problema.» (8 de Março)

Pedro Azevedo: « O Sporting em época e meia investiu 100 milhões de euros em contratações, das quais só se destacam pelo rendimento desportivo os jogadores Bruno Fernandes, Acuña e Mathieu.» (11 de Março)

Balanço (5)

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O que escrevemos aqui, durante a temporada, sobre COATES:

 

Eu: «Destaco Coates, seguríssimo no comando do bloco defensivo, imperial nos lances aéreos e capaz de travar o ímpeto ofensivo de craques arsenalistas como Welbeck e Aubameyang: voto nele como o melhor Leão em campo.» (8 de Novembro)

Pedro Azevedo: «Salvaram-nos um intratável Coates e um indomável Acuña, sul-americanos de raça, bem como a deficiente finalização dos londrinos.» (9 de Novembro)

- JPT: «É um Polga, minha tese lacrimejante, ainda que haja (até aqui) quem muito dele goste.» (8 de Janeiro)

Luís Lisboa: «Este plantel são seis magníficos (Mathieu, Coates, Acuña, Nani, Bas Dost e Bruno Fernandes), mais uns entre o bom e o razoável e uns tantos tremendamente insuficientes para as necessidades do Sporting.» (3 de Fevereiro)

Edmundo Gonçalves: «Infelizmente tem andado muito mal acompanhado.» (7 de Fevereiro)

Leonardo Ralha: «Aquela jogada individual aos 58 minutos, em que avança no seu estilo determinado-desengonçado, enfrenta quatro adversários e faz um cruzamento-remate que provocou calafrios ao guarda-redes do Villarreal, merecia por si só uma estátua equestre à entrada do estádio.» (15 de Fevereiro)

Francisco Vasconcelos: «Gosto muito de Coates, um verdadeiro líder.» (8 de Março)

Balanço (4)

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O que escrevemos aqui, durante a temporada, sobre BRUNO GASPAR:

 

- António de Almeida: «Está alguns furos abaixo do exigível para ser titular.» (17 de Dezembro)

Eu: «É cada vez mais evidente que não tem categoria para ser titular da equipa do Sporting. Desastrado a defender, inofensivo a atacar: na ala dele, os centros perigosos partiram dos pés de Raphinha e Bruno Fernandes. Só.» (7 de Janeiro)

- Luís Lisboa: «Foi por falta de atitude que Bruno Gaspar abriu a porta ao avançado do Tondela no primeiro golo?  Aliás esse golo, que foi mesmo à minha frente, estava na terceira fila da bancada a uns cinco metros do Bruno Gaspar, devia ser passado 50 vezes por Marcel Keizer para mostrar tudo aquilo que não se deve fazer, desde a perda de bola a meio campo, à passagem tranquila pelo Gaspar, ao posicionamento da defesa e à cobertura ao avançado que marcou o golo.» (8 de Janeiro)

- Pedro Azevedo: «Os laterais deixaram de fazer costa-a-costa e Gaspar trocou o incenso pelo "insonso" (insosso).» (8 de Janeiro)

- Francisco Almeida Leite: «Jefferson e Bruno Gaspar não têm categoria para estar onde estão.» (3 de Fevereiro)

- Edmundo Gonçalves: «É uma nódoa.» (7 de Fevereiro)

- Francisco Chaveiro Reis: «Eu preferia aumentar Montero e não pagar sequer um ordenado mínimo a Gaspar, Pinto ou Petrovic.» (15 de Fevereiro)

Francisco Vasconcelos: «Jefferson e Bruno Gaspar são do pior que já vi com a verde e branca.» (8 de Março)

- Leonardo Ralha: «Merecem respeito, pois não duvido por um instante que ambos dão o melhor que podem e que conseguem, mas acredito que me lembrarei desta Taça de Portugal como aquela que o Sporting conquistou com Bruno Gaspar e Diaby no onze titular. Mérito a Marcel Keizer por ter desviado o maliano para a esquerda, impedindo que uma ala inteira ficasse entregue a dois profissionais tão dignos de respeito quanto de qualidade técnica manifestamente inferior ao que se deve exigir de um futebolista leonino.» (25 de Maio)

- José Navarro de Andrade: «Bruno Gaspar, Borja e André Pinto (este depois da atitude miserável no jogo contra o benfas): a porta da rua é serventia da casa - são maus demais.» (28 de Maio)

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