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És a nossa Fé!

Parabéns, Krassimir!

A 29 de Março de 1966 nascia, em Veliko Tarnovo, na Bulgária, um dos maiores génios que alguma vez pisou os relvados portugueses.

Com um pé esquerdo de fazer inveja a muitos, espalhava magia cada vez que tocava na bola. Com ele a bola não chorava, de tanta que era a classe.

 

Por tudo isso, para assinalar o 50º aniversário daquele que foi um dos meus primeiros ídolos futebolísticos, deixo aqui esta obra de arte.

 

 

Eleito há três anos

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 Uma sondagem com a marca inequívoca... da Eurosondagem

 

Contrariando as sondagens feitas durante a campanha pela empresa Eurosondagem, Bruno de Carvalho era anunciado como 42º presidente leonino faz hoje três anos. Com a equipa de futebol na pior situação de sempre, relegada para o décimo posto do campeonato, e vários comentadores futebolísticos nacionais a sagrarem já o Braga como "terceiro grande" do futebol português.

Nas declarações iniciais aos adeptos, na madrugada de 24 de Março de 2013, o novo dirigente disse uma frase que de imediato funcionou como uma espécie de linha de rumo: "O Sporting é nosso outra vez."

 

A primeira reacção aqui no blogue veio do José Manuel Barroso. Com estas palavras: «Um sonho de menino, um projeto de vida, um trabalho ciclópico, um Sporting dividido e frágil - passado e futuro. Uma responsabilidade imensa. Até Julho, estado de graça. Primeira reação do novo presidente: comedida, palavras sensatas. Reação de [José] Couceiro: sportinguismo. Reação de [Carlos] Severino: "ponho tudo do meu programa ao serviço do Sporting" - bonito e que pena não ter sido assim sempre. Um presidente para todos os sportinguistas e para todo o Sporting. Bruno de Carvalho sabe bem que isso vai ser vital. Parabéns.»

A segunda veio do Tiago Loureiro e foi assim: «É a primeira vez que o digo em toda a minha vida: o meu Presidente. Amo-te Sporting!»

 

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A vitória, no entanto, não foi oficialmente confirmada nesse dia. Porque, embora com mais sete mil votos do que o seu principal antagonista, José Couceiro, o indigitado sucessor de Godinho Lopes teria ainda de aguardar mais 48 horas pelo apuramento dos votos por correspondência.

Sem esperarem pelo veredicto definitivo das urnas, alguns comentadores ferozmente antibrunistas apressaram-se logo nesse dia a lamentar a legítima opção dos sócios, declarando que Bruno de Carvalho jamais os representaria e antevendo um destino negro para o clube. Num sintoma evidente de mau perder.

Reacções localizadas que não se confundiam com a sensação de júbilo maioritária entre os sportinguistas por esta saudável jornada de participação democrática. E que procurei de algum modo resumir nestas linhas: «Bruno de Carvalho é o novo presidente do Sporting - o meu presidente também. Um clube que é dos sócios e não de nenhuma clique. Cumprimentado de imediato com fair play pelos candidatos derrotados, personifica um novo ciclo que arranca sem demora. Agora há que começar a edificar o futuro em Alvalade. Unidos como nunca. E sem olhar para trás.»

Quatro anos

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Este blogue assinala hoje quatro anos de vida. Nascemos a 1 de Janeiro de 2012, num período conturbado da história do nosso clube, mas nem por isso deixámos de acreditar sempre no Sporting.

Passámos já por dois presidentes (Godinho Lopes e Bruno de Carvalho), oito treinadores (Domingos Paciência, Ricardo Sá Pinto, Oceano Cruz, Franky Vercauteren, Jesualdo Ferreira, Leonardo Jardim, Marco Silva e Jorge Jesus), muitos jogadores, bastantes vitórias (menos do que desejaríamos), dois troféus relevantes no futebol (Taça de Portugal e Supertaça) algumas derrotas (mais do que gostaríamos) e diversos percalços que foram sendo registados neste espaço leonino que servirá um dia também de rascunho para alguém escrever a história do nosso clube, sem dúvida um dos maiores da Europa em troféus, número de sócios e de praticantes.

Queremos que o Sporting mantenha as virtudes que o tornaram campeão da formação e do ecletismo. Queremos também que continue a corrigir alguns erros estruturais, com a rapidez que se impõe, para retomar sem falhas o rumo do êxito na mais emblemática das modalidades, o futebol. Queremos sobretudo que se desperdicem cada vez menos energias em refregas contra adversários internos, imaginários ou reais. Para que possamos gastá-las no combate leal aos nossos históricos rivais, estejam mais a norte ou mais a sul.

Fomos de algum modo precursores ao adoptarmos, para nome do nosso blogue, uma frase leonina hoje inscrita como lema do clube. Um lema que entoamos em uníssono, sempre com entusiasmo: És a Nossa Fé.

Cá estaremos para continuar a dar testemunho do que pensamos, sem condicionamentos nem preconceitos, enquanto elos de uma vasta corrente que nos faça sentir cada vez mais orgulhosos de sermos de onde somos, com muito gosto e muita honra.

Do Sporting Clube de Portugal.

Sérgio, setenta anos

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Vinte e dois de Novembro de 2007, um local, FNAC do Colombo (19H00), assisti à apresentação do livro: "Futebol e Rock n' Roll"... o "rock" era o aniversariante de hoje, o Sportinguista Sérgio Godinho; o futebol era um futebolista, que digamos, já não joga no Sporting.

Retiro umas palavras desse livro (p. 31 e 32):

SG - E tu, nunca foste benfiquista?

JM - Para dizer a verdade, fui (...) apesar da minha mãe ser uma adepta anti-benfiquista.

SG - Ah, é uma adepta anti-benfiquista... Boa definição.

JM - Podem ganhar todos, menos o Benfica.

SG - Isso parece uma frase que os brasileiros costumam dizer: «me inclui fora dessa»... (risos)

JM - Quando o Benfica ia jogar a Olhão aconteciam umas certas... trafulhas - é como a minha mãe diz, trafulhas. A partir daí começou a detestar o Benfica (...) o árbitro roubava o Olhanense e a minha mãe, adepta do clube, ficou com um pó ao Benfica (...)

[ficar com pó ao Benfica é uma frase linda, lida à luz daquilo que hoje sabemos, ficar com pó ao clube do pó, há realidades que não podem ser branqueadas :)]

Enfim a ideia era dar os parabéns ao Sérgio mas enveredei pelo estilo João Gobern a quem pagaram para escrever uma crónica em que fala dele; Gobern e não de Godinho.

Vou terminar com um grande abraço para Godinho, Sérgio Godinho e uma frase à Leão:

TEMOS FORÇA E RAZÃO E VONTADE PARA LUTAR!

Parabéns, Tobias

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Ofereceste ontem a melhor prenda a ti próprio, na véspera do teu aniversário, com aquele impecável golo de cabeça seguindo uma indicação que te deu o Montero para te colocares ali mesmo, ao primeiro poste, e deixares o teu instinto leonino elevar-te assim que o Carrillo marcasse o canto.

Aproveita bem este dia em que festejas 21 anos. E no domingo volta a jogar como fizeste ontem em Arouca. À Leão.

Parabéns, Tobias.

Três anos

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Este blogue assinala hoje três anos de vida. Nascemos a 1 de Janeiro de 2012, num período conturbado da história do nosso clube, mas nem por isso deixámos de acreditar sempre no Sporting.

Passámos já por dois presidentes (Godinho Lopes e Bruno de Carvalho), sete treinadores (Domingos Paciência, Ricardo Sá Pinto, Oceano Cruz, Franky Vercauteren, Jesualdo Ferreira, Leonardo Jardim e Marco Silva), muitos jogadores, bastantes vitórias (menos do que desejaríamos), algumas derrotas (mais do que gostaríamos) e diversos percalços que foram sendo registados neste espaço leonino que servirá um dia também de rascunho para alguém escrever a história do nosso clube, sem dúvida um dos maiores da Europa em troféus, número de sócios e de praticantes.

Queremos que o Sporting mantenha as virtudes que o tornaram campeão da formação e do ecletismo. Queremos também que corrija alguns erros estruturais, com a rapidez que se impõe, para retomar sem falhas o rumo do êxito na mais emblemática das modalidades, o futebol. Queremos sobretudo que se desperdicem cada vez menos energias em refregas contra adversários internos, imaginários ou reais. Para que possamos gastá-las no combate leal aos nossos históricos rivais, estejam mais a norte ou mais a sul.

Fomos de algum modo precursores ao adoptarmos, para nome do nosso blogue, uma frase leonina hoje inscrita como lema do clube. Um lema que entoamos em uníssono, sempre com entusiasmo: És a Nossa Fé.

Cá estaremos para continuar a dar testemunho do que pensamos, sem condicionamentos nem preconceitos, enquanto elos de uma vasta corrente que nos faça sentir cada vez mais orgulhosos de sermos de onde somos, com muito gosto e muita honra.

Do Sporting Clube de Portugal.

Início da época

Hoje, em dia de aniversário do melhor Clube do Mundo, em que arranca para nós a época e agora que o campeonato do Mundo acabou (na perspectiva da selecção portuguesa, que não na dos amantes do futebol), e que a época futebolística nacional começa finalmente a entrar na ordem do dia, com o costumeiro chorrilho de asneirada nos jornais e programas de rádio e televisão da “especialidade”, permitam-me uma pequena reflexão sobre o passado, mais ou menos recente, e a atrever-me a apontar um caminho de futuro que, no caso vertente, se me afigura o único plausível de aumentar a competitividade do futebol português a nível de clubes, e consequentemente a nível da própria selecção:

 

Andaram os clubes (os grandes de Portugal, que é o que interessa para o caso) a gastar, durante anos, o que tinham e o que não tinham, alguns na vã tentativa de ganhar um campeonatozito (caso concreto do SCP, ou mesmo do SLB – ambos, nos últimos 20 anos, não andam muito longe), e ao que assistimos, foi ao definhar de todos eles, do ponto de vista económico-financeiro.

Hoje, todos os clubes estão falidos (ou as SAD’s, se quiserem); podem uns dizer, de forma eufemística, que os “activos” cobrem os astronómicos passivos, mas se hoje tivessem que vender, verificar-se-ia que essa ideia não passa duma enorme falácia. Veja-se a recente venda dos direitos de Garay…

 

Mas o que interessa aqui é mesmo o exemplo do Sporting: depois da vitória deste presidente, Bruno de Carvalho, que teve o meu apoio, foi encetada uma política de prata da casa, de aposta em valores da formação, de aquisição de alguns jogadores a preços controlados, e negociada a reestruturação da dívida com a banca.

 

Vamos por partes:

A prata da casa: ascenderam à equipa principal jovens valores que hoje são certezas como jogadores de futebol e que serão integrantes titularíssimos da selecção nacional num futuro muito próximo, não seja o seleccionador o casmurro do Paulo Bento, e que darão encaixes financeiros interessantes ao Clube. Na época passada, foi recorrente o Sporting iniciar os jogos com seis, sete jogadores portugueses e formados na sua Academia. Nenhum clube em Portugal, ao mesmo nível, esteve sequer próximo, salvo quando a isso foi obrigado pelas regras das competições e aí apresentaram segundas, terceiras e quartas escolhas.

Os resultados foram os que se viram, um honroso segundo lugar, depois da vergonha do sétimo lugar do ano anterior e de todo o descalabro interno.

As compras certeiras a preços controlados: ao contrário de outros clubes, que esbanjaram milhões em jogadores de duvidosa qualidade (é certo que alguns são craques, mas a relação compra/benefício esteve longe de ser interessante), onde o FCPorto até esteve uns furos à frente do SLBenfica, o Sporting, até porque a torneira, por vontade própria e por imposição da negociação da dívida, estava fechada, procurou jogadores para lugares-chave que foram extremamente importantes para os resultados conseguidos. Montero com um início de época notável e Slimani numa segunda volta impressionante são disso exemplo.

E por fim, a reestruturação da dívida: o Sporting, com uma força nunca antes demonstrada pela sua direcção ou por qualquer presidente, pelo menos nas três décadas anteriores, conseguiu aquilo que os profetas da desgraça e os que faziam força para baixo (os muito bem denominados de Marretas pelo caro Pedro Correia) queriam evitar: negociar com os credores condições excelentes para pagar aquilo que os desvarios de direcções anteriores fizeram e que conduziram o Clube à falência.

Hoje o Sporting vive uma situação complicada, é certo, mas controlada e com muito boas perspectivas de vir a ter um futuro risonho.

Este é o caminho que terá que seguir o futebol português e se não arrepiarem caminho clubes haverá cujo futuro estará até em causa (seja o fair play desportivo uma realidade e aplicado com rigor) e cedo ou tarde terão que enfrentar situações extremas de consolidação de dívida que os poderão levar à ruína.

 

Neste particular, também fruto dos maus resultados, é verdade, o Sporting parte à frente.

Oxalá tenha o engenho para tirar partido disso!

 

Ah! E que não lhe “cortem as vazas”… 

1 de Julho

Cumprem-se 108 anos, hoje!

A festa seria um pouco mais brilhante se houvesse o arranque do canal de televisão.

Mas nada ofusca o brilho de um Clube que tem cumprido com enorme classe o objectivo e o lema dos seus fundadores: ser um dos maiores!

"Vazimbóra Spórting!!!"

Dois anos depois

 

És a nossa Fé nasceu há precisamente dois anos. Recebemos de então para cá mais de 730 mil visitantes e acima de 1,3 milhões de visualizações.

Publicámos 4684 posts, registámos 24.675 comentários. E o post mais comentado de 2013 de todos os blogues sportinguistas inscritos na plataforma Sapo.

Passado este tempo, há cada vez mais motivos para continuarmos aqui. Em apoio declarado ao nosso clube de sempre.

É o que faremos.

Um jogador memorável

 

Peter Schmeichel.

Celebra hoje 50 anos de vida.

Todas as referências que se fizerem hoje à efeméride, em Inglaterra, na Dinamarca, ou em qualquer outro lugar do mundo, irão sempre incluir o nome do Sporting Clube de Portugal.

Ainda hoje parece inacreditável como é que conseguimos contratar, para a nossa equipa, um dos melhores guarda-redes do mundo da história do futebol. Recordo-me bem da inveja dos meus amigos portistas e benfiquistas por termos um guarda-redes daquela categoria a defender a nossa baliza.

Foi um regalo ver Peter Schmeichel jogar. Um espectáculo dentro do espectáculo. Quem não se lembra daquela recepção da bola com o peito, e consequente alívio com um pontapé de bicicleta, no jogo contra o Salgueiros que nos deu o título?

Outro episódio pitoresco foi o da final da taça de Portugal, contra o Porto, em que o jogo foi a prolongamento e no final dos 30m o árbitro deu por encerrada a partida. Peter Schmeichel pensava que o jogo seguia para os penalties quando alguém lhe explicou que no futebol à portuguesa, final que terminasse empatada após prolongamento dava em...finalíssima!

Um jogador extraordinário, campeão no meu clube e para sempre ligado à sua história. Valerá muito a pena, recordar, a entrevista que deu ao jornal do Sporting.

O meu jogo em Alvalade

O nosso estádio faz hoje 10 anos. Tenho a sorte de já ter perdido a conta às vezes que pude ver o nosso Sporting a jogar em Alvalade. Não há sensação igual como a de chegar às bocas que dão para as bancadas vindos do corredor interior, e ver a nossa casa cheia de cachecóis verde e brancos, as claques a ensaiar os cânticos e o speaker a puxar pela equipa. Considero-me um felizardo por saber o que é esta experiência, bem como por saber o que é ver um jogo no anterior estádio, então muito miúdo e a iniciar-me nesta paixão que é o Sporting. Neste, no ainda novo (a partir de que aniversário é que deixamos de tratar o estádio por "novo", já agora?), a minha maior alegria não foi assim há muito tempo, foi a 19 de Abril de 2012, na 1ª mão da meia-final da Liga Europa conta o Atlético Bilbao. A reviravolta no espaço de minutos, a emoção aquando do segundo golo do Sporting, apontado por Diego Capel e que se festejou durante largos minutos, os cerca de 40 mil adeptos de pé a cantar, fazendo figas pelo terceiro, que por pouco não surgia dos pés de Carrilo, a explosão de euforia no apito final, a saída do estádio com toda a gente aos abraços e a ecoar o então célebre "aperta com eles, Sá Pinto" são momentos que jamais esquecerei. Foi uma bela noite! Até ver, o meu jogo favorito no "novo" Estádio. Espero substitui-lo ou igualá-lo em importância brevemente, portanto que venham mais. Para avivar a memória, deixo aqui o vídeo dos golos com os relatos da Antena 1 e TSF. 

 

O primeiro ano de Fé

Faz hoje precisamente um ano que abracei este projecto.

 

Um enorme privilégio oferecido pelo meu amigo Pedro Correia, sportinguista de longuíssima data.

 

A minha colaboração neste espaço resume-se nos últimos doze meses a uns meros 35 textos com 176 comentários, curiosamente muitos deles de leitores com apreços por outras agremiações desportivas. Mas ainda bem, só prova a qualidade, pluralismo e desportivismo deste blogue.

 

Gostaria claramente de ter maior competência na escrita, de forma a publicar melhores textos, mas creiam-me: faço o melhor que sei e posso!

 

A todos quantos tiveram a gentileza de me lerem, aos que pacientemente comentaram as minhas opiniões, o meu profundo agradecimento.

 

Finalmente, espero e desejo que as vitórias do Sporting surjam em catadupa na próxima época, para que também eu, seguindo esse rumo de alegrias, escreva amiúde.

2013

Aqui estamos. Para trás ficou o pior ano de sempre no Sporting. Correspondeu curiosamente ao ano de vida deste blogue. Nem por isso desarmámos ou desistimos. Mantivemos sempre a esperança e a fé. Mantivemos sempre a vontade e o querer. Mantivemos sempre o orgulho e a dignidade.

 

Aqui estamos, portanto. Prontos para um novo ano. 

 

Parabéns ao És a nossa fé. Parabéns a todos os sportinguistas que aqui escrevem, lêem e comentam. Obrigada mais uma vez ao Pedro Correia pelo convite para estar aqui, e vamos a eles!

 

Estamos sempre convosco

 

Há um ano foi assim. Um ano depois, o blogue És a Nossa Fé cumpriu o seu objectivo principal, defender e honrar o Sporting Clube de Portugal, mas viu o nosso clube mergulhar numa crise sem precedentes. 2012 foi definitivamente um ano para esquecer: resultados muito abaixo dos pergaminhos do SCP e atitudes (de dirigentes e jogadores) mais típicas de outras paragens. Em 2013 nada pode ficar na mesma. O Sporting tem vivido num autêntico PREC e vai precisar de estabilidade. Só uma instituição forte, de confiança e que se dê ao respeito poderá fazer renascer das cinzas o clube que tanto trabalho deu a erguer e que fez vibrar gerações e gerações de sportinguistas.

É preciso instaurar rapidamente uma cultura de responsabilidade e de respeito pelo clube. Quando um jogador ou um dirigente belisca o nosso património desportivo, cultural e humanista, tem de saber que forçosamente vai sofrer na pele as consequências dos seus actos. O Sporting está e estará sempre acima das pessoas que o servem e, sobretudo, daqueles que se servem dele. Ser do Sporting é ser diferente. Mas ser do Sporting é também saber que nunca, mas nunca, se pode pôr em causa o bom nome do clube. Isto aplica-se a todos, sem excepções. Com a equipa de futebol num estado calamitoso e com a gestão financeira a fazer soar todos os alarmes, temos de acreditar que batemos no fundo. Não pode haver pior do que isto. A partir daqui só podemos melhorar. Depois da tempestade tem mesmo de vir a bonança.

Nós, por aqui, vamos andar atentos e vigilantes. Não perdoamos a quem ofendeu o clube. E pedimos mais e melhor neste ano de 2013. Queremos voltar ao nosso lugar. Esforço, Dedicação, Devoção e Glória - Eis o Sporting! Sempre!

{ Blog fundado em 2012. }

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