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És a nossa Fé!

Missão cumprida na Choupana

Não foi um grande jogo de futebol, não se assistiu a uma grande exibição do Sporting, não houve um grande resultado, mas foi uma vitória "sem espinhas", tão esmagadora que foi a superioridade da nossa equipa, traduzida em posse de bola, numa dúzia de oportunidades de golo não concretizadas por azelhice, azar ou boas defesas do guarda-redes adversário, sem uma sequer oportunidade de golo do adversário. Tarde mais que tranquila para Salin.

O duplo trinco Gudelj-Doumbia (fórmula para o Jamor?)  funcionou em pleno, dominou por completo o meio campo e proporcionou uma tarde tranquila da defesa. Gudelj o melhor em campo.

Os atacantes fartaram-se de falhar golos mais ou menos fáceis, mas para falhar tiveram pelo menos de estar lá e fazer por isso. Diaby entre aquilo que falhou, e aquilo que acertou mas alguém bloqueou, é responsável por 4 ou 5.

Não há comparação possível para já entre Bas Dost (um dos melhores pontas de lança de sempre do Sporting) e Luiz Phellype (o meu LP9). Mas também não entre o LP9 e o Castaignos, Barcos, André Balada e outros flops ($$$) que por aqui têm passado. Hoje mais uma vez esteve muito bem, peitudo, lutador e marcador de golos. Bela descoberta no mercado de Inverno.

Keizer esteve muito bem nas substituições, acautelando cansaços e cartões, e Jefferson a ala (a defesa é um susto) entrou para dar conforto a Acuña e centrar bolas para golo.

Sobre M. Luís e F. Geraldes, sou ferozmente a favor de quota para a formação no plantel, mas não no 11, e tem de justificar nos treinos e nos jogos que são melhores do que os titulares. Eles e os outros são para entrarem quando e como se justificar. Se calhar Jovane perdeu hoje uma oportunidade para demonstrar que é melhor que Diaby ou Raphinha, e eu até acredito que sim.

Resumindo e concluindo, tendo estado em Tondela, Chaves, Feira e Setúbal, tudo equipas do nível do Nacional, esta foi de longe a exibição mais segura e a vitória mais fácil e categórica.

Missão cumprida na Choupana, 3º lugar mantido, venha o Guimarães.

SL

Wendel

Pelos vistos mais um caso de más influências de empresários que se aproveitam da ingenuidade alheia para criarem condições para negociatas chorudas, à revelia das responsabilidades do jogador e dos interesses legítimos da sua entidade patronal.

Wendel veio muito jovem do Brasil, família pobre, enfrentou dificuldades, custou a encontrar o seu lugar, teve a sorte de ter chegado um treinador que apostou nele sem reservas, num momento em que tinha equipa e treinador a precisar do melhor dele, resolve ir viajar e mostrar-se ao mundo bem longe do seu local de trabalho de braço dado com um empresário qualquer.

Esteve muito bem o Sporting e o seu presidente a mostrar-lhe o cartão amarelo e deixá-lo em Alcochete a pensar no assunto, teremos concerteza o Miguel Luís ou outro na Madeira a defender a camisola e a ajudar a equipa a conquistar os três pontos.

O Sporting não pode nunca pactuar com este tipo de situações.

 

PS: Estamos realmente num clube que não tem sossego. Dívidas de Março pagas, lugar no Jamor assegurado e 3º lugar na Liga, logo aconteceu fuga de informação da auditoria, caso com jogador, enfim... 

SL

Faz hoje um ano

 

Dia de muitos textos aqui no blogue, após a qualificação do Sporting para a final da Taça de Portugal por termos eliminado - na véspera - o FC Porto em Alvalade.

Vou mencionar vários deles, por ordem de publicação nesse dia 19 de Abril de 2019.

 

Escrevi eu:

«Gostei pouco do sofrimento a que fomos submetidos até este desfecho bem sucedido - o terceiro que conseguimos por marcação de penáltis, após a meia-final da Taça da Liga (contra o FCP) e a final desta competição (contra o V. Setúbal), também decididas por grandes penalidades, com a balança a pender sempre a nosso favor. Prova inequívoca da maturidade competitiva e da força mental do plantel verde e branco, por mais que o cansaço físico prevaleça. Tudo está bem quando acaba bem.»

 

Escreveu o Pedro Azevedo:

«Num tempo de cólera no futebol português, esta vitória do Sporting é o triunfo do enorme amor que os seus adeptos têm pelo jogo e pelo clube, que vai passando de geração para geração, enchendo bancadas ao longo dos anos, independentemente da escassez de títulos e das razões que todos sabemos a justificam. Ontem, jogámos como sempre e ganhámos como nunca. Uma força bem viva e indestrutível! Vivó Sporting!!!»

 

Escreveu a Zélia Parreira:

«Contrariando o princípio básico de não falar dos adversários, deixo hoje aqui uma nota a Sérgio Conceição. Gosto do Sérgio, acho que é competente e que tem conseguido criar espírito de equipa, amor à camisola, união entre adeptos, jogadores e direcção. Mas ontem esteve mal. Ao tentar menorizar o Sporting, sublinhando o percurso alegadamente fácil da nossa equipa até ao Jamor, o treinador do FC Porto acabou por desrespeitar todas as equipas que referiu (sem necessidade nenhuma) e por diminuir o próprio Clube, incluindo-o no lote das equipas "fáceis" que o Sporting teve que defrontar e vencer.»

 

Escreveu o João Távora:

«Tudo indica que Bruno Carvalho ontem fez as pazes com a equipa, o que é um sinal muito positivo. Juntando esse facto àquilo que aparenta ser uma nova estratégia de comunicação pessoal mais sóbria, acredito que a crise directiva, da qual só lucram os nossos adversários, pode estar debelada. Queremos todos acreditar que Bruno de Carvalho decidiu-se por uma postura mais institucional, facto que, juntamente com os resultados desportivos da equipa principal, o podem reabilitar para um resto de mandato em beleza. E poder assim inscrever o seu nome na lista dos presidentes campeões.  É isso que querem os Sportinguistas.»

 

Escreveu o Francisco Chaveiro Reis, num prudente aviso à navegação:

«A Taça não está ganha. Pode ser mais fácil defrontar o Aves do que o Braga, Benfica ou Porto mas é preciso jogar com toda a seriedade, para fazer a festa. Não é preciso lembrar o que aconteceu há seis anos quando Cédric, Adrien e Marinho, mesmo tendo sido "criados" em Alvalade, festejaram a Taça pela Académica, pois não?»

A voz do leitor

«O Sporting precisa de médios que possam queimar linhas com bola controlada e a possam receber mais à frente. Neste momento no plantel só temos o Wendel e o Doumbia (para mim é um 8 e não um 6). Bruno Fernandes é um excelente jogador mas não tem essas caracteristicas. O Adrien, por exemplo, tem essas caracteristicas mas não é tão jogador.»

 

Daniel Domingues, neste meu texto

Viva o VAR, mas ...

5-3.jpg

Jogo engraçado, ontem o Manchester City-Tottenham (vi-o pois aqui passou em canal aberto). Mal jogado, surpreendentemente mal jogado entre equipas destas e com tais jogadores. Erros de marcação, imensos passes errados, perdas de bola absurdas, um rol já nada usual em jogos de elite. Resultado? Espectacular. Não um jogo bom, mas um jogo espectacular. Divertidíssimo.

Torci pelo Tottenham, apesar de Bernardo Silva (já agora, porque não é ele tão relevante na selecção como o é no clube?). Torci pelo Tottenham muito pela minha tendência para torcer pelo desfavorito (o "underdog", ainda que "abaixo de cão" não seja bem aplicável ao duplo vice-campeão inglês nas 3 últimas épocas). Mas, e acima de tudo, pela minha falta de simpatia por estas grandes equipas europeias construídas com oleodutos de dinheiro, proveniente das economias paralelas e das apropriações das riquezas estatais ("oligarcas" russos, nobreza árabe, "tycoons" yankees, testas-de-ferro extremo-asiáticos, etc.), uma gigantesca lavandaria financeira que procura, mais do que tudo, comprar "portos seguros" para essa camada hiper-bilionária e, também, influência política - a nobreza qatariana despejando dinheiro para alegrar os parisienses mostra, acima de tudo, o quão incómoda é a vizinhança saudita, mas a gente fala é do Neymar e do Mbappé ... Processo este que conduzirá, mais cedo do que mais tarde, ao tal festival da Eurovisão do futebol, a liga europeia que será letal para os clubes dos países excluídos, a morte do futebol como o conhecemos. Enfim, deambulo, divago, apenas para sublinhar as razões pelas quais torci pelo Tottenham (um clube que não contratou jogadores para esta época, julgo que não estou em erro, mostrando o quão diferente vai o clube, que acabou de inaugurar um novo estádio).

Tudo isto é mero preâmbulo. Venho devido ao VAR, que foi influente no jogo. O 5-3 nos descontos finais, a suprema reviravolta, é a festa do futebol, o apogeu da ideia de clímax na bola. E depois anulado pelo VAR, o cume do anti-clímax. Ora isso está a acontecer imensas vezes, e é óbvio que vem retirando brilho, paixão, ao jogo. O VAR é fundamental, é óbvio que reduz os erros dos árbitros e que é um grande instrumento contra a protecção aos grandes clubes e contra a corrupção - promovida pelos clube e por essa relativa novidade das apostas desportivas privadas e avulsas. Mas ao quebrar o predomínio da paixão e da festa arrisca a tornar o jogo mais cinzento e, nisso, a ilegitimar-se. 

Assim, as suas imensas capacidades tecnológicas de observação desumanizam o jogo. Ontem foi exemplo disso. Para que o VAR seja protegido dever-se-á pensar a aplicação das regras, refrear a tendência legalista que ele trouxe, uma verdadeira ditadura milimétrica promovida pela tecnologia. Urge regressar, e reforçar, duas tradições na jurisprudência futebolística, pois humanizadoras, cuja relevância ontem foi demonstrada: por um lado a velha questão da intenção de jogar com os braços. Agora, mal a bola bate lhes toca logo se clama ilegalidade. Ontem o golo de Llorente é paradigmático: é difícil comprovar se a bola bateu no braço do jogador mas assim parece. E depois? Salta com o braço encostado ao corpo, não tem intenção de o fazer actuar, até prejudica a sua acção saltadora com isso, e, quanto muito, a bola talvez lhe tenha também resvalado. Ainda bem que o árbitro validou um golo que não tem qualquer ilegalidade, mas muito clamam o contrário. Há que defender esta valorização da intenção, que cada vez mais é posta para trás. Em suma, os braços pertencem ao corpo, se não são agitados com o intuito de impulsionar (ou de cobrir espaço) não há infracção. Era assim dantes, deve continuar a ser e isso está a ser posto em causa com o frenesim do fotograma.

Mas o segundo ponto ainda mais relevante é o fora-de-jogo. Há que recuperar o ideal da protecção do avançado em caso de dúvida na aplicação desta lei, de uma (muito) relativa indeterminação. Anda tudo a aplicar ilegalidades ínfimas, se o calcanhar de um está adiante ou não, se o nariz do avançado pencudo está à frente das narinas achatadas do defesa. Veja-se a imagem do tal 5-3, que beneficiaria o City: Aguero está em linha, de costas para a baliza tem apenas o rabo gordo à frente do defesa. Que interessa isso para o fluir do jogo? Urge recuperar essa ideia do "em linha", e permitir que o avançado esteja "ligeirissimamente" à frente do defesa: se confluem, relativamente, numa linha horizontal ... siga o jogo. Claro que depois se discutirá se o calcanhar dele estava ou não em linha com a biqueira do defesa. Mas serão muito menos as discussões. E haverá mais golos. E, acima de tudo, menos anulações diferidas. Donde haverá mais festa, mais alegria exultante. É esse o caminho para a defesa da tecnologia. E da paixão. Julgo eu, doutoral aqui no meu sofá. 

Faz hoje um ano

 

A 18 de Abril de 2018, o Sporting qualificou-se para a final da Taça de Portugal, a 20 de Maio, no Jamor. Vencendo o FCP, em casa, por 1-0. Com golo marcado por Coates, que nos permitiu empatar a eliminatória, após termos sido derrotados 0-1 na primeira mão, no Porto. Foi o primeiro clássico que terminámos naquela época com vitória no tempo regulamentar de jogo. No desempate por grandes penalidades, destacaram-se os cinco marcadores: Bruno Fernandes, Bryan Ruiz, Mathieu, Coates e Montero. Nenhum deles falhou. Nota negativa para Bas Dost: anulado pelos centrais portistas, o holandês praticamente passou ao lado do desafio.

A voz do leitor

«A quebra física do Bruno Fernandes há muito tempo que vem sendo anunciada, era uma questão de tempo. O que fez a estrutura profissional do futebol? Carregou o jogador com jogos e mais jogos! Compreendo, sem ele estaríamos a lutar pelo 5.º ou 6.º lugar. Preparar a próxima época, é preciso. Mas de preferência com quem saiba.»

 

Pedro Wasari, neste meu texto

À atenção de todos os adeptos!

O video que se segue chegou-me às mãos através de uma rede social.

Não obstante um dos adeptos que aparece ser alguém com quem trabalhei alguns anos e não ser também adepto do Sporting, creio ainda assim ser muito importante esta campanha.

Estamos a chegar ao final da temporada onde muita coisa se vai decidir. Portanto é bom que todos nós estejamos atentos e imbuídos do mesmo espírito: o futebol é somente um desporto, não é uma guerra.

Como muitos adoram fazer crer!

 

As viúvas continuam de luto

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«Vou ver o telejornal.»

 

«Renan é fdp.»

 

«Podia bem ser o último jogo deste frangueiro.»

 

«Viviano fez hoje mais um belo jogo.»

 

«Ohhhh fivelas…….. Onde anda o Viviano?»

 

«O Viviano põe o Renan no bolso.»

 

«Amadores de merda.»

 

«O Ruca não percebe nada disto.»

 

«Nem no regional se decide tão mal, parece que são amadores estes tipos.»

 

«Joga-se muito pouco… Como é que querem atrair público assim?»

 

«Não me permitem viver o meu clube como nos últimos 5 anos.»

 

«Esta direcção de merda já nem tem defesa possível. Matem-se croquetes bafientos.»

 

 

Comentários letais, num dos locais do costume, enquanto decorria o Aves-Sporting, que terminou com a terceira vitória fora da nossa equipa, o que não sucedia desde Setembro de 2017, e o nosso sétimo jogo seguido a vencer.

Faz hoje um ano

 

Véspera de meia-final da Taça de Portugal, em Alvalade, contra o FC Porto. 

O que se escrevia por cá, nesse dia 17 de Abril de 2018?

 

O Pedro Boucherie Mendes elogiava Bruno Fernandes:

«A sua competitividade, seja contra o Atlético de Madrid ou contra os Unidos do Bombarral, é a mesma. É um jogador generoso e com noção de espectáculo, solidário com a equipa e os colegas, com verdadeira qualidade individual, um verdadeiro leão, como os adeptos sabem reconhecer. Não sei se ele cresceu leão, mas vê-se que ama o clube, respeita os adeptos, quer vencer troféus por ele, mas também por todos nós.

Cá fora nada percebemos de bola, mas aquele fulgor físico naquele corpito que mais parece criado a carcaças com fiambre e leite com chocolate - e as poucas ou nenhumas lesões -  dizem-me que em Itália se trabalha melhor essa parte e talvez fosse bom pegar num avião e ir lá estagiar. Se há coelho da Duracell na nossa liga é Bruno Fernandes.

Seria o último jogador que eu (se fosse big boss) deixaria sair. E o primeiro a quem entregaria a braçadeira, caso esta ficasse disponível.»

 

O Ricardo Roque alertava para as deficiências da comunicação leonina:

«Nem de propósito, hoje lá se volta a ler na agenda que, no domingo, a equipa de voleibol tem o 3.º jogo da final às 15 horas, no PavJR, e que a equipa principal de futebol joga contra o Boavista às 16 horas, no Estádio de Alvalade. Claro que, mais uma vez, não é assim. Mas se nós que nos interessamos por estas coisas, como adeptos, detectamos estes erros, por que carga de água quem, profissionalmente, deveria não os cometer pois é pago para fazer bem, nem os corrige atempadamente? E falo nisto pois o pior é que no anúncio da venda dos bilhetes online o erro é reiterado (só já quando se entra na venda é que se lê, discretamente, a hora certa). Não, o jogo de futebol não é às 16 horas mas sim às 20:15!!!»

 

Eu comentei a violência antidesportiva dos adeptos do Benfica, que agrediram polícias e jornalistas após o Benfica-FC Porto, furiosos com a derrota em campo:

«O IPDJ - tutelado pelo secretário de Estado do Desporto - continua a fazer orelhas moucas à lei da selva que vigora na Luz. Desta vez foram "só" seis polícias feridos pelo bando de grunhos que conta com o apoio da firma Vieira, Gonçalves & Guerra, Lda. Essas bestas recorreram aos vidrões das redondezas para agredirem os agentes da autoridade com garrafas de todos os tamanhos e feitios.»

A voz do leitor

«Veja-se o caso deste Armando Teixeira, vulgo Petit, que na sua carreira de cinco anos como treinador na 1.ª divisão só fez uma época completa, tendo sido despedido ou entrado a meio nas restantes, mas ainda continua a saltar de clube em clube, sempre com resultados e futebol medíocres, de meia bola e força. A melhor classificação que conseguiu foi um espectacular 13º lugar ao serviço do Boavista.»

 

Vítor Hugo Vieira, neste meu texto

Recado para CR7!

Desde que foste para Turim andei sempre interessado na tua já longa carreira e por isso imagino que devas estar uma fúria.

Calculo que essa tua postura de campeão tenha levado um duríssimo golpe.

Prevejo que o prémio para o melhor do Mundo ficará novamente em Espanha.

Mas companheiro... já devias saber que nem sempre se pode ganhar!

E convenhamos... a Juventus hoje não jogou... um caroço!

Javardice comunicacional

Cada vez mais o futebol português está à mercê da javardice nas redes sociais e meios de comunicação alimentada e muito patrocinada pelas estruturas de comunicação dos principais clubes e das suas "Young Networks", pressionando, insultando, ameaçando famílias, valendo tudo para defender o clube e atacar terceiros. A guerra suja da jagunçada a mando dos "coronéis", agora na versão Internet, com espiões e tudo. O último episódio foram as ameaças à família de Bruno Paixão, um medíocre árbitro é certo, com muitas culpas no cartório também. Há quem diga que pelo menos não lhe partiram os dentes. Vantagens dos novos tempos. Enfim.

E há quem no Sporting fale em "mansos" e coisas do estilo para classificar a rotura do actual presidente com este estado de coisas, a saída da lama comunicacional e a focalização na resolução dos problemas do clube. A jagunçada de Alvalade perdeu o seu "coronel", transformou-se num bando de viúvas letal ao clube a que dizem pertencer, entretendo-se em ajarvardar anonimamente os locais e blogues onde o Sporting está em lugar cimeiro, sem comparação possível com qualquer "maduro" que por aqui passe. Não esquecendo que entretanto "os bravos" da jagunçada, se lembraram de assaltar a própria casa e causar centenas de milhões de euros de prejuizos ao próprio clube. 

O Sporting não se revê e não se pode rever neste estado de coisas, o futebol não é isto, isto é a podridão das dinastias reinantes na Luz e nas Antas, às quais um alucinado aprendiz de feiticeiro se tentou comparar na estúpida ilusão de ser o próximo "presidente da junta". 

Vamos nós tratar dos nossos problemas, que temos muitos para resolver, defender a verdade desportiva e a ética no desporto, exigir qualidade na arbitragem e nomeações por sorteio, porque foi por aí que ganhámos no passado e continuaremos a ganhar no futuro.

SL

Há pequenos gestos libertadores...

Ato contínuo ao final do jogo com o Aves, cancelei a minha subscrição da Sporttv, de que era cliente desde o seu início. Já tinha estado tentado, a propósito de uma das muitas vezes em que o Sporting foi vilipendiado naquele serviço mas dei uma segunda oportunidade. Escrevi-lhes a protestar e a ameaçar que me tornaria ex cliente. Não se preocuparam em dizer nada de volta. No sábado, foi de vez. O meu dinheiro não servirá para alimentar os que nos atacam, ferem e dividem.

E desabafei no Twitter: 

“Sinto-me liberto. Já estava prometido mas hoje foi a gota de água. Os comentários na @SPORTTVPortugal no jogo do Sporting obrigaram-me, finalmente, a carregar no botão e ganharam menos um cliente de muitos anos. Não nos respeitam? Nós respondemos-lhes assim! Eu 1 - 0 Sporttv”.

Não fazia ideia de quão popular é arrasar com a Sporttv pois foi o twitt que mais simpatia gerou desde que me fiz “twittante”. 

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