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És a nossa Fé!

Frases eternas (13)

«Quem tem medo que faça chichi...»

Frase de Osvaldo Silva, o herói da noite mágica de 1964 em Alvalade, dirigida aos colegas, no túnel de acesso ao relvado.

No primeiro jogo da eliminatória fomos derrotados por 4-1, na segunda eliminatória, em casa, 5 - 0 a nosso favor, uma das maiores «viradas» (peço desculpa pelo brasileirismo) da história da UEFA. O adversário foi o Manchester United.

 

Leitura complementar:

Os melhores golos do Sporting (44), de Pedro Correia

Já vamos assim

Pior arranque da temporada desde a tenebrosa época 2012/2013, em que tínhamos apenas 6 pontos à quinta jornada (1V+3E+1D).

Agora temos 8 (2V+2E+1D).

Menos três do que na época 2013/2014, com Leonardo Jardim (3V+2E+0D).

Menos um do que na época 2014/2015, com Marco Silva (2V+3E+0D).

Com Jorge Jesus ao leme da equipa, à quinta jornada, levávamos 13 pontos (4V+1E+0D) na temporada 2015/2016, 12 pontos (4V+0E+1D) na temporada 2016/2017 e 15 pontos (5V+0E+0D) na temporada 2017/2018.

Também íamos melhor, nesta mesma fase, com José Peseiro faz agora um ano: 10 pontos (3V+1E+1ED).

 

Nada que surpreenda, em função da calamitosa preparação deste ano futebolístico.

O caminho faz-se caminhando. Infelizmente, por vezes caminha-se para trás.

A voz da leitora

«Acredito piamente que lá virá o tempo em que haverá menção a alguns dos blogues de referência como o És a Nossa Fé. Sete anos no activo, ininterruptamente. Não é uma brincadeira de Verão entre amigos adolescentes. Não sei em que moldes, mas acredito que acabará por acontecer. Um programa quinzenal/mensal, uma espécie de Quadratura do Círculo versão blogosfera leonina, quiçá? Com franqueza, desperta-me mais interesse do que ouvir/ler algumas individualidades que se apresentam nos mais variados meios de comunicação social, incluindo os do Sporting Clube de Portugal. O "digital" (online) veio para ficar. Perder de vista esta ligação aos simpatizantes/adeptos/sócios é não considerar o presente que terá uma expressão (ainda) mais significativa no futuro.»

 

CAL, neste meu texto

Leonel Pontes (continuação)

Leonel,

Acabei de ouvir a tua conferência de imprensa, e a resposta sobre Pedro Mendes, e mais uma vez tenho a dizer-te que estiveste muito bem.

Vieram dizer que o Sporting contava que fosses o novo Bruno Lage. Pois, nem penses nisso.

O Bruno Lage mete três putos contra um colosso alemão a pensar que a sorte que teve com o Sporting se iria repetir: derrota concludente, mais uma machadada no ranking de Portugal, o ponta de lança de 20 M€ pareceu ainda pior que o nosso (gordo) Jesé, e mesmo assim foi quase aplaudido no final, a imprensa gabou-lhe o arrojo, um heroi. A Champions realmente tem árbitros a sério, e as equipas não são subsidiadas pelo "Glorioso", e isso faz toda a diferença. A águia torna-se uma perdiz... Mas todo o Benfiquistão bate palmas. O Bruno Lage no Sporting não durava dois dias.

A ti ninguém te deu os parabéns por estreares dois miúdos de 18 anos, o Plata e o Camacho, na 1.ª Liga, mesmo aqueles que andaram a criticar o Keizer por não os pôr a jogar. Nem quiseram saber do festival de porrada do Boavista permitido pelo «Mas eu estou a brincar, caralho??? Estou a brincar???»

No que respeita ao jogo de amanhã, desculpa não estar presente como tinha pensado. Vais ter muitos Sportinguistas a sério a apoiar a equipa como apoiaram em Londres. Não inventes, mete os melhores dentro do possível, traz da Holanda um bom resultado, que isso é o mais importante. Segunda-feira lá estarei para ver uma vitória tranquila frente ao actual líder da Liga.

SL

O Vitória Sport Porno

mia.jpg

Eu não sou moralista. Nem fui. Vive e deixa viver, o primado do livre-arbítrio, sob a tutela da lei, ainda que esta matizada pelo bom senso. E nisso ainda mais no que toca ao domínio do pessoal, das questões íntimas. E a pornografia, e a relacionada mas diferenciada prostituição, são áreas preferenciais nesse matizar. Eu não pago para foder, nunca o fiz, nestes meus 55 anos. Andei por cabarets, quantas vezes bordéis, muitos, nas noites austrais. Fiz amigas, paguei copos. Até financiei a reforma de uma amiga, proporcionando-lhe o sonho de se estabelecer como patroa de "barraca", vender copos e galinha na noite. E outras coisas, "que fazes tu aqui, princesa?" resmungo já com a sensibilidade etilizada diante da Fatinha, vinda do Norte. Está ali perdida, dou-lhe o dinheiro para regressar à origem, onde a conhecera, então resplandecente, mas agora ali ao engano. Encontro-a depois, afinal ficou, nada comigo, eu apenas dera o dinheiro, o critério foi o dela. Mas é uma pena, pois a pobreza extrema, material e/ou de expectativas, não é o forno do livre-arbítrio, como querem, aldrabões, os hipócritas. Eu gosto de pessoas - eu não gosto de comentadores anónimos, mas gosto de pessoas -, e quando mulheres muito mais ainda. Fui boémio. E na noite, fora dos sítios finos da burguesia lisboeta, a vida vai como vai.

E o porno? Em Portugal? Não, apenas uma vez que me lembre, um tal de D. Fradique, espelunca ali à Sé de Lisboa visitada numa despedida de solteiro. Quinze tipos impulsionados por uma patética tradição, ainda quase vigente nos inícios dos 1990s. Quando começou o show erótico, sexo lésbico ao vivo, aquilo tornou-se demais, escorropichámos os uísques e "vamos onde?". E Plateau connosco, ainda que keke, pois era dia de semana, tarde, e íamos dançar, e a onda não era o nosso Tokyo (ou Jamaica) e o Kremlin era tantantantan em demasia. Porno? Sim, desde novo, ali aos 14 anos no Olympia, eu e o Raul fomos lá com o Fanã, mais velho, esse nos seus já 17, belo pé esquerdo, bom jogador da bola aqui no Maracangalha da rua, sempre o primeiro a ser escolhido, conhecido pelo "Fuça, fuça e não se cansa", glosando o anúncio do Optilon, fecho-éclair, que o rapaz levava tudo à frente no seu driblar e depois era só dar ao gajo que estava à mama, para este marcar. Lá nos levou, aos putos, ao tal Olympia, para vermos um porno, afinal só "lite", como vim a saber depois, umas mamas à vista e pouco mais. No ano seguinte lá voltámos, o mesmo plantel, mas já para ver um "hard", cricas e pilas, estas gigantescas - porra, como é possível?, instrumentos daqueles? Um tempo depois, ainda adolescente, entristecido a olhar para a pobre oferta que Deus  ou o azar genético me concedera, li a biografia de Hemingway, de Carlos Baker: o Fitzgerald com o mesmo problema que eu - e não vira filmes porno, presumo - a perguntar ao biografado sobre o palmo que lhe faltava, preocupado, e o arquétipo do escritor-rústico a dizer-lhe "vai ao Louvre ver os gregos e deixa-te de coisas". Eu fui, não ao Louvre mas aos livros. E era verdade, os sacanas dos gregos, que se enrabavam uns aos outros - pelo menos os filósofos e escritores - não apareciam lá muito dotados. Sosseguei. E segui a vida. Talvez desiludindo algumas senhoras mas quem faz o que pode a mais não é obrigado. Depois, nos meus 40s, apareceu aquilo da internet, que eu passara incólume a cena dos videoclubes - que quereis, o porno desinspirava-me a juventude - e fui ver a pornografia de agora. É como antes, as tipas mamalhudas (francamente, a velha página 3 não é o meu anseio), proto-varizes à mostra, os gajos de pilas monstruosas, uma canseira. Vi isso, as garotas umas com as outras, línguas linguarudas, os gajos uns com os outros - não me digam fóbico mas esteticamente aquilo é terrível, deus nosso senhor os tenha na sua santa guarda ... Não me lixem, chamem-me o que quiserem, mas neste meu estertor cinquentão (e até antes) dá-me mais alento uma foto a preto-e-branco da Katharine Hepburn, um laivo de memória da Lange, um sorriso da Bassett, ou, e muito mais, um mero meneio da vizinha cinquentona, do que meia hora de truca-truca (meia hora?, era o que faltava) num qualquer ecrã. Esta verborreia é só para resmungar, eu não consumo dessa tralha mas se gostais será convosco, desde que não seja eu obrigado a assistir. E não sou. Cada um como cada qual, e se há quem se anime, porque não? Desde que, claro, e já agora, se perceba que há coisas que não são para ser vistas. Não pelo que mostram mas pela forma como os participantes são induzidos ou forçados.

Mas agora esta célebre Mia Khalifa é algo diferente. De repente soube da sua existência, figura pública, a cicciolina d'hoje em dia. Googlei. Nada de especial na rapariga. Muito afã nos filmes, é certo. Mas nada de peculiar no físico. Eu não me vou pôr a fazer um ensaio semiológico mas o que a tornou uma estrela não foi a sua gulodice vaginal ou a capacidade gargarejadora. É ser Mia ... Khalifa. Funcionou como catarse no mercado americano. Os espectadores a ver foder, enrabar, a árabe Khalifa, a fazê-la chupar. "Éh tu, árabe, taliban, fodemos a tua filha!", foi esse o segredo para catapultar a curta carreira fílmica da actriz. Sim, ela não é árabe, nem sequer islâmica. Mas funcionou no (sub)consciente espectador como tal ...  A rapariga retirou-se, e é bom, haverá melhor forma de ganhar a vida do que se fazer filmar a fazer sexo. E mais do que tudo o retirar-se mostra autonomia, ela podia sair daquilo - o que não é a regra universal no mundo porno e ainda menos no da prostituição, já agora, e sempre convém lembrar isto para matizar a suspensão dos juízos críticos. A rapariga quis sair, saiu. E ganha dinheiro, como sei lá, mas vai aparecendo por aí afora. Maravilhoso mercado global, magnífico "marketing"! Tudo bem, vive e deixa viver, repito.

Mas, caramba, por razões lá do seu "métier", ofício actual, seja lá qual for, veio resmungar contra o Arsenal de Londres. E lá em Guimarães entusiasmam-se, tornam-na uma do plantel, dão-lhe visibilidade, imprimem-lhe camisola e tudo ... O que é isto? Que javardice é esta? O mundo da bola acabou nisto? Os vimaranenses são só isto, um miserável filme porno, um paupérrimo bordel? É isso a cidade? E, mais do que tudo, é isso uma "instituição de utilidade pública"?

 

ontem vi o jogo, hoje ouvi o spin

Ontem vi o Benfica perder um jogo que nunca (nunca!) esteve perto de ganhar. Os alemães, a jogar fora, com o mesmo 11 que defrontou o Bayern dias antes, foram superiores fisica, tecnica e tacticamente a uma equipa com vários jogadores novos e frescos que jogou, em casa, com o Gil Vicente. Tiveram várias oportunidades, com o GR do Benfica a ser (de longe) o melhor da sua equipa. 

Hoje fiquei a saber que:

- O Benfica lançou mais jovens que estiveram até acima das expectativas

- Tem de se compreender que o futebol alemão é mais competitivo.

- Poupar faz sentido que vem aí o Moreirense.

- O plantel do Benfica tem várias, inúmeras soluções, como ficou demonstrado. 

- O grupo é altamente competitivo



Espero que acreditem que lamento a derrota do Benfica. São menos pontos para os clubes portugueses, onde se inclui um Sporting infelizmente não tão forte como se gostaria nesta altura.  



p.s. a não "filmagem" de Lage nos adeptos (ou lá onde andou) só porque este pediu aos jornalistas é incompreensível. É objetivamente de interesse para o público em geral as reações e a fisicalidade do treinador do SLB na sua estreia na Champions. Com o seu tom simpaticão, cúmplice e metafórico, Lage consegue meter os jornalistas todos no bolso

Porque hoje é quarta-feira (5)

«Um SPORTING à europeia

Crónica de Rui Tovar

 

MINUTO 36.

Da meia-esquerda do seu ataque, Jordão e Oliveira arrancaram em excelente combinação, flectindo para o corredor central. O jogador-treinador, que é também goleador e é espectáculo, furtou-se, em intervenção de génio, à marcação de dois adversários, evitou superiormente o guarda-redes e, sempre em movimento, atirou, para as malhas. Um golo de antologia!

 

Alvalade ergueu-se em peso e milhares de bandeiras saudaram esfusiantes o «volte-face» da eliminatória. O Sporting vingava, assim, ao cabo de 27 anos, o desaire de Belgrado, quando a Taça dos Campeões dava ainda os seus primeiros passos.

 

Espectáculo de luxo

Foi, na verdade, um espectáculo de luxo aquele que o Sporting proporcionou aos cerca de 50 mil pagantes que demandaram Alvalade. Um espectáculo mesmo inesquecível.

Se, em Zagreb, os «leões» fizeram recair, muito naturalmente, as suas atenções sobre o seu sector defensivo (recorde-se a «promessa» do treinador jugoslavo, Blazevic, em decidir a questão a seu favor só num jogo), em Lisboa, os interesses de Oliveira e seus pupilos foram obviamente de todo opostos.

Na verdade, só um Sporting decididamente virado para o ataque poderia alimentar veleidades quanto à recuperação do 0-1 da primeira «mão» e, consequentemente, a continuar na prova. E foi exactamente nesse figurino que Oliveira apostou.

Recuperado Jordão e quase totalmente refeito Manuel Fernandes da operação a que foi sujeito, ainda antes do início das provas oficiais, pôde o Sporting contar, pela primeira vez, esta temporada, com a contribuição desta desconcertante dupla que, noutras alturas, permitiu já ao clube adregar muitos e inesquecíveis êxitos.

 

Um meio-campo sensacional

Se àqueles juntarmos um meio-campo verdadeiramente sensacional, onde pontifica o génio de Oliveira, teremos encontrado o porquê deste Sporting endiabrado que nem o mais pintado Liverpool conseguiria - estamos certos - evitar o descalabro.

E isto porque, além do «mestre», outros valores se levantam naquele «miolo»-ataque de Alvalade. Com efeito, Lito surge, esta época, numa forma extraordinária, num «new style» que lhe permite revelar ignoradas potencialidades. Lito actua, agora, mais colado à linha e em posição mais recuada que habitualmente. Contudo, tem a arte de saber vir de lá de trás com a propósito, cotando-se como um elemento imprescindível na manobra atacante.

A completar o «naipe», dois homens-força, Nogueira e Festas, a consolidarem ainda mais o já de si quase irredutível meio-campo «leonino».

Não terá surpreendido que, perante tamanha fogosidade, o Dínamo haja sentido tremendas dificuldades, praticamente, desde o início da partida. Logo aos 2 minutos, Jordão atira sobre a barra o que poderia ter sido o primeiro golo. De qualquer forma, o aviso estava dado: o Sporting estava mesmo embalado para uma noite de grande gala e a defesa jugoslava, mau grado ter demonstrado trata-se do melhor sector da equipa, denunciava francas dificuldades em anular os seus opositores.

E de tal sorte que, apenas com 20 minutos de jogo, dois jogadores visitantes haviam já visto o cartão amarelo, prova irrefutável da incapacidade jugoslava em se opor, dentro da legalidade, a todo aquele vendaval «leonino».

O primeiro golo seria o corolário do ascendente «verde e branco». Ademar (um defesa que também se integra no ataque) lançou Oliveira e este, num raide de categoria, tem a frieza para tudo: fugir à marcação, driblar o defesa e marcar o golo. Tudo muito simples!

 

Hesitações comprometedoras

Foi o pânico nas hostes jugoslavas de que o Sporting se aproveitaria para, num «pressing» inteligente, ampliar a marca, no tal lance de antologia já descrito. Só que, antes e depois, um «frisson» percorreria a assistência, face a duas hesitações da defesa do Sporting, em jogadas que estiveram quase a estragar a festa. Afinal, riscos que se correm quando uma defesa em linha, excessivamente animada em apoiar o ataque, é apanhada em contra-pé...

Daqui não se infira que, individualmente, o «quatro» recuado do Sporting haja desiludido ou sequer se aproximado de uma modesta bitola exibicional. Nada disso. Os laterais, Ademar e Virgílio, encheram o campo em deambulações ao bom estilo que hoje é norma. E no eixo da defesa, Venâncio e Zezinho não deram quaisquer tréguas ao incrivelmente atabalhoado e pouco ambicioso ataque de Zagreb.

Mas que aquela defesa em linha, vamos lá, na primeira meia hora de jogo, causou amargos de boca (poucos, é verdade, mas alguns. E um golo do Dínamo que fosse era muito...), disso também não restam dúvidas.

Mas foram apenas dois sobressaltos. Na metade complementar nem isso os jugoslavos conseguiriam originar, por força, então sim, de uma marcação verdadeiramente impecável a que foram sujeitos. Ataques do Dínamo, pode dizer-se, não houve na segunda parte, já que a colocação dos seus dianteiros em fora de jogo, por banda da defesa «leonina», foi, sem sombra de dúvidas, exemplar.

Multo mais perigoso e, pelos vistos, produtivo, parecia ser o ataque do Sporting. A confirmação não demoraria muito, quando Oliveira, em noite de franca inspiração, teve aquela simulação a longa distância, obrigando o guarda-redes a esboçar a defesa para um lado, ao mesmo tempo que enfiava, suave e calmamente, a bola pelo outro. Era o golo do descanso.

 

Ambição até ao fim

E se o avanço no marcador era de molde a convidar o Sporting a um abrandar de movimentos e consequente empertigar dos jugoslavos, assistir-se-ia, até final, a um recital sim, mas ainda do conjunto de Oliveira, que alardeava força, frescura e... muita ambição. A barra evitaria, a escassos cinco minutos do final, o 4-0, em excelente «cabeça» de Jordão, numa prova da muito salutar insatisfação «leonina».

O Sporting está mesmo à conquista da Europa!

 

 

Com 3-1 nos dois jogos

Eliminatória decidida em 6 minutos

Bastaram apenas seis minutos para o Sporting decidir a eliminatória a seu favor, recuperando da desvantagem de um golo que trouxera do primeiro jogo. Com efeito, o portentoso momento de forma por que passa Oliveira bastou para arrumar as pretensões jugoslavas, com dois tentos aos 30 e 36 minutos. Depois, aos 65, foi o fim de festa.

Aqui deixamos a síntese da eliminatória:

 

Em Zagreb

Árbitro: Aloyzi Jargus (Polónia)

DÍNAMO DE ZAGREB – lnkovic [sic]; Bracun; Zajec, «cap.» Bogdan e Z. Cvetkovic; Cerin, Muastedanagic e Hdzic; Deverin, Kranjcar e B Cvethovic.

SPORTING - Mészaros; Zezinho, Virgílio, Venâncio e Barão, (cap.», Ademar, Festas Bastos, 86m e Nogueira; Oliveira, Freire (Mário Jorge, 66m e Lito.

Golo; Gerin (71 m).

Cartão amarelo e, depois, vermelho para Barão.

 

Em Alvalade

Árbitro: Alain Delmer (França).

SPORTING - Mészaros; Zezinho, Ademar, Venâncio e Virgílio; Festas, Nogueira, Oliveira (Freire 89m) e Lito (Xavier 72m); Jordão e Manuel Fernandes.

DÍNAMO DE ZAGREB –Jukovic [sic]; Zajec; Bracun, Bogaan e C. Vetkovic; Haazic B. Cvetovic (Arsnalovic 43 m) Kranjacar e Cerin; Deverik e Bosniak (Dubovic 72 m).

Golos: Oliveira (30, 36 e 65m).

Cartões: Cartões amarelos para Zajec, B. Cvetkovic e Bosniak.»

 

In.: Off-side magazine: o desporto à sexta feira. prop. COOPEJOR- Cooperativa Editora de Jornais e Revistas ; dir. Alexandre Pais. n.º1, 1 de Outubro de 1982. p. 11

 

 

Leituras complementares:

Os melhores golos do Sporting (39) de Pedro Boucherie Mendes

Os melhores golos do Sporting (42) de Luciano Amaral

 

Porque hoje é quarta-feira (1), (2), (3) e (4)

Que onze titular na Holanda?

O Sporting inicia amanhã, na cidade holandesa de Eindhoven, a campanha 2019/2020 da Liga Europa. Com uma equipa cada vez mais transformada numa espécie de manta de retalhos. Ainda sem Luiz Phellype e agora sem Mathieu nem o recém-chegado Jesé.

As boas notícias são os regressos de Vietto e Jovane, e o ingresso (que merece saudação especial) de Pedro Mendes.

 

Segue-se a lista de convocados.

 

Guarda-redes:

Renan

Luís Maximiano

Hugo Cunha

 

Defesas:

Ilori

Coates

Neto

Rosier

Borja

 

Médios:

Idrissa Doumbia

Eduardo

Miguel Luís

Acuña

Wendel

Bruno Fernandes

 

Avançados

Bolasie

Jovane

Vietto

Plata

Pedro Mendes

Rafael Camacho

 

Fica a pergunta aos nossos leitores: em que jogadores apostam para o onze titular neste desafio com o PSV?

Posse estéril

Domingo, no estádio do Bessa, o Sporting tinha 73% de posse de bola quando estava decorrida uma hora de jogo. O que só demonstra como não vale a pena perdermos muito tempo com dados numéricos deste género para analisarmos as partidas.

O indicador estatístico que mais me interessa é outro, nada lisonjeiro para a nossa equipa: só três remates do Sporting enquadrados com a baliza neste confronto com o Boavista.

Assim não chegamos lá.

Onde estão os meus árbitros amigos?

Um postal sem imagens mas com duas ligações.

Esta; para uma entrevista de António Sala, o primeiro adjunto a ser promovido a treinador principal do Benfica não foi o setubalense Lage foi outro sadino (não, não foi o Bocage) foi Mourinho.

Esta, outra; para vermos com calma as imagens, ouvirmos a música e pensarmos; qual será a razão para o Benfica não ganhar nada na Europa desde a televisão a preto e branco?

Um Benfiquista, um Portista e um... Sportinguista

Os três amigos encontraram-se numa tasca qualquer (uma verdadeira tasca, nada que ver com sítios da net com esse nome onde convergem uns marginais das teclas), à volta dumas imperiais e tremoços, e foram falando sobre tudo e mais alguma coisa, especialmente sobre os seus ódios de estimação.

Lá foi o Benfiquista com o papo cheio recitando a sua cartilha, defendendo o Vieira contra tudo e contra todos, e chutando tudo o que não interessava para canto. Lá foi o Portista tentando ridicularizar o Benfiquista, sempre capitalizando os triunfos do seu santo Pinto da Costa. E lá foi o Sportinguista, que disparando de vez em quando para um ou outro lado, só conseguia ter alguma atenção dos amigos quando se entretia a gozar e a insultar o seu presidente.

Infelizmente, é muito do que hoje em dia temos.

SL

Um árbitro nocivo ao futebol

1361931[1].jpg

 

Foi uma indignidade (com a inconfundível marca de Jorge Sousa) vermos Bruno Fernandes, o melhor jogador do futebol português e também o mais fustigado por  lances à margem das leis do jogo, receber um cartão amarelo, e o consequente vermelho - algo inédito, até agora, na sua carreira como profissional -, pela primeira falta que fez, já no tempo extra, após ter sido ceifado oito vezes no mesmo jogo (incluindo uma falta que devia ter dado um penálti ao Sporting e à qual o apitador fez vista grossa). Sem que nenhum desses adversários que o derrubaram em lances promissores tivesse recebido sanção disciplinar, como se impunha.

 

Revi o jogo e contabilizei essas faltas.

Minuto 13: Bruno é derrubado sem bola pelo ganês Ackah sobre a linha do meio-campo. Falta óbvia, não-assinalada.

Minuto 19: Bruno vence um lance dividido na grande área do Boavista. Ricardo Costa, chegando atrasado, agride o capitão leonino, golpeando-o com o braço nas costas. Falta que ficou por assinalar: devia ter sido marcado penálti contra a equipa da casa.

Minuto 20: Bruno é desarmado em falta por Ackah, próximo da meia-lua defensiva. Falta assinalada, sem sanção disciplinar.

Minuto 25: Bruno desarmado em falta por Ackah, na mesma zona do terreno. Falta assinalada, sem sanção disciplinar.

Minuto 36: Bruno derrubado à margem da lei por Ackah no início da construção de um lance ofensivo. Falta assinalada, sem sanção disciplinar.

Minuto 45: Bruno sofre um toque de Fabiano por trás quando estava na posse de bola já no meio-campo do Boavista. Falta assinalada, sem sanção disciplinar.

[No minuto 49, Bruno Fernandes vê um cartão amarelo por protestar junto do árbitro auxiliar contra um cartão da mesma cor exibido ao colega Acuña.]

Minuto 73: Bruno é derrubado por trás quando construía lance ofensivo. Entrada de Stojiljković, claramente à margem da lei, ficou por assinalar.

Minuto 86: Bruno é derrubado por trás quando transportava a bola no meio-campo adversário. Falta de Carraça, assinalada. Mas sem sanção disciplinar.

 

À beira do fim da partida, o senhor Sousa - demonstrando uma chocante dualidade de critérios - entendeu expulsar Bruno Fernandes por uma falta ofensiva, idêntica a muitas cometidas por jogadores axadrezados que distribuíram "fruta" ao longo de toda a partida sem terem recebido qualquer sanção.

Não contaremos, portanto, com o nosso capitão no próximo jogo. A disputar em casa, frente ao Famalicão.

Árbitros como Jorge Sousa, que penalizam os jogadores com maior talento e deixam os sarrafeiros por castigar, prejudicam o espectáculo desportivo. São nocivos ao futebol.

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