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És a nossa Fé!

Amanhã à tarde em Paços de Ferreira

Depois de ultrapassarmos o Aberdeen no acesso à Liga Europa, vamos iniciar a Liga com a sempre complicada deslocação ao Paços de Ferreira. Com tudo o que estamos a passar, não vai ser fácil.

Não faço mesmo ideia de como está a situação da quarentena forçada de alguns jogadores e de Rúben Amorim: estão à vontade para alterar o vosso prognóstico conforme o que se for sabendo. Para já, imagino que os convocados sejam mais ou menos os mesmos de quinta-feira:

Guarda-redes: Adán e ?.

Defesas Centrais: Coates, Neto, Feddal e ?

Alas: Porro, Ristovski, Nuno Mendes, Antunes.

Médios Centro: Wendel, Bragança, Matheus Nunes e ?

Interiores: Jovane, Plata, Vietto e Jovane e Tiago Tomás

Pontas de lança: Sporar

 

Sendo assim, prevejo a repetição do onze de quinta-feira sem um ponta definido.

Adán; Neto, Coates e Feddal; Porro, Matheus Nunes, Wendel e Nuno Mendes; Tiago Tomás, Jovane e Vietto.

 

Concluindo,

Amanhã à tarde o Sporting entra em campo em Paços de Ferreira para conquistar os primeiros três pontos na Liga.

Considerando o sistema táctico de Rúben Amorim, qual seria o vosso onze?

SL

Prognósticos antes do jogo

Tendo sido adiado o nosso previsto jogo de estreia, frente ao Gil Vicente, só amanhã acontecerá o pontapé de saída do Sporting nesta Liga 2020/2021. Vamos defrontar o Paços de Ferreira na capital do móvel: nunca é uma deslocação fácil.

Na época passada ganhámos lá por 2-1, com golos de Luiz Phellype e Bruno Fernandes.

Como será desta vez? Venham daí os vossos prognósticos para esta partida, que tem início às 18.30 de domingo.

 

ADENDA: Recordo que na temporada anterior o pódio foi ocupado pela minha colega Cristina Torrão (vencedora absoluta), pelos meus colegas António de Almeida e Edmundo Gonçalves, e ainda pelos leitores Leão do Fundão e Verde Protector.

A voz do leitor

«João Benedito tem de dar um - um e só um - tiro de sniper. De Rambos com metralhadoras a dar tiros de pólvora seca estamos nós cheios. No dia, que está aí a chegar, vai poder dizer que tudo fez para que corresse bem, mas correu mal. Como um sportinguista deve fazer. Vai ter algum trabalho a reconquistar os votos de muitos que queriam (porque queriam) que fizesse a vida negra a Varandas. Sucede que esse trabalho de fazer a vida negra a Varandas já está a ser feito por Varandas.»

 

Rui Marado Moreira, neste meu texto

Pódio: Tiago Tomás, Coates, Porro

Por curiosidade, aqui fica a soma das classificações atribuídas à actuação dos nossos jogadores no Sporting-Aberdeen pelos três diários desportivos:

 

Tiago Tomás: 17

Coates: 17

Porro: 17

Neto: 15

Vietto: 15

Wendel: 14

Adán: 14

Feddal: 14

Jovane: 13

Nuno Mendes: 13

Matheus Nunes: 12

Sporar: 11

Daniel Bragança: 6

Plata: 1

 

A Bola e o Record elegeram  Tiago Tomás  como melhor jogador em campo. O Jogo optou por  Coates.

Vencemos uns padeiros escoceses

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Uns padeiros com oitos jogos oficiais nas pernas, que fazem do físico a sua grande arma e que se fecharam lá atrás mesmo estando a perder desde o minuto cinco. 

Nada mau para uma equipa que perdeu nove jogadores e um treinador para o COVID19. Nada mau para uma equipa que não fazia um jogo há quase três semanas.

Sim, apenas vencemos uns padeiros. Mas em jogos a uma mão tudo pode acontecer. O PAOK que o diga.

Vencemos também com um golo de Tiago Tomás numa bela jogada de Vietto. Venha o Lask!

Já sobre a AG, parece que há uma recolha de fundos para uma providência cautelar que ainda não foi apresentada. Como é que se dizia? Ah! "É seguir o dinheiro..."

A rede

Sem argumentos físicos para aguentar com os matulões escoceses durante 90 minutos, o Sporting lançou-lhes uma rede feita de passes e temporizações de que eles quase nunca se souberam libertar.

Assim Adán chegou ao fim sem qualquer intervenção digna desse nome, se excluirmos ter enviado para canto um centro de longe, mais ou menos transviado, que se dirigia para o canto superior direito da baliza.

Já o Sporting teve quatro oportunidades flagrantes. Tiago Tomás concretizou uma e falhou outra na sequência dum grande centro de Porro (jogo de cabeça precisa-se), e Jovane desperdiçou ingloriamente as duas que teve.

O melhor em campo do Sporting foi mesmo Porro. Bem a defender, incisivo a atacar, centros por alto e por baixo bem medidos, temos finalmente um defesa/ala direito em condições.

Coates, "el patrón", esteve imperial. Sempre o considerei como um dos craques do plantel, andou sempre num enquadramento que muito o prejudicava, sempre a ter de sair da posição para dobrar um defesa direito ausente em parte incerta, sem rins para aguentar a velocidade dos extremos contrários. Agora bem no meio da defesa é simplesmente imprescindível.

Tiago Tomás, mau jogo de cabeça à parte, continua a surpreender. Não se dá muito por ele, mas naquela posição de interior direito luta, assiste e marca. E neste sistema do Amorim é isso que se pede àqueles dois jogadores mais próximos do ponta de lança.

Depois deles, e com tudo o que tem acontecido, muita gente sem ritmo competitivo para os 90 minutos, jogadores que já vimos fazer bem melhor. Vietto é o melhor exemplo. 

Depois do Paços vem já aí o Lask, e muito há que melhorar para ultrapassarmos os austríacos, basta lembrarmo-nos daquela primeira parte em Alvalade na época passada onde nos livrámos por pouco de ir para o intervalo com três ou quatro golos sofridos. Depois acabámos por dar a volta ao resultado e ganhar o jogo, e na Áustria foi o que se conhece, muito por culpa da rotação de jogadores que Silas resolveu promover.

Mas esta equipa do Sporting não é a barata tonta desse tempo, mesmo desfalcado dos melhores jogadores de então entra em campo com a lição bem estudada, sabe o que quer fazer e o que não quer deixar o adversário fazer, e luta pela vitória. E acredito que vamos conseguir entrar na Liga Europa.

Finalmente, chamou-me a atenção a entrada de Plata para render Porro. Ristovski cada vez mais está na porta de saída? Porque também acho que o melhor lugar para Plata é mesmo esse, e não em zonas mais interiores do terreno. Tem o físico e a concentração que Camacho não tem. Com Porro a jogar assim e Plata a especializar-se na posição se calhar estamos finalmente bem servidos à direita. Um tema a acompanhar.

SL

Os nomes dos campos de Alcochete

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Com a maldita abrilada não só se abandonaram as colónias àqueles pretos que por lá viviam, primitivos. Veio também este vício do divórcio, a avivar o imoral nas mulheres, delas visceral. E o do esbanjo, naquilo do salário mínimo, demasiada esmola aos preguiçosos, sempre avessos aos deveres e desde então ainda mais, armados de votos, como se isso percebessem, e mesmo no desaforo de sindicatos e partidos. E tantos outros defeitos, uns mesmo de cá, telúricos, do Minho ao Caldeirão, outros importados, desse malvado mundo de repente portas adentro já sem quem, sábio certeiro, cerceasse os desvarios noticiados, assim propagandeados. O pior dos quais, talvez ou mesmo decerto, esse do desprezo pela Santa Madre Igreja, o afastamento aos ditames do Livro - e que aluno saberá hoje soletrar, ou apenas invocar, Lucas 15: 11-32? nenhum decerto, embrenhados que estão nas cidadanias e desenvolvimentos, drogas, paneleirices, fufices e tabletes ... Nisso coisa menor terá sido aquilo no futebol, mas também importante pois sinal dos desatinados tempos, quando os comunistas de Moscovo acabaram com a lei da opção, desde então tornando qualquer jogador da bola, analfabeto quase sempre, gente mal medrada nos Barreiros, Rabos de Peixe ou Famalicões, importada das Lundas Bijagós Nampulas, moles de filhos de rupestres alcoólicos, brutos ratinhos, grotescos galegos, escória alfacinha, até ciganos só isso, putas de estrada, pastores bosquímanos, netos de canibais e quejanda gente silvestre,  povoléu ingrato por natureza, livre de decidir onde trabalhar, negociar contratos e até mudar de patrão, procurar quem melhor o trate e mais lhe pague, qual escarrando no equipamento, vero Sudário, Santo, que nós doutores ou apenas Senhores lhes vestíamos como se deles fosse ... E assim tornados rebanhos sem valores, sem valia, frutos de apetites mercenários e de outros mercadorias, desabridos desrespeitosos,

mas ainda assim nestes tempos, infaustos, continuámos a nossa obra, Obra mesmo, pois fiéis, certeiros e certos, e preservámos os símbolos e castos ideais, sabendo que esta era penosa decerto terminará no em breve que vingarmos, e para isso arroteámos e lavrámos, extirpámos o daninho do futuro, calafetámos os viveiros dos vindouros, entre os quais faremos vingar a bondade, no desapego por si-próprios, na dádiva à nossa fé, no amor ao nosso prazer, e, oleiros, aos benditos fornos dessas porcelanas baptizaremos segundo os Justos, os Exemplos, mas nunca pelos dos germinados nestes entretantos do até agora, esses apenas incapazes de suspenderem a sua vida dedicando-se à nossa sonhada glória, vagueando na incúria moral desses Figos e Futres, Cristianos Quaresmas, Dani Moutinhos, e tantos outros, infiéis desobedientes, tão ávidos no demandar o mundo que nos seus tempos viçosos nos abandonaram, indo calcorrear os ímpios rumos da glória e prazer alhures, 

e por tudo isto ao nomear estas nossas novas estufas do devir exaltaremos a Virtude, desta aspergindo os petizes nosso barro que nelas iremos moldar, convocando-os ao labor e à pertença, e assim serão sagrados os bons pastores, Mestres do rumo, Luzes nestas trevas que queremos findar, pois a cada campo será atribuído o nome de um dos bloguistas do És a Nossa Fé!, louvado seja o Sporting!

Quente & frio

Gostei muito  que tivéssemos começado a época oficial de futebol 2020/2021 com uma vitória, ao contrário do que aconteceu na temporada anterior. Ontem, em Alvalade, contra o Aberdeen: vencemos por margem mínima, mas bastou para superarmos esta pré-eliminatória de acesso à Liga Europa. Segue-se, no próximo dia 1, um embate com o Lask Linz, equipa bem nossa conhecida. Este triunfo foi importante não apenas por motivos financeiros e reputacionais, mas sobretudo para criar motivação e sedimentar espírito de equipa num grupo que teve só agora o primeiro confronto a sério - incluindo jogadores em estreia absoluta nas competições europeias, como Tiago Tomás (marcador do golo solitário do Sporting), Matheus Nunes, Nuno Mendes, Daniel Bragança e Gonzalo Plata.

 

Gostei  das exibições de vários jogadores. Desde logo, Tiago Tomás, que sentenciou o resultado logo aos 7 minutos, a passe de Vietto: com apenas 18 anos, jogou solto e descomplexado, revelando ambição de agarrar um lugar no onze titular. Mas também Pedro Porro, em estreia oficial na nossa equipa, confirmando que é realmente um reforço na nossa ala direita: fez excelentes cruzamentos aos 18', 56' (quase originou o segundo golo, para a cabeça de Tiago Tomás) e 59', além de um espectacular slalom de 50 metros, na ala oposta à sua, que permitiu travar uma perigosa ofensiva escocesa aos 72'. Coates foi capitão não só de braçadeira mas também de todo o sector defensivo, sempre muito sincronizado na linha de fora de jogo, desposicionando os adversários, e fez cortes impecáveis aos 66', 90' e 90'+1. Destaque ainda para Wendel: foi ele quem recuperou a bola no lance de golo, entregando-a para a assistência de Vietto, e também soube pensar o jogo, articular sectores e criar desequilíbrios a meio-campo. Também apreciei a contínua aposta na formação (Matheus Nunes, Nuno Mendes, Tiago Tomás e Jovane no onze titular, Bragança e Plata suplentes utilizados) e na juventude (os nossos sete jogadores mais avançados no terreno tinham apenas 21,5 anos de idade média).

 

Gostei pouco  que Daniel Bragança não tivesse entrado mais cedo: Emanuel Ferro - ontem no comando efectivo da equipa por impedimento de Rúben Amorim, confinado com Covid-19 - só o mandou entrar para o lugar do esgotado Wendel aos 86'. Também me pareceu tardia a troca de Tiago Tomás por Sporar (aos 77'). E custou-me entender por que motivo Jovane - ontem o nosso jogador com sinal menos, ao ponto de se poder dizer que passou ao lado da partida - permaneceu em campo até ao apito final. Falhou a aposta de o colocar como avançado-centro, deixando Sporar no banco: aquele não é o terreno ideal para potenciar as qualidades do luso-caboverdiano.

 

Não gostei  da falta de ritmo competitivo da nossa equipa, em comparação com a turma escocesa, que fez agora o seu nono jogo oficial enquanto o Sporting não actuava sequer numa partida de preparação desde 9 de Setembro. Este notório défice de capacidade física começou a notar-se a partir da meia hora, forçando a nossa equipa a gerir com inteligência o ritmo de jogo e mantendo o controlo de bola, tanto mais que a iniciativa atacante competia ao Aberdeen, a perder desde o minuto 7. À falta de ritmo somaram-se as ausências forçadas, devido ao Covid-19: nove jogadores continuam de quarentena, incluindo Pedro Gonçalves, Nuno Santos e João Palhinha. Felizmente já poderemos contar com eles no confronto com a equipa austríaca.

 

Não gostei nada  de esperar 61 dias pelo regresso do futebol leonino aos jogos oficiais. E menos ainda que este tardio início da temporada tenha ocorrido sem público, à porta fechada, com os sócios banidos do estádio. Quando touradas, circos, comícios, celebrações políticas e religiosas, espectáculos teatrais, sessões de cinema, provas hípicas, corridas de automóveis, shows humorísticos e festarolas diversas já podem contar com público. O futebol - que gera tantas receitas fiscais para o Estado e cria pelo menos 80 mil postos de trabalho directos e indirectos em Portugal - continua a ser tratado como inaceitável filho de um deus menor.

Campo nº 8 da Academia: Paulo Futre

Leio que a direcção do Sporting irá homenagear Paulo Futre, atribuindo o nome deste antigo jogador ao campo nº 8 da Academia, juntando-se a Aurélio Pereira (campo principal), e a outros nomes a homenagear como Vítor Damas (campo n.º 2), Manuel Fernandes (campo n.º 3), Hilário da Conceição (campo n.º 4), Cinco Violinos (campo n.º 5), Luís Figo (campo n.º 6), Rui Jordão (campo n.º 7).

 

João Távora, no texto infra, recorda que ter uma “conduta irrepreensível” era uma das condições para alguém pertencer ao clube. Não pondo em causa o sportinguismo deste antigo jogador, e recordando essa “conduta irrepreensível”, lembro-me do passado deste jogador no clube, nomeadamente «a falta de condições psicológicas» para continuar no Sporting e o trocar pelo FCPorto, assim como mais tarde, por causa de outras condições – que afinal sempre foram as mesmas, voltar a preterir o Sporting a favor do Benfica.

 

Assim, se permitem, pergunto: concordam com esta decisão da direcção?

 

Eu não.

Só para concluir este assunto

Obviamente orgulha-me que o Cantona seja sportinguista e sócio do Sporting, se for essa a sua vontade. Agora não me parece bem que o Sporting lhe ofereça um título honorífico.

Não estou a comparar o sportinguismo do Ronaldo com o do Cantona (embora acredite em ambos). A ligação do Ronaldo ao Sporting é bem mais forte, mais antiga e mais profunda, e também me enche (a mim e a todos os sportinguistas) de orgulho. Dito isto, o Cristiano Ronaldo ainda não fez o suficiente pelo Sporting para merecer uma distinção como a de dar o seu nome à Academia do clube. Talvez daqui a alguns anos a realidade seja outra, e esta distinção se justifique. Espero sinceramente que assim seja. Por agora, parece-me muito cedo para atribuir tal distinção. É a minha opinião.

Alguém sabe o que é feito do Cantona?

Há uma tendência recente do Sporting para dar reconhecimento a figuras muito conhecidas internacionalmente, mas não pelo que fizeram pelo clube. Essa tendência, que não me agrada nada, começou com Bruno de Carvalho e teve o seu auge na atribuição do número de sócio 150000 a Eric Cantona.
Eric Cantona, que Bruno de Carvalho anunciou aos quatro ventos como sócio 150000 do Sporting, só porque foi um futebolista notável (que foi), vivia em Portugal e manifestou simpatia pelo nosso clube e pela sua tradição formadora? Alguém ouviu falar nele desde que o presidente que o fez o sócio 150000 foi destituído?
Nada tenho contra o Cantona, mas tenho muito contra esta distinção para alguém que fez muito pelo futebol no Manchester United, mas nada pelo Sporting. O Cantona também se tornou conhecido por um célebre episódio envolvendo-o com um espectador, num estádio em Inglaterra. Quando eu via em pleno estádio de Alvalade os energúmenos da Juventude Leonina atirarem petardos ao Rui Patrício, ainda pensei que um Cantona com superpoderes pudesse saltar a vedação do estádio e dar-lhes uma lição. Mas, se era para premiar esse tipo de atributos, mais valia ter atribuído essa honra ao grande Sá Pinto. Ele, e muitos outros, fizeram muito mais pelo clube.

Há por aí algum optimismo?

Façamos figas. No momento em que escrevo estas linhas, tudo indica que o Sporting realizará mais logo, a partir das 20 horas, o seu primeiro jogo oficial da nova temporada - o confronto em Alvalade com o Aberdeen, na pré-qualificação para a Liga Europa.

As reservas são naturais. Se houver mais algum caso de contágio com o novo coronavírus na nossa equipa, onde se registaram nove infectados, o jogo pode vir a ser cancelado pela Direcção-Geral da Saúde, podendo a UEFA atribuir a vitória à turma escocesa por falta de comparência do Sporting. Esperamos que nada disso aconteça.

Mas o que importa aqui é aferir do vosso estado de espírito. Por isso venho perguntar-vos como antevêem este embate com o quarto da Liga escocesa, já calejado por oito jogos oficiais. Reina por aí o optimismo ou prevalece o pessimismo, sabendo que a nossa equipa está sem jogar desde o dia 9? Vamos ultrapassar este importante teste no relvado ou ficar pelo caminho?

Digam de vossa justiça, pronunciem-se. Agora. Para analisar o jogo teremos outros espaços de debate.

A voz do leitor

«O Sporting deve ser caso único. Dos 70 mil sócios com quotas em dia, pelos menos 50 mil são melhores que o Presidente, 50 mil são melhores do que toda a direcção em peso, 50 mil são muito superiores a toda a MAG, 50 mil são muito melhores treinadores e mais competentes que o actual treinador, 50 mil têm muito mais capacidade para o cargo que o director do futebol. Para azar do Sporting, todas estas grandes capacidades e competências só são atrás do teclado.»

 

João Santos, neste texto do Eduardo Hilário

Amanhã à noite em Alvalade

Finalmente vamos ter o primeiro jogo oficial da temporada, e logo uma partida decisiva no que diz respeito ao acesso à Liga Europa, contra o Aberdeen, uma equipa escocesa já com quatro ou cinco jogos oficiais realizados. Não vai ser fácil.

Vamos então recomeçar esta série de posts, ainda sem conhecimento dos convocados, sabendo que os recentemente afectados por este maldito vírus estarão de fora, incluindo o Rúben Amorim. Estão à vontade para alterar o vosso prognóstico conforme os imprevistos. Convocados esses que devem ser mais ou menos os seguintes, com as incógnitas de quem vão ser os da equipa B que se vão sentar no banco:

Guarda-redes: Adán e ?.

Defesas Centrais: Coates, Neto, Feddal e ?

Alas: Porro, Ristovski, Nuno Mendes, Antunes.

Médios Centro: Wendel, Bragança, Matheus Nunes e ?

Interiores: Jovane, Plata, Vietto e ?

Avançados: Sporar e Tiago Tomás.

Com tantos ausentes, não deve ser difícil adivinhar o onze, onde coloco o Risto, pela rodagem que foi tendo na sua selecção e esperando que seja desta que lhe deixe de chamar burro ou coisa pior:

Adán; Neto, Coates e Feddal; Ristovski, Matheus Nunes, Wendel e Nuno Mendes; Jovane, Sporar e Vietto.

 

Concluindo,

Amanhã à noite o Sporting entra em campo em Alvalade para ultrapassar o Aberdeen no acesso à Liga Europa.

Considerando o sistema táctico de Rúben Amorim, qual seria o vosso onze?

SL

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