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És a nossa Fé!

Os piores árbitros do momento

Uma aldrabice mil vezes repetida ameaça passar por verdade. Vem isto a propósito das críticas que alguns fizeram a este blogue sobre a alegada disparidade de critérios perante arbitragens fraudulentas: segundo eles, teríamos acolhido em resignado silêncio os atentados à verdade desportiva cometidos pelo senhor Jorge Sousa no FCP-Sporting ao contrário do que fizemos com a vergonhosa exibição do senhor Capela na outrora 'Catedral da Luz'.

Lamento desiludir esses lampiões, mas a acusação que nos dirigem não tem fundamento. Aqui nos insurgimos, no momento exacto, contra o árbitro pró-portista que inventou duas grandes penalidades contra nós no Dragão, abrindo assim caminho a uma vitória também manchada pela fraude arbitral.  Em textos como este, e este, e este.

 

Poucas horas depois do jogo, mostrei aqui o meu cartão vermelho a Jorge Sousa. Nestes termos: «Inventou dois penáltis contra o Sporting (apenas um dos quais foi convertido) e estragou o espectáculo com a exibição de 14 cartões amarelos, dez dos quais a jogadores do nosso clube: Rojo (dois), Schaars, Carrillo, Elias, Adrien, Izmailov, Boulahrouz, Pranjic e Wolfswinkel. O homem do apito converteu-se - pelos piores motivos - na figura do jogo com esta orgia de cartões.» Nesse mesmo dia 8 de Outubro, noutro texto, escrevi isto: «Se James tivesse falhado o segundo penálti, como Lucho falhou o primeiro, o árbitro da Associação do Porto haveria de inventar um terceiro neste FC Porto-Sporting - de forma tão flagrante e escandalosa como os dois anteriores. Ano após ano, o fenómeno repete-se nos relvados portugueses: são sempre os mesmos a estragar o espectáculo. E quase todos usam apito.»

 

Tudo comentado com a mesma clareza e a mesma indignação que agora tive em relação ao árbitro Capela. Mas houve de facto uma diferença: o Sporting jogou muito melhor na Luz do que no Dragão. No jogo de Outubro, o primeiro após o despedimento de Sá Pinto e uma derrota indigna na Hungria, teve uma exibição fraquíssima, com Capel e Rinaudo fora do onze por inexplicável opção táctica; no jogo de Abril, sob a experiente batuta de Jesualdo Ferreira, foi uma equipa bem organizada, que encostou o clube rival às cordas nos primeiros 36 minutos e nunca mostrou temer o chamado 'inferno da Luz'.

Por outras palavras: João Capela prejudicou ainda mais o Sporting do que Jorge Sousa. Mas ambos revelaram não ter competência para dirigir partidas ao mais alto nível no futebol português.

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