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És a nossa Fé!

Os golpes na verdade, na coerência e na honra.....

 

Importa afastar as maledicências que tentam mascarar o medo que a actual direcção tem dos próprios sócios do nosso Clube.

É fundamental dissipar o nevoeiro que, articulada e coordenadamente, alguns, amadores e profissionais, por favor, amizade ou por avença, lançam para cima dos sócios e comunicação social.

 

Sublinhando mais uma promessa quebrada deste presidente ("Se marcarem uma AG demito-me!"), quero deixar aqui algumas considerações democráticas,  livres, reais, jurídicas (com o beneplácito e apoio de amigos docentes da Faculdade de Direito de Lisboa), verdadeiramente sem maquilhagem e totalmente grátis.

Apenas estou interessado em que se oiça a voz dos VERDADEIROS DONOS DO SCP E HERDEIROS DO PATRIMÓNIO DE CONQUISTAS, VALORES E PRINCÍPIOS DO CLUBE... OS SÓCIOS!!!!

 

Depois decidam o que decidirem. Vamos a isso, todos.

 

Se a decisão implicar um acto eleitoral, pois que venha. Quem se recandidatar, que se recandidat; quem quiser ser candidato, que apresente ideias e projectos.

Acabem é de vez com as chantagens vis e ameaças canalhas!

Terminem é com a manipulação e fuga para a frente, para o abismo do conformismo conveniente gratificado!

E que termine a treta da estabilidade da equipa de futebol. Pior do que a palhaçada (sem ofensa aos profissionais desta arte circense) a que temos assistido nos últimos sete ou oito meses é humanamente impossível e irrepetível em qualquer clube desportivo ou organização do planeta!!!!!

 

Para início de conversa, acho importante partir deste ponto de análise. Para o actual presidente e alguns amigos, se a Mesa da Assembleia Geral fosse "amiga", recusasse a legalidade e aceitasse as ameaças e a chantagem da direcção, violando os estatutos e a LEI, aí sim, era porreira.

 

Haja vergonha e algum decoro!

 

Realmente falharam as promessas, falhou o projecto, falhou a gestão desportiva, falhou a gestão financeira (investimento versus resultados, massa salarial, passivo), falharam as escolhas para dirigentes e as apostas para treinadores, falharam as opções tácticas e estratégicas, falharam os objectivos... só resultaram mesmo a desinformação remunerada, os processos em tribunal por espionagem e tentativa atabalhoada de incriminar um árbitro, a aquisição de apoio internos por contratação de consultorias principescamente remuneradas.

 

Haja vergonha e o mínimo de integridade e coerência!

 

Esta bizarra tentativa de subversão da realidade e da verdade - ou seja, cumprir estatutos e ouvir sócios é errado, certo é todo o colossal abismo do descalabro deste mandato - pode ser um "spin" profissional, mas é atroz, grotesco e abjecto.

 

Passemos aos factos.

A Assembleia Geral Comum extraordinária (AGE) pode reunir em qualquer data (artigo 50º dos Estatutos do SCP), para discutir qualquer das matérias da sua competência, as quais se encontram enumeradas no artigo 42º dos Estatutos do SCP, incluindo a destituição de membros dos órgãos sociais (artigo 42º, nº 1, alínea b) dos Estatutos do SCP)

Assim, relativamente a uma AGE que seja requerida por sócios, estes terão que reunir um mínimo de 1000 votos e depositar na tesouraria do Clube o montante necessário para fazer face às despesas inerentes à AGE (artigo 50º, nº1, alínea c) dos Estatutos do SCP).

A destituição é uma das modalidades de cessação de mandato (artigo 36º dos Estatutos do SCP) e pode concretizar-se mediante revogação do mandato colectiva em deliberação da Assembleia Geral Comum, (artigo 39º, nº1 dos Estatutos do SCP) que será sempre extraordinária. Tratando-se da revogação de mandato de membros do Conselho Directivo, esta também "depende de justa causa" (artigo 39º, nº2 dos Estatutos do SCP) - A justa causa não vem definida nos Estatutos do SCP, sendo aplicável o sistema legal português tendo em conta o artigo 1º dos referidos Estatutos.

 

A justa causa será determinada através do Código das Sociedades Comerciais e da Doutrina e Jurisprudência, que concluem que as Associações têm o poder de definirem quem querem que a represente na condução dos respectivos destinos e pratique os respectivos actos de gestão. Aliás, a justa causa é sempre um juízo subjectivo formulado sobre factos objectivos, cabendo à AGE, por sua expressa e inequívoca vontade, decidir pela destituição. Ou seja: basta a vontade soberana dos sócios de 50% + 1 para que a justa causa se encontre totalmente legitimada na vontade dos sócios.

A Assembleia Geral comum terá forçosamente a natureza de extraordinária (artigo 39º, nº3 dos Estatutos do SCP) pois as de natureza ordinária são as do artigo 49º dos Estatutos do SCP.

Assim, OBVIAMENTE, a AGE requerida pelo “DAR RUMO AO SPORTING foi requerida de forma correcta, devendo realizar-se o mais tardar no dia 10 de Fevereiro de 2013, sob pena de violação expressa dos Estatutos do SCP (por violação directa do artigo 39º, nº 3).

 

A necessidade de duas ou três ou quatro AGs é apenas uma interpretação cómica, lamento.

 

A tentativa de calar e silenciar sócios por parte da direcção do SCP encabeçada por Godinho Lopes é que é mesmo o facto horripilante de todo este processo. 

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