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És a nossa Fé!

Messi

 

Messi, mais uma vez e, quanto a mim, com toda a justiça, foi considerado o melhor do mundo. Trata-se de um jogador único. Lembro-me de os ver jogar e de os considerar de outro planeta Beckenbauer, Cruyff, Van Basten, Platini, Zidane, Raul, Maradona e mais alguns, não apenas criadores ou marcadores de golos, mas, igualmente, defesas e guarda-redes como Franco Baresi e o também nosso Peter Schmeichel. Mas Lionel Messi causa-me uma impressão única, tenho a sensação, quando o vejo jogar, de que estou a assistir a algo de irrepetível, ao génio de um criador sem paralelo na história do futebol. Quase tudo o que faz se aproxima da perfeição. Tem uma qualidade técnica inigualável, faz passes que desafiam a imaginação, uma certeza no remate, de variadíssimas posições, que é raríssimo ver e, sobretudo, uma capacidade ímpar de fazer a equipa organizar-se e jogar. Quando a bola lhe chega aos pés, tudo é possível, nunca sabemos se dali vai sair um passe letal para algum sítio que só ele não tinha considerado inesperado, seguindo uma trajectória que mais ninguém imaginara. Os seus pontapés parecem teleguiados e este ano até de cabeça conseguiu dar um ar da sua graça.

 

No futebol, em minha opinião, é, repito-o, único e, pensando nas grandes estrelas de outros desportos, pelo menos daqueles que eu ao longo dos anos tenho acompanhado com mais interesse, dificilmente consigo encontrar na minha memória, tanto quanto este tipo de comparações for legítimo, nomes que, a meu ver, possam rivalizar com ele. Eddy Merckx, Michael Johnson, Carl Lewis, Michael Jordan, Michael Phelps? É, de facto, preciso ser quase perfeito.

2 comentários

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    João Paulo Palha 07.01.2013

    Caro Marcelo Silva
    Estou em desacordo consigo. Messi não precisava de qualquer campanha para vencer o troféu. As pessoas como eu, em cuja opinião o argentino é o melhor jogador da história do futebol, são todas influenciadas pelos interesses da FIFA ou completamente incapazes de formular um juízo imparcial sobre o assunto?
    Além do mais, esse argumento de a sua equipa ganhar ou não as competições parece-me totalmente irrelevante. Acho até que é muito mais difícil conseguir grandes desempenhos em equipas não ganhadoras.
    De qualquer forma, respeito a sua opinião e agradeço-lhe o comentário.
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