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És a nossa Fé!

O momento desportivo

Admitindo a inevitável excepção à regra, uma significante maioria de treinadores de futebol têm duas características em comum; a) insistem com as suas ideias, à raiz, mesmo depois de verificarem, repetidamente, que não são frutuosas - b) não são fieis à «bíblia» do treinador e adaptam um sistema de jogo que idealizam, sem devida consideração às características dos jogadores à sua disposição. Lamento verificar que ambas são aplicáveis a Ricardo Sá Pinto e, muito por isso, já há longo comentei que para o Sporting ter sucesso, ele teria forçosamente que evoluir, como treinador, mais rápido do que os seus jovens pupilos, como jogadores. Não pretendo massacrar a temática e, muito menos, orquestrar qualquer onda de oposição ao nosso treinador. Quero acreditar nele - algo que ainda não consegui - como acredito na sinceridade do empenho e na qualidade do trabalho que tem vindo a ser levado a cabo pelo presidente Godinho Lopes, a SAD e restantes dirigentes e, acima de tudo, como acredito no Sporting Clube de Portugal, não obstante os pouco entusiasmantes dividendos futebolísticos do passado recente. Infelizmente para qualquer executivo de uma instituição desportiva, o seu mandato é em muito apreciado em função dos respectivos resultados, uma consideração que poderá satisfazer as frustradas paixões dos adeptos mas que nem sempre é  justa ou adequada a uma qualquer situação.

Como já tive ocasião de escrever - e não pretendo agora incomodar o leitor com os detalhes desses textos - temo muito pelo que ainda está para vir, porque sempre considerei que o enquadramento técnico da pré-época não foi bem delineado e o que se tem vindo a verificar nesta fase inicial da nova campanha é, na minha modesta opinião, fruto dessa ineficácia. Mais preocupante do que os cinco pontos de atraso na LIga, é precisamente a insistência, desde sempre, num modelo de jogo e em opções muito discutíveis, pela evidência à vista.  Dito isto, compreendo que pela óptica dos dirigentes do Sporting, este não é o momento mais propício para tomar medidas drásticas e há que esperar e desejar que o estado das coisas melhore rápida e significativamente.

2 comentários

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    Rui Gomes 17.09.2012

    O Sporting defrontou um adversário cujo objectivo prioritário era tentar não perder e, muito por isso, esteve 43 minutos sem fazer um remate à baliza. O Sporting entrou em campo com um meio campo que já demonstrou que não possui criatividae suficiente e eficácia no sustento da construção de jogo. Mais tarde, fomos do 8 ao 80, com as entradas de Capel e André Martins e, a exemplo da selecção de hóquei em patins, não segurámos o meio campo, pese a ideia de Sá Pinto de tirar proveito do avanço do Marítimo com mais criatividade no último terço do terreno. Pergunto eu, porquê entrar logo de início condicionados na construção do jogo ofensivo ?...Reconheço que há ineficácia na finalização mas o Sá Pinto ainda não conseguiu montar uma estratégia através da qual o Sporting possa impor o seu jogo ao adversário, Ele sente-se mais confortável em reagir do que em agir.
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