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És a nossa Fé!

Partidas e chegadas: um saldo positivo

Neste meu pontapé de saída no “És a nossa Fé!”, e na ressaca do fecho do período de transferências, decidi fazer uma pequena análise das alterações verificadas no plantel do Sporting. Entre partidas e chegadas, o saldo parece-me francamente positivo.

 

Longe vão os tempos da política de contratações/dispensas miserável e medíocre que não nos dava sequer motivos para grandes ilusões. Complementando a revolução de há um ano, parece-me que, esta época, o Sporting esteve exemplar no reforço da sua equipa, conjugando a satisfação das necessidades do plantel com a inevitável contenção financeira. Desde logo, satisfez-me ver o Sporting apostar em dois jovens da sua formação e que foram grandes destaques da época passada: Cédric e Adrien (que renove depressa!). Já o dinheiro gasto em transferências, para além de ter sido compensado com as vendas, parece bem aplicado: Rojo mostra ser o central que o Sporting há muito precisa e Viola promete ter um futuro brilhante (dois cenários que só o tempo confirmará).

 

Mas o mais louvável na actuação do Sporting no mercado tem que ver com as contratações conseguidas a custo zero (ou quase), por serem excelentes oportunidades de negócio ao alcance apenas de quem está atento. Desde logo Labyad, que parece ser dono de um talento inesgotável e que, bem trabalhado, vai dar um enorme jogador. Depois, dois jogadores experientes, internacionais (estiveram no último europeu) e polivalentes que, apesar de não chegarem rotulados de craque, chegam para emprestar ao plantel uma utilidade fundamental: Pranjic e Boulahrouz. De Gelson, confesso, é o que tenho menos expectativas.

 

Em sentido inverso, de todas as saídas, só há uma que me deixa verdadeira pena: Onyewu. Porque sempre mostrou ser um profissional exemplar e sentir a paixão que a camisola do Sporting merece, mas, essencialmente, porque é um excelente jogador, melhor opção que Xandão e Carriço. É uma saída que me custa bem mais do que as saídas de João Pereira (que tem a óptima consequência de abrir espaço para o Cédric) e de Matías (muito talento, pouca regularidade).

 

Outra das grandes notícias deste início de época foi a renovação de Rui Patrício, dado como certo fora de Alvalade até há umas semanas atrás, acompanhada por palavras dignas de quem enverga a nossa braçadeira.

 

Dito isto, e tendo em conta que para uma base substancial do plantel já é pelo menos o segundo ano no clube e os processos de adaptação - ao clube, ao país, ao futebol português e aos companheiros - estão completos, o Sporting tem obrigação de fazer bem melhor do que na última época. Assim saiba Sá Pinto usar estes novos ovos para fazer uma omelete melhor.

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