Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

És a nossa Fé!

Um pedido *

Pedido aos leitores: se algum de vós tiver ainda acesso às classificações atribuídas pelos jornais desportivos de 16 de Fevereiro ao desempenho dos nossos jogadores no Young Boys-Sporting desde já agradeço essa partilha.

Ao contrário do que sempre faço, não anotei a pontuação dos três jornais nessa partida da Liga Europa em que fomos à Suíça vencer 3-1. É um registo em falta que espero ainda colmatar.

Com a colaboração de quem puder.

 

* Questão resolvida. Muito agradeço ao prezado leitor Luís Ferreira.

Nós, há dez anos

 

Duarte Fonseca: «Carrillo está a um pequeno passo de estabilizar num patamar acima do que tem demonstrado (para depois subir outro). Na primeira parte do jogo de sábado fez algo que raramente tinha feito. Ajudou sempre nos processos defensivos (evitou dois cruzamentos que poderiam levar perigo para a nossa baliza) e nos dois lances em que teve oportunidade de desequilibrar no ataque fez uma clara assistência de golo, infelizmente não concretizada. No segundo tempo desapareceu do jogo e quando teve oportunidade de desequilibrar decidiu mal. No dia em que conseguir ser consistente nos processos ofensivos (desequilíbrio e decisão) e defensivos ao longo de 65 minutos do jogo (com as suas capacidades não precisa de mais tempo em jogo) dará o salto. No sábado só lhe faltaram 20 minutos.»

 

Edmundo Gonçalves: «Movimento oscilatório. Numa parte inclinado para um lado, noutra inclinado para o outro. Das coisas que o Vítor Pereira se lembra de mandar estudar os seus pupilos... Ah! a encosta, o pêndulo e o movimento oscilatórios, são como convém, limpinhos, limpinhos! Eu, se não fosse filho de boas famílias, perante a vaga de "ai e atão o Montero?" que por aí virá, até lhes dizia, antecipadamente: Monte(m-se!)ro!»

A voz do leitor

«Quanto a saídas e encaixes, nos últimos dois anos encaixámos 255 milhões com transferências valores TM (Ugarte, Porro Matheus Nunes, Palhinha, ou o remanescente do Nuno Mendes, entre outros encaixes com jovens da formação, TT ou o Chermiti). Encaixámos um extraordinário valor que nos confere um saldo positivo entre vendas/compras: +255 milhões vendas/112 milhões compras. Temos um saldo positivo de 143 milhões, cerca de 70 milhões/época, daí termos ficado salvaguardados neste ano sem Champions.»

 

Rui Cunha, neste texto do Luís Lisboa

Pódio: Gyökeres, Pedro Gonçalves, Morten

Por curiosidade, aqui fica a soma das classificações atribuídas à actuação dos nossos jogadores no Sporting-Benfica, para a Taça de Portugal, pelos três diários desportivos:

 

Gyökeres: 19

Pedro Gonçalves: 17

Morten: 17

Morita: 17

Geny: 16

Eduardo Quaresma: 16

Coates: 16

Israel: 14

Matheus Reis: 14

Edwards: 13

Diomande: 13

Nuno Santos: 12

Esgaio: 12

Daniel Bragança: 1

Paulinho: 1

St. Juste: 1

 

O Jogo e A Bola elegeram Gyökeres como melhor em campo. O Record optou por Pedro Gonçalves.

Não sou isento!

Fico sempre desconfiado quando leio algures ou alguém se declara adepto de um qualquer clube e jura a pés juntos que é… isento.

Isso é coisa que se diga? Um adepto ser isento? Não acredito!

Bem por acaso eu até conheço um que é isento, mas apenas por ter nascido na simpática aldeia da Póvoa da Isenta ali bem perto da cidade escalabitana. Fora isso…

Nem os árbitros de futebol são isentos quanto mais os adeptos. Por mim comunico já que não o sou, nem tenho de ser. Sempre que o Sporting perde a culpa é sempre dos árbitros, mas quando ganha o mérito é de toda a equipa e nunca dos juízes de campo. Era o que mais faltava dar valor a essa maltinha.

No passado dérbi em Alvalade para a primeira mão da Taça de Portugal surgiram diversos casos e que cada lado de adeptos interpretou à sua maneira… Conforme lhe convinha. Faz parte!

Mas em prol da verdade nem me parece mal pois o amor e a paixão clubística quase que a isso obriga. O que mais me faltava era dizer que aquela obra de arte de Nuno Santos e que daria o terceiro golo do Sporting fora bem invalidado. Nem pensem nisso.

Repito o que escrevi atrás: eu adepto sportinguista assumo que não sou nem nunca serei... isento!

Amanhã à noite em Alvalade

Este ano a nossa casa está a ser a nossa fortaleza, um pleno de vitórias excepto na recepção ao Young Boys que incluiram Benfica, Porto e Braga. Amanhã existirá oportunidade de continuar nesse registo, frente a uma equipa que muitos problemas nos colocou em Faro.

Como o tempo não está convidativo para a minha actividade de "outdoor" vou-me entreter a fazer uma breve análise SWOT ao futebol do Sporting, ou seja das principais Forças, Fraquezas, Oportunidades e Ameaças, positivos as Forças e Oportunidades, negativos os restantes, internos as Forças e Fraquezas, externos os restantes.

 

Forças:

1. Modelo de jogo baseado em 3-4-3 consolidado e mecanizado, os jogadores podem passar por diferentes posições sabendo o que lhes é pedido em cada uma.

2. Enorme ponta-de-lança "artilheiro" com capacidade física tipo CR7, muito bem complementado por um "mágico" intuitivo como Pedro Gonçalves.

3. Estrutura central Coates-Hjulmand-Gyökeres muito forte.

 

Fraquezas:

1. Guarda-redes a que faltam a classe extra necessária para serem determinantes nas vitórias, como acontece com Trubin e Diogo Costa nos rivais.

2. Linha defensiva de 5 muito variável, o que impede a sincronização perfeita de movimentos, coloca avançados contrários em jogo nos cruzamentos e a torna particularmente vulnerável nos lances de bola parada.

3. Meio-campo (no sentido lato, os dois médios residentes mais as intervenções dos alas e interiores no sector) sem capacidade física para aguentar 90 minutos com o mesmo desempenho.

 

Oportunidades:

1. Regresso em condições de St. Juste, capaz de dar outra dimensão ao lado direito da equipa. 

2. Explosão de Catamo em termos de marcador de golos, caso avance para interior direito.

3. Explosão de Koindredi para patamares de rendimento próximos de Hjulmand, permitindo outra rotatividade no meio-campo.

 

Ameaças:

1. Arbitragens manhosas dos artistas estabelecidos no futebol português.

2. Lesões, num plantel muito curto sem suplentes de nível próximo dos titulares em diversas posições.

3. Esgotamento físico dos elementos que constituem a estrutura central.

 

Nos factores externos tudo vai depender da resposta dada pelas indivualidades envolvidas. Não é muito o que Rúben Amorim poderá fazer para impedir que as ameaças se tornem fraquezas. Não foi ele que transformou um penálti a favor em Vila do Conde numa lesão dum jogador que estava a passar o melhor momento da temporada.

Nos factores internos, ressalta a necessidade da gestão quase cirúrgica do plantel, em que a utilização de cada jogador é controlada ao minuto, mesmo à custa do rendimento do onze naquele momento do jogo.

Ficam então aqui estas notas como convite a uma discussão serena e sportinguista sobre o assunto.

 

PS: Comentários de "trolls", "bullys", travestis morcões ou nicks da tasca seguem directamente para o lixo.

SL

2023/2024: marcadores dos nossos golos

image.jpg

 

Gyökeres 31 (Vizela, Vizela, Moreirense, Sturm Graz, Farense, Farense, Atalanta, Arouca, Farense, Farense, Farense, Benfica, Dumiense, Gil Vicente, Gil Vicente, Sturm Graz, FC Porto, Portimonense, Tondela, Tondela, Vizela, Vizela, Casa Pia, Casa Pia, União de Leiria, União de Leiria, Braga, Young Boys, Young Boys, Rio Ave, Benfica)

Pedro Gonçalves 14 (Braga, Farense, Boavista, Raków, Raków, FC Porto, Estoril, Tondela, Tondela, Chaves, Casa Pia, União de Leiria, Moreirense, Benfica)

Paulinho 13 (Vizela, Casa Pia, Casa Pia, Famalicão, Rio Ave, Estrela da Amadora, Dumiense, Dumiense, Dumiense, Tondela, Portimonense, Chaves, Vizela)

Trincão 7 (Dumiense, Estoril, Chaves, Vizela, Casa Pia, Casa Pia, Braga)

Edwards 6 (Rio Ave, Olivais e Moscavide, Estrela da Amadora, Atalanta, Estoril, Estoril)

Coates 6 (Raków, Dumiense, Vizela, Casa Pia, Casa Pia, Rio Ave)

Nuno Santos 5 (Farense, Dumiense, Casa Pia, V. Guimarães, Braga)

Daniel Bragança 4 (Olivais e Moscavide, Estrela da Amadora, Tondela, Braga)

Gonçalo Inácio 4 (V. Guimarães, Sturm Graz, Sturm Graz, Young Boys)

Geny 3 (Olivais e Moscavide, Boavista, Casa Pia)

Diomande 2 (Moreirense, Sturm Graz)

Morita 2 (Arouca, Moreirense)

Morten 2 (Moreirense, Rio Ave)

Neto 1 (Dumiense)

Eduardo Quaresma 1 (Braga)

Pedro Tiba 1 (Gil Vicente, na própria baliza)

Pedro Álvaro 1 (Estoril, na própria baliza)

Amenda 1 (Young Boys, na própria baliza)

Entre os mais comentados

Nos 21 destaques feitos pelo SAPO em Fevereiro para assinalar os dez blogues mais comentados nesta plataforma, És a Nossa Fé recebeu 21 menções. Voltando a fazer o pleno.

Além disso, figurámos 20 vezes no pódio dos mais comentados - este mês com catorze "medalhas de ouro", três de "prata" e três de "bronze".

Fomos primeiros, portanto, em dois terços dos dias que estiveram sob escrutínio. 

 

Recorde-se que os textos publicados ao fim-de-semana são agregados aos de sexta-feira para este efeito, o que leva o número de destaques a ser inferior ao número de dias.

 

Os 21 textos foram estes, por ordem cronológica:

 

Prognósticos antes do jogo (70 comentários, o mais comentado do dia)

Inaceitável (112 comentários, o mais comentado do fim-de-semana)  

Polícias doentes, águia à solta (54 comentários, segundo mais comentado do dia)  

Um trabalho bem feito (26 comentários, terceiro mais comentado do dia)  

Nem cabalas nem teorias da conspiração (42 comentários, segundo mais comentado do dia)  

Quente & frio (26 comentários, terceiro mais comentado do dia)  

Prognósticos antes do jogo (80 comentários, o mais comentado do fim-de-semana) 

Rescaldo do jogo de ontem (60 comentários, o mais comentado do dia)  

Campeo4 nacional, 21/34 (35 comentários) 

Apoiar é agora, não é depois (90 comentários, o mais comentado do dia) 

Em nossa casa (40 comentários, segundo mais comentado do dia)  

Sem casos... (40 comentários, terceiro mais comentado do fim-de-semana)  

Prognósticos antes do jogo (100 comentários, o mais comentado do dia)  

Rescaldo do jogo de ontem (44 comentários, o mais comentado do dia)  

Campeo4 nacional, 22/34 (57 comentários, o mais comentado do dia) 

A Europa connosco ou "sennosco"? (54 comentários, o mais comentado do dia) 

Prognósticos antes do jogo (68 comentários, o mais comentado do fim-de-semana)  

Rescaldo do jogo de ontem (102 comentários, o mais comentado do dia)  

Campeo4 nacional, 23/34 (73 comentários, o mais comentado do dia) 

Ora bolas (70 comentários, o mais comentado do dia) 

Olhar (69 comentários, o mais comentado do dia) 

 

Com um total de 1312 comentários nestes postais. Do Pedro Oliveira, do Luís Lisboa, do José da Xã e de mim próprio.

Fica o agradecimento a quem nos dá a honra de visitar e comentar. E, naturalmente, também aos responsáveis do SAPO por esta iniciativa.

Nós, há dez anos

 

Alexandre Poço: «Genialidade nos pormenores a brindar aquele que na minha opinião foi o melhor jogo que fez com as nossas cores

 

Edmundo Gonçalves: «A manta é curta, todos sabemos, portanto não podemos exigir mais que aquilo que nos prometeram no início da época: lutar em todos os jogos e honrar a camisola listada; e isso, uma vezes melhor, outras pior, eles fazem! Já aqui escrevi que, sem ser masoquista, me dá muito gozo ver a equipa a virar resultados! Por exemplo, hoje quando o Braga "marcou", o meu sentimento no estádio (e o de muitos milhares) foi que a equipa iria dar a volta à coisa. E deu! Não questiono aqui exibições. Umas foram conseguidas, outras não, mas o que me ficou na retina foi o enorme abraço entre Maurício e Rojo, depois de Slimani mandar aquele "coice" lá para dentro. Isto é o que eu quero fazer realçar, não a menos conseguida exibição de Martins, ou de Magrão, ou até de Jefferson, apesar do golo mais que merecido por outros grandes jogos já realizados.»

 

Filipe Arede Nunes: «Carrillo é o mais talentoso dos jogadores do plantel do Sporting. Rápido, ágil, desconcertante e com uma capacidade técnica muito acima da média. Ontem, em mais uma dezena de momentos, Carrillo foi tudo isto. O que desequilibra, o dínamo, a flecha apontada à baliza. Noutros momentos Carrillo parece desligar-se do jogo. Displicente no passe curto, imóvel, sem velocidade e objectividade. Há vários anos que tenho as mesmas conversas com a malta na minha bancada e fico sempre com a sensação que nós (sportinguistas) não lhe conseguimos perdoar a imensidão de talento que ele tem. Como não somos capazes de o fazer, Carrillo é o jogador mais incompreendido de Alvalade, o primeiro alvo de assobios, o tipo que quando sai do jogo nos deixa satisfeitos.»

 

José Manuel Barroso: «Telúricas, como o devem ser sempre, no apoio à equipa. Exemplo, também, de raça e de fé. Sporting 2 - Braga 1 - as claques e os adeptos a ajudar. Mas vergonhoso o comportamento delas, na homenagem a Mário Coluna. Não foi nosso jogador? Não foi. Mas foi um grande jogador, capitão da seleção nacional, e o fair-play tem de fazer parte também do nosso ADN. Bruno de Carvalho deu um exemplo disso, ao ir à cerimónia fúnebre de Eusébio. As claques é que não estiveram, desta vez, à altura do SCP e envergonharam o clube. Lamentável exemplo.»

 

Luciano Amaral: «Tempo horrível em Alvalade, 1-0 ao intervalo, o meu filho mais novo afundado na cadeira, chateado que nem um peru, eu a tentar explicar-lhe que já passei por muito pior. Percebi pouco do jogo de ontem: não consegui perceber se jogámos como “Plano A” ou com o “Plano B”; pareceu-me mais uma espécie de “Plano BA”, i.e. uma mistura do B e do A, com Magrão a fazer as vezes não se sabe bem de quem, o que acabou por resultar numa espécie de ausência de plano. Não dá para mais. Quando faltam dois dos titulares, é preciso rapar o fundo ao tacho. Correu mal com o Benfica, correu bem com o Braga. No meio de tanta coisa incompreensível sobrou o William. Ontem, de cada vez que via a bola ir ter aos pés dele, descansava da nervoseira por uns segundos. Não sei muito bem como é que ele faz aquilo. Também é incompreensível, na verdade, mas de outra maneira. O resto foi o triunfo da vontade.»

 

Pedro Oliveira: «A arbitragem foi tendenciosa desde o início do jogo (Fejsa comete, sete, sete faltas para cartão amarelo e vê um) passando pelo lance do golo anulado, inacreditável, três jogadores do clube da freguesia de Carnide colocam o avançado português do clube da praia dos Descobrimentos em jogo, mas a "arbitragem" descobre-o em "fora-de-jogo"... mas o pior, o pior de tudo foi o jogo acabar com o clube do fumo e dos calções negros desposicionado, com o Belém a atacar com os nove jogadores de campo e com o árbitro a apitar no momento exato (exacto, Pedro Correia) em que no lado esquerdo da minha TV dizia [90+4 (03.55)] trocando por miúdos, o jogo não acabou, foi acabado pelo árbitro (numa altura em que era iminente o golo d' Os Belenenses) cinco segundos antes.»

 

Eu: «Em 15 de Dezembro, o jornal A Bola rasgava as vestes com uma manchete indignadíssima, no rescaldo da vitória do Sporting ao Belenenses por 3-0 devido a um penálti inexistente assinalado a favor da nossa equipa pelo árbitro Hugo Pacheco. "Pecado original" - rezava o inflamado título a ocupar quase toda a capa dessa edição do diário mais encarnado de Portugal. O mesmo jornal que um mês antes, perante os gravíssimos erros de arbitragem de Duarte Gomes no Benfica-Sporting para a Taça de Portugal que tiveram influência directa no desfecho da partida, nem proferira um murmúrio contra esse atentado de lesa-futebol.»

A voz do leitor

«A grande diferença desta equipa em relação à da época passada tem a ver com o perfil agressivo imposto pelos dois nórdicos, algo que não havia. Também está a ser uma época de grande afirmação dos dois miúdos da defesa, Gonçalo Inácio e Eduardo Quaresma. Sinceramente há outro jogador que considerava um caso perdido (Trincão) que também está há cerca de dois meses a surpreender-me. Espero que continue assim pois está na hora de justificar o grande investimento feito nele.»

 

Leão do Algarve, neste meu texto

Dérbi a dérbi enche o leão a barriga

Todos sabemos duas coisas: que Sporting e Benfica são os únicos clubes portugueses ecléticos com dimensão nacional e que quando eles se conseguirem entender sobre verdade desportiva e competições desportivas isentas de controlos mafiosos mais se acentuará a repartição dos títulos e sucessos entre os dois.

Está à vista de todos o buraco financeiro em que o maior clube do Porto se encontra, a baixa de qualidade das suas equipas e as dificuldades das autarquias da região do Porto justificarem as benesses e os tratamentos de favor que lhe prestam.

Então quais foram os resultados nos últimos confrontos entre os dois, os famosos dérbis?

Futebol - Sporting 2 - Benfica 1 (29/02/2024)

Futebol Fem - Benfica 1 - Sporting 3 (26/11/2023)

Futebol B - N/E

Futebol Sub23 - Sporting 5 - Benfica 2 (30/01/2024)

Futebol Sub19 - Sporting 0 - Benfica 1 (08/12/2023)

Futebol Sub17 - Benfica - Sporting    a disputar 03/03/2024

Futebol Sub15 - Sporting 1 - Benfica 5 (17/02/2024)

Voleibol - Benfica 3 - Sporting 2 (21/01/2024)

Voleibol Feminino - Sporting 3 - Benfica 1 (01/03/2024)

Andebol - Benfica 34 - Sporting 38  (17/12/2023)

Basquetebol - Sporting 91 - Benfica 88 (26/11/2023)

Hóquei em patins - Benfica 6 - Sporting 1 (11/02/2024)

Futsal  - Sporting 7 - Benfica 3 (17/02/2024)

 

Para um Sportinguista, vencer um dérbi será sempre um enorme prazer seja em que modalidade for, a rivalidade entre os dois emblemas é tremenda e uma força indispensável à evolução do desporto em Portugal, mas quando sabemos que o rival está a gastar como nunca na ilusão da hegemonia lampiónica do desporto em Portugal ainda mais.

Deixando o futebol sub17 de lado, porque o primeiro dérbi da fase final é esta semana mesmo. São 7V e 4D para o Sporting nos últimos dérbis.

Dérbi a dérbi enche o leão a barriga. 

E ficam as hienas a curar a azia.

SL

Nós, há dez anos

 

Alexandre Poço: «Não há palavras, o melhor mesmo é ver o vídeo

 

Filipe Arede Nunes: «Alguém ficou aborrecido por eu ter afirmado que William Carvalho é o melhor jogador do campeonato nacional português. Talvez eu não entenda nada de futebol (é possível), talvez tenha sido toldado pelo meu sportinguismo, talvez não tenha visto os jogos todos dos nossos principais rivais, mas então por que motivo é que a pérola leonina venceu o prémio de melhor jogador da Liga Portuguesa de Futebol Profissional nos meses de Outubro, Novembro e Dezembro?»

 

José Manuel Barroso: «Os grandes clubes portugueses são fazedores e vendedores de jogadores de qualidade, para os grandes campeonatos europeus - é a única forma de se aguentarem. No nosso caso, para além dos que virão do mercado externo, para reforçar a equipa a preço mais barato do que os que irão sair, temos o nosso viveiro da formação. Onde alguns jovens já estão na calha para ascenderem ao time principal. Vamos verter algumas lágrimas pelos que vão sair - decerto os que mais qualidade e potencialidades tiverem - e lamentar o facto. Mas o mundo rola e avança e o nosso clube também. E lá estaremos de novo no estádio, para aplaudir os que formarem o renovado grupo de trabalho. É a vida.»

 

Rui Cerdeira Branco: «Isto impressiona. Fica de sugestão de leitura para o fim-de-semana, para comparar jogadas e resultados. Pela primeira vez em muitos anos o Sporting está subir a ladeira, outros aceleram ladeira abaixo.»

 

Eu: «Gostei de mais uma vitória. Contra o Braga, que há um ano tinha mais 16 pontos do que o Sporting no campeonato. Agora está 20 pontos atrás de nós. Uma grande lição ao presidente bracarense. Na época 2012/13, quando visitou Alvalade, António Salvador afirmou: "O historial do Sporting é muito maior mas, neste momento, pelo que tem feito, nos últimos anos, o Sp. Braga, desportivamente, é a terceira potência." Afirmações ainda mais ridículas agora que as recordamos a esta distância. Um ano depois, Salvador já meteu a viola no saco.»

Núcleo do Sporting do Mondego

Realizou-se no passado domingo (25 fev.) o almoço comemorativo do 25.º aniversário do Núcleo do Sporting do Mondego. Deixo a todos os seus associados, na pessoa do presidente da direção – Sr. Mário Reis -, os meus parabéns. Um agradecimento, igualmente especial, ao presidente da Junta da União de Freguesias de São Martinho do Bispo e Ribeira de Frades - Sr. Jorge Veloso -, pelo apoio que sempre prestou a este Núcleo.

20240225_150812.jpg

Viva o Sporting!

Verdade, mentira e consequência

aa.jpeg

Todos sabemos o contexto deste gesto.

Di Maria remata, no seu jeito desajeitado, a bola bate no peito de Pedro Silva, o argentino aldrabão e batoteiro corre na direcção de Lucílio Baptista a berrar que foi mão, o bandeirinha perto do lance não viu, o árbitro não viu (não podiam ter visto uma inexistência) foi o bandeirinha do outro lado do campo (que estaria envolvido no caso Paulo Pereira Cristóvão) que afiançou que tinha visto, nitidamente, a mão de Pedro Silva.

Paulo Bento foi, duramente, castigado pelo gesto, o nosso treinador tinha razão, estava a dizer a verdade.

bb.jpeg

E agora?

É anulado um golo ao Benfica. Toda a gente diz que o golo foi bem anulado, são as regras.

O alemão aldrabão diz que não, qual será a punição?

Quente & frio

descarregar.webp

Morita e Morten brilharam no meio-campo, vulgarizando o Benfica no clássico da Taça em Alvalade

Foto: Rodrigo Antunes / Lusa

 

Gostei muito da nossa vitória ontem, em Alvalade, frente ao Benfica, cumprindo a primeira mão da meia-final da Taça verdadeira. Num desmentido vivo e cabal daquela treta - propalada por alguns adeptos que são leões sem juba - de que o Sporting claudica nestes clássicos. O que se viu ontem foi o contrário disto: o Benfica a tremer durante uma hora, em que sofreu dois golos e podia ter sofrido outros tantos, incapaz de construir um lance colectivo digno desse nome, sem posse de bola, remetido ao reduto defensivo, impotente na reacção à contínua pressão atacante da nossa equipa. Basta referir que o primeiro remate deles à nossa baliza aconteceu só aos 59' quando João Mário - sempre muito assobiado cada vez que tocava na bola - atirou à figura, para defesa fácil de Israel.

 

Gostei deste triunfo por 2-1 que nos dá vantagem para o desafio da segunda mão, a disputar na Luz daqui a mais de um mês - caprichos do calendário futebolístico que está sobrecarregado de jogos nesta fase e devia ser revisto em futuras temporadas. Pusemo-nos em vantagem logo aos 9', com um surpreendente golo de Pedro Gonçalves de cabeça, quase sem tirar os pés do chão, batendo o guarda--redes ucraniano do SLB, que tem quase 2 metros de altura. Mérito inegável do melhor jogador português do Sporting, ontem excelente como segundo avançado: já fez 14 golos esta época, sendo agora o segundo artilheiro da equipa. Assim chegámos ao intervalo. O segundo golo, aos 54', foi de antologia - com Gyökeres muito bem lançado de trivela por Geny junto à linha direita, a correr com ela dominada durante 35 metros e a fuzilar Trubin. Destaco ainda a fantástica dupla Morita-Morten (com o dinamarquês a assistir no primeiro golo), que controlou as operações no meio-campo durante 65 minutos, até a fadiga se instalar. Mas sublinho acima de tudo a presença imperial de Coates no comando da defesa neste seu jogo 355 de Leão ao peito: elejo-o como melhor em campo. Cortes impecáveis aos 22', 38', 45'+2, 51' e 90'+5. Com ele ao leme, nem parecia que estávamos desfalcados de um titular naquele sector: Gonçalo Inácio, lesionado, esteve ausente do onze. Tal como Trincão, pelo mesmo motivo. 

 

Gostei pouco que algumas oportunidades de golo tivessem ficado por consumar. O campeão dos perdulários voltou a ser Edwards, que atravessa fase menos boa. Frente à baliza e com as redes à sua mercê, demorou a rematar, permitindo intercepção, aos 45'. Também muito bem colocado, aos 64', falhou o disparo: a bola saiu-lhe enrolada, perdendo-se assim a hipótese de dilatar o marcador.

 

Não gostei que o golo de Nuno Santos - obra-prima que prometia dar a volta ao mundo - tivesse sido anulado por deslocação de Paulinho. Aconteceu aos 90'+3: ainda festejámos por alguns momentos o suposto 3-1 após monumental chapéu de mais de 20 metros a desenhar um arco perfeito sobre a cabeça de Trubin com a bola a anichar-se no ninho da águia. Mas ficou sem efeito, o que deve ter causado noite de insónia ao nosso brioso ala esquerdo, que substituiu Geny aos 86' enquanto Paulinho rendera Pedro Gonçalves no minuto anterior.

 

Não gostei nada da exibição de Esgaio: entrou aos 76', rendendo um Edwards que se perdeu em fintas e fintinhas esquecendo-se de que o futebol é um desporto colectivo. Mas o substituto do inglês não esteve melhor, longe disso: voltou a revelar-se o elemento tecnicamente mais débil do plantel leonino. Aos 80', muito bem enquadrado com a baliza, em posição de disparo e sem marcação, ficou sem saber o que fazer com a bola: sentiu uma espécie de temor cénico e acabou por confundir futebol com râguebi, atirando-a muito por cima da baliza. Pior: voltou a fazer o mesmo aos 88'. Incapaz de tirar um jogador da frente, entregou-a em zona perigosa, aos 90'+1, ficando pregado ao chão e dando origem a uma rápida ofensiva dos encarnados. Tanta asneira junta em tão pouco tempo. Pior só aqueles inenarráveis "olés" que a partir da hora de jogo, num estádio com lotação quase esgotada (45.393 espectadores), começaram a escutar-se nas bancadas: bazófia burra que só contribuiu para desconcentrar os nossos e mobilizar a equipa adversária. Esta gente tarda em perceber que "olés" servem para a tourada, nada têm a ver com futebol. 

O dia seguinte

No segundo jogo do ciclo infernal o Sporting venceu o Benfica por 2-1, para a Taça de Portugal, e o Atalanta perdeu por 0-4 com o Inter em Milão depois do empate com o Milan no fim de semana passado. Domingo temos o Sporting-Farense e o Porto-Benfica e o Atalanta-Bologna, depois o Sporting-Atalanta, enfim é muito cedo para cantarmos de galo e andarmos aos olés nas bancadas. Desta vez as claques muito mal a criarem um ambiente de bazófia que deu no que deu, um golo contra, outro logo a seguir, felizmente invalidado.

Uma primeira parte de domínio completo pelo Sporting, vulgarizando o Benfica, e onde o golo do Pedro Gonçalves de cabeça soube mesmo a pouco, muito por culpa da dupla Catamo-Edwards que falhava na definição tudo o que de muito bom criava.

Uma segunda parte onde o Sporting continuou no mesmo registo. Marcou o segundo golo e não teve a lucidez ou a capacidade de comando para congelar o jogo, antes deixou-o partir, desgastando-se sem necessidade, desperdiçando à frente e concedendo enfim oportunidades atrás. 

O Benfica pode não jogar um piço, mas tem jogadores de grande classe a quem não se pode dar abébias. Como o Di Maria. E foi ele que do nada tirou um centro de excelência que deu golo, e pouco depois uma incursão seguida de remate que deu outro, felizmente anulado. Porque se não tivesse sido, o Sporting ia passar mal. A quebra física da equipa, a começar pela dupla do meio-campo, era evidente.

Com Catamo a arrastar-se em campo entrou Esgaio, cheio de força mas a acumular disparates indignos dum jogador com o seu curriculum. 

Depois veio uma tripla substituição que me pôs os cabelos em pé. Realmente é preciso tê-los no sítio para a fazer aquilo contra o Benfica ou então sou eu que ainda estou traumatizado pelos últimos minutos na Luz, mas a verdade é que os jogadores que entraram ajudaram o Sporting a crescer no campo, e aquele remate do Nuno Santos merecia ter sido golo validado.

 

Melhor em campo? Hjulmand, evolução incrível do dinamarquês com Rúben Amorim.

Arbitragem? No essencial esteve muito bem. E o VAR ainda melhor. Deixou jogar, desvalorizou cargas, foi moderado nos cartões. Se não fosse o fora de jogo o penálti marcado a Edwards deveria ser revertido, a simulação foi por demais evidente na TV.

E agora?  Domingo em Alvalade para marcar cedo e passear o resto do tempo. Quem não gostar, paciência, reveja alguma goleada anterior na Sporting TV. 

E que o Porto ganhe no Dragão. Não joga um piço mas o Benfica também não, o treinador é um carroceiro agora armado em calimero, isso é verdade, mas Herr Schmidt já interiorizou o espírito lampião, sempre os maiores do mundo e arredores ganhando ou perdendo, quando perdem são os árbitros que não conseguem entender tal grandeza. E ganhando pelo menos os Super-Dragões não lhe assaltam a casa e o enchem de pancada como fizeram ao zelador do Villas-Boas. Não lhe quero tamanho mal assim.

SL

Pág. 8/8

{ Blogue fundado em 2012. }

Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

Pesquisar

 

Arquivo

  1. 2024
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  14. 2023
  15. J
  16. F
  17. M
  18. A
  19. M
  20. J
  21. J
  22. A
  23. S
  24. O
  25. N
  26. D
  27. 2022
  28. J
  29. F
  30. M
  31. A
  32. M
  33. J
  34. J
  35. A
  36. S
  37. O
  38. N
  39. D
  40. 2021
  41. J
  42. F
  43. M
  44. A
  45. M
  46. J
  47. J
  48. A
  49. S
  50. O
  51. N
  52. D
  53. 2020
  54. J
  55. F
  56. M
  57. A
  58. M
  59. J
  60. J
  61. A
  62. S
  63. O
  64. N
  65. D
  66. 2019
  67. J
  68. F
  69. M
  70. A
  71. M
  72. J
  73. J
  74. A
  75. S
  76. O
  77. N
  78. D
  79. 2018
  80. J
  81. F
  82. M
  83. A
  84. M
  85. J
  86. J
  87. A
  88. S
  89. O
  90. N
  91. D
  92. 2017
  93. J
  94. F
  95. M
  96. A
  97. M
  98. J
  99. J
  100. A
  101. S
  102. O
  103. N
  104. D
  105. 2016
  106. J
  107. F
  108. M
  109. A
  110. M
  111. J
  112. J
  113. A
  114. S
  115. O
  116. N
  117. D
  118. 2015
  119. J
  120. F
  121. M
  122. A
  123. M
  124. J
  125. J
  126. A
  127. S
  128. O
  129. N
  130. D
  131. 2014
  132. J
  133. F
  134. M
  135. A
  136. M
  137. J
  138. J
  139. A
  140. S
  141. O
  142. N
  143. D
  144. 2013
  145. J
  146. F
  147. M
  148. A
  149. M
  150. J
  151. J
  152. A
  153. S
  154. O
  155. N
  156. D
  157. 2012
  158. J
  159. F
  160. M
  161. A
  162. M
  163. J
  164. J
  165. A
  166. S
  167. O
  168. N
  169. D