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És a nossa Fé!

Liga das Nações: Portugal soma e segue

Goleada aos checos em Praga (0-4)

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A selecção portuguesa soma e segue. Lidera agora o Grupo 2 na Liga das Nações após a goleada ontem imposta ao onze checo em Praga: fomos lá vencer 4-0, com dois golos de Diogo Dalot (de longe o melhor em campo), Bruno Fernandes e Diogo Jota.

Cristiano Ronaldo também tentou metê-la lá dentro mas ficou em branco. Partida infeliz para o nosso craque, afectado logo aos 12' num choque com o guarda-redes checo que durante minutos o fez sangrar abundantemente do nariz.

 

O jogo valeu sobretudo pela primeira parte: exibição de luxo da equipa das quinas, com William Carvalho a destacar-se como médio de construção, compondo com Dalot (marcou o primeiro aos 33' e o terceiro aos 52', assistou no quarto, aos 82') e Bruno (uma assistência, além do segundo golo, aos 45'+5) o trio dos melhores de Portugal neste desafio fora de casa.

Ao intervalo vencíamos por 2-0. No segundo tempo, dobrámos os golos e gerimos bem o resultado. A partir dos 82', com as saídas de Bruno e William, oportunidade para ver em campo os "nossos" Matheus Nunes e João Palhinha.

 

Com este triunfo (o terceiro em cinco partidas, após as vitórias domésticas contra os checos e os suíços, ambas em Alvalade), a equipa nacional soma dez pontos.

Mais dois do que a Espanha, com quem disputaremos o desafio decisivo, terça-feira em Braga. Mais quatro do que a Suíça. Mais seis do que a República Checa - agora denominada Chéquia.

 

Basta um empate neste Portugal-Espanha para conquistarmos o acesso às meias-finais da Liga das Nações, prova que já vencemos em 2019, logo na edição inaugural. Totalmente ao nosso alcance.

A fase final decorrerá em Junho de 2023.

Os espanhóis foram ontem derrotados em casa pela Suíça (1-2).

«Não me lembro de nada assim desde que sou seleccionador», reagiu um desolado Luis Enrique, timoneiro da turma espanhola, após este humilhante desaire em Saragoça, com Sarabia no onze titular.

Pior está a Inglaterra, no Grupo 1: derrotada em Itália, já caiu para a Liga 2, com o seleccionador Gareth Southgate a ser muito contestado apesar de ter uma selecção recheada de vedetas. Há cinco jogos que não ganha (pior palmarés desde 2014) e não marca um golo há 450 minutos.

Nós, há dez anos

 

José da Xã: «A massa associativa está outra vez com a equipa. Mas não pode ser só nas vitórias…»

 

José Manuel Barroso: «Em A Bola, de hoje, na primeira página: "Notícias da morte deste Sporting eram manifestamente exageradas". Leram bem? De verdade? Eles escreveram que as "notícias" eram "manifestamente exageradas"! Desmentem-se a eles mesmo! Como, com outros, foram escritas e divulgadas por eles esse "exagero" tinha que objetivo? Vá lá, confessem tudo.»

 

JPT: «Sá Pinto é incompetente treinador? Os jogadores são (afinal) incompetentes jogadores? Talvez. Mas com toda a certeza treina ele e jogam eles bem melhor do que este pacóvio comentador comenta... (e do que o raio do "relator" relata).»

Nós, há dez anos

 

Adelino Cunha: «Eu sei, foi um jogo demasiado caótico e demasiado sofrido para ganhar 2-1 ao Gil Vicente. Eu já disse que sei disso. Mas agora que as manchetes já perderam cor, quero dizer isto aos responsáveis do Sporting: não se trata de saber se o Ricardo Sá Pinto tem ou não tem condições para ser treinador do Sporting.»

Alexandre Poço: «Já estava a preparar uma pesquisa de eventuais bruxos ou curandeiros para recomendar ao Sá Pinto e aos nossos rapazes, até que a sorte finalmente chegou. Não estamos a jogar ao melhor nível, mas hoje o Sporting mais do que mereceu vencer este jogo. Quer queiram quer não, é impossível negar que coisa que nos tem faltado é sorte nos últimos jogos (Marítimo, por exemplo).»

Filipe Moura: «Temos o melhor plantel dos últimos sete ou oito anos. Não se vê uma ideia, um fio de jogo. Não se vê uma tática. As substituições são incompreensíveis. Mais do que os resultados, o confrangedor é mesmo o nível exibicional. Ainda há quem aguente ouvir que "jogámos muito bem", "estamos muito fortes" e "o resultado é uma tremenda injustiça"? Por muito que gostemos dele, desde quando é que o adjunto do Pedro Caixinha é treinador para o Sporting?»

José de Pina: «Calma! Foi apenas o Gil Vicente, e em casa. Obviamente que estou muito contente, a derrota ou empate seria um desastre histórico. Um início de campeonato digno de um clube recém-promovido. Safámo-nos! Estive no estádio, sofri, gritei. Mas duas horas depois e com mais frieza, temos de ser sérios e de pensamento grande: a vitória de hoje é uma banalidade para um clube como o Sporting Clube de Portugal.»

JPT: «Viva Sá Pinto! E quem não salta é lampião (para não lhe chamar outra coisa, que o blog é colectivo).»

Tiago Cabral: «Não entendo as imagens que vi, de adeptos em euforia a festejar após o jogo. Sinceramente.»

Eu: «Onze palavras. Basta esta frase de onze palavras, adornada com o respectivo ponto de exclamação, para demonstrar, melhor do que qualquer discurso, por que motivo continuamos sem ganhar nada. Os nossos representantes nas tribunas do comentário futebolístico são os primeiros a disparar nos momentos cruciais contra os interesses do clube. Com este "fogo amigo" não precisamos de inimigos.»

A voz do leitor

«Deixem trabalhar esta direcção, que tem vindo a conseguir bons resultados nas várias frentes... Uns é porque não gostam do discurso do presidente, outros é porque não gostam do discurso do Salgado Zenha, ainda outros que não gostam das opções do treinador, mais uns tantos que depreciam jogadores ainda estes não tiveram tempo de conhecer os cantos à casa. E ainda, como se não bastasse, temos outros que falam mal da nossa formação... Como seria este Sporting actual se tivesse a massa adepta e associativa toda unida à volta do nosso clube?»

 

Bruno Matias, neste meu texto

Nós, há dez anos

 

Paulo Ferreira: «O Sporting Clube de Portugal tem este ano um dos melhores plantéis da última década. Tem soluções de qualidade no banco bem como o projecto Sporting B parece começar com o pé direito. O Sporting Clube de Portugal tem um treinador idolatrado pela Juve Leo, um treinador elogiado até há muito pouco tempo pelas bancadas, mesmo quando os jogadores eram assobiados.»

A voz do leitor

«"Gosto" que tão cedo passemos a ser outsiders e só espero que o grupo todo o sinta dessa forma, perceba que não consegue lutar de igual para igual a menos que se vista de David contra Golias. Assim tão cedo passamos a outsiders, se fosse mais à frente passávamos a "fora da corrida". Foi assim há dois anos, éramos outsiders

 

João Silva, neste meu texto

Obrigadinho, Fernando Santos

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Nestes dias dominados pelas selecções, vamos ficar sem quatro jogadores, chamados às equipas nacionais dos seus países.

Concretamente, Morita vai representar o Japão, Fatawu foi convocado para a do Gana, Sotiris está entre os seleccionados pela Grécia e teremos Ugarte em representação do Uruguai. Coates só não irá porque se lesionou no jogo contra o Boavista.

Já basta. 

 

Venho agradecer ao seleccionador Fernando Santos por ter ignorado olimpicamente os futebolistas portugueses do Sporting, deixando-os fora desta convocatória. Imitando o seleccionador espanhol, Luis Enrique, que não convocou Adán e Porro, o seleccionador inglês, Gareth Southgate, que se esqueceu de Edwards, e o seleccionador brasileiro, Tite, que deixou Matheus Reis de fora.

Poupa assim Pedro Gonçalves, que com "apenas" quatro golos e quatro assistências em nove jogos oficiais da temporada, a última das quais frente ao Tottenham na Liga dos Campeões, é omitido numa lista que inclui o fantástico Pedro Neto, do Wolverhampton (zero golos e zero assistências em sete jogos), o mega-craque João Félix, do Atlético Madrid (zero golos e três assistências em oito jogos) e o supersónico Diogo Jota, do Liverpool (um jogo, uma assistência).

 

Não houve aqui falta de consideração pelo jogador nem falta de respeito pelo Sporting. Foi apenas para não fatigar o nosso excelente n.º 28 nos desafios contra a República Checa (já este sábado) e Espanha (na próxima terça), tenho a certeza.

Obrigadinho, Fernando Santos. És mesmo bacano, pá.

Nós, há dez anos

 

João Severino: «Podemos informar os leitores e autores do nosso blogue que a página "És a nossa fé" no Facebook tem vindo a aumentar substancialmente o número de leitores. A média de leitores por post está em cerca de 90.»

 

José Manuel Barroso: «A julgar pelas declarações eleitoralistas de LFV, o Luís de Matos não precisa de dar uma ajudinha. LFV é já mestre na pirotecnia das palavras. Conseguiu apresentar o paquiderme do insucesso como coelhinho da sabedoria. Por escrito, é claro.»

A voz do leitor

«No ano do título, Matheus Nunes não era titular absoluto; sim, estava lá o João Mário; ok, vai aparecer outro sem problemas, o exemplo de Sarabia significa que, hoje, todos os estrangeiros gostam de jogar no Sporting. Quem sabe não virá um negócio idêntico? Para Matheus Nunes as maiores felicidades do mundo; bom filho, vai poder construir a casa para a sua mãe.»

 

Leão de Queluz, neste meu texto

Isto é para levar a sério

Consultando as estatísticas do jogo, verifico que no Boavista-Sporting do passado sábado, de péssima memória para nós, os jogadores do Sporting cometeram apenas cinco faltas. Repito: cinco faltas. No segundo tempo, apenas uma.

Há sete anos que não havia números tão baixos da nossa parte.

Foi, claramente, o jogo deste campeonato em que permitimos que a equipa adversária se movimentasse em campo mais à-vontade, sem a perturbarmos na sua manobra ofensiva. O que certamente ajuda a explicar por que motivo saímos derrotados do Bessa - algo que não acontecia desde 2008.

Ao contrário de alguns adeptos, que passam o tempo a disparar contra árbitros e a conceber teorias da conspiração, eu prefiro sempre analisar o nosso desempenho. E neste caso não há lugar a dúvidas: foi inaceitável.

Espero que Rúben Amorim retire as devidas consequências e actue em conformidade. Isto é para levar a sério. Não podemos continuar a brincar aos futebóis.

Nós, há dez anos

 

José Manuel Barroso: «Que conclusão tirar? Que a ansiedade doentia dos adeptos agrava a situação e o rendimento da equipa. Quereremos repetir isso?»

 

Marta Spínola: «Saí, fui da Sul para a Central por dentro do estádio, e a meio do caminho um senhor com quem me cruzei e me viu de cachecol, disse-me a sorrir: "tem de mudar de equipa... com esta não vai lá". E eu, sempre na lua, primeiro achei que aquilo era com o Sá Pinto. Era comigo, claro.»

A voz do leitor

«Não sendo a epítome da eficácia, porque também tem os seus falhanços em frente à baliza, Pedro Gonçalves é ainda assim o melhor finalizador da equipa. Colocá-lo numa posição mais recuada, onde tem menos oportunidades para marcar golos, é quase criminoso.»

 

Vítor Hugo Vieira, neste texto do Luís Lisboa

É bom saber

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Sigo sempre com atenção o percurso profissional dos futebolistas formados na Academia de Alcochete mesmo quando já se encontram longe do Sporting - longe do ponto de vista físico, não necessariamente do coração.

Por isso, é com satisfação que venho registando os bons desempenhos de dois jogadores que já foram nossos: Francisco Geraldes, considerado o melhor em campo no recentíssimo Estoril-FC Porto (1-1), e Iuri Medeiros, em alta agora no Braga, que tem vindo a ser grande atracção desta Liga 2022/2023 - os únicos pontos perdidos até agora foram com o Sporting, na jornada de abertura.

Desejo as maiores felicidades a ambos, porque merecem. Excepto quando defrontarem a nossa equipa, o que aliás já aconteceu neste campeonato - com vitória leonina no Estoril e empate na Pedreira.

Gostava de saber se os nossos leitores fazem como eu, acompanhando com interesse o percurso pós-Sporting daqueles que formamos. Tenho a convicção de que não serei o único.

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