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És a nossa Fé!

Nós, há dez anos

 

José Manuel Barroso: «Jogador de potencial elevado, [Adrien] foi estimulado por Paulo Bento (ah, como muitos dos que o assobiaram e criticaram, o incensam agora e com a mesma cara!). Colocado para rodar e crescer no Happoel Tel Aviv, onde não sobressaiu; e, depois, na Académica, onde foi melhorando à medida que a época crescia, até confirmar expetativas e acumular experiência. Deveria voltar ao clube formador, como aconteceu com Cédric, mais jogador e mais maduro.»

 

Paulo Ferreira: «Há sempre uns Velhos do Restelo caseiros a remoer, há sempre uma pacotilha de Mostrengos de encomenda a atacar, há sempre uma Quinta Coluna a sabotar e uns quantos "papagaios" a dar efeitos especiais a todos os obstáculos que o nosso grande Clube enfrenta!»

 

Zélia Parreira: «Toda a gente viu que o Luisão deu apenas um encosto gentil ao senhor e que este só caiu pela emoção de estar tão perto daquele jogador tão frágil e carente. Mesmo assim, nada desculpa o facto de, apesar de estar desmaiado, não ter mostrado o cartão amarelo nem ter apitado o final do jogo... que incompetência!»

 

Eu: «O Brasil tem de ir à bruxa: ainda não foi desta que conseguiu sacudir a maldição olímpica em matéria de futebol. Hulk ainda marcou um golo, na final contra o México. Mas não chegou para impedir a derrota brasileira (1-2) contra uma selecção onde brilhou Oribe Peralta, goleador já a sonhar com a Europa. "É muito triste", lamentou Neymar. Tudo dito em três palavras.»

A voz do leitor

«Este [Braga-Sporting] foi um jogo que precisava dum João Palhinha. Na luta das segundas bolas (e das primeiras) e no jogo por alto nas grandes áreas. Fico sempre preocupado quando na composição do plantel se perde estatura. Esta época temos ainda mais baixinhos e esse é um factor mais a favor do Paulinho, desde que em melhor forma.»

 

José Lima Curral, neste texto do Luís Lisboa

Para trás e para os lados

Alguns adeptos são pragmáticos. Se a equipa teve um bom resultado, jogou bem, se não jogou mal.

Eu não concordo nada com esta forma de ver as coisas.

Outros acham que se a equipa joga rápido para a frente joga bem, quando abranda e acontecem os passes para trás e para os lados está a jogar um mau futebol.

Ainda concordo menos.

O objectivo dum jogo de futebol não é marcar muitos golos, é marcar mais golos que o adversário.

Para isso é preciso maximizar as possibilidades de marcar e minimizar as de sofrer. Saber desposicionar a defensiva adversária, atacar mantendo o posicionamento.

Atacar rápido e em força para mim quer dizer futebol de matraquilhos. Bola acima, bola abaixo, futebol inglês de há uns anos atrás, futebol dos sub23 de hoje em dia. Isso justifica-se quando a equipa esta a correr atras do prejuizo, mas é muito limitado como plano de jogo habitual.

Este Sporting em 3-4-3 de Amorim está pensado para permitir a equipa atacar mantendo uma grande segurança defensiva, desde logo protegendo a zona central da defesa, assegurando que o seu patrão  é o mais possivel resguardado.

Isso é feito saindo à jogar pelo guarda-redes, atraindo a pressão, encontrando espaço nas costas do ataque adversário, acelerando pelas laterais, ou seja, criando muito estrago com pouca gente.

A bola vai circulando para trás e para os lados para cansar o adversário e retirar os seus jogadores da zona de conforto, de forma a que quando um jogador adversário recupera a bola tem de gastar alguns segundos preciosos a perceber onde estão os colegas.

Esquecendo os jogos com os rivais e com os grandes da Champions, o Sporting perdeu pontos quando não teve paciência para circular a bola e embarcou no jogo directo do adversário, deixando partir o jogo, perdendo o controlo do mesmo, sujeitando-se ao erro.

Foi assim com o Braga no domingo, foi assim com Braga, Sta Clara e Famalicão na época passada.

Tal como a equipa tem de ter paciência no jogo, os Sportinguistas têm de ter paciência nas bancadas ou frente a TV.

Jogar como nunca e perder como sempre não interessa.

Quem tem a bola está sempre mais perto de ganhar. Sem ela o adversário não consegue jogar. E para a conservar ela tem de circular também... para trás e para os lados.

As grandes equipas, como o Man.City, conseguem combinar muito bem controlo com contundência ofensiva, sabem quando e onde acelerar, quando e onde travar.

O Sporting ainda não chegou lá. E quando acelera muitas vezes descontrola.

SL

Prognósticos antes do jogo

Voltemos ao futebol jogado. Ou a jogar. Já este sábado, a partir das 20.30, no nosso estádio. Vamos defrontar o Rio Ave na segunda jornada da Liga 2022/2023.

A última vez que recebemos a equipa de Vila do Conde, agora recém-regressada ao primeiro escalão do futebol português, foi na época em que conquistámos o campeonato. Por acaso num jogo que não nos correu muito bem - a tal ponto que cedemos um empate (1-1). Com golo de Pedro Gonçalves.

E agora como será? Aguardo os vossos prognósticos.

Nós, há dez anos

 

João Távora: «Em Dusseldorf, num jogo amigável, Luisão derruba o árbitro alemão à peitada e dá cabo da estratégia do bom aluno de Passos Coelho.»

 

José Manuel Barroso: «Os NN da equipa do Benfica (Javi, Maxi e Luisão) fizeram a pior vergonha do futebol português do últimos tempos: conseguiram transformar um amigável, na Alemanha, num torneio de luta e de comportamento de favela, que incluiu agressão ao árbitro (ou não terá sido?) por parte do capitão dos vermelhos. Uma vergonha! Que teve a complacência cobarde do comentador da SportTV1, o qual conseguiu transformar o "encosto" (?) do internacional brasileiro ao árbitro e o cerco ameaçador ao juiz da partida em "coisas normais noutros estádios" e em "teatro" do árbitro que levou a mocada.»

A voz do leitor

«Houve alguns erros defensivos incomuns (aquele passe do Adán para o Porro...)? Houve sim. Apesar de tudo isto marcámos três golos na Pedreira, já se viu algo de bom. O que falta ao nosso Sporting são reforços "centrais", sejam eles internos ou oriundos do mercado de transferências. Um 6 (que saudades do Palhinha) para substituir Ugarte quando não joga, um central e um avanço a pôr o Paulinho em zona de desconforto e turbulência. Este último, face à chegada de Slimani na época transacta, teve de trabalhar e suar mais. Todos aqui estão desiludidos com a nossa exibição, sobretudo defensiva. É bom sinal, é sinal de exigência.»

 

Jorge Luís, neste meu texto

Um pequeno parêntesis

Morreu Chalana: FPF decreta minuto de silêncio em todos os jogos até segunda-feira

Morreu hoje um génio do futebol português e mundial.

Tão precocemente e lembrando-nos que o que por aqui passamos são apenas umas férias, para uns agradáveis, para outros nem tanto.

Creio que poderei incluir todos os autores do És a Nossa Fé na prestação da merecida homenagem e das condolências à família.

Desta vez o drible com que enganavas os adversários, não resultou.

Descansa em paz, Fernando.

A voz do leitor

«Façam só um apanhado dos presidentes, treinadores e jogadores fracos, maus e péssimos que passaram pelo Clube desde que o Esgaio veio jogar para os Infantis do Sporting em 2005, e nos resultados da equipa principal durante esses anos, que oscilaram entre um 7.º lugar e, poucas vezes, um 2.º lugar, mas sem nunca sermos campeões, e que nunca foram tão maltratados como Esgaio, um homem da casa, tem sido. Ricardo Esgaio é polivalente, certinho, profissional, Sportinguista, e, não sendo um fora de série, é muito útil à equipa, pelo que não se percebe este ataque tão feroz.»

 

Vítor Hugo Vieira, neste texto da CAL

Obrigado, Tabata, e tudo do melhor para ti

Tabata emocionado no adeus ao Sporting: «Foram 2 anos que pareceram 20, um  orgulho» - Sporting - Jornal Record

Custa sempre assistir à partida definitiva de jogadores que, jogando mais ou menos, souberam "vestir a camisola" e dignificar o clube.

Se inicialmente torci o nariz à contratação dum extremo brasileiro meio maluco do Portimonense, rapidamente comecei a apreciar o seu jeito de jogar futebol e a reclamar mais oportunidades para um jogador extremamente versátil, formado no Atlético Mineiro, que passou pela selecção olímpica do Brasil e que cada vez que entrava deixava melhor impressão, a que só faltava continuidade de utilização para explodir de vez. Até pensava que poderia estar ali o sucessor de Matheus Nunes.

Não sei até que ponto a figura meio sinistra de Theodoro Fonseca e a situação contratual ao nível da partilha do passe foi determinante na falta de minutos de Tabata no Sporting, sei é que ele demonstrou a maior integração e espírito de equipa, mesmo nas questões que deram origem a castigos. Tabata sempre pareceu alguém que sofreu pelo grupo, que deu a sua pele pelo Sporting.

Segue agora para o campeão do Brasil e para o comando de Abel Ferreira, e a verdade é que o Palmeiras leva um belo jogador, parece que o Sporting vai ser ressarcido do que pagou ao Portimonense, mas francamente sabe a muito pouco.

O que saberia bem melhor era o Sporting ter adquirido a totalidade do passe e Tabata ficar no clube onde se sentia feliz, mas as coisas são o que são, pelo menos vai ficar muito bem desportiva e financeiramente.

Claro que há aqueles que embarcaram na estúpida frase do nosso ex-presidente: "Estou cá para defender os interesses do Sporting, os jogadores que defendam os deles." Mas esteve muito bem o Sporting em colaborar numa solução a contento de todos.

Fica aqui o video de despedida e a entrevista final de Tabata. Para chorar mesmo. Da minha parte foi um prazer contar contigo, Tabata, a defender a camisola do Sporting. Vou ficar a torcer para o teu sucesso no regresso ao teu país. Obrigado, Bruno Tabata. Tudo de bom para ti.

SL

O plantel é curto, muito curto (2)

Este post vem na sequência daquele que publiquei no dia do jogo dos "5 violinos", quando muitos andavam a sonhar com o Cristiano Ronaldo, e que motivou o nosso comentador e amigo David Rodrigues, um Sportinguista de grande fé, a notar a minha "angústia", que dalguma forma achou deslocada face ao momento.

Duas semanas depois, sem Cristiano e após o inglório empate em Braga (inglório porque quase, quase, íamos saindo de lá com os 3 pontos, merecidos ou não, e tudo seria diferente), fui reler o que escrevi, e se pequei por alguma coisa foi por defeito. Duas semanas depois, o Tabata e o Hevertton já cá não moram.

 

Nesse dia dos "5 violinos", o Sporting apresentou um plantel de 29 jogadores: 4 guarda-redes e 25 jogadores de campo, na prática reduzidos a 23 pela lesão de Bragança e pela saída de Tabata.

Pois em Braga o Sporting recorreu a 15 jogadores de campo desses 23. Ficaram sem minutos Neto, Essugo, Nazinho, Marsà, Chermiti, Rodrigo Ribeiro, Mateus Fernandes e Fatawu, dos quais apenas um "adulto". Os outros são, por enquanto, jovens promessas.

Ora, independentemente do desempenho desses 15 mais o guarda-redes, por muito engenho e arte que tenha (e tem) Rúben Amorim, esta é uma situação deveras invulgar para um clube com as responsabilidades do Sporting e que terá de ser encarada de frente nesta janela de mercado até na protecção do treinador. Se calhar em Inglaterra há exemplos assim, mas em Portugal e no Sporting francamente não me recordo.

 

Não interessa agora falar das qualidades dos jogadores que ficaram, daqueles que tiveram oportunidades e falharam, dos outros que estavam num bom momento e desatinaram, dos que até poderiam lá chegar mas resolveram sair. Importa é reflectir sobre os pontos fracos do plantel existente e o tipo de jogadores que poderiam acrescentar valor de acordo com os objectivos da época, aumentar a concorrência interna e prevenir eventuais lesões e castigos.

No meu entender, e analisando os guarda-redes, defesas, alas, médios, interiores e pontas de lança utilizados por Amorim de acordo com o seu modelo de jogo, estamos bem servidos de interiores (Sarabia foi muito bem substituído), bem servidos de guarda-redes e alas (e está aí o Fatawu pronto a explodir), com desequilíbrios evidentes nos defesas e médios, e carenciados mesmo em termos de pontas de lança.

Depois vem a questão física, muito em particular as estaturas, e também aí penso que estamos carenciados, com muito poucos jogadores de campo com mais de 1,85m. São eles Coates, St. Juste, Inácio, Neto, Paulinho nos adultos, Marsà, Essugo, Chermiti e Rodrigo Ribeiro nos jovens.

 

Sendo assim, e recordando que saíram Sarabia, Feddal, Palhinha e Slimani, sem qualquer menosprezo para quem lá está e muito menos para os jovens, é uma evidência que precisamos de reforços, mas não de quaisquer reforços. O tempo dos autocarros anuais de reforços, metade a ficar como entulho na época seguinte, acabou. 

O Sporting precisa de alguns/poucos jogadores altos e possantes no eixo central, talvez um em cada sector carenciado. Um defesa central / trinco para poder jogar à frente dele na protecção à defesa ou substitui-lo se for caso disso, um médio centro "abafador" e com grande capacidade de comando e um ponta de lança goleador e massacrante para as defesas contrárias.

Porque tudo o resto até temos e de muito boa qualidade. 

E temos um grande enorme treinador. Que tem toda a razão quando diz que primeiro é preciso segurar quem está. 

Pode ser que Marsà, Essugo e Chermiti, principalmente estes, me demonstrem que não tenho razão, que estão prontos para a guerra e que são eles a solução. Eu calo-me no minuto seguinte.

 

PS1: Antes o Paulinho, agora o Esgaio. Basta. Eu digo NÃO ao bullying exercido sobre os jogadores do Sporting através das redes sociais, muitos oriudos de cobardes anónimos, e darei para isso o meu contributo. Qualquer comentário vexatório (o que nada tem a ver com a opinião e a crítica sobre o desempenho) sobre seja quem for que defenda as nossas cores em campo segue directamente para o lixo. Vão gozar com o Taremi!

PS2: Deixo aqui o testemunho de Leão do Núcleo da Nazaré, grande abraço para todos vocês:

 

«Estamos Contigo! Nos Momentos Bons e nos menos bons, sabemos que ninguém mais do que TU quer que tudo corra bem!

Tal como o mister Amorim, acreditamos em ti!

Apoiamos todos os Nossos Atletas! Em todos os momentos! Nas vitórias, nas derrotas e nos empates.

Força, Ricardo Esgaio, continua a trabalhar e a acreditar! Os Sportinguistas da Nazaré e o Núcleo Sporting Clube de Portugal da Nazaré estão contigo...»

SL

Alguém percebe o que isto quer dizer?

question-marks.jpg

 

«A transição é um passe que não é mais do que isso, não é nenhuma acção de condução nem sequer de triangulações. É essencialmente um passe que faz a equipa sair desse momento defensivo para outro momento, de organização ofensiva.»

Luís Freitas Lobo, na Sport TV, durante a transmissão do Braga-Sporting. Quem souber descodificar este jargão da bola, faça o favor de me explicar. Agradeço desde já.

Nós, há dez anos

 

Eu: «Depois do máximo olímpico obtido nos 100m, percorridos em 9.63 (segunda melhor marca de sempre, após o recorde de 9.58 estabelecido pelo próprio astro jamaicano nos mundiais de atletismo em Berlim, há três anos), Bolt arriscava-se a sair de Londres como uma das duas figuras cimeiras destas Olimpíadas - a outra, naturalmente, era o campeoníssimo Michael Phelps. Sublinhei isso mesmo aqui, com a devida antecedência. Os factos deram-me razão, comprovando que a tradição ainda é o que era. Vencer na piscina e vencer na pista, superando barreiras de velocidade, vem ao encontro do genuíno espírito olímpico, que nos interpela a ultrapassar todas as certezas antes afirmadas.»

A voz do leitor

«O que me custa é que a maioria destas críticas que se vai ouvindo e lendo por aí, feitas por alguns sócios do SCP, têm mais a ver com os bons resultados do SLB e FCP do que com o nosso resultado. Este complexo de inferioridade que muitos têm em relação aos nossos rivais não lembra a ninguém. Só demonstra falta de confiança nos nossos atletas e nos nossos treinadores. Qualquer "letal ao SCP" sofre desse complexo de inferioridade terrível.»

 

Romão, neste meu texto

Pódio: Matheus Nunes, Rochinha, Edwards

Por curiosidade, aqui fica a soma das classificações atribuídas à actuação dos nossos jogadores no Braga-Sporting pelos três diários desportivos:

 

Matheus Nunes: 18

Rochinha: 17

Edwards: 16

Nuno Santos: 16

Porro: 16

Adán: 16

Coates: 16

Pedro Gonçalves: 16

Morita: 13

Trincão: 12

St. Juste: 10

Ugarte: 10

Paulinho: 10

Gonçalo Inácio: 10

Matheus Reis: 10

Esgaio: 8

 

Os três jornais elegeram Matheus Nunes como melhor Leão em campo.

O exemplo de Braga

O autor do lançamento de um petardo durante o jogo em Braga foi imediatamente identificado pelas autoridades, detido e será presente em tribunal. Se é assim em Braga, é muito bem. Em Lisboa, no estádio de Alvalade, episódios destes durante anos sucediam-se jornada após jornada, sempre do mesmo local do estádio, em direção ao relvado. Estranhamente, nunca vi as autoridades fazerem nada. Não deveriam tais lançamentos ser um crime público? Se não são, se alguém tem que apresentar uma queixa, por que nunca o fizeram as sucessivas direções do Sporting? Ou a Liga - que fosse? Será que teriam que ser os jogadores a apresentar queixa? Ao Rui Patrício, durante muitos anos, motivos para apresentar queixa nunca lhe faltaram.

Uma exibição espectacular

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Futebol à inglesa, grande espectáculo, um fantástico jogo com seis golos, duas equipas em busca da vitória, blá, blá, blá; blá, blá, blá.

O parágrafo anterior era a propósito do Braga vs. Sporting, ninguém diz o óbvio, uma equipa procurou ganhar e os outros empataram-nos.

O Sporting era o carro que ia 110 km/h na faixa da direita, a procurar ultrapassar e o Braga ia, pachorrentamente, na mesma faixa, nem se desviava, nem se deixava ultrapassar.

Basta ver quem foi a equipa que procurou sempre a vantagem, que procurou sempre vencer, para percebermos quem foi a melhor equipa, ontem.

- Então, afinal não gostas de jogos com seis golos?

- Gosto. Quando são todos marcados pelo Sporting, tipo o Barcelona, ontem.

Nós, há dez anos

 

João Távora«Sem uma eficaz promoção e valorização do mérito individual a democracia é uma via directa para a decadência dum povo, que entre outras coisas, não poderá ambicionar muitas "medalhas".»

 

Eu: «Não deixa de ser tristemente irónico que a única medalha portuguesa até agora alcançada em Londres - a prata conquistada esta manhã pela dupla de canoístas Emanuel Silva-Fernando Pimenta em K2 1000m - distinga uma modalidade totalmente ignorada nas páginas da nossa imprensa desportiva. Quem é Emanuel Silva? Quem é Fernando Pimenta? Medalhados em Londres, enaltecidos nas notícias de hoje, mas dois ilustres desconhecidos da opinião pública nacional.»

Vida, sua danada...

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Aquele momento em que Layena Esgaio, habituada a pulverizar a concorrência desde o momento em que nasceu, toda ela kits ultra femininos pejados de folhos, lacinhos, bordado ponto cheio, ponto cruz, o seu nome gravado com cristais, coordenados a condizer com os da mamã, you name it!, constatou, pesarosa, que Jubas a mascote apresentou-se aos sócios com não uma mas duas, d-u-a-s!, pulseiras. Há dias complicados, até para uma bebé de 4 meses.*

Parece que a vida é mesmo assim, todos temos momentos menos felizes e logo quando não podíamos nem queríamos falhar

F-o-r-ç-a, Ricardo.

*Layena Esgaio personal stylist chamada à recepção, Layena Esgaio personal stylist ao balcão de informação. 

Imagem retirada do perfil Instagram de Ricardo Esgaio entretanto desactivado.

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