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És a nossa Fé!

Uma saída pela porta da frente

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Ao longo dos tempos muitos jogadores emblemáticos sairam de Alvalade pela porta dos fundos, uns aliciados por outros emblemas, com mais ou menos respeito para com o clube que os formou, outros que foram mais ou menos empurrados sem a consideração merecida pelo seu passado no Sporting.

Sabe por isso muito bem ouvir as palavras de João Palhinha na sua despedida dum clube que o acolheu nove anos atrás, onde nem tudo foi fácil. Quatro desses anos foram passados em empréstimos a Moreirense, Belenenses e Sporting de Braga, por falta de aposta firme dos treinadores que foram passando pelo Sporting e outras coisas mais abaixo referidas, até finalmente encontrar um Rúben Amorim que lhe construiu um lugar à sua medida no modelo de jogo da equipa. O lugar do destruidor implacável do contra-jogo adversário e do "libero" nas duas áreas, com um assinalável jogo de cabeça e um poderoso remate de meia distância.

Sabe ainda melhor quando nos recordamos que ele esteve envolvido no dia mais negro da história do Sporting, como deu conta no respectivo julgamento,, o assalto a Alcochete por elementos mais ou menos ligados às claques, alguns deles ainda a cumprir penas de prisão, admitindo que ligou logo ao pai num estado de nervos a dizer "que queria ir embora, que ia recolher as minhas coisas, chuteiras e afins, porque nunca mais queria voltar à Academia depois daquilo",  de ter tido pesadelos durante alguns dias com tudo aquilo que se passou no ataque à Academia e de ter deixado de se sentir seguro no clube.

 

A ida por empréstimo de dois anos para o Braga foi a forma que encontrou para, ao contrário doutros com mais anos de casa do que ele, se afastar de Alcochete de forma pacífica e discreta, se reencontrar com a profissão, e se projectar para outros voos no estrangeiro. Se calhar, isso esteve muito perto de acontecer.

Felizmente encontrou-se uma plataforma de confiança entre as partes, também muito devido a Rúben Amorim. O Sporting decidiu apostar de vez num jogador de crescimento lento mas sustentado, e Palhinha apostou num clube reerguido e pronto para ganhar no imediato. 

O seu regresso concretizou-se numa 1.ª época tremenda recheada de títulos, e numa 2.ª onde o seu desempenho não foi o mesmo devido a uma lesão incómoda que lhe cortou o ritmo num momento crucial da temporada. O Sporting teve a preocupação de encontrar o seu sucessor na equipa facilitando a sua saída tranquila para o melhor campeonato do mundo e para outros patamares de rendimento financeiro.

 

A ideia que tenho de Palhinha como pessoa e como profissional é a melhor. Um rapaz impecável, um trabalhador incansável e perfeccionista. Muito forreta, dizem os colegas, mas isso não sei se é defeito ou virtude. Só não entendo porque não é já o titular indiscutível da selecção nacional na sua posição. Apenas a teimosia e o conservadorismo do Fernando Santos poderão explicar.

 

Sendo assim, só me resta, e penso que falo por todos nós,  agradecer ao Palhinha toda a sua contribuição para os sucessos do Sporting Clube de Portugal, desejar-lhe o maior sucesso nesta nova etapa e lembrar-lhe que daqui a uns anitos muito gostariamos de o ver voltar a vestir a nossa camisola e terminar a carreira com ela vestida. Fica-lhe mesmo muito bem.

SL

Nós, há dez anos

 

António Correia Novais: «Dois lampiões no balneário do ginásio: - Então o nosso Benfica? - Uma desgraça, uma desgraça. - Sim, enquanto lá estiverem o Jesus e o Luís Filipe Vieira. (Esperemos que estejam lá muito tempo...).»

 

Francisco Mota Ferreira: «A mulher de Sá Pinto é a referência de estabilidade do nosso treinador. Deu-lhe duas filhas lindas, a Leonor e a Constança, e tem sido incondicional ao seu lado, acompanhando-o ao longo da sua carreira, primeiro como futebolista e depois como treinador ao longo de 17 anos de vida em comum.»

 

Eu: «Rui Santos falou sempre em tom muito crítico nas apreciações que foi fazendo à equipa portuguesa ao longo do Euro 2012. Mas abriu uma notória excepção: sobre Nélson Oliveira falou sempre bem. De tal maneira que nunca regateou um elogio ao jovem avançado do Benfica. O entusiasmo era tanto que só ele viu o que mais ninguém conseguiu vislumbrar. É caso para lhe gabarmos a coerência. Mas nada mais há para gabar. Porque o Nélson Oliveira que deslumbrou Rui Santos não chegou a comparecer nos relvados deste Europeu.»

A voz do leitor

«Desde Beto Acosta, [Matheus Reis] é o primeiro jogador que, depois de uma primeira época fraca, tem uma evolução tremenda e faz uma segunda época fantástica. Hoje [é] um dos imprescindíveis. Pelo menos não me estou a lembrar de ninguém com uma situação semelhante nos últimos anos.»

 

Vítor Hugo Vieira, neste meu postal

Nós, há dez anos

 

Francisco Mota Ferreira: «Comecei a ir ao estádio, ao velhinho Alvalade, muito cedo e sempre em família. Na altura, ainda não tinha, obviamente, idade para beber álcool e comer a sandes da roulote, mas fui acompanhando essa tradição até à altura, em que, por volta dos meus 16 anos, entrei na idade adulta. Confesso que a primeira vez foi horroroso. A cerveja soube-me mal e o coirato era duro, duro... Mas, como fazia parte  da tradição, lá aguentei estoicamente.»

 

Eu: «Dizem que Santos da casa não fazem milagres. Mas com o Rui seria diferente. Em vez de uma selecção onde «não há uma qualidade excepcional» já teríamos ido mais longe. O título europeu seria nosso, talvez até o título mundial. Se os espanhóis alcançaram semelhante proeza porque não nós também? Paulo Bento devia ter escutado os conselhos dele na SIC Notícias.»

A voz do leitor

«O grande risco que o Sporting corre é poder ter uma grelha salarial desajustada do valor de mercado dos jogadores e/ou ter contratos a expirar ou jogadores que não tenham noção do que se espera deles no futuro próximo dentro do clube. Se for o caso, a susceptibilidade à saída é grande. Se não for, o risco é menor. Essa gestão que é sempre difícil Ruben Amorim e a direção têm-na feito bem, até agora. Esperemos que assim continue.»

 

João Gil, neste meu texto

Como se tivéssemos cinco anos

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(imagem da página do sportinguista Henrique Monteiro no Expresso, de ontem).

Cinco anos, lembro-me bem de ter cinco anos.

Tinha partido de uma aldeia do interior para viver em África, em Angola, tinha regressado à "metrópole" e preparava-me para partir, novamente, para a guerra.

Lembro-me bem do 25 de Abril de 1974 (faria seis anos quatro dias depois).

Lembro-me bem que meu pai já não iria mais para a guerra em África e a família com ele.

Tinha cinco anos e foi um dos dias mais felizes da minha vida.

Ter cinco anos, na minha opinião, não significa ser destituído de inteligência, nem de capacidade para pensar.

Daí o título que dei a este postal, para pensarmos em conjunto, durante o fim-de-semana, como se tivéssemos cinco anos, como se não estivéssemos condicionados pelo "parecer bem" pelo "politicamente correcto", como se pudéssemos pensar por nós próprios.

O tema que trago para reflexão é sobre as arbitragens na última época.

Na minha opinião (como escrevi na altura) o Sporting foi beneficiado em dois jogos, em dois lances, no penalty marcado após uma queda caricata de Paulinho e numa expulsão de Raul Silva, do Estoril, o rapaz joga a bola, tira a bola dali e no movimento descendente da perna toca em Porro, que se colocou a jeito para ser pontapeado, respeito quem viu estes lances de outra forma.

Terão existido outros erros de arbitragem?

Onde e quando?

Terão existido erros que deram pontos a alguma equipa que lutava pelo título?

Terão existido expulsões injustas e equipas que obtiveram pontos e golos de uma forma anormal em jogos que terminaram 11x10 ou 11x9?

Ou pelo contrário, todos os jogos foram bem arbitrados e devido a essa excelência, da arbitragem portuguesa, Portugal vai ser o país com o maior número de árbitros no próximo campeonato do mundo?

Olhar em vez de ver

Há cada vez menos gente capaz de ver um jogo de futebol do princípio ao fim. Incapacidade mental e motora. Por manifesta - e cada vez mais preocupante - incapacidade de concentração.

Apercebo-me, em grau crescente, que entre os mais jovens - mas não só - se troca a visão integral do jogo, mesmo da equipa de que se dizem adeptos, pelo resumo de três minutos já servido para esse efeito nas redes e nas televisões.

Isto verifica-se ao vivo, no próprio estádio. Enquanto o jogo decorre, ali à nossa frente, uma parcela cada vez maior de "espectadores" passa o tempo a mirar o teclado do dispositivo móvel. Preferindo olhar em vez de ver. Preferindo olhar em segunda mão. Como se a imagem electrónica fosse mais verdadeira do que a imagem real.

Palmarés leonino 2021/2022

 

Sporting conquista Taça da Liga em futebol, derrotando o Benfica.

Futebol: triunfo leonino na Supertaça.

Sub-17 (juvenis) do futebol leonino sagram-se campeões nacionais do seu escalão.

Futebol sub-15 do Sporting (iniciados) domina e vence campeonato nacional.

Sporting vence Taça de Portugal em futebol feminino pela terceira vez.

Sporting revalida Supertaça de futebol feminino batendo o Benfica.

Leões sagram-se campeões nacionais de futsal: sexto título em sete épocas.

Futsal: vitória leonina na Taça de Portugal em final empolgante contra o SLB.

Sporting vence Taça da Liga em futsal pela quarta vez.

Vitória leonina na Taça Continental de hóquei em patins, derrotando o Lleida.

Basquetebol: Sporting derrota Benfica e conquista terceira Taça de Portugal.

Sporting vence Supertaça masculina em basquetebol.

Inédita conquista leonina da Taça da Liga em basquetebol, derrotando Benfica.

Vitória leonina na Taça de Portugal em andebol, derrotando o FC Porto.

Voleibol feminino do Sporting conquista Taça Federação.

Atletismo feminino, pista coberta: 27.ªvitória leonina em 29 campeonatos disputados.

Atletismo masculino: vitória leonina no campeonato nacional de estrada.

Atletismo feminino: Sporting revalida título de campeão nacional de estrada.

Leoa Mariana Machado torna-se campeã nacional de corta-mato feminino.

Sporting sagra-se campeão nacional de râguebi feminino pela sexta vez.

Râguebi feminino: vitória leonina completa dobradinha.

Ténis de mesa: Leões conquistam sétimo campeonato nacional consecutivo.

Equipa masculina do Sporting vence Taça de Portugal em ténis de mesa.

Sporting sagra-se campeão europeu em golbol feminino.

 

(em permanente actualização)

Nós, há dez anos

 

Bernardo Pires de Lima: «Não é fácil escolher um grande ídolo verde e branco. Podia falar de Sá Pinto e de tudo o que ele simbolizou na minha juventude: coração, rebeldia, paixão por uma causa, intempestividade, raça. Podia falar da classe de Valckx, Luisinho, André Cruz, Douglas ou Balakov. Da entrega de Filipe, Duscher ou Oceano. Tudo nomes que levo para a cova, posso-vos garantir. Mas há um que me fez chorar, gritar, viajar, passar chuva, frio, correr o país de comboio, autocarro, trepar vedações para erguer lá no alto um punho cerrado de raiva pelos golos que marcava. Todos de raiva e com muito coração. Eu tenho uma admiração gigantesca por Iordanov.»

 

João Severino: «Podíamos ter ficado sem o Ricky van Wolfswinkel, melhor marcador dos leões na última temporada, porque o seu contrato prevê que o jogador possa sair, contra a vontade do clube, mediante o pagamento de 22 milhões de euros. Mas isso era em Junho e Junho é passado.»

 

Eu: «Devemos ter visto dois Campeonatos da Europa diferentes, o Rui Santos e eu. Só isto explica a minha perplexidade ao ler o texto que ele publicou na passada sexta-feira no diário Record (sem hiperligação disponível). Um texto que, logo pelo título, deixava adivinhar todo o seu propósito: «... E, então, as charretes?!» Tanto sinal gráfico - reticências, um par de vírgulas, ponto de interrogação seguido de ponto de exclamação - para dizer tão pouco. A intenção do autor, como fica bem claro logo nas primeiras linhas, é desvalorizar o que os jogadores e a equipa técnica da selecção nacional conseguiram no Euro 2012. Esquecendo-se ele da grelha de análise que utilizou para avaliar o desempenho português no Campeonato do Mundo da África do Sul, quando o seleccionador era outro.»

A voz do leitor

«O outro também ia sair por 150 milhões e afinal já foi comunicado pelos lampiões (pasme-se a atitude de explicar os contornos do negócio, algo que com o Orelhas era impensável!) que o lucro da venda é 55 milhões... Esqueceram-se foi de dizer que ainda têm de descontar os 24 milhões que pagaram por ele! Ganham assim 31 milhões e já ficam contentes.»

 

Leão do Algarve, neste meu texto

As saudades que eu tenho!

- De voltar a Alvalade;

- De ver a nossa equipa evoluir no campo;

- De cantar “O Mundo sabe que…”;

- De agitar o cachecol após um golo leonino;

- De emoção;

- De ver o estádio cheio;

- De sentir o coração a palpitar por este clube.

Sei que cheira a lamechice leonina o que precede, mas já estou muito para lá dessa problemática.

Finalmente… Parabéns Sporting! Cento e dezasseis anos a servir bem os portugueses.

1 de Julho de 1906

Obrigado aos 19 fundadores do nosso Sporting Clube de Portugal e, em especial, a Henrique de Almeida Leite Jr. (membro da primeira direção do clube, ao lado de Alfredo das Neves Holtreman, José Alvalade, Frederico Gomes Ferreira e José Gavazzo) por estes 116 anos maravilhosos.

O futuro é nosso, viva o Sporting!

Tabata

Pelo que se relata do que vai acontecendo nestes primeiros treinos da pré-temporada, Rúben Amorim começa a experimentar Bruno Tabata como avançado-centro. Será uma adaptação do médio ofensivo brasileiro com hipóteses de vingar?

Confesso ver com agrado esta solução caso não surja nenhum reforço específico para a posição 9.

Concordam ou discordam?

Nós, há dez anos

 

Alda Telles: «Pedro Barbosa incorpora a genialidade lusa e o seu eterno estigma. A capacidade de ser grande e único e a irresistível tentação de não o confirmar consistentemente. O arauto do direito à genialidade e à preguiça. A eterna luta entre o direito à poesia e à afirmação da invencibilidade. Pedro Barbosa, um dos nossos. Sempre.»

 

João Severino: «Nunca se sabe se as assembleias gerais dos clubes servem para encontrar consensos, alternativas e enraizar a união entre os presentes ou se são pseudo ringues de boxe. Ontem, a Assembleis Geral do nosso clube não foi lá muito pacífica, com Bruno de Carvalho a dar a entender que nunca mais se acalma por não ter sido eleito presidente. Carvalho e o Presidente Godinho Lopes protagonizaram alguns momentos de tensão, com ofensas verbais.»

 

José Manuel Barroso: «Não temos de ter medo da nossa raça. O verde é a nossa cor, o mar do nosso destino, o magnífico verde que Camões cantou. Mas o nosso símbolo é o leão. Ele deambula pelo magnífico campo verde, repousa nas sombras das ramagens verdes, quando os campos se tornam fulvos. E, quando avança para a presa, é o fulvo que domina a hora. A agressividade vem desse movimento guerreiro, agressivo e elegante ao mesmo tempo. O sol e o fogo presidindo à luta.»

 

Eu: «Mestre da finta em espaço curto, especialista em passes longos que produzem soberbas variações de flanco, dotado de uma excepcional visão de jogo, Pirlo assume-se como comandante natural da selecção italiana - algo que falha noutras equipas. E voltou a ser fundamental na concludente vitória italiana das meias-finais contra a favorita Alemanha, conduzida à vulgaridade pelos seleccionados de Cesare Prandelli. Nesse jogo, disputado dia 28 em Varsóvia, a Itália não se limitou a ganhar: também deslumbrou pelo seu futebol inteligente e requintado.»

A voz do leitor

«Ugarte também é jogador de uma das selecções presentes e sem a sombra de Palhinha será titular absoluto no Sporting, tanto no campeonato como na Liga dos Campeões, pelo que estará também mais perto de ser titular na sua selecção e como tal a sua valorização será uma constante. Ora, com dois jogadores internacionais para a mesma posição, o que fazer para não desvalorizar um dos activos?»

 

Fernando Cardoso, neste meu texto

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{ Blogue fundado em 2012. }

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