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És a nossa Fé!

Varandas: erro corrigido

 

Frederico Varandas faz agora aquilo que devia ter feito antes da assembleia geral de quinta-feira, corrigindo o erro. Vale mais tarde que nunca.

Vai solicitar uma nova reunião magna dos sportinguistas. A realizar na tarde do próximo dia 23, um sábado, antes do jogo Sporting-Moreirense. Para ouvir um número alargado de sócios e não apenas a habitual «minoria de bloqueio» que mais não pretende do que paralisar o processo de decisão no clube. 

«Num ano em que conseguimos reduzir custos, conseguimos dar lucro no clube, conseguimos ter um dos melhores anos desportivos da história do Sporting, vimos um espectáculo degradante, onde nem sequer se respeita a opinião de um sócio, onde se ofende e insulta sócios que têm apenas uma opinião diferente deles. Tenho a certeza de que este não é o Sporting fundado há 115 anos nem é o Sporting da maioria dos sócios», declarou ontem Varandas à Sporting TV.

No entender do Conselho Directivo, o clube «não pode ficar refém» de minoria alguma, como a que se impôs na quinta-feira aproveitando a ausência da esmagadora maioria, impossibilitada de comparecer ou nem sequer mobilizada para o efeito. «Os sócios são os donos do clube, mas os sócios também não se devem demitir das decisões do clube», sublinhou o presidente, em implícita mea culpa.

Estou convicto de que a assembleia geral do dia 23 será muito mais concorrida. E que os resultados serão diferentes.

 

Leitura complementar: O erro de Varandas.

Entre os mais comentados

Nos 22 destaques feitos pelo Sapo em Setembro para assinalar os dez blogues mais comentados nesta plataforma ao longo do mês, És a Nossa Fé recebeu 22 menções. Alcançando assim o pleno, pelo 29.º mês consecutivo. Há mais de dois anos.

Além disso, figurámos também 21 vezes no pódio dos mais comentados, fazendo o pleno também aqui - com treze "medalhas de ouro", cinco de "prata" e três de "bronze".

Fomos primeiros, portanto, na grande maioria dos dias que estiveram sob escrutínio. Correspondendo a uma percentagem de 59%.

 

Recorde-se que os textos publicados ao fim de semana são agregados aos de sexta-feira para este efeito, o que leva o número de destaques a ser inferior ao número de dias.

 

Os 22 textos foram estes, por ordem cronológica:

 

Mercado alucinante (114 comentários, o mais comentado do dia)

O campeão Nuno Mendes (28 comentários, terceiro mais comentado do dia) 

Obrigado, Benfica (31 comentários, terceiro mais comentado do fim de semana) 

É chato (46 comentários, o mais comentado do dia) 

Claro que sim (82 comentários, segundo mais comentado do dia) 

Três anos depois (80 comentários, o mais comentado do dia) 

Ídolos (38 comentários, o mais comentado do dia)  

Prognósticos antes do jogo (92 comentários, o mais comentado do fim de semana) 

Quem pode defrontar o Ajax? (72 comentários, o mais comentado do dia)  

Melhor que Eusébio e que Cristiano Ronaldo (63 comentários, o mais comentado do dia) 

Pesadelo (120 comentários, o mais comentado do dia) 

De todos, um (56 comentários, terceiro mais comentado do dia) 

Amanhã à noite na Amoreira (101 comentários, o mais comentado do fim de semana)  

Rescaldo do jogo de ontem (74 comentários, segundo mais comentado do dia) 

Um dever de todos nós (98 comentários, o mais comentado do dia) 

Desejo de mãe (36 comentários) 

Prognósticos antes do jogo (86 comentários, o mais comentado do dia) 

Dia de reflexão (88 comentários, o mais comentado do fim de semana) 

Quem deve defrontar o Borussia? (58 comentários, segundo mais comentado do dia) 

Quem e quando? (78 comentários, o mais comentado do dia) 

Diferenças (46 comentários, segundo mais comentado do dia) 

Leão na Rússia (56 comentários, segundo mais comentado do dia)

 

Com um total de 1533 comentários nestes postais. Do Pedro Oliveira, do JPT, do Luís Lisboa e de mim próprio.

Fica o agradecimento a quem nos dá a honra de visitar e comentar. E, naturalmente, também aos responsáveis do Sapo por esta iniciativa.

A voz do leitor

«Varandas devia ter falado antes [na assembleia geral], eu fui votar ontem mas reconheço que ele vai ter que dramatizar para mobilizar os sócios, em ultimo caso tem que se demitir e convocar eleições antecipadas, depois tem que se aplicar os estatutos a sério, quem não deixa falar os outros sócios é expulso da assembleia, quem insulta os orgãos sociais é expulso do clube. Tem que rapidamente chegar à conclusão que não [há] outra maneira de resolver isto sem ir para a guerra, provavelmente demitindo-se e convocando eleições antecipadas.»

 

António Pereira, neste meu texto

Aposta no futuro

Cova da Piedade, 0 - Sporting B, 2

Acabei de ver, com muito gosto, a vitória do Sporting B contra o Cova da Piedade (0-2), em partida disputada na Malveira. Excelente exibição dos nossos jogadores, que dominaram por completo o desafio, mesmo tendo actuado com um a menos durante metade da segunda parte devido à expulsão de Edu Pinheiro. 

Destaco a estreia a marcar de Gonçalo Esteves - o ala direito que veio do FC Porto: grande golo aos 69', executado com o seu pé menos bom, que é o esquerdo. Golo de notável execução técnica, coroando uma bela jogada protagonizada por Dário Essugo junto à linha direita. Dário - o melhor em campo - teve momentos fulgurantes, comprovando a sua valia no plano físico e técnico. É, sem dúvida, um dos mais promissores da nossa formação.

Realço ainda Geny Catamo, autor do primeiro golo leonino, logo aos 9'. Que também começou a ser construído por Dário, com total eficácia. Intensidade, capacidade de desequilíbrio, dinâmica ofensiva: características deste médio que pode vir a ser muito útil no meio-campo da equipa principal.

Este foi um jogo igualmente marcado pela estreia do catalão José Marsà, central esquerdino que chegou no Verão, oriundo do Barcelona. Teve bons apontamentos, mas ainda insuficientes para extrairmos conclusões. 

Tiago Rodrigues (outra estreia), autor da assistência para o primeiro golo e o capitão João Goulart, timoneiro da defesa, também justificam referências positivas numa partida em que o guarda-redes, André Paulo, protagonizou a primeira intervenção digna desse nome quando já estavam decorridos 60'.

Este onze da equipa B incluiu quatro jogadores sub-20: Marsà (19 anos), Gonçalo Esteves (17), Dário (16) e Vando Félix (19). Sinal inequívoco de que a aposta no futuro continua a ser um lema deste Sporting campeão.

O erro de Varandas

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Frederico Varandas vem agora queixar-se da falta de participação dos sócios na Assembleia-Geral que ontem, irresponsavelmente, chumbou o Orçamento do clube. Pelo segundo ano consecutivo. 

Nem a pandemia, que trouxe brutais prejuízos à gestão das agremiações desportivas, desmobiliza a tropa de choque dos letais ao Sporting.

São só um por cento dos sócios, como ontem o presidente sublinhou em declarações aos sportinguistas após este chumbo.

Falou bem. Mas falou tarde e a más horas.

Este foi o erro de Varandas. Devia tê-lo feito antes, não depois. 

 

«Temos, sistematicamente, um grupo de cerca de 400 pessoas que tem a sua orientação de voto quer o Sporting seja campeão nacional quer o Sporting venha a ganhar a Liga dos Campeões. Tem o seu direito, mas estamos a falar de um por cento dos sócios votantes», declarou.

Mas a culpa também é dele. Porque, como o José Cruz já salientou, esta assembleia-geral nunca devia ter sido convocada para um dia de semana, na macrocéfala capital: basta isto para desmobilizar os sócios.

E também porque ele não fez, como se impunha, um apelo geral à mobilização dos sportinguistas. Para evitar que o Clube continue refém dos tais 400 que farão tudo para condenar o Sporting ao fracasso.

 

Esta minoria activa - cada vez mais mobilizada à medida que se vai reduzindo, como acontece com os negacionistas anti-vacinas e quaisquer outros activistas de seitas fanáticas - declarou guerra sem quartel à Direcção leonina.

Nem a pandemia a travou.

Nem as conquistas no futebol e nas modalidades conseguiram desmobilizá-la.

Enquanto no Benfica, que nada venceu na época passada, os sócios manifestaram há dias uma prova de confiança à direcção.

 

Se em tempos normais já é difícil gerir um clube sem orçamento, muito pior é ver as finanças leoninas à mercê dos duodécimos de 2019 nesta era de crise global no futebol.

Espanto-me de ver pessoas inteligentes e que se dizem fervorosas sportinguistas congratularem-se com este chumbo, tal como aconteceu há um ano. Rendidas à legião do Mustafá, que só por um triz não chumbou também algo que devia merecer apoio unânime dos sócios: a atribuição às portas do Estádio José Alvalade destes nomes ilustres - Damas, Hilário, Stromp, Jordão, Cinco Violinos, Yazalde e Manuel Fernandes. 

Concretizo, para que fique lavrado em acta neste blogue: um número impressionante de letais - 44,6% - votou contra Damas, Hilário, Jordão, Yazalde, Manuel Fernandes, Stromp, Jesus Correia, Albano, Vasques, Travassos, Peyroteo.

Quem faz isto é capaz de tudo.

 

O que só acentua o erro cometido pelo Conselho Directivo do Sporting. «Temos os estatutos e vamos cumpri-los, mas é altura de a grande massa associativa do Sporting pensar o que quer para o clube», diz Varandas. 

Falou bem, mas falou tarde. Foi incapaz de mobilizar os sócios anti-seita. Que somos quase todos nós, larguíssima maioria. 

Estes erros pagam-se caro. 

Por mim, não tenho dúvidas: rejeito um Sporting dominado pelos letais. Nesse combate marcarei sempre presença, como aconteceu até agora. 

AG - Um ciclo sem fim de extremismo e incompreensão

Começo pelo óbvio: Quando se quer participação de sócios em cerimónias do Clube, não faz sentido convocar uma AG para uma quinta-feira às 18h. Não só é um desrespeito por quem tem emprego como é de uma total falta de inteligência para com a sua causa.

A consequência desta soma é evidente: o orçamento foi chumbado por um grupo de radicais que não se preocupa com a vida actual do Sporting e apenas quer fazer de cada AG um momento de vingança pessoal em nome do seu "líder religioso".

Gosto do modelo entrar, votar e sair. Permite-me cumprir o meu dever enquanto sócio sem ter que ouvir bordoadas. Mas há gente que legitimamente gosta de intervir. Muito me entristece o relato que li de uma situação sobre um septuagenário que foi ao púlpito, disse que seria provavelmente a sua última AG e agradeceu à direção o seu trabalho e os títulos. Após agradecer, começou uma chuva de assobios e insultos vindo do grupo radical que tornou inaudível a intervenção da pessoa em questão. Isto não é democrático.

Também penso na definição de "exigência" que era apresentada há um ano em comparação com esta. Títulos em cima de títulos. Alguns deles internacionais. Se estes atletas não merecem que se aprove um orçamento, quem merece?

É claro que me ri quando soube do remate do Varandas no discurso de encerramento. É uma resposta à altura a um bando intragável que o insultou durante quatro horas.

“Apresento o meu comprovativo de rendimentos ao Conselho Fiscal todos os anos. Mas uma coisa podem ter a certeza: Quando sair do Sporting não vou estar 3 anos sem qualquer rendimento!

Mas, de forma mais sóbria, penso que um líder não pode reagir assim. A democracia é algo incrível mas quando não é bem tratada, acaba por permitir que uma minoria selvagem e radical prejudique o bem maior. Os fanáticos foram à AG com dois propósitos: chumbarem o orçamento e vitimizarem-se e saíram de lá com os dois cumpridos. Depois, como babuínos a atirar excrementos, foram para as redes sociais celebrar os seus feitos. Andavam desejosos de celebrar alguma coisa este ano...

Malucos hão-de sempre existir. Radicais, pessoas perdidas ou pessoas manipuladas. Com esses não há nada a fazer a não ser tentar aceitar que, apesar de não terem o direito de ofender, estão no seu direito de protestar.

Aos outros, os sensatos, Frederico Varandas e Rogério Alves têm obrigação de servir melhor. De fazer melhor. Há milhares de sócios que estão satisfeitos com as contas e os títulos do Clube. Porque não votaram ontem? É a pergunta que devem fazer a si mesmos.

Amanhã à noite em Arouca

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Foi apesar de tudo uma jornada europeia que não envergonha ninguém, mesmo com a bipolaridade característica dos Sportinguistas, perante uma equipa com plantel bem mais valioso e bem mais experiente, que o treinador alemão Marcos Rose analisou assim: "Estou muito satisfeito porque ganhámos um jogo difícil, no qual tivemos alguma felicidade, mas por vezes é isso que precisamos para ter sucesso. Mas é mesmo assim, às vezes ganhamos pela margem mínima um jogo em que não tivemos muito brilho."

Mas isso é passado, importa agora "mudar o chip" para as competições internas, passa muito por essa capacidade o sucesso desta época e o Sporting provou no Estoril que o consegue fazer. E esse trabalho curiosamente começou a ser feito ainda ontem em Dortmund em instalações cedidas pelo adversário europeu. 

Temos um grande treinador, temos um grande capitão mais os seus adjuntos, temos uma equipa muito unida e focalizada, que não deixa cair ninguem. A titularidade a Vinagre no jogo com o Estoril demonstrou isso.

E na Liga vamos em segundo lugar, se quiseremos comparar jogo a jogo com a época passada, vamos com 2 pontos a mais. E só depende de nós chegarmos ao final e revalidarmos o título. Por isso, não temos de estar preocupados com o que os outros ganham ou deixam de ganhar. Até é bom os favoritos, os que vão arrasar, serem os outros. Nós, pobrezinhos mas honrados, sem árbitros no bolso nem jogadas sujas de bastidores, lá vamos indo.

A única coisa com que devemos preocupar-nos é com a sola do pé do Pedro Gonçalves e o joelho do Coates, porque os golos que tanto estão a custar a marcar vão aparecer. E como o Sporting (Ajax à parte) sofre muito poucos golos, esses golos marcados vão-se traduzir em vitórias. E de jogo a jogo, de vitória em vitória, o impossível torna-se realizável. 

Também em Dortmund Amorim respondeu à sua maneira àqueles que como eu questionavam o modelo único 3-4-3 para todas as competições, reclamando mais um médio, Ugarte ou Daniel Bragança. Mudou personagens, mudou posicionamentos, manteve o sistema. O nosso insuspeito Carlos Pereira, o raçudo defesa esquerdo da mítica equipa de 73/74 e depois adjunto de Paulo Bento, veio dizer: "Acredito que Rúben Amorim possa pensar nisso, sim, porque se tem falado algumas vezes dessa situação, mas sinceramente não me parece que seja o mais indicado nesta altura. Já há muitas rotinas nesta equipa, que vem já da época passada e as coisas têm funcionado bem. Por isso mudar o sistema tendo em conta o adversário que se vai encontrar não me parece ser a melhor solução, apenas circunstancialmente." Será que é o adjunto-sombra de Amorim? Por mim, o irmão do grande Aurélio Pereira podia estar mesmo no banco ao lado dele, seria sempre uma grande mais-valia na equipa técnica do Sporting.

 

Então amanhã vamos visitar o Arouca. Tenho boas recordações desse estádio. Em 16/09/2012 (Wiki Sporting) fui ver a melhor equipa B de sempre vencer por 2-1, um dos golos foi do Esgaio, houve confusão no final com Manuel Fernandes e penso que o filho (ou foi o pai?) daquele da cena canalha com o nosso ex-presidente em Alvalade. Em 18/01/2014, ver o Sporting ganhar por 2-1 com golo do estreante e desengonçado suplente Slimani aos 72 minutos. E mais uma vez penso que em 08-11-2015 com um golo do mesmo Slimani, já outro jogador, aos 90 minutos. Tem sido um registo de vitórias em Arouca que espero continue.

E se o 3-4-3 é para manter, se Adan e os dois médios são intocáveis, se toda a defesa esteve muito bem em Dortmund, se Paulinho marcando muito ou pouco é o pivot da manobra atacante, as maiores dúvidas serão a condição física de Feddal e os dois interiores. A verdade é que TT, Sarabia, Jovane e Nuno Santos estiveram mal em Dortmund. De qualquer forma Sarabia tem de jogar para criar rotinas com Porro, a ligação entre os dois ainda deixa muito a desejar. Do outro lado, aposto em Nuno Santos, só lhe peço que olhe antes de chutar.

Depois de Arouca haverá pausa de selecções. Depois, jogo de Taça de Portugal onde os menos utilizados poderão ter minutos para mostrar o que valem, oxalá seja também o regresso de Pedro Gonçalves aos relvados.

 

Imagino então que Amorim convoque os seguintes elementos:

Guarda-redes: Adán e André Paulo.

Defesas Centrais: Neto, Coates, Feddal e Matheus Reis.

Alas: Esgaio, Vinagre, Porro e Gonçalo Esteves.

Médios Centro: Palhinha, Tabata, Bragança, Matheus Nunes e Ugarte.

Interiores: Sarabia, Jovane, Nuno Santos e Tiago Tomás 

Pontas de lança: Paulinho.

 

Pelo que atrás referi, o meu onze seria assim:

Adán; Neto, Coates e Matheus Reis; Porro, Palhinha, Matheus Nunes e Vinagre; Sarabia, Paulinho e Nuno Santos.

 

Concluindo,

Amanhã o Sporting entra em campo em Arouca para tentar aproximar-se da liderança da Liga.

Considerando o sistema táctico de Rúben Amorim, qual seria o vosso onze?

 

#OndeVaiUmVãoTodos

SL

A voz do leitor

«Não creio que seja possível torcer por outra selecção que não seja a nossa, a não ser que alguém tenha dupla nacionalidade e tenha duas selecções favoritas. Podemos é estar mais ou menos entusiasmados com a equipa, mas no íntimo temos sempre esperança que corra bem. A minha dúvida coloco-a em forma de pergunta: por que raio de razão se convocam os melhores jogadores para a Selecção Nacional e o seleccionador é um treinador em fim de carreira e muitas vezes é-lhe entregue o cargo como prémio de carreira?»

 

Orlando Marinho, neste meu texto

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{ Blogue fundado em 2012. }

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