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És a nossa Fé!

Grandeuros

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Olá Record. Palpita-me que o vosso corretor ortográfico trocou "euros" por "grandeza", na oportuna chamada de capa (mais uma!) sobre o novo pupilo do Fernando Santos, esse jogador que promete futuro (caso um colosso europeu o "cobice" nos próximos tempos, talvez tenham material de arquivo aí no estaminé). 

Caso seja mesmo isto que o próximo João Félix disse (ou lhe disseram para dizer), convém alerta-lo para que a "grandeza" do SLB é talvez o que levou a PJ e o Ministério Público repetidas vezes ao Estádio de Carnide nos últimos anos. E á grande (essa sim) detenção do DDT Vieira.

Passem todos muito bem juntos!

Como dizia um poeta medieval alemão, "que Deus una os que gostam de se amar".

Boa sorte, Luiz

Luiz Phellype é reforço do Santa Clara. O brasileiro de 27 anos, de quem muito desconfiei quando chegou da segunda divisão, em janeiro de 2009, surpreendeu e marcou oito golos na meia época de estreia. Mais, foi chamado a marcar o penalty festivo da final da Taça de Portugal, contra o FCP. Na época seguinte, marcou mais nove golos, antes de desaparecer, lesionado e ignorado. Phellype fez de Bas Dost quando Bas Dost, na sequência de Alcochete, não estava em si. E isso, não é coisa pouca. É pena que não tenha saído campeão. 

A voz do leitor

«Parece que não temos ponta-de-lança! O nosso homem mais avançado precisa de 15 oportunidades para fazer um golo. Ontem [sábado] falhou um golo cantado de cabeça, em posição semelhante a um que tinha falhado na semana passada. Ah e tal o homem é trabalhador. O Liedson também era e até cansava de ver, no entanto marcava golos aos montes.»

 

João Rafael, neste meu texto

Ponto da situação

A ideia é debater aqui ideias, de forma construtiva, sobre as alterações que devem ser feitas no futebol leonino para realizarmos o nosso maior sonho: a conquista do bicampeonato. Partindo do princípio, claro, que nem tudo está bem e se recomendam algumas mudanças, mesmo que apenas cirúrgicas.

Mas até os leitores que consideram que nada há a mudar podem participar neste debate. Desenvolvendo essa ideia. Fica o desafio a todos quantos queiram deixar opiniões sobre o momento actual do nosso Sporting.

A voz do leitor

«O Sporting para a época que se avizinha tem de estar atento à velha raposa do norte, pois esta aliança com o Benfica traz água no bico. Um dos dois (Porto/Benfica) vai pagar a factura da ingenuidade e não é preciso ser um adivinho para perceber quem vai ser o cabeçudo nesta estória.»

 

Tiago Oliveira, neste postal

Pódio: Adán, Porro, Palhinha

Por curiosidade, aqui fica a soma das classificações atribuídas à actuação dos nossos jogadores no Famalicão-Sporting pelos três diários desportivos:

 

Adán: 20

Porro: 16

Palhinha: 16

Coates: 15

Daniel Bragança: 14

Nuno Santos: 14

Gonçalo Inácio: 14

Tiago Tomás: 13

Feddal: 13

Nuno Mendes: 13

Paulinho: 13

Pedro Gonçalves: 13

Esgaio: 12

Jovane: 12

Matheus Nunes: 10

Tabata: 1

 

Os três jornais elegeram Adán como melhor jogador em campo.

O dia seguinte

O Sporting repetiu em Famalicão, contra a nossa "besta negra" local, o resultado da época passada. num jogo extremamente competitivo e de resultado incerto até final. O Famalicão conta sempre com uns "jovens turcos" lixados, e a verdade é que, se os euros abundassem em Alvalade, Ivan Jaime e Ivo Rodrigues seriam muito bem-vindos como já foram Pedro Gonçalves, Vinagre e Ugarte. 

Para este resultado contou também um árbitro "vermelhusco" e incompetente, que foi para o campo com ideias feitas e conseguiu condicionar com amarelos mal mostrados toda uma linha de contenção dos contra-ataques adversários, constituida por Esgaio, Palhinha e Nuno Mendes, que tiveram de escolher muito bem o momento de meter o pé sob pena de pôr o Sporting a jogar com 10. E, por isso mesmo, aqueles dois jogadores do Famalicão que citei estiveram nas suas sete quintas para as arrancadas que muito perigo criaram para a baliza extraordinariamente bem defendida por Adán.

Mas vamos ao que interessa. Se em equipa que ganha não se mexe, e em equipa que ganha e joga excelentemente bem menos se mexe ainda, Rúben Amorim mexeu e sempre para pior. Feddal não fez esquecer Neto, Nuno Mendes esteve desastrado em tudo e até no autogolo, quando Vinagre tinha sido o melhor em campo no jogo anterior, Jovane começou logo por desperdiçar um lance de golo e nunca se viu durante a partida e Nuno Santos mal entrou agitou e rematou ao poste. 

Além disso, o fecho do mercado está também a mexer na cabeça dos jogadores que poderão sair mediante as propostas mais ou menos irrecusáveis que surjam. Nuno Mendes, Jovane, Matheus Nunes e Pedro Gonçalves estiveram desconcentrados e inconsequentes, muito aquém do que podem fazer. 

Depois houve Paulinho, que no que respeita ao remate ao golo está de facto a viver um período para esquecer. Pode rematar 20 vezes de pé ou de cabeça que 15 vão para a bancada e os restantes cinco à figura do guarda-redes. Ontem, fruto da táctica (?) adoptada, nem sequer assumiu o papel de pivot da manobra ofensiva da equipa. Terá de ser ele mesmo a encontrar as soluções para ultrapassar esta situação, via treino ou aconselhamento, porque já não percebo se o problema está nos pés/cabeça ou na matéria cinzenta. Há mínimos a partir dos quais não há boa-vontade que resista.

 

Com tudo isto, a verdade é que o Sporting foi uma equipa ansiosa por resolver depressa o encontro, com muito jogo directo que inevitavelmente partia a equipa em duas - os que lançavam e os que procuravam receber os lançamentos - e tornava o meio-campo um deserto pronto a ser varrido em velocidade pelos contra-atacantes contrários.

Tornou-se um futebol de matraquilhos, atacas tu agora, ataco eu a seguir, que podia até favorecer quem tem os melhores decisores. Mas com Jovane, Paulinho e Pedro Gonçalves em dia para esquecer, só desfavoreceu o Sporting. Havia que construir jogo doutra forma, chegar à area contrária com o onze mais próximo, pausando e lateralizando para obrigar o adversário a desposicionar-se e desgastar-se nas tarefas defensivas. Chutando para a frente era mesmo dar-lhes descanso.

Rúben tentou, via substituições, mudar o rumo aos acontecimentos, e lá sairam aqueles que fui citando (Esgaio, Jovane, Matheus Nunes,  Feddal, Nuno Mendes) mas o mal estava feito, quem entrou foi tapando a cabeça e destapando as pernas, e sempre estivemos mais perto de perder do que sair com os 3 pontos.

 

E agora? Bom, agora em primeiro lugar há que esperar pelo fecho do mercado para saber que plantel iremos ter.

Se me dissessem que sairiam Nuno Mendes e Jovane por 70M€ e vinha um "cabecinha de ouro" ponta de lança, para jogar com ou sem Paulinho, ficava eufórico...

Foi a pensar nisso que foram titulares? Se não foi, parece...

Porque no essencial estamos como estivemos na época passada quando fomos campeões...

 

PS: Não me esqueci do que aconteceu com o Sporting e com Coates no fecho do mercado de Verão de há dois anos. Foram três penáltis e uma derrota em casa com o Rio Ave. Muitos que quiseram enterrar o Coates vivo nesse dia agora davam muito por uma camisola autografada...

 

#OndeVaiUmVãoTodos

SL

Rescaldo do jogo de ontem

Não gostei

 

Dos primeiros pontos perdidos no campeonato. Desde que o Famalicão subiu novamente ao primeiro escalão do futebol português ainda não vencemos esta equipa. A tradição recente cumpriu-se: ontem fomos lá empatar 1-1. E estivemos a perder a partir dos 68'. Conseguimos anular a desvantagem, aos 82'. Mas foi um ponto arrancado a ferros. Numa partida em que o onze leonino teve uma exibição decepcionante. 

 

Do festival de passes falhados. Há muito que a nossa equipa não claudicava tanto no capítulo do passe - sobretudo na transição do meio-campo para o ataque. Quase nenhum titular está isento de culpas neste domínio.

 

De Jovane. Rúben Amorim apostou nele para o onze titular, mas o luso-caboverdiano não correspondeu a mais esta prova de confiança. Logo aos 2', teve o golo nos pés, isolado perante o guarda-redes, mas recebeu a bola com displicência e nem conseguiu dominá-la. Este lance marcou-o: foi incapaz de dar um contributo positivo à equipa. Saiu tarde, estavam já decorridos 56'.

 

De Matheus Nunes. Perdeu-se demasiado tempo, na semana que agora termina, a discutir se o luso-brasileiro merecia integrar a selecção nacional ou a "canarinha". Esta é daquelas discussões inúteis que volta e meia despontam no futebol português. Com a péssima exibição nesta partida em Famalicão, onde foi um dos piores em campo, o debate entre os adeptos deve ser outro: Matheus merece ou não ser titular no Sporting?

 

Do autogolo de Nuno Mendes. O jovem lateral esteve muito longe das melhores exibições a que nos habituou de verde e branco. Foi infeliz ao introduzir a bola na baliza, culminando uma série de intervenções atabalhoadas nesse lance iniciadas com uma perda de bola a meio-campo e consequente abertura de uma avenida para a cavalgada do Famalicão. Outros jogadores do Sporting tiveram responsabilidade neste golo sofrido, nomeadamente Gonçalo Inácio: é ele quem remata contra a perna de Nuno, que sem querer introduz a bola na baliza. 

 

Da posição de Gonçalo Inácio. Terceiro golo sofrido pelo Sporting esta época, terceira vez em que o jovem central tem alguma responsabilidade nesses lances. Gostaria muito de voltar a vê-lo actuar na sua posição natural, como central à esquerda, e não nesta adaptação de pés trocados que começou por ser provisória e se vai tornando definitiva. 

 

De Paulinho. Outra exibição de fraco nível do nosso "ponta-de-lança" que parece jogar cada vez mais longe da baliza. Uma vez mais, não pode queixar-se de ter sido mal servido pelos colegas. Aos 53', recebeu muito mal a bola que lhe fora endossada por Nuno Mendes. Aos 84', a passe de Porro, cabeceou à figura. No último minuto, aos 90'+7, atirou muito por cima em posição frontal, desaproveitando uma assistência de Pedro Gonçalves. Com prestações destas, não admira que em cinco jogos oficiais o ex-Braga leve apenas um golo marcado na temporada em curso.

 

Da primeira parte. Nem uma oportunidade de golo para o Sporting durante os 45 minutos iniciais. Actuámos neste período como se nos pesasse a condição de sermos campeões em título. Irreconhecíveis. A primeira oportunidade surgiu apenas aos 58', quando já estavam em campo dois jogadores que saltaram do banco: Porro (em vez de Esgaio) e Nuno Santos (em vez de Jovane). O primeiro cruzou, o segundo atirou ao poste.

 

Do árbitro. Não teve influência no resultado nem faz qualquer sentido atribuirmos a perda dos dois pontos a este senhor, um dos mais fracos apitadores que se pavoneiam nos estádios nacionais. Mas Fábio Veríssimo voltou a cometer um delito de lesa-futebol ao exibir três cartões amarelos antes de haver decorrido o primeiro quarto de hora. Por lances casuais, sem qualquer justificação para este absurdo critério que estraga o espectáculo e contradiz em absoluto as orientações dadas aos árbitros na sequência do recente Campeonato da Europa, em que houve poucas interrupções de jogo e foram exibidos escassos cartões. Alguns árbitros portugueses não parecem ser deste continente. É o caso de Veríssimo, que exibiu oito amarelos, incluindo cinco a jogadores nossos: Esgaio (5'), Palhinha (14'), Nuno Mendes (41'), Pedro Gonçalves (75') e Tabata (90'+5).

 

 

Gostei

 

De Adán. Pela segunda jornada consecutiva, o melhor Leão em campo. Salvou a equipa de sofrer três golos com intervenções decisivas aos 27', 39' e 90'+5. Começa a merecer a inclusão no lote dos melhores guarda-redes de sempre do Sporting. A ele devemos ter saído de Famalicão com um empate em vez de uma derrota.

 

De Porro. Amorim preferiu manter Esgaio como titular na ala direita, mas o reforço leonino - talvez por ter sido amarelado muito cedo, de forma injusta - esteve demasiado retraído, contribuindo pouco para a dinâmica ofensiva da equipa. Com o espanhol em campo, a partir do minuto 56, o nosso jogo acelerou muito naquele corredor, de onde surgiram sucessivos lances de perigo, fazendo o Famalicão encostar enfim às cordas. Aos 58', já servia Nuno Santos, que atirou ao ferro. Aos 60', tentou marcar de chapéu a mais de 40 metros de distância ao ver adiantado o guarda-redes, que defendeu in extremis: teria sido o golo mais espectacular deste campeonato. Aos 84', outro grande cruzamento, que Paulinho desperdiçou. Todas as dúvidas ficaram desfeitas: Porro merece regressar ao onze titular.

 

De Palhinha. Esteve longe do seu melhor, nomeadamente no capítulo do passe, mas foi um dos raros sportinguistas que se destacaram da mediania ou até da mediocridade. Mesmo com amarelo a partir do minuto 14, não virou a cara à luta, batalhando sempre pela bola. Devemos-lhe o golo do empate, aos 82', dando a melhor sequência a um pontapé de canto ao colocar-se junto ao segundo poste. E leva dois já marcados neste início de temporada.

 

De Daniel Bragança. Também ele entrou bem, mostrando-se muito mais em jogo do que Matheus Nunes, que rendeu aos 73'. Bom passe longo aos 90'+2. Passe teleguiado para Pedro Gonçalves aos 90'+7: foi a nossa última oportunidade real de golo.

 

Do Famalicão. Boa exibição global da equipa dirigida por Ivo Vieira - um dos melhores treinadores da Liga portuguesa. Destaco os desempenhos de Iván Jaime, Marcos Paulo e Ivo Rodrigues. 

Uma noite das antigas

Houve milagre em Famalicão na noite das bolas longas e o Sporting só começou a pegar no jogo, e mais propriamente a jogar, quando saiu o Doumbia ou Eduardo ou lá quem era aquele 8 que falhou todos os passes, baralhou-se nas recepções e quando um pé pedia licença ao outro para dar um passo, a bola já lá não estava. Bem acompanhado esteve ele pelo desastrado Jovane (teve nos pés um golo antes dos 2' de jogo, mas a cabeça não deixou) e por esse caso sério de horror à baliza que é o Paulinho-inho. Mais fraco do que o Sporting hoje, só mesmo o paspalhão do apito que ainda não era passado um quarto de hora e já tinha varrido tudo a cartões amarelos, fosse encosto ou tropeção. Foi milagre o empate, os deuses não nos abandonaram. Dias melhores virão de certeza.

Parabéns, Leoas

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O futebol feminino do Sporting - agora orientado pela treinadora Mariana Cabral - acaba de conquistar a Supertaça. Derrotando o Benfica por 2-0, no estádio do Restelo. E coroando aquela que, em termos globais, terá sido a nossa melhor época de sempre.

Parabéns, Leoas. Pela conquista de mais um troféu. E por terem honrado o lema do Clube: Esforço, Dedicação, Devoção e Glória.

Prognósticos antes do jogo

Desafio difícil, logo à noite. Vamos enfrentar o Famalicão, no terreno deles. Na época anterior não conseguimos vir de lá com três pontos. Foi em Dezembro do ano passado: empatámos 2-2. O primeiro percalço num campeonato que acabámos por vencer. Com golos de Pedro Gonçalves e Porro - este num espectacular pontapé de livre.

É verdade que fomos prejudicados nesse jogo por uma arbitragem calamitosa de Luís Godinho, que decidiu expulsar Pedro Gonçalves e o próprio Rúben Amorim. Se houvesse elementares critérios de exigência na arbitragem portuguesa, este senhor já não andaria agora de apito na boca. 

Também é verdade que este Famalicão de 2021/2022 aparenta menos qualidade do que o da época anterior. Por ter perdido jogadores como Gil Dias, Ugarte e Vinagre (os dois últimos para o Sporting). Mas todo o excesso de confiança é mau conselheiro.

Sendo assim, venho pedir-vos os vossos prognósticos para este Famalicão-Sporting, com pontapé de saída previsto para as 20.30 de hoje.

A voz do leitor

«Ugarte é um médio defensivo que também desempenha bem as funções de médio-centro, o que, por si só, representa o condimento necessário para suprir as inevitáveis lesões, castigos e outras indisponibilidades dos habituais titulares. Espero que, depois de ultrapassada a indispensável adaptação ao clube, o jogador possa discutir um lugar no onze inicial.»

 

Francisco Gonçalves, neste meu texto

Em Portugal: tudo o que parece, é!

Em Portugal há uma máxima popular que diz “nem tudo o que parece, é”. Porém na actividade do futebol este adágio não se aplica, porque todos sabemos que o que parece… é. Se não vejamos:

- parece que há corrupção no futebol;

- parece que há equipas que são sempre beneficiadas;

- parece que há jogadores que razoáveis nuns clubes e noutros são óptimos;

- parece que há empresários com demasiada influência no nosso futebol;

- parece que o senhor engenheiro não percebe nada de futebol.

Pois... estas cinco ideias são todas, a meu ver, verdadeiras.

Mesmo que a justiça tivesse destruído as escutas no “Apito Dourado”, mesmo que neguem que o Benfica seja sempre levado ao colo, mesmo que JM não tenha sido chamado à selecção enquanto jogador do Sporting e campeão e agora sem ter ganho nada já tenha sido convocado, mesmo que um empresário tenha feito o possível para Pote não ser chamado a jogo no Europeu passado, mesmo que a selecção tenha ganho em Paris com um “chouriço” do tamanho da torre Eifell e nunca ter jogado um caroço porque ninguém sabe da coisa.

Podem gozar com os portugueses. Podem incentivá-los a ir ver os jogos, mas de mim jamais terão um adepto! Tudo porque a suposta “nossa” selecção actual é tão nossa quanto é a “nossa” EDP!

E mais não digo!

A selecção só para alguns...

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Mais de 30 jogos e dois títulos conquistados, foram insuficientes para convencer o inginheiro Nandinho cinzentão a convocar João Mário. Bastaram porém meia-dúzia de jogos com diferente camisola, para regressar à selecção nacional.

Pedro Gonçalves que não sendo propriamente um ponta-de-lança, foi o melhor marcador da época passada, lá acabou convocado para o Euro 2020, mas não foi utilizado, apesar da incapacidade da selecção em marcar golos, à excepção de um jogador.

Tendo tomado conhecimento que o médio do Sporting C.P., Matheus Nunes, acabou de adquirir nacionalidade portuguesa, o seleccionador português ignorou a oportunidade e perdeu-a para o futuro, porque o seu congénere brasileiro, que muito provavelmente não ignora a nova condição de dupla-nacionalidade, apressou-se a convocar o jovem médio para a selecção brasileira, que nunca é uma equipa de segundo plano, bem pelo contrário.

Percebe-se a hesitação do inginheiro, o patrão de quem recebe ordens, um tal a quem chamam super-agente, tem andado ocupado com uma transferência mediática à escala planetária e sem ordens superiores, o burocrata amanuense não arrisca, limita-se à sua previsível mediocridade habitual.

Claro que haverá quem vá interpretar estas linhas como ressabiamento ou clubite exacerbada, mas os factos são o que são. A chamada de Gonçalo Inácio é quase uma obrigação, afinal substitui na convocatória José Fonte, em fim de carreira e não abundam centrais portugueses disponíveis.

Deixei de me interessar pelos jogos da selecção, que normalmente nem vejo, condição que manterei enquanto a FPF mantiver o inginheiro no cargo...

Santos, anda cá ver isto, n° três

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O Bom:

- Sporting, três jogos, três vitórias, nove pontos, 7-1 () em golos marcados/sofridos.

- Estoril, dois jogos fora, duas vitórias, 5-1 em golos marcados/sofridos.

- Vitória Sport Clube, maior goleada até agora, quatro golos sem resposta do Vizela.

- Portimonense, triunfo em Tondela trimarcando e não sofrendo.

-  O desempenho dos Netos. Do nosso Neto e do neto do nosso ex-jogador António Sousa. Afonso Sousa, grande exibição no meio-campo do B-eiria.

O Mau:

- Os clubes que só perderam Famalicão e B-eiria.

- As queixinhas de Serginho e as birras de Francisquinho.

O Vilão:

- Afonso Taira, o Diogo Gonçalves da terceira jornada.

(a imagem é uma homenagem a Fernando Santos e a Otávio)

Amanhã à noite em Famalicão

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É já amanhã o o último jogo desta fase da 1ª Liga antes da paragem pelos compromissos das selecções. O Sporting segue na liderança após 3 vitórias, e mais uma dará uma tranquilidade muito importante para o clássico com o Porto em Alvalade que se seguirá.

O Famalicão foi a nossa "besta negra" da época passada. Foram apenas eles e o Porto que nos conseguiram retirar 4 pontos. Claro que os dois foram ajudados pela caricatura de árbitro Luís Godinho, mas amanhã vamos ter outra "encomenda", vamos ter como árbitro aquele que fez os possíveis para tirar o Palhinha do jogo com o Benfica na época passada. 

Mesmo tendo perdido Vinagre e Ugarte, o Famalicão começa a criar um curriculum interessante na 1ª Liga, dispõe doutros jogadores bastante interessantes, que frente aos grandes procurarão fazer o jogo da vida deles e vai ser um adversário bem difícil.

O Sporting está bem e recomenda-se. Se em equipa que ganha não se mexe, contra o B-SAD o Amorim mexeu e Neto e Nuno Santos entraram muito bem no jogo. Por outro lado, vem aí o fecho do mercado e Nuno Mendes e Jovane são aqueles que devem andar com a cabeça mais à roda. 

Imagino então que Amorim convoque os seguintes elementos:

Guarda-redes: Adán e André Paulo.

Defesas Centrais: Neto, Inácio, Coates e Feddal.

Alas: Esgaio, Vinagre, Nuno Mendes e Porro.

Médios Centro: Palhinha, Tabata, Bragança, Matheus Nunes e Ugarte.

Interiores: Pedro Gonçalves, Jovane e Nuno Santos.

Pontas de lança: Paulinho e TT.

 

Sendo assim, vou muito pelo último onze apresentado:

Adán; Inácio, Coates e Feddal; Esgaio, Palhinha, Matheus Nunes e Vinagre; Pedro Gonçalves, Paulinho e Nuno Santos.

 

Concluindo,

Amanhã o Sporting entra em campo em Famalicão para tentar prosseguir na liderança da Liga.

Considerando o sistema táctico de Rúben Amorim, qual seria o vosso onze?

 

#OndeVaiUmVãoTodos

SL

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