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És a nossa Fé!

O dia seguinte

Aconteceu em Aveiro o novo normal, aquele normal a que há muito não estávamos habituados depois de tantos anos de anormalidade. Um Sporting dono e senhor do jogo, fruto da superior qualidade dos seus jogadores relativamente ao do clube de Braga, e sempre com o apoio incondicional da bancada, mesmo na fase em que estava em desvantagem do marcador, sendo que muitos mais Sportinguistas lá estariam se os bilhetes tivessem sido distribuídos conforme a dimensão dos dois clubes.

Claro que com Amorim, Palhinha, Esgaio e Paulinho o Braga daria muito mais luta, mas as coisas são assim mesmo, o Sporting também não pode contar com Cristiano Ronaldo, Bruno Fernandes, Rui Patrício e alguns outros, que saíram para clubes doutra dimensão. Ganhou o Braga uns bons milhões de euros que devem ter servido para muita coisa e fazer muita gente feliz lá pelo Minho. Como diz Carlos Carvalhal, o lugar do Braga é o 4.º lugar, tudo o que vier de melhor é excepcional, só no Sporting é que algumas almas foram confundindo as coisas.

 

Quanto ao jogo, o Sporting começou bem e a primeira oportunidade foi mesmo sua, Pedro Gonçalves falhou o passe de morte para Paulinho.

Depois foi tentando repetir a fórmula, dando a iniciativa ao Braga (muito bem orientado por Carvalhal) para ao recuperar a bola lançar em profundidade, mas isso traduziu-se em dar confiança ao adversário, engasgar-se aqui ou ali e sofrer um golo improvável, um pontapé de sorte ou muito bem colocado (como quiserem ver) do Fransérgio que aproveita bem a saída do Coates da sua posição.

Tal como já tinha acontecido com o Lyon, a equipa cerrou os dentes e foi para cima do adversário. Foram dois golos, podiam ter sido mais, e chegou ao intervalo justamente em vantagem.

 

A 2ª parte demonstrou cabalmente o que vale esta equipa do Sporting. Apanhada a ganhar, foi criando oportunidades para dilatar a vantagem e dilatar o resultado. E os minutos foram passando na certeza de que a Taça iria parar ao nosso museu.

Foi a noite de Pedro Gonçalves? Marcou um golo do outro mundo, mas falhou outros bem mais fáceis. Podia ter saído de Aveiro com três ou quatro, entre golos e passes para golos.

Não foi mesmo a noite do nosso Harry Kane (o original parece que vale uns 200M€, mais de duas vezes o que custaram os sete ou oito avançados com que conta o Benfica), Musrati não lhe deu espaço e as bolas de golo não lhe chegaram em condições. Vai ter muitas outras ocasiões para demonstrar a sua valia.

Foi mesmo a noite de Nuno Mendes, de volta ao melhor da época passada, do "polvo" Palhinha, do seu fiel escudeiro Matheus Nunes e de Jovane. Por estes quatro passou o melhor do futebol do Sporting, com Pedro Gonçalves a assumir as despesas do tiro para o golo.

Todos os outros, incluindo os que entraram depois, num plano muito aceitável.

 

E assim o segundo caneco da época já cá mora. Sinceramente, acho que a coisa não vai ficar por aqui. Porque a equipa respira saúde, está extremamente confiante e bem liderada.

Em cerca de três anos, conquistámos 1 Liga, 1 Taça de Portugal, 2 Taças da Liga e 1 Supertaça. Nada mau depois do que aconteceu em Alcochete.

Se calhar tudo isto é obra do tal Antero, não faço ideia, mas se de facto é verdade, mais uma vez obrigadinho "ó Antero". És o maior. 

 

#OndeVaiUmVãoTodos

SL

Rúben Amorim – o comunicador campeão!

Estava desejoso de ouvir Rúben Amorim na sua primeira conferência de imprensa oficial, isto é, antes de um jogo a sério.

De antemão tínhamos que os parâmetros do discurso do ano passado do nosso treinador, foram todos derrubados quando o Sporting se tornou campeão. Deste modo o verbo teria de ser, quiçá, diferente. Ou provavelmente não.

Ontem escutei com a devida atenção o treinador do Sporting. Muito assertivo, como sempre aliás, com uma linha de raciocínio muito prática e coerente. Não fugiu às questões. Manteve um discurso sereno, nada empolgante nem derrotista, apenas consciente das dificuldades que se aproximam.

A diferença escutou-se apenas nas palavras em que assumiu que o Sporting, este ano, partirá para o próximo campeonato mais forte do que no ano passado. Nem melhor nem pior que os seus adversários. Portanto a matriz foi a equipa leonina de há um ano. Touché!

Referiu ainda que haverá maior exigência, tendo em conta as competições em que o Sporting estará envolvido, maior contestação com a eventualidade da presença de público, mas outrossim maior apoio do público leonino.

Eis um Rúben Amorim, treinador campeão, ao seu melhor nível e a manter o mesmo foco do ano passado: jogo a jogo!

Até à vitória final (acrescento eu).

 

Também aqui

O que diz Avillez

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Pedro Correia já falou da entrevista concedida por Frederico Varandas ao Expresso, para sermos mais precisos, à auto-intitulada jornalista e escritora Maria João Avillez, só hoje tive oportunidade de a ler na íntegra.

Não podia deixar de partilhar, neste espaço, aquilo que a senhora teve para dizer ao presidente do Sporting Clube de Portugal, em pleno estádio de Alvalade, para rematar, concluir o texto:

- Sempre que aqui vim, o Benfica ganhou.

Matheus Nunes, Daniel Bragança, Tabata

Texto de David Rodrigues

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Posso estar enganado, mas a posição do jogador que irá jogar ao lado do Palhinha não é bem a do tradicional 8. Será uma mistura de 8 com 10.

Um verdadeiro box-to-box com golo. Que ligue a equipa, o maestro da equipa.

 

Nem Palhinha é um verdadeiro 6 neste sistema de jogo. A posição 6 começa a ser feita pelo defesa central do meio.

Palhinha também tem liberdade para ligar a equipa e tentar o golo.

Ou seja, neste sistema de jogo cada posição é feita por dois jogadores. Ou, visto outra forma, cada jogador faz mais do que uma posição dentro do campo de jogo. A razão da preferência de jogadores polivalentes por Rúben Amorim.

 

Na época 2015/16 tínhamos:
6 - William Carvalho
8 - Adrien Silva
10 - João Mário

O meio-campo da seleção campeã da europa.

 

João Mário foi um excelente jogador na época passada. Só tinha um problema: não tinha velocidade nas pernas para fazer o papel de 8. Mas tem pantufas e inteligência para perfumar o futebol paciente. E tinha a sorte de ter Palhinha que fazia, também, a parte das funções dele libertando-o.

Na sua nova equipa, ou o reforço francês permite-lhe ter a mesma capacidade no sistema de três centrais, ou caso contrário, Jorge Jesus comprou lenha para se queimar, pois tem que jogar em 4-4-2, e apenas neste sistema táctico, para tirar o máximo rendimento do jogador.

 

Daniel Bragança é um 10, um mágico com a bola nos pés. Não é um tradicional 8.

Rúben Amorim tentou variar o sistema tático, usando um 3-5-2, com Daniel Bragança a 10. O resultado não foi muito famoso.

Daniel Bragança vai ser muito útil quando precisarmos marcar golos na segunda parte, esticando a equipa na frente, com o adversário fechado.

 

Palhinha não tem substituto no Sporting.

Ugarte é um misto de 6 e 8 raçudo e bom tecnicamente. A ser contratado, permite dar fôlego e descanso a Palhinha; e nos jogos com adversários fortes fazer dupla com ele.

Matheus Nunes, se se libertar ainda mais, será um box-to-box de altíssimo quilate com golo nos pés. Não pode falhar tantos passes, como em alguns jogos o fez.

Tabata é um bocado incógnita. Tem muito golo nos pés e é tecnicamente desinibido também. Terá a raça e o poder de choque do Matheus Nunes?

 

O tempo responderá e é nos treinos, em função das características do adversário, das lesões, da forma, e dos castigos, que será dada resposta.

 

Texto do leitor David Rodrigues, publicado originalmente aqui.

A voz do leitor

«Tenho muito poucas dúvidas de que o lugar será do Matheus Nunes, sobretudo nos jogos a doer, como será já o do próximo sábado [hoje]. Cada um terá a sua opinião, mas para mim o Matheus Nunes é, de longe, o melhor 8 a jogar em Portugal e vai provar isso mesmo esta época. Tem um pulmão que não acaba, tem chegada à área adversária, tem passada larga, não se esconde do jogo e faz golos, seja em Braga, seja contra o Benfica, seja com que for.»

 

Jô, neste meu texto

O que diz Varandas

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«Fui sócio desde que nasci e atleta de ginástica desde os 3 anos. Infelizmente cresci com o Sporting a vencer pouco, mas muito rico em valores, princípios, assente no ecletismo e na formação de atletas.»

 

«Num país em que há a convicção generalizada de que quem tem mais poder ou está mais "instalado" pode tudo, consegue tudo, é muito importante sublinhar o mérito, sinalizando que ele pode e deve prevalecer sobre o resto.»

 

«Primeiro ganharia as eleições e depois devolveria a dignidade ao clube e o orgulho aos sportinguistas. Nunca por um único segundo duvidei disso.»

 

«Na minha adolescência fiz parte da Juventude Leonina. Havia excessos, mas havia amor genuíno pelo clube sem pedir nada em troca. Na última década, essa mesma claque foi-se desviando do seu princípio. De tal maneira que se esqueceu de algo que eu não negoceio: as claques só existem porque existe o SCP e só existem para o apoiar e não o seu contrário.»

 

«Essa claque achava que mandava no clube: demitia direcções, treinadores e passou a invadir e agredir atletas. Custasse o que custasse, teria de acabar. Agora, hoje, quem apoiar incondicionalmente as nossas equipas terá sempre as portas abertas do estádio e do pavilhão.»

 

«Quando ganhei as eleições, há quase três anos, o principal adversário do SCP era a instabilidade criada pelo próprio clube. Só após o segundo ano de mandato é que finalmente comecei a preocupar-me com os nossos rivais.»

 

«Comigo ou sem mim, a estabilidade é um pilar essencial para o sucesso desportivo. E a primeira condição dessa estabilidade é o cumprimento dos mandatos dos órgãos sociais eleitos pelos sócios.»

 

«Tenho um excelente relacionamento com o Rúben Amorim. Ele tem uma particularidade rara no futebol: é uma pessoa normal. É um treinador brilhante, mas completamente normal enquanto pessoa. É humilde, mas muito seguro de si.»

 

«A solidão é um dos fardos de quem lidera. Há que lidar com isso. Aguentar a dificuldade de manter o rumo quando "n" pessoas à nossa volta nos garantem que vamos na direcção errada.»  

 

«Tal como prometi e sempre acreditei, no final do mandato, o Sporting está muito melhor do que estava há três anos. Temos mais títulos - ninguém venceu mais do que o SCP nestes três anos -, estamos melhor financeiramente, continuaremos a estar muito competitivos, a modernizar e fazer crescer este clube.»

 

«Vendo o que ocorreu recentemente com a detenção do presidente Luís Filipe Vieira só peço que não se fique por aqui. Que haja coragem para ir até ao fim, seja quem for a pessoa, o cargo, o estatuto.»

 

«Percebo que faça muita confusão a qualquer português que um presidente de um clube - falo de Pinto da Costa, não temo dizer o seu nome - seja apanhado em escutas a oferecer serviços de prostituição a um árbitro. Ou seja, a corromper um árbitro! Mas dado que as escutas não foram aceites pelos tribunais, ignoraram-se. Isto entra na cabeça de algum português?»

 

«Respeito muito os adeptos e sócios dos nossos rivais. Seria um erro histórico não o fazer: se há coisa que o Sporting deve à sua grandeza é ter os dois grandes rivais que tem.»

 

«Foi tão importante para o Sporting a conquista do título como o modo como ele foi alcançado. Ninguém cedeu um milímetro nem desistiu de nada. Um orgulho para os sportinguistas.»

 

«Aquele senhor não me merece uma só palavra.» [Sobre o ministro da Administração Interna]

 

Excertos de uma entrevista de Frederico Varandas à jornalista Maria João Avillez hoje publicada na revista do Expresso

Amanhã à noite em Aveiro

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Chega amanhã em Aveiro o início da época oficial do Sporting com a disputa da Supertaça contra aquele que foi o justo vencedor da final da Taça de Portugal no Jamor. A nossa equipa vem duma pré-época muito bem conseguida, não apenas pelos resultados alcançados nos jogos de preparação, mas pelo trabalho de selecção das jovens promessas (dos "rookies") que conduziu cada um ao lugar mais adequado à sua evolução e permitiu a melhor definição do plantel principal de acordo com os objectivos da época.

A não-continuidade de João Mário libertou recursos para a aposta num trio de jogadores de mérito comprovado na nossa Liga: Esgaio, Vinagre e Ugarte (em princípio) ajudam a equilibrar o plantel e torná-lo bem mais resiliente tendo em conta uma época exigente e as lesões e castigos daí decorrentes. A vinda de Gonçalo Esteves foi de todo inesperada: mas então ainda há pouco os Romários Barós fugiam de Alcochete para o Porto e agora é o inverso? Tudo muito estranho...

Este último encontro com o Lyon já demonstrou as ideias de Rúben Amorim para esta época: tudo igual no essencial mas tudo melhor no pormenor numa linha de evolução constante com o treino e a confiança, e a aposta declarada em dois ou três com força para explodirem. Jovane, Matheus Nunes e Tabata estão "com ganas". E depois existe a tal "espinha dorsal" do plantel, duma solidez incrível.

Imagino então que Amorim convoque os seguintes elementos:

Guarda-redes: Adán e Max.

Defesas Centrais: Neto, Inácio, Coates, Feddal e Matheus Reis.

Alas: Esgaio, Nuno Mendes e Vinagre

Médios Centro: Palhinha, Tabata, Bragança e Matheus Nunes.

Interiores: Pedro Gonçalves, Jovane, Nuno Santos e Plata.

Pontas de lança: Paulinho e TT.

 

Sendo assim, aposto no onze que iniciou a partida com o Lyon:

 

Adán; Inácio, Coates e Feddal; Esgaio, Palhinha, Matheus Nunes e Nuno Mendes; Pedro Gonçalves, Paulinho e Jovane.

Concluindo,

Amanhã o Sporting entra em campo em Aveiro para tentar conquistar o segundo caneco (primeiro oficial) da época.

Considerando o sistema táctico de Rúben Amorim, qual seria o vosso onze?

 

PS: Do que vejo quando passo na auto-estrada, o estádio de Aveiro tem mais aparência de sucata ferrugenta de cor sumida do que da imagem que aqui coloco, mas talvez lá dentro as coisas sejam diferentes. Com ferrugem ou sem ela, tenho pena de não estar presente, mas sairei de casa nesse dia para a direcção contrária. Estarei a torcer pelo meu Sporting frente à TV numa esplanada qualquer ao pé do mar...

 

 

#OndeVaiUmVãoTodos

SL

Não há um onze titular indiscutível

Texto de Francisco Gonçalves

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A fórmula usada por Rúben Amorim na época passada, e que tão bons resultados produziu, deverá ser repetida nesta época prestes a iniciar-se.

Não há um onze titular indiscutível. Há adversários que são analisados previamente e que, face à análise, implicam a escolha deste ou daquele onze inicial do Sporting Clube de Portugal.

Não é só na questão da pontuação que Rúben Amorim defende a teoria do jogo a jogo. Também na selecção do onze inicial nota-se que o treinador escolhe aqueles que, face a determinadas circunstâncias, serão os melhores para aquele tipo de exigência.

Na última época, vimos jogadores a saltar, com alguma surpresa, para o onze inicial. Por norma, essas alterações prendiam-se mais com as características do adversário do que com algum abaixamento de forma do jogador que saía do onze.

 

Para a posição 8, o Sporting Clube de Portugal possui jogadores de excelente qualidade. Estou convencido de que Rúben Amorim há-de saber encontrar aquele que, entre os candidatos ao lugar, melhor se adapte ao adversário. Hoje, pode ser Matheus Nunes; amanhã, pode ser Tabata; depois de amanhã, pode ser Daniel Bragança.

Muito importante para o Sporting Clube de Portugal é saber que existem várias opções para preencher a posição 8 e que todas elas convergem para superar as diferentes dificuldades que o clube irá encontrar em todos os jogos das diferentes competições em que vai participar.

 

Para o próximo sábado, contra um adversário que tem um meio-campo muito combativo – Sporting Clube de Braga -, apostaria no Matheus Nunes.

Para o jogo contra o Futebol Clube de Vizela apostaria no Tabata.

 

Texto do leitor Francisco Gonçalves, publicado originalmente aqui.

A voz do leitor

«O mais engraçado é que a posição em que o titular da época passada fugiu é a única em que temos três jogadores de enorme qualidade a discutir o lugar. Depois do jogo com o Lyon penso que Matheus Nunes leva vantagem, mas com Tabata a ameaçar e tendo como reserva o Dani Bragança com os seus pezinhos de veludo e a sua superlativa visão de jogo. Os adversários que se ponham a pau, pois o jogo atacante do Sporting vai acelerar, o pantufas já não mora lá.»

 

Carlos Falcão, neste meu texto

A voz do leitor

«Gonçalo Esteves. Só tem 17 anos? Grande físico para a idade. Gostei. Depois de perder a bola ficou desposicionado várias vezes. O Amorim já o corrige. Continuo cheio de curiosidade sobre a razão da mudança para o Sporting. Joelson. Assim que passa a bola, pára e não acompanha a jogada. Tem de melhorar também nesse aspecto.»

 

Manuel Cunha, neste meu texto

Basta vencer!

Agora que terminou a pré-época e aproximando-se os jogos a doer, com a primeira final já dia 31, assumo aqui e agora que não quero saber se a aquipa liderada por Rúben Amorim joga olimpicamente bem... ou se joga de charuto para a frente.

Para mim basta que vença os jogos. Como venceu a época passada.

"Mai'nada"!

A voz do leitor

«A instituição SL Benfica bateu no fundo ao permitir que um canal de televisão, que nos últimos três anos fez dos enxovalhos ao seu bom nome os momentos altos das suas emissões, filmasse em pleno estádio, como se de um recinto menor se tratasse. Para o velho jarreta, foi rabo e orelha e volta completa à arena. Triste sina a dos adeptos da Luz.»

 

Francisco Gonçalves, neste postal do António F.

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