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És a nossa Fé!

Campeões, merecem

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Os nossos dois campeonatos mais recentes, foram conquistados, como a imagem documenta, em 14 de Maio de 2000 e em 28 de Abril de 2002.

Muita coisa mudou. A Bola em 2000 custava 120 escudos, agora diminuiu de tamanho (e de qualidade) e custa 260 escudos.

Leão de Queluz, ontem, escrevia neste espaço, sem medos e com certezas que esta época, também, seremos campeões e adiantou uma data 9 de Maio de 2021.

Lanço um desafio às pessoas que passam por aqui e fazem o favor de nos lerem e de nos comentarem, o que acham, ops (lá vinha o Pedro Correia dizer que quem acha são os detectives) que pensam sobre o assunto, qual a vossa opinião. Vamos ser campeões está época? Em que data?

(publicado, originalmente em 2021.04.03)

Ponto da situação

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1

Com 79 pontos, estamos a um passo de reconquistar o campeonato nacional de futebol. Após um longo e penoso jejum de 19 anos. 

Faltam-nos dois pontos para atingir essa meta. Uma vitória, portanto. Ou dois empates. O título já não nos foge.

 

2

Há quem reclame exibições de excelência aos pupilos de Rúben Amorim. Não é o meu caso.

Eu quero títulos, em primeiro lugar.

Em segundo lugar, quero títulos.

Em terceiro, idem aspas.

Só depois exijo boas exibições.

Entretanto, recordo que este vitorioso Sporting 2020/2021 não foi reforçado com jogadores que custaram mais de cem milhões de euros, como o Benfica, nem recebeu milhões da Champions, como o FC Porto.

Também não me esqueço que nunca entrou em campo sem portugueses nem jogadores da formação no onze titular. Ao contrário de Benfica e FC Porto.

Vencer o campeonato com uma equipa jovem, onde há vários jogadores formados na nossa Academia, é motivo redobrado de orgulho.

E motivo de inveja para os nossos rivais. Que também apregoam a formação mas não a praticam.

 

3

Neste momento, a três jornadas do fim, seguimos com mais oito pontos que o FC Porto, mais doze do que o Benfica e mais vinte que o Braga. Sem derrotas.

A enorme distância pontual que mantemos face à equipa minhota - que sonha ser clube "grande", tarefa impossível com um presidente tão pequeno - só me faz rir. Porque bem recordo o que diziam os pseudo-catedráticos do esférico no início da época, apontando o Braga como "equipa sensação" do campeonato. Enquanto outros, já a meio da temporada, proclamavam que os encarnados do Minho praticavam "o melhor futebol" da Liga.

Esta gente nem se apercebe dos disparates que vai bolçando...

Doa a quem doer, custe a quem custar

Texto de Francisco Gonçalves

3-15.jpg

 

Do que gostei mais, no jogo de Vila de Conde, foi daquela lagrimazinha matreira e atrevida, no canto do olho do Rúben Amorim.

Aquela pequena porção de líquido lacrimejante é toda uma época que passa pela mente do treinador.

Desde a apreensão, e até desdém, de alguns adeptos, na sua contratação, até aos castigos, em catadupa, que vão sendo anunciados pelo Conselho de Disciplina.

Desde a eliminação da Liga Europa até ao penálti e à expulsão revertidos, em Alvalade, contra o FC Porto.

Desde as vitórias épicas, no ocaso dos jogos, até à forma como a equipa se ergueu, depois da eliminação na Taça de Portugal.

Desde os empates inusitados, até à resposta aos sempiternos cépticos.

Desde a comoção de ver aquela juventude irrequieta e irreverente até ao título que ainda não é nosso mas que vai ocupando o seu espaço, na sua mente.

O treinador do Sporting, Rúben Amorim, foi o autor do slogan – "onde vai um, vão todos" - que representa, promove e identifica o Sporting Clube de Portugal. Ontem [anteontem] aquela lagrimazinha foi a transformação, em imagem, da certeza de que onde vai um vão todos, doa a quem doer, custe a quem custar.

 

Texto do leitor Francisco Gonçalves, publicado originalmente aqui.

A voz do leitor

«Treinador e jogadores parecem bem compenetrados do que está em causa, pelo que temos de ter boa expectativas quanto à posição final do Sporting no desfecho deste campeonato. Mas cuidados e caldos de galinha nunca fizeram mal a ninguém. No fim, se houver glória, o mérito será evidentemente de quem estiver à frente do clube e da equipa. Os snipers continuam à espera de poder dar o tiro “no Varandas”, convencidos ainda que conseguirão apear o homem. Mas o homem, como já aqui várias vezes foi comentado, é tropa e está habituado a ração de combate.»

 

João Gil, neste texto do Luís Lisboa

Pódio: Paulinho, Coates, Palhinha

Por curiosidade, aqui fica a soma das classificações atribuídas à actuação dos nossos jogadores no Rio Ave-Sporting pelos três diários desportivos:

 

Paulinho: 20

Coates: 18

Palhinha: 18

Gonçalo Inácio: 17

Pedro Gonçalves: 16

Feddal: 16

Nuno Mendes: 16

João Mário: 15

Adán: 15

João Pereira: 15

Matheus Nunes: 15

Jovane: 13

Nuno Santos: 13

Daniel Bragança: 7

Neto: 6

 

Os três jornais elegeram Paulinho como melhor jogador em campo.

Benfica-Porto, hoje

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O mais prestigiado clube da cidade natal do meu pai e do meu avô paterno. Agremiação com grandes sucessos e capacidade mobilizadora daquelas gentes. Faço votos dos seus bons sucessos hoje diante dos sempre malvados. E que os sucessos sportinguistas não se alimentem de trambolhões alheios ou - muito menos - de quaisquer feitos dos arrebitados de Carnide.
Força Porto!!!

Quem joga até ao fim do campeonato?

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Até agora, Ruben Amorim utilizou, no campeonato português os guarda-redes Adán e Maximiano; os defesas centrais, Neto, Inácio, Coates, Feddal e Quaresma; os laterais, Porro, Pereira, Borja, Reis, Antunes e Mendes; os médios-centro, Palhinha, Essugo, Nunes, João Mário, Wendel e Bragança e os avançados Gonçalves, Santos, Jovane, Tabata, Tomás, Paulinho, Plata, Vietto e Sporar.

Que jogadores gostariam de ver serem lançados ainda esta época, para serem, provavelmente (mas ainda não é certo e todas as cautelas são poucas) campeões? Um terceiro guarda-redes como André Paulo? Um homem mais experiente e que já deu um contributo válido no passado como Luiz Phellype? Os mais experientes dos jovens como Diogo Brás, Bernardo Sousa, Tomás Silva, Elves Baldé ou Mitrovski)?

As minhas apostas seriam Bruno Paz, capitão dos B e promessa adiada pelas lesões; Flávio Nazinho, médio/extremo esquerdo que pode render Mendes num futuro próximo; Joelson Fernandes, próximo grande extremo da equipa e Rodrigo Fernandes, médio centro que não explodiu tão rápido como seria de prever, mas que vai a tempo de ser uma grande ajuda. Se não for pedir muito, ainda punha nas contas o Haaland de Alcochete (com as devidas distâncias), Nicolai Skoglund.

Quais seriam as vossas escolhas?

Custos da oportunidade

Não sei como é convosco, mas comigo têm sido meses angustiantes.

Mal o árbitro apita, o Sporting calminho e calculista começa a fazer a teia que impede que os outros marquem, que faz por controlar as operações e procura o golito da ordem. Durante o jogo, aquela hora e meia é como a entrevista de emprego decisiva, o médico que nos vai dizer se é grave ou não é, o ponteiro da gasolina no zero enquanto estamos no meio do Alentejo, a carta registada que chegou das Finanças. Todas semanas. Quanto anos de vida foram roubados ao Fernando Mendes, que rói as unhas em direito na CMTV e que vou sempre espreitar, assim que o árbitro apita para o fim?

Isto custa muito mais do que eu me recordava, quando o João Pinto cruzava e o Jardel a metia lá dentro ou até quando Acosta se impunha jogo sim, jogo não ou o André Cruz desenhava folhas secas. Havia ali personificações de vontade. Este ano, não é assim. Os heróis são escassos, um Jovane aqui, um Pote acolá, um Coates sempre de topo, mas com aparência calma e zen. A equipa vale por todos.

O bizarro é que, custando, em momento algum se duvida que acontecerá. Confiaria a minha vida aquela defesa, aqueles técnicos, à fome que mostramos naqueles últimos dez minutos e que nos tornam numa equipa imparável.

O Sporting 2020/2021, sem vedetas nem estrelas, é mesmo a prova de que onde vai um, vamos todos. Custa, mas vamos mesmo.  

Yin-yang

Para não vos tomar muito tempo, lembro-vos que o Sporting bateu, a época passada, todos os records negativos que havia para bater.

Como acontece nas organizações a sério, o responsável é o dirigente máximo.

Este ano a situação inverteu-se e todos nós, nem nos nossos sonhos mais optimistas, antevíamos uma época tão recheada de records, estes sim na verdadeira acepção da palavra. E ainda não acabou, todos esperamos; O título, que seria, sejamos honestos, não mais que um desejo de todos os anos, passou a estar à distância de quatro pontos, hoje. E perfeitamente ao alcance, que o foco, como se viu ontem depois do jogo, sem celebrações exageradas dos jogadores, continua o mesmo: Jogo-a-jogo, até alcançar mais um objectivo.

Como acontece nas organizações a sério, os responsáveis são os trabalhadores.

Ruben Amorim, um "puto" que dá lições de comunicação,  faz sempre questão de nos recordar isso a cada conferência de imprensa, a cada rescaldo de um jogo, a cada entrevista rápida e ainda que ontem o tivesse atraiçoado a "sinusite" e fosse questionado sobre si próprio, não deixou nunca de nos mostrar que a relação com os jogadores é magnífica e esse será talvez "o" segredo, a proximidade entre treinador e jogadores.

E deixar que cada macaco fique no seu galho.

É assim que deve funcionar.

Independentemente do mérito de cada um.

Que o há, claro!

Rescaldo do jogo de ontem

Gostei

 

Do triunfo tranquilo do Sporting em Vila do Conde. Pela segunda semana consecutiva, vencemos por 2-0. Domínio leonino absoluto na primeira parte, em que condicionámos toda a manobra do Rio Ave. A vantagem começou a ser construída aos 34', na conversão de uma grande penalidade (a nona de que beneficiámos nesta época), por Pedro Gonçalves, e ficou selada aos 63', quando Paulinho marcou um grande golo. Que só não fez levantar o estádio porque - apesar do desconfinamento geral - o público continua impedido de frequentar as bancadas.

 

Da nossa solidez defensiva. Não é por acaso que o Sporting mostra os melhores números nesta matéria de todos os campeonatos europeus: apenas 15 golos consentidos em 31 jogos, menos de meio golo por partida. Fora de casa, até agora, só sofremos seis. Uma vez mais, este desafio travado no estádio dos Arcos demonstrou a excelente organização da nossa equipa no plano defensivo, desta vez com um trio de centrais composto por Gonçalo Inácio (regresso em boa forma), Coates e Feddal. Com Neto a entrar aos 83', para ala direito, sem alterações no sistema táctico.

 

De Paulinho. Sem favor algum o melhor em campo. É ele que ganha o penálti aos 32', numa jogada de insistência em que fez embater a bola no braço de um defensor adversário (a falta foi assinalada pelo vídeo-árbitro Tiago Martins, que levou o árbitro Fábio Veríssimo a ver com atenção as imagens no monitor). E é ele a apontar o grande golo que ficou o 2-0 como resultado desta partida. Excelente disparo de meia distância, fortíssimo e muito bem colocado, fazendo jus à fama de artilheiro do jogador que veio do Braga. Foi o seu segundo vestido de verde e branco.

 

De Pedro Gonçalves. Irrequieto, sem posição definida, funcionou como abre-latas na muralha rioavista, articulando muitos lances com Paulinho, definindo linhas de passe. Sem nunca deixar de participar na manobra defensiva. Momento alto: chamado a converter o penálti, cumpriu a missão da melhor maneira, rematando sem hipóteses para o guarda-redes. Foi o seu 18.º golo deste campeonato - e o primeiro de penálti - que o recoloca no topo da lista dos artilheiros da Liga 2020/2021.

 

De Palhinha. Parece imune ao desgaste físico que começa a notar-se em certos jogadores. Varreu com mestria toda a zona do terreno que lhe estava confiada, desarticulando com desarmes cirúrgicos a construção ofensiva do Rio Ave. Excelente no desarme e nas recuperações, também se destacou nos passes longos. Podia ter marcado aos 87, num forte pontapé de recarga que saiu por cima.

 

Do regresso de João Pereira. Estreia a titular, nesta época, do veterano defesa leonino agora na terceira passagem pelo Sporting. Aos 37 anos, demonstra não ter perdido qualidades. Destacou-se num centro aos 13' que permitiu a Pedro Gonçalves recolher a bola junto à linha final do lado esquerdo. Entregou muito bem a Paulinho, aos 56'. Grande corte aos 69'. Manteve-se 83 minutos em campo. Missão cumprida.

 

De ver Rúben Amorim de volta ao banco. O Conselho de Disciplina fez tudo, uma vez mais, para afastar o nosso treinador. Mas o diligente departamento jurídico do Sporting trocou as voltas ao incompetente órgão ainda liderado pela deputada benfiquista Cláudia Santos, interpondo uma providência cautelar prontamente aceite pelo Tribunal Administrativo. E lá esteve o técnico, como lhe compete, a dirigir a equipa em directo, ao vivo e a cores. Também no capítulo jurídico vamos somando pontos. 

 

De termos garantido o acesso à Liga dos Campeões. Meta cumprida à 31.ªjornada, quando assegurámos também o segundo posto no campeonato. Regressamos à prova máxima do futebol europeu de que estávamos afastados desde a época 2017/2018. O que garante à SAD leonina cerca de 25 milhões de euros logo de início.

 

De ver mais um recorde batido. Trinta e uma jornadas consecutivas sem perder: acabamos de bater um máximo absoluto no futebol português. Rúben Amorim supera assim a fasquia de 30 jogos sem derrotas alcançada por quatro treinadores: dois do Benfica (Jimmy Hagan e John Mortimore) e dois do FC Porto (André Villas-Boas e Vítor Pereira). Mérito absoluto do nosso técnico, que devolveu a alegria e a esperança aos adeptos. Balanço da Liga até agora: 24 vitórias e sete empates. Nenhuma derrota.

 

De estarmos à beira de conquistar o título. Faltam-nos três partidas: contra Boavista, Benfica e Marítimo. Mas bastam quatro pontos para nos sagrarmos campeões nacionais de futebol. Uma vitória e um empate. Se o FC Porto perder hoje, no clássico da Luz, facilita-nos a tarefa. E se empatar contra o Farense, na próxima segunda-feira, podemos desde logo celebrar o título ainda antes do nosso confronto contra o Boavista.

 

Dos 79 pontos que já somámos. A fria linguagem dos números diz tudo sobre o desempenho do Sporting após 31 jornadas, quando só faltam três rondas para o campeonato chegar ao fim. Ainda podemos ultrapassar a melhor pontuação alcançada desde sempre pela nossa equipa - na Liga 2015/2016, quando somámos 86 pontos.

 

 

Não gostei

 

Dos golos falhados. Podíamos ter ampliado a vantagem pelo menos quatro vezes. Em duas ocasiões a bola foi aos ferros, por cabeceamentos de Coates aos 7' e Palhinha aos 15'. Aos 13', Nuno Santos disparou para as redes mas Kieszek defendeu muito bem. E Paulinho podia ter marcado aos 29'.

 

Da ausência de Porro. O internacional espanhol, por fadiga muscular, não pôde participar neste desafio. Mas João Pereira - jogador com mais 16 anos - cumpriu bem como seu substituto.

 

De ver quatro sportinguistas na equipa errada. Jogaram de verde e branco, mas as riscas são verticais. Quatro Leões que alinharam pelo Rio Ave: Fábio Coentrão (o melhor da equipa adversária), Francisco Geraldes, Gelson Dala e Carlos Mané.

"O caminho...

... faz-se caminhando", tenho repetido, apropriando-me de uma frase de Pedro Correia, ao longo destas jornadas.

Ontem alcançámos o primeiro objectivo, o apuramento directo para a fase de grupos da Liga dos Campeões.

 

 

Porém, há, ainda, mais caminho para precorrer!

O dia seguinte

Muitas vezes os bons desempenhos não correspondem a bons resultados, jogos houve onde o Sporting foi feliz no resultado para aquilo que conseguiu fazer, e outros, bem mais, onde fomos mesmo infelizes tendo em conta o que produzimos.

Mas ontem juntou-se "a fome à vontade de comer", tivemos uma das melhores senão a melhor exibição da época que conduziu a uma vitória tranquila, onde o resultado só pecou por escasso, o Rio Ave não teve uma única oportunidade de golo durante todo o encontro, o Sporting teve para além dos golos 2 bolas nos postes e mais algumas que só faltou sorte na conclusão.

E para que isso acontecesse e para além do grande desempenho de todos, os que entraram de início e os que vieram depois, houve uma peça que se revelou essencial no bom funcionamento da máquina 3-4-3, um avançado centro que tardava em demonstrar o seu valor e que ontem conquistou o penalti que deu o primeiro golo e marcou o segundo, a todos os títulos um golão. Paulinho mistura coisas de médio avançado com a de ponta de lança, nada egoista, defende, bascula e assiste, articula muito bem com o Pedro Gonçalves, e marca golos. Slimani era assim, Bas Dost era assado, Paulinho é outra coisa, e provou finalmente que era a peça que faltava nesta máquina concebida pelo Amorim.

E esta máquina para além de ser a melhor do campeonato português está na calha para ter sucesso também na Champions, uma equipa muito bem articulada no tal 3-4-3, um plantel que roda nas posições conhecendo bem o que tem de fazer em cada uma delas, um balneário coeso ancorado numa estrutura de capitães liderada por "El Patron" Coates. Claro que poderá sair um ou outro, mas alguns hão-de vir também, a estrutura está montada.

Tal como no Futsal, esta nova fórmula Sporting, um grande treinador, uma grande estrutura de capitães, um conjunto de miudos formados no clube "com a força toda", está a conduzir-nos às maiores vitórias, aos maiores sucessos. Nuno Mendes no futebol, Zicki Té no futsal, são os porta-bandeiras da nova geração. Simplesmente fantásticos.

E sendo assim... segue-se o Boavista. Mas antes disso temos mais logo... Será que mais logo os deuses me farão a vontade e a viúva vai mesmo para o frigorífico ?

#OndeVaiUmVãoTodos

PS: Por alguma desincronização da plataforma relativamente ao meu portátil, o post saiu com data diferente daquela que era suposto acontecer. Para todos os efeitos, considerem este meu post como de 6/5/2021.

SL

 

A cara deles

Conceição afinal vai estar no banco na Luz, Amorim poderá estar no banco em Vila do Conde. 
Os bandalhos do Conselho de Disciplina já se demitiram? Se não, é curioso saber com que cara  andam na rua, como conseguem enfrentar os filhos.

De pedra e cal - Talismãs (3)

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A equipa de hoje, trará boas memórias a maior número de Sportinguistas já que jogou em data mais recente. 

Da esquerda para a direita, a começar pela fila superior: 

Damas*, Inácio, Laranjeira**

J. Mendes, da Costa, Fraguito***Marinho ****

Nélson, Baltazar,***** Manuel Fernandes, Chico ******

Que as boas memórias evocadas possam contribuir para alegrar o dia de hoje, até à hora do jogo, e ajudar a acreditar que os três pontos serão nossos.

 

A imagem dos cromos foi gentilmente cedida por Manuel Parreira, a quem muito agradeço.

 

Edição às 21:17: inclusão do nome de Inácio

*Vídeo publicado a 13 de Setembro de 2015 no canal Youtube do Sporting Clube de Portugal.

**Vídeo publicado a 28 de Setembro de 2015 no canal Youtube do Sporting Clube de Portugal.

***Vídeo publicado a 8 de Setembro de 2015 no canal Youtube do Sporting Clube de Portugal.

****Vídeo publicado a 30 de Setembro de 2015 no canal Youtube do Sporting Clube de Portugal.

*****Vídeo publicado a 10 de Outubro de 2015 no canal Youtube do Sporting Clube de Portugal.

******Vídeo publicado a 9 de Maio de 2016 no canal Youtube do Sporting Memória.

Prognósticos antes do jogo

Jornada 31 da histórica Liga 2020/2021 - a primeira que decorreu sem público, com as claques mantidas à distância e o factor casa tornado irrelevante.

Se o Sporting vencer mais logo o Rio Ave, numa partida em Vila do Conde com início previsto para as 21.15, conquista o acesso directo à próxima Liga dos Campeões, garantindo o segundo lugar do campeonato. 

Venho pedir-vos prognósticos para este jogo.

A voz do leitor

«O Sporting continua sem peso nas costas a trilhar o seu caminho cada vez mais perto do almejado título de campeão nacional. A pressão dos nossos adversários não nos faz mossa, pois eles é que continuam a correr atrás do prejuízo, na expectativa de resolver in extremis com a mão invisível.»

 

Tiago Oliveira, neste meu texto

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