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És a nossa Fé!

Muita atenção a este senhor

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Qual o "cadastro" deste senhor vestido de azul, que apitará o clássico de sábado?

Enumero apenas três casos, um deles bem recente.

 

- Inventou um penálti contra nós num Sporting-Rio Ave (Setembro de 2019), validando um mergulho de Taremi - agora no FC Porto - sem sequer visualizar as imagens. Um jogo em que marcou três castigos máximos a favor dos visitantes, aos 4', 83' e 86'. Justificando a pergunta: algum árbitro português se atreveria a marcar três penáltis ao Benfica na Luz ou ao FC Porto no Dragão? Neste mesmo desafio, fez vista grossa a um derrube de Raphinha, empurrado pelas costas na grande área leonina: grande penalidade que ficou por assinalar.

 

- Expulsou Bolasie por um alegado estalo que nunca existiu, forçando a nossa equipa a jogar toda a segunda parte só com dez jogadores num Portimonense-Sporting para a Taça da Liga (Dezembro de 2019). Nesta mesma partida, fingiu não ter visto duas agressões à bofetada contra Coates e Bruno Fernandes ocorridas dentro da grande área da turma da casa.

 

- No Sporting-Braga deste campeonato (Janeiro de 2021), tendo à sua disposição - enquanto vídeo-árbitro - todos os ecrãs disponíveis na chamada "cidade do futebol", não viu um empurrão de Rolando a Feddal, uma mão na bola de Fransérgio e um derrube de Tiago Tomás, sem bola, na grande área braguista. Três penáltis que ficaram por assinalar - dois dos quais, o primeiro e o terceiro, sem qualquer margem para dúvida.

 

Chama-se João Pinheiro.

Um nome que já foi mencionado em abundantes notícias de jornais.

Um nome que convém não esquecer.

A voz do leitor

«Depois da destituição e expulsão de Bruno de Carvalho, muitos se sentiram órfãos e deixaram de pagar quotas (demonstrando assim que o seu amor era a Bruno de Carvalho e não ao Sporting) não se importando com o Clube, com os atletas, e com as modalidades. Se juntarmos a isso a guerra das claques a Varandas, em que muitos também deixaram de pagar quotas, quem se tramou com isso foram as modalidades e o Clube e não o futebol e a SAD. Quando o mar bate na rocha quem se lixa é o mexilhão, é um ditado antigo.»

 

JMA, neste texto do Filipe Moura

Os melhores prognósticos

Vamos lá então ao balanço dos prognósticos aqui feitos há uma semana para o Sporting-Portimonense. Como vem sendo hábito, não faltaram vários palpites que acertaram em cheio no resultado deste jogo, encerrado com a vitória leonina por 2-0. Golos de Feddal (em estreia a marcar de verde e branco) e Nuno Santos.

Quem venceu cá no blogue? Eis o quadro de honra, por ordem de alfabética: AHR, CAL, Carlos CorreiaCarlos DuarteDavid CraveiroEdmundo GonçalvesFernandoFernando AlbuquerqueFernando LuísJosé VieiraLeoa 6000Luís LisboaManuel ParreiraTiago Oliveira.

Quinze no total. Mas só dois prognósticos contaram realmente para o triunfo nesta ronda: os da minha colega CAL e do leitor Carlos Correia. Porque mencionaram Nuno Santos como marcador de um dos golos. Foi quanto bastou para subirem ambos ao pódio. E merecerem os meus parabéns.

Chama-se Vítor Ferreira

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Este senhor de azul apitou o Marítimo-FC Porto.

O senhor que validou um golo dos portistas, aos 14', iniciado com a marcação irregular de um livre. Um golo ilegal, portanto.

O senhor que fez vista grossa a um pisão de Corona, aos 17', poupando-lhe um quinto cartão amarelo que impediria o mexicano de alinhar no clássico contra o Sporting.

O senhor que fingiu não ver duas agressões de Manafá, aos 33' e aos 41', isentando o defesa do FCP do merecido cartão vermelho que o afastaria do Dragão no próximo sábado.

Fixemos-lhe o nome: Vítor Ferreira. Convém não esquecer.

A voz do leitor

«Dá um gosto enorme ver estes rapazes jogarem. É um verdadeiro entretenimento, há individualidades de facto mas o que mais se salienta é o espírito de grupo e o espírito de equipa. Ainda por cima jogam motivados e felizes, festejam juntos e sofrem juntos, Agrada-me ver que Rúben Amorim tem conseguido construir uma verdadeira equipa de homens e jovens.»

 

Fernando, neste texto do Luís Lisboa

Sábado quero ganhar com Ajuda

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Mais vale prevenir que remediar.

Eu estou prevenido, já desenvolvo este tema, antes vou contar uma pequena história, uma história familiar.

Minha avó materna ficou viúva com trinta e poucos anos, com dois filhos e uma filha para criar.

Tudo se cria, é verdade, naquele tempo, anos 40, 50, era mais difícil, tínhamos algumas propriedades e uma taberna da família.

A taberna nunca a conheci, parece que tinha bom vinho, naquele tempo o vinho ajudava ao trabalho.

Os trabalhadores rurais bebiam, eram contratados e a jorna dependia de uma simples pergunta:

"Com vinho ou sem vinho?"

Sem vinho ganhavam mais.

Trabalhariam mais, trabalhariam melhor, trabalhariam com mais alegria?

"In vino veritas".

Pela minha parte, dada a dificuldade pandémica, abasteci-me com três garrafas, uma para cada parte do jogo e uma suplente (pode haver uma lesão ou um castigo de última hora).

Há leitores a pensar; "três litros de vinho para ver um jogo de futebol?" lá está, estas garrafitas só têm 0.75 l, logo são, apenas, 1.50 l de vinho, o que é isso para um homem de trabalho ? (o Edmundo Gonçalves que é especialista nesta área que responda).

A introdução vai longa, atentemos à imagem: "deve ser servido à temperatura de 14 graus" é isto, sábado, 13 que na prática serão 14.

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Sábado, todas as ajudas serão poucas.

Nós, sportiguistas, temos de estar unidos, os jogadores, no campo, sócios/adeptos fora do campo.

Todos juntos seremos poucos a ajudar.

Outros terão ajudas dentro do campo, nós temos de estar unidos cá fora, ajudarmo-nos, ajudarmos a equipa a atravessar o Douro com mais um triunfo na bagagem.

 

Nota: Este conteúdo não foi patrocinado (infelizmente) por marcas de vinhos nem por "claques" (felizmente).

Um ano depois

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Fez ontem um ano, assisti ao meu penúltimo jogo no Estádio José Alvalade. Foi o Sporting-Boavista, última partida liderada por Silas como treinador principal em nossa casa. Vencemos os axadrezados por 2-0, com golos de Sporar e Plata. À época, ainda admitíamos que o esloveno pudesse tornar-se goleador da equipa. Além dos já mencionados, os melhores em campo foram Vietto e Battaglia.

No fim do jogo, como de costume, fomos mastigar bifanas e empinar imperiais nas rulotes situadas no topo norte do Campo Grande. Lá estive, com dois colegas de blogue: o José Navarro de Andrade e o João Távora. Moderadamente satisfeitos pela vitória, mas sem ilusões quanto às possibilidades de êxito final da nossa equipa nesse campeonato 2019/2020. Seguíamos no quarto lugar, com menos 18 pontos que o Benfica, menos 17 que o FC Porto e menos um que o Braga. E víamos o Rio Ave três pontos mais abaixo.

Parece ter sido há imenso tempo. Entretanto chegou um novo treinador vindo do Minho, instalou-se a pandemia com o seu estendal de vítimas, deixámos de ir ao estádio, o plantel leonino foi profundamente alterado e o Sporting lidera o campeonato com larga vantagem sobre os rivais, agora em crise.

Só passou um ano. Tanta coisa aconteceu de então para cá.

Quebra do duopólio

Um genuíno adepto de futebol, mesmo não sendo sportinguista, só pode encarar com optimismo e satisfação esta quebra do duopólio SLB/FCP por parte do Sporting. Praticando bom futebol, com um dos melhores desempenhos defensivos das principais ligas europeias e a maior diferença pontual numa década para o segundo classificado à 20.ª jornada. Proeza alcançada por um plantel com dois terços de portugueses e numa época em que Rúben Amorim já apostou em 11 jogadores da formação em todas as provas.

São óptimas notícias para o Sporting, claro. Mas são também excelentes notícias para o futebol português.

A voz do leitor

«Como se subverte a verdade desportiva, Manafá e Corona jogam contra o Sporting. Depois de várias semanas a marinar, é imediatamente antes do jogo contra o Porto que o TAD vai decidir. Tendo em conta todos estes factos, e até o facto inédito de o Benfica nem um penálti ter a seu favor até agora, e nem sequer estrebuchar (estarão mais preocupados com quê?) enquanto uma equipa tem marcados a seu favor mais penáltis que Sporting Benfica e Braga juntos, isto pode querer dizer que o Sistema, neste momento, tem um só mandante?»

 

JMA, neste meu texto

Nas Antas além de correr há que se fiar na Virgem

O andor já vai no adro aos ombros dos mandachuvas, estalam foguetes em todos os céus, “Basta! Basta!” vocifera o nacional-comentariat em coro, há que pôr fim a esta anomalia do Sporting, a lógica e o bom-senso têm de ser repostos. A todos parece evidente, se o Porto ganhar, augura-se que por muitos, que de Sábado até ao título é uma auto-estrada em via azul, pois ao Sporting hão-de mandá-lo parar nas portagens. É ponto assente.

Está a ser assim esta semana. Talvez nunca se haja assistido a tanta e tão ardorosa esperança num volte-face entre equipas distanciadas por 10 pontos. Tudo isso cheira a esturro e não é da pólvora dos foguetes.

Razões para se ficar de sobreaviso encontram-se na história. Tem sido nas Antas que se perpetraram as mais vis, descaradas e desdenhosas velhacarias contra o Sporting.

Em 1975 numa noite de nevoeiro foi um golo metido na baliza pelo apanha-bolas validado por um Alder Dante que levado à trela por António Garrido servia sem rebuço o seu dono.

Na temporada 98/99 um massacre de faltas e faltinhas a meio-campo cortou rente qualquer jogada do Sporting com mais de 2 passes. Marcados à la carte onde lhe dava mais jeito, Doriva disparou 3 tiros de bola parada. O milagre da noite foi Simão Sabrosa ter sobrevivido aos espancamentos de Paulinho Santos e Jorge Costa. A 5 minutos do fim sofreu com impunidade um penalty do tamanho de um mamute que poderia dar o empate. Vitor Pereira, declarado sportinguista até ao dia em que o Sporting não alinhou nas suas moscambilhas, exibiu com incomparável galhardia todo o seu rancor. Foi tal o esbulho que até o plácido Mirko Jozic perdeu a fleuma e no fim da época não quis mais trabalhar em campeonato tão infame.

Em 2001/2002 atingiu-se o apogeu. Apanhando o Sporting à frente do marcador o criminoso Martins dos Santos, que em 2011 viria a ser condenado por corrupção sem o menor remorso, foi expulsando sucessivamente Paulo Bento, Pedro Barbosa e Jardel, até o Porto empatar. Com oito em campo o Sporting resistiu mais 7 minutos 7! para lá da hora, mas nem assim o Porto venceu.

Dado este sinistro historial e o que tanta trombeta e movimentação parecem augurar só peço como resultado de Sábado:

Que nenhum jogador do Sporting acabe no hospital sobretudo por obra de algum coice daquele que distribui pancada como um sicário do cartel de Sinaloa, como se viu contra o Marítimo, e já em Alvalade virou Nuno Mendes do avesso e ainda se fez de vítima.

Que na ressaca do desafio a equipa, por ser jovem, não decaia em estados de alma, perplexidades e dúvidas morais caso seja martirizada com uma arbitragem de encomenda. 

Se é jogo a jogo, então este é apenas mais um.

Ryan Gold

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Se virmos bem, muito poucos jovens formados ou acabados de formar em Alcochete conseguem algum dia entrar em campo integrados na primeira equipa do Sporting. Nem o Sporting nem equipa nenhuma ao seu nível de exigência se pode dar ao luxo de ter um plantel completamente assente na formação, e mesmo uma quota de 50% como a actual implica já um grande risco. Para alguns lá poderem chegar e ficar outros terão forçosamente de ir à sua vida noutros locais.

Já aqui tive a oportunidade de demonstrar que existia de facto um gap da formação quando Frederico Varandas chegou à presidência, agravado pelas saídas de Podence, Gelson Martins, Rafael Leão e Demiral. Havia talento nos ainda juniores e juvenis e nos mais velhos que tardavam em se impor, e a decisão tomada, tendo em conta as pressões dos jogadores, empresários, etc, foi de alguma forma deixar sair os mais velhos e apostar nos mais novos. E assim saíram jogadores como Matheus Pereira, Domingos Duarte, Gelson Dala, Ivanildo Fernandes, Mama Baldé, Ryan Gauld, Francisco Geraldes e Rafael Barbosa, libertando espaço para Tiago Tomás, Quaresma, Inácio, Matheus Nunes,  Nuno Mendes, Pedro Marques, Plata e Camacho. E por pouco não saiu também Palhinha. Ainda bem que os interesses dum lado e doutro convergiram e Palhinha ficou. Ainda bem mesmo.

Mas quantos dos que saíram por venda ou empréstimo poderiam regressar amanhã e serem mais-valias para o plantel actual, e muito particularmente na necessária preparação da próxima época, com a provável participação na Champions e a ocorrência duma ou outra venda em virtude de proposta irrecusável?

Francamente, muito poucos ou quase nenhuns, e aquele que vejo com melhores condições para isso é Ryan Gauld. 

 

O rapaz chega ao Sporting com 18 anos em 2014 proveniente do Dundee United, depois de ser considerado o melhor jogador jovem do campeonato escocês, já com a alcunha de "mini Messi", tendo passado os dois anos seguintes a integrar o meio-campo da equipa B, mais ou menos na posição que tinha ocupado João Mário anos antes. O passo seguinte foi também o deste, o empréstimo ao Vitória de Setubal, onde apanhou um José Couceiro que logo lhe deu um papel de destaque. Mas enquanto João Mário cumpriu tranquilamente a meia-época de empréstimo (recordo-me dum Setúbal 2 -Sporting 2 - que vi ao vivo no Bonfim, em 9 de Março de 2014 - onde nos complicou grandemente a vida), já o pobre escocês, depois dum Setúbal 0 - Sporting 1 para a Taça (14/12/2016) onde Ryan também nos complicou a vida, levou com uma birrice estúpida do ex-presidente, a que se seguiu a costumeira teimosia do Jorge “têm de nascer dez vezes” Jesus. O resultado foi uma evolução interrompida e meia-época sem jogar

Seguiu-se em 2017/2018 um empréstimo a uma equipa complicada, o Aves. As lesões também não ajudaram, e foi uma época perdida. Nem me recordo se foi suplente naquele dia negro para nós no Jamor. No início da época seguinte, penso que ainda com Cintra e Peseiro, tem guia de marcha para o Farense, onde André Geraldes fora recompor a sua vida e a sua carreira pós Alcochete/Cashball. As coisas começam por não lhes correr bem: passa alguns meses no Hibernian e volta ao Farense já por venda com contrato de dois anos. E se no ano passado foi determinante na subida de divisão, já esta época tem sido de longe o melhor jogador daquela equipa e um dos melhores centro-campistas da 1.ª Liga.

Está com 25 anos. É uns meses mais novo que Palhinha.

 

O Farense-Benfica de anteontem, ou o Farense-Porto de algumas semanas atrás, mostraram bem o que Ryan Gauld tem para oferecer: raça, intensidade, intuição, um pé esquerdo com olhos, remate pronto e colocado. Contra o Porto recordo-me até de, quase nos 90 minutos, no seguimento dum livre atacante junto à área do Porto ter corrido o campo todo para cortar no último momento um golo certo na grande área do Farense. No modelo de Amorim pode ocupar as posições de Pedro Gonçalves ou João Mário, dando coisas diferentes ao jogo de qualquer deles. Se algum sair, está ali a solução para concorrer com Matheus Nunes e Bragança, também eles com muitas qualidades, para uma época que poderá ser mais exigente a todos os níveis.

Porque é que Ryan Gauld, um rapaz descrito aqui pelo Pedro Azevedo, grande fã como eu do Ryan e do Matheus Nunes, a quem aproveito para enviar um abraço, rapaz esse de quem nunca se ouviu um queixume sobre o que se passou e sempre falou bem do Sporting, não pode voltar para a casa dele e de todos nós?

Volta Ryan Gold, perdão Gauld! Presidente, Hugo Viana, Rúben Amorim, tragam lá o rapaz, que os Sportinguistas agradecem.

#SavingPrivateRyan (como dizia na altura o Pedro Azevedo)

#OndeVaiUmVãoTodos

SL

Por sorte, são apenas três pontos

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São apenas três pontos, os que iremos disputar no próximo sábado no Porto.

Quer isto dizer que se o jogo nos correr mal, apesar de tudo só perderemos três pontos.

Não haverá penalti que marquem a favor deles que dê mais do que isso. E como sabemos que para o lado deles os penaltis caem que nem figos maduros, com estrondo; À pála deles, dos penaltis, têm pelo menos 16 pontos a mais no seu pecúlio, conforme podem ver na imagem que o Ricardo Roque desencantou não sei onde e que demonstra bem a importância dos penaltis para o lugar que ocupam na classificação. E isto chorando baba e ranho de que têm sido prejudicados. Olha, se têm sido beneficiados, onde é que já não iriam. Vai daí até teriam mais pontos do que os vinte jogos disputados dariam...

Atrevendo-me a meter foice em seara alheia, eu aconselharia Amorim a dar gás ao meu amigo Jorge Vital para que o Adán não fizesse mais nada até sexta à noite que não treinar a defesa de penaltis.

Porque, como diz o povo, só se for à falsa fé, porque cara-a-cara, não têm jogo para nós. E se não ficaram ontem a 12, ficarão a 13! Ou a 10, ou a 7. Estarão longe, de qualquer forma. Só dependerá da banca dos chocolates e da fruta.

E nós dependemos apenas de nós próprios, trilhando o nosso caminho, step by step...

Saudades suas, Jérémy

"Eu preciso de afeto e no Sporting tive-o, incentivavam-me, mas no Barcelona nada. Por exemplo, num jogo contra o Málaga cometi um erro, ninguém me disse nada no dia seguinte, nada, nem uma frase", acrescenta o antigo defesa do Sporting.  Jérémy Mathieu, entrevista à rádio RAC1

 

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Imagem: retirada da internet

O Santo Graal ignorado: a forma como nos fazem sentir. A base a partir da qual tudo se constrói. 

Terei sempre saudades suas, Monsieur Mathieu.

Toma lá mais um penálti, Sérgio

Numa competição muito particular, que domina com larga vantagem, o FC Porto promete ser campeão este ano: nos penáltis que vai tendo a seu favor.

Ontem caiu-lhe mais um no colo, com precisão horária, ao cair do minuto 90: só assim a turma treinada por Sérgio Conceição conseguiu desatar o empate (1-1) que persistia em casa do Marítimo, último classificado da Liga 2020/2021.

Por mera coincidência, a falta grosseira na grande área maritimista que gerou o castigo máximo foi cometida por Rúben Macedo. Um jogador que fez toda a sua formação no FCP.

 

Basta comparar: a equipa portista beneficiou de 12 grandes penalidades em 20 jornadas. O dobro da que segue em segundo lugar nesta tabela estatística.

Caso para emoldurarem este "troféu". E para o colocarem em lugar de destaque lá no museu do Dragão. Talvez assim ponham fim à lamúria: já ninguém aguenta ouvi-los chorar contra os árbitros que os "prejudicam".

 

ADENDA: Ontem, aos 17', Corona foi poupado a um cartão amarelo - que seria o quinto e o impediria de defrontar o Sporting no Dragão. Aos 33', Manafá comete clara agressão, que fica impune: o vermelho manteve-se bem guardado no bolso do benevolente árbitro Vítor Ferreira.

O nosso menino

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Assinalado com a bolinha vermelha está Conceição, Francisco Conceição.

Está a violar a área?

Está.

O "penalty" deveria ter sido repetido?

Devia.

As imagens são claras?

São.

Como é que os quatro árbitros no campo e os dois do VAR não conseguiram ver a ilegalidade, não sei, provavelmente, da mesma forma que não viram o pisão de Tecatito Corona, ver, viram; não quiseram ver.

(O título do "post" é o nosso menino, pois a formação de Francisco foi feita no Sporting, vi-o jogar com onze, doze anos no torneio da Pontinha, já nessa altura se adivinhava o grande jogador que é)

2020/2021: os marcadores dos nossos golos

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Pedro Gonçalves 14 (Santa Clara, Santa Clara, Gil Vicente, Tondela, Tondela, V. Guimarães, V. Guimarães, Moreirense, Moreirense, Famalicão, Braga, Rio Ave, Marítimo, Marítimo)

Nuno Santos 7 (Portimonense, FC Porto, V. Guimarães, Sacavenense, Nacional, Boavista, Portimonense)

Jovane 6 (Paços de Ferreira, V. Guimarães, Sacavenense, Nacional, FC Porto, FC Porto)

Tiago Tomás 5 (Aberdeen, Lask Linz, Gil Vicente, Paços de Ferreira, Belenenses SAD)

Coates 5 (Paços de Ferreira, Sacavenense, Sacavenense, Gil Vicente, Gil Vicente)

Porro 4 (Tondela, Famalicão, Braga, Boavista)

Sporar 4 (Gil Vicente, Tondela, Mafra, Farense)

Tabata 2 (Paços de Ferreira, Mafra)

Matheus Nunes 2 (Braga, Benfica)

Palhinha 2 (Paços de Ferreira, Paços de Ferreira)

João Mário 2 (Belenenses SAD, Paços de Ferreira)

Pedro Marques 2 (Sacavenense, Sacavenense)

Nuno Mendes 1 (Portimonense)

Gonçalo Inácio 1 (Sacavenense)

Feddal 1 (Portimonense)

Vietto 1 (FC Porto)

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