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És a nossa Fé!

2020 em balanço (5)

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 DECEPÇÃO DO ANO: VIETTO

Há jogadores assim. Costumo chamar-lhes os jogadores do quase. Porque quase conseguem ser influentes, quase conseguem ser decisivos, quase conseguem protagonizar grandes exibições, quase conseguem empolgar a massa adepta.

Luciano Vietto é um desses jogadores. Chegou contratado por bom preço (7,5 milhões de euros ao Atlético de Madrid), bom currículo e até uma fugaz passagem pela selecção argentina. Na época passada teve papel determinante em jogos contra o V. Guimarães, o Belenenses SAD e o Basaksehir (Liga Europa), por exemplo. Após o primeiro daqueles encontros, em que o médio criativo fez a assistência para dois golos, cheguei a questionar aqui se estaria encontrado o eventual substituto de Bruno Fernandes no onze titular leonino. 

Pura ilusão: Vietto prometeu muito e ofereceu pouco. Em momentos decisivos dos jogos, apagava-se: parecia não estar ali. Como ao minuto 26 do Sporting-Lask Linz (1 de Outubro), quando falhou excelente ocasião para marcar, num frente-a-frente com o guardião austríaco.

Dava a sensação de se pôr demasiadas vezes fora de posição. Fugia do choque. Lesionava-se com frequência. Pior que tudo: denotava fragilidades de ordem física e uma certa intranquilidade emocional que por vezes pareciam perturbá-lo perto da linha de golo. Mesmo assim, em 2019/2020 marcou oito. O melhor dessa triste época foi dele, em nossa casa, aos de Belém. Já esta temporada, marcou ao FC Porto, em partida que terminou empatada (2-2) mas que merecíamos ter vencido. 

Soube-nos sempre a pouco. Rúben Amorim deve ter sentido o mesmo quando chegou ao Sporting. Daí ter dado luz verde à transferência do argentino, por 7 milhões de euros (divididos a meias entre o nosso clube e os madrilenos), em 24 de Outubro, para o Al-Hilal. Onde o seu desempenho, sem surpresa, está a ser decepcionante.

Ficará para sempre a sensação de que podia ter sido craque entre nós. Mas não foi. Limitou-se a ser um jogador quase. Mais um, entre tantos que passaram por Alvalade.

 

Decepção do ano em 2012: Elias

Decepção do ano em 2013: Bruma

Decepção do ano em 2014: Eric Dier

Decepção do ano em 2015: Carrillo

Decepção do ano em 2016: Elias

  Decepção do ano em 2017: Alan Ruiz

Decepção do ano em 2018: Rafael Leão

Decepção do ano em 2019: Miguel Luís

Parecem hibernados

Quando perdemos com o Lask (única derrota até agora nesta temporada), as caixas de comentários  deste blogue, e as redes sociais em geral, encheram-se de "adeptos" anónimos, indignadíssimos, a rasgar as vestes e a reclamar eleições no SCP para a manhã seguinte.

Estes letais, desde então, meteram a viola no saco: andam desaparecidos, em silêncio total. Parecem hibernados.

Mas eles voltarão - tão certo como a noite suceder ao dia - logo após a próxima derrota do Sporting.

Entre os mais comentados

Nos  23 destaques  feitos pelo Sapo em Dezembro para assinalar os dez blogues mais comentados nesta plataforma ao longo do mês, És a Nossa Fé recebeu 23 menções. Alcançando assim o pleno, pelo 19.º mês consecutivo.

Além disso, figurámos também  21 vezes no pódio  dos mais comentados - com treze "medalhas de ouro", três de "prata" e cinco de "bronze".

Fomos primeiros, portanto, em 56,5% dos dias que estiveram sob escrutínio.

 

Recorde-se que os textos publicados ao fim de semana são agregados aos de sexta-feira para este efeito, o que leva o número de destaques a ser inferior ao número de dias.

 

Os 23 textos foram estes, por ordem cronológica:

 

Do Sporting real e do Sporting virtual (48 comentários, terceiro mais comentado do dia)

Sporar deve encostar? (40 comentários, o mais comentado do dia) 

Apregoar mentiras  por verdades (48 comentários, o mais comentado do dia) 

gap na formação (58 comentários, o mais comentado do dia)

Luís Godinho (96 comentários, o mais comentado do fim de semana)

«Não deixaram o Sporting ganhar o jogo» (98 comentários, o mais comentado do dia) 

A honra perdida do senhor Godinho (84 comentários, o mais comentado do dia)  

Unanimidade? Qual unanimidade? (50 comentários, segundo mais comentado do dia) 

Abram  os olhos (34 comentários, o mais comentado do dia)

Quente & frio (82 comentários, o mais comentado do fim de semana) 

Maradona e Cristiano Ronaldo (134 comentários, o mais comentado do dia)

Um nacionalismo às avessas (80 comentários, segundo mais comentado do dia)  

Aposta ganha (29 comentários, terceiro mais comentado do dia) 

Prognósticos antes do jogo (70 comentários, o mais comentado do dia) 

Rescaldo do jogo de ontem (66 comentários, o mais comentado do fim de semana) 

Um milagre de Natal (30 comentários) 

Elogio do Canal 11 (38 comentários, terceiro mais comentado do dia) 

Natal 2020 (40 comentários, segundo mais comentado do dia) 

Quem são os novos cinco violinos? (26 comentários, terceiro mais comentado do dia) 

Prognósticos antes do jogo (54 comentários, o mais comentado do fim de semana)

Dois meses alucinantes (54 comentários, o mais comentado do dia) 

A arbitragem sonha, a obra nasce (24 comentários)

Levados ao colo (26 comentários, terceiro mais comentado do dia)

 

Com um total de 1306 comentários nestes postais. Do Luís Lisboa, do Edmundo Gonçalves, do Paulo Guilherme Figueiredo, do Pedro Oliveira e de mim próprio.

Fica o agradecimento a quem nos dá a honra de visitar e comentar. E, naturalmente, também aos responsáveis do Sapo por esta iniciativa.

O campo está cada vez mais inclinado

Texto de Ulisses Oliveira

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Em relação ao colinho, esta jornada [que passou] é uma imagem clara do que nos espera e dos interesses que estão instalados.

 

Benfica vs Portimonense: além do penalty [por assinalar contra o SLB], há a registar a ilegalidade do primeiro golo (precedido de falta evidente no momento de recuperação de bola, o jogador do SLB nem sequer chega a tocar na bola, apenas no adversário). Assinale-se que esse primeiro golo teve importância no desenrolar do jogo. Vemos um Benfica muito intranquilo: caso não marcassem cedo, a tremedeira poderia instalar-se e sabe-se lá o que iria acontecer. Mesmo com 2-0, na 2.ª parte jogaram com medo.

 

Guimarães vs Porto: já com o Guimarães em vantagem e numa fase adiantada da primeira parte, é perdoado, de forma escandalosa, um segundo cartão amarelo a um jogador do Porto. Caso a lei tivesse sido cumprida, tenho sérias dúvidas da capacidade em reagir [do FCP], pelo menos da forma que o fizeram com 11 em campo. Aliás, o próprio treinador do Porto retirou esse jogador à pressa, percebendo que lhe tinha sido perdoado o cartão. De notar que temos visto os nossos jogadores serem castigados consecutivamente por faltas muito menos evidentes.

 

B-SAD vs Sporting: penalty mal assinalado contra nós que poderia ter mudado o rumo do jogo (felizmente não aconteceu), além de um critério sempre inclinado.

 

Analisando só esta jornada, vemos que os outros são facilmente e descaradamente empurrados para cima e nós somos facilmente e descaradamente empurrados para baixo.

Se puxássemos o filme mais atrás facilmente encontraríamos outros exemplos (vide Famalicão...). Mais do que somente aos lances capitais, assistimos a diferenças gritantes de critério ao longo de cada jogo. Uma largueza e um à-vontade para com os rivais e um excesso de rigor, polvilhado de erros graves e cirúrgicos, para connosco.

Isto não é nenhum choradinho… infelizmente, é a realidade.

 

Não queremos ter vitórias arranjadas, como as dos outros.

Mas também não queremos que nos dificultem o caminho.

A equipa é jovem, falta-lhe ainda alguma experiência e não aguentará muito tempo se continuarmos neste registo – limpinho, limpinho – que é a triste imagem do futebol português.

 

Texto do leitor Ulisses Oliveira, publicado originalmente aqui.

A voz do leitor

«Os episódios de arbitragem dos jogos do Benfica e do Porto em Guimarães fazem-me recordar as décadas de 80 e 90, com empurrões cirúrgicos das arbitragens a esses clubes. Nos anos 80 escrevi que o Porto era um motor V8 que custava a pegar, com a ajuda da arbitragem conseguia pegar no início de muitas épocas, depois embalava e era o que se via. Em Guimarães, poupado à expulsão de um jogador aos 36 minutos, lá embalou para a vitória. A história repete-se, não se iludam, não há mercado para três, e nesse caso, o SCP vai ser atacado pelo sistema.»

 

Francisco Martins, neste meu texto

2020 em balanço (4)

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CONFIRMAÇÃO DO ANO: PALHINHA

Em boa hora ele se fixou em Alvalade, o que até esteve para não acontecer: ia a preparação da nova época muito adiantada e nós, adeptos, víamos com indignação o melhor médio defensivo que actua no futebol português a treinar à parte, longe dos companheiros. Dizia-se que a SAD queria ganhar uns cobres com ele, despachando-o para a Rússia ou transferindo-o para Inglaterra.

Caso um destes cenários se confirmasse, seria um acto de péssima gestão e de lesa-Sporting. Porque João Maria Lobo Alves Palhinha Gonçalves é fundamental nesta equipa leonina da época 2020/2021. E estaria certamente nos planos do treinador Rúben Amorim, que já trabalhara com ele no Braga entre Dezembro e Março - com proveito para ambos e sucesso para a equipa minhota, vencedora de uma Taça da Liga.

 

Nesse contexto, à medida que se avolumavam os rumores sobre a sua iminente saída, escrevi aqui a 28 de Julho: «Palhinha - que fez duas épocas de alto nível no Braga, como emprestado - preenche uma das mais gritantes lacunas do actual onze titular: a de médio defensivo posicional. Despachá-lo já constitui um duplo risco: prescindimos de mais um profissional formado na Academia de Alcochete e continuamos a precisar com urgência de alguém para aquela posição, que pode vir a ser preenchida por outro perna-de-pau importado (lembremos os maus precedentes de Idrissa e Eduardo).» 

E voltei ao tema a 2 de Setembro, perplexo perante a opção que continuava a desenhar-se, com ecos diários na comunicação social: «Para quê dispensar um jogador que mantém ligação contratual com o Sporting até 2023 se logo a seguir, para compensar esta saída, teremos de ir a correr arranjar alguém para o mesmo lugar? Tudo isto até pode ter lógica, mas eu não a descortino. Agradeço desde já a quem souber esclarecer-me.»

 

Felizmente as críticas foram ouvidas. Felizmente Amorim fez prevalecer a sua posição, reivindicando para o onze titular este médio de 25 anos formado em Alcochete e que andou demasido tempo a exibir talento longe do Sporting, de empréstimo em empréstimo, ao serviço do Moreirense, do Belenenses e da turma bracarense. Como era fácil prever, ele agarrou a posição e já não a largou. Tem sido peça fundamental na dinâmica leonina, preenchendo um lugar que permanecia sem titular à altura desde a saída de William Carvalho.

Se o Sporting segue em primeiro no campeonato, com 29 pontos conquistados em 11 jornadas, muito a ele se deve. Porque Palhinha assegura consistência defensiva, acrescenta robustez física ao meio-campo e protagoniza o transporte ofensivo com critério e classe. É o rei das recuperações, é o campeão dos desarmes. Um elemento nuclear.

Em boa hora o filho pródigo regressou à casa que o formou. Em boa hora a SAD reconsiderou na decisão de o dispensar. Agora espero que já não tarde o ansiado regresso do público aos estádios. Para podermos enfim ovacionar João Palhinha ao vivo, como ele tanto merece. Já vai sendo tempo de escutar os nossos aplausos.

 

 

Confirmação do ano em 2012: André Martins

Confirmação do ano em 2013: Adrien

Confirmação do ano em 2014: João Mário

Confirmação do ano em 2015: Paulo Oliveira

Confirmação do ano em 2016: Gelson Martins

Confirmação do ano em 2017: Podence

Confirmação do ano em 2018: Bruno Fernandes

Confirmação do ano em 2019: Luís Maximiano

Conselho de Disciplina da FPF volta a abrir guerra ao Sporting e sem apresentar motivo

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O Conselho de Disciplina da Federação Portuguesa de Futebol instaurou um processo disciplinar ao Sporting, ao seu treinador principal, Rúben Amorim, e ao adjunto, Emanuel Ferro na sequência do jogo contra o BSAD.

Até aqui nada de novo, basta alguém do Sporting respirar sem autorização para que o CD da FPF mostre todo o seu autoritarismo e falta de isenção. Mas, desta vez, o CD foi mais além e nem sequer apresentou motivo para a abertura do processo aos três alvos (Sporting, Rúben Amorim e Emanuel Ferro).

É cada vez mais notória a tentativa de inclinação do campo por parte da instituição gerida por Tiago Craveiro com o auxílio de Luís Sobral, dois conhecidos anti-Sportinguistas. Não nos esqueçamos que Tiago Craveiro aparece várias vezes a trocar e-mails com Luís Filipe Vieira, inclusivamente a perguntar se pode facultar bilhetes, como publicou a seu tempo o blog Mister do Café neste post.

Até quando vamos ter que jogar num campo tão inclinado?

2021, ano de estrebuchar

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Em 2021 o Sporting tem de estrebuchar, a melhor equipa, o futebol com melhor nota artística, o futebol mais consistente, mais objectivo, mais concretizador, a equipa com mais golos marcados e com menos golos sofridos, não será suficiente para vencermos, para alcançarmos a glória.

A fotografia que ilustra este texto foi obtida na Calçada da Glória em 2005.

Ano de triste memória, ano em que Veiga e Vieira fizeram do Benfica campeão, ano em que o treinador bateu com a porta e disse que era uma vergonha vencer assim: "sou italiano mas comparado com isto a máfia é uma brincadeira de crianças, mamma mia" terão sido as suas (dele) palavras.

A Calçada da Glória fica, relativamente, perto da nossa primeira sede, do outro lado da Avenida da Liberdade e muito perto de outro edifício onde estivemos sedeados, o Palácio Foz.

Assim, como quem não está anestesiado, estrebucha, por muitas vacinas que o sistema nos queira dar, estejamos atentos, com esforço, dedicação e devoção caminhemos no passadiço da glória, estrebuchemos mas que no final alcancemos a foz do triunfo, do triunfo transparente, inequívoco, conquistado em campo, e que o nosso treinador no final da época não tenha vergonha de ser campeão.

Banditismo institucional

Ficou conhecido como o Massacre de São Bartolomeu. Durante a noite os sicários do Duque de Guise assassinaram dezenas, talvez centenas, de huguenotes que tinham vindo a Paris para assistirem ao casamento do seu príncipe. Reza a lenda que um dos matadores hesitou ao ver mulheres e crianças, mas foi-lhe ordenado: "mata todos, Deus acolherá os inocentes." 
O Conselho de Disciplina decidiu levantar um processo a Rúben Amorim e ao Sporting  no seguimento do jogo contra o B-coiso. Acusados de quê? Não diz. "Processa-os, depois logo se vê porquê." Isto é puro banditismo e o descaramento com que é praticado demonstra que os canalhas sabem-se imunizados pela toga. 

Amanhã à noite em Alvalade

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O primeiro "match-point" da época do Sporting é exactamente amanhã, contra o maior dos pequenos clubes portugueses. Uma vitória mantém o Sporting na liderança da Liga e o Braga remetido à luta com o Guimarães pela Liga Europa. Uma derrota provavelmente coloca o Benfica na liderança e o Sporting a lutar com o Braga pelo 3.º lugar. Muita coisa está em jogo amanhã.

O Sporting chega a este jogo na máxima força em termos de plantel, enquanto o Braga sofre com a Covid e as lesões, como o Sporting sofreu logo no início de temporada. Talvez por isso, alguns jogadores do Sporting estão em nítida quebra de forma, a começar por Pedro Gonçalves. Com tudo isto, e estando do outro lado um treinador experiente e calejado que já passou pelo Sporting, o jogo de amanhã vai ser tremendamente complicado.

Os últimos jogos das duas equipas pouco significam. Importa mais perceber as forças de cada uma, duas equipas com muita coisa em comum, alicerçadas em treinadores e jogadores portugueses, alguns que passaram pelo Sporting e que agora são do Braga, outros que vieram do norte para o Sporting, muita coisa em comum, as incidências do jogo ditarão as diferenças. Mas o Sporting tem tudo para vencer.

 

Desta vez Amorim tem toda a gente disponível, pelo que imagino que convoque os seguintes elementos:

Guarda-redes: Adán e Max.

Defesas Centrais: Quaresma,  Coates, Neto, Feddal e Inácio.

Alas: Porro, Plata, Nuno Mendes e Antunes.

Médios Centro: João Mário, Palhinha, Bragança e Matheus Nunes.

Interiores: Tiago Tomás, Nuno Santos, Tabata e Pedro Gonçalves.

Ponta de lança: Sporar.

 

Sendo assim, apostava no onze habitual:

Adán; Neto, Coates e Feddal; Porro, Palhinha, João Mário e Nuno Mendes;  Pedro Gonçalves, Tiago Tomás e Nuno Santos.

 

Concluindo,

Amanhã o Sporting entra em campo em Alvalade para conquistar mais uma vitória e prosseguir na liderança da Liga. Então propunha duas questões:

1. Considerando o sistema táctico de Rúben Amorim, qual seria o vosso onze?

2. Como deveria o Sporting jogar para assegurar a vitória tendo em consideração as características do adversário?

#OndeVaiUmVãoTodos

SL

Prognósticos antes do jogo

Amanhã, a partir das 18 horas, o Sporting recebe o Braga. Em jogo da 12.ª jornada do campeonato nacional de futebol que vimos liderando desde a ronda 7.

Lembro que na época anterior o desafio correspondente a este terminou com vitória suada e tangencial da nossa equipa, ainda dirigida por Marcel Keizer.

Quais são os vossos prognósticos para o Sporting-Braga deste sábado?

Nove anos a defender o Sporting

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Faz hoje nove anos, nascia o És a Nossa Fé. Adoptando como nome um saudável lema leonino que desde então se tem generalizado entre a massa adepta - aquela que, como nós, frequenta o estádio e gosta de ver os desafios da bancada, que nunca trocaria por tribuna ou camarote.

Somos exigentes: só nos contentamos com o melhor para o nosso clube. E o melhor é vencer, em todas as frentes, em todas as competições, em todos os escalões etários. Estamos vocacionados para a vitória, seguindo os passos dos nossos maiores - um Fernando Peyroteo, um José Travassos, um Joaquim Agostinho, um António Livramento, um Carlos Lopes, um Manuel Fernandes.

Orgulhosos da nossa história, não vivemos a contemplar as glórias do passado. As partidas que mais nos interessam são as do futuro, inspiradas pela excelência da nossa formação. Não por acaso, de Alvalade partiram grandes estrelas do futebol europeu e mundial, como Paulo Futre, Luís Figo e Cristiano Ronaldo.

 

Queremos que o Sporting mantenha as virtudes que o tornaram campeão da formação e do ecletismo.

Queremos também que corrija alguns erros estruturais, com a rapidez que se impõe, para retomar sem falhas o rumo do êxito na mais emblemática das modalidades, o futebol.

Queremos sobretudo que se desperdicem cada vez menos energias em refregas contra adversários internos, imaginários ou reais. Para que possamos gastá-las no combate leal aos nossos históricos rivais, estejam mais a norte ou mais a sul.

Somos hoje 38, neste plantel que se tornou uma referência da blogosfera leonina. Pensamos de maneira diferente uns dos outros, como é público e notório: nada mais salutar. Mas todos somos sportinguistas. E todos partilhamos a convicção de que não existem sportinguistas de primeira e de segunda.

 

Ao longo destes nove anos, vimos nascer e crescer algumas vedetas, assistimos à partida ou ao irremediável ocaso de outras. Enquanto adeptos apaixonados, tivemos alguns sonhos, muitos dissabores, uns quantos pesadelos.

Vamos seguir em frente, continuando a defender as nossas cores com ímpeto leonino. Nunca confundindo o aplauso ou a crítica a responsáveis ocasionais com a defesa dos interesses permanentes do Sporting.

Para essa mobilização estaremos cá sempre. Com esperança e fé.

De verde e branco.

A voz do leitor

«Posso ganhar menos campeonatos de futebol sénior masculino, mas ostento com orgulho e de cabeça erguida o emblema do Leão Rampante à lapela. Os 22 que ganhámos (eram 25, faltam cá os de 2005, 2007 e 2015) foi com Glória obtida através do Esforço, Dedicação e Devoção. Nada temos que nos envergonhe.»

 

JMA, neste texto do Luís Lisboa

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{ Blogue fundado em 2012. }

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