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És a nossa Fé!

A voz do leitor

«O sistema táctico de Amorim não serve o Sporting. É um bom sistema para equipas eminentemente defensivas que explorem sobretudo o contra-ataque ou para equipas com grandes individualidades, sobretudo na frente ofensiva, capazes por si só de resolverem os jogos. Além do mais não é o sistema táctico que formou sucessivas gerações de jogadores na nossa formação. Veja-se o caso de Quaresma e da sua dificuldade em jogar como terceiro central do lado direito, ele que é, em classe pura, o jogador mais valioso desta geração, logo a seguir a Nuno Mendes.»

 

JG, neste meu texto

Pódio: Tiago Tomás, Nuno Santos, Wendel

Por curiosidade, aqui fica a soma das classificações atribuídas à actuação dos nossos jogadores no Sporting-Lask Linz pelos três diários desportivos:

 

Tiago Tomás: 15

Nuno Santos: 13

Wendel: 13

Nuno Mendes: 12

Neto: 11

Pedro Gonçalves: 10

Vietto: 10

Matheus Nunes: 10

Adán: 10

Feddal: 10

Antunes: 9

Sporar: 9

Coates: 9

Porro: 9

 

Os três jornais elegeram Tiago Tomás como melhor jogador do Sporting em campo.

Vamos lá cambada

Uma boa pergunta é que se preferíamos passar a eliminatória jogando al la Lito Vidigal, com os jogadores a rebolar no chão e a perder tempo. Pensemos nisso.
O que se viu ontem foi uma equipa forte fisicamente, mais avançada na preparação, que estudou muito bem a lição, contra uma equipa de garotos, em construção.
O Lask é uma equipa do ‘nosso campeonato’. Porque não haveria de vir cá ganhar?
Lutaríamos para não descer em Espanha, Itália, Alemanha ou Inglaterra. Acho até que, numa época que começasse coxa, acabaríamos por descer de divisão.
Benfica e Porto lutariam para ir à Liga Europa. Nunca por nunca seriam campeões.
O nosso campeonato europeu será o belga, húngaro, austríaco, escocês, croata, etc.
Não é culpa do Rúben ou do Varandas, nem é de ninguém. Talvez seja dos árabes, russos e chineses, que compram clubes na Europa e investem milhares de milhões de euros.
Mas a vida é mesmo assim. Portugal é pequeno, não tem Economia, estavam à espera de quê? 
Talvez o que deva ser melhorado deva ser a observação dos adversários – o primeiro golo, de canto, deles, é bom exemplo de maus trabalhos de casa. De resto são coisas que acontecem.
É esperar que os jogadores entrosem, cresçam fisicamente, ganhem músculo e ambição e rezar para que não estejam sempre a sonhar com a transferência para um clube do meio da tabela dos big 5.
Estou convicto que a época interna será bem melhor que a anterior. Não estar na Liga Europa só ajudará o Sporting a estar mais bem preparado para aproveitar uma brecha na competitividade de Porto e Benfica.

Há décadas que não temos glória no futebol

Não falo em nós mas neles. Não fomos nós sportinguistas mas sim eles - os nossos representantes - que no campo e fora dele violaram e destrataram as premissas e promessas do Sporting. Mais uma vez.

Como mais uma vez de Esforço, Dedicação, Devoção, só mesmo da nossa parte. Fomos nós em frente à televisão quem se esforçou, suou as estopinhas e resisistiu ao apelo tentador de desistir à chamada perante a miséria que nos era oferecida. Estóicos assistimos à distância (física) e guerreiros em espírito àquela vergonha de noite europeia em Alvalade. Provámos de novo a nossa dedicação e devoção ao clube. No fim, como acontece há décadas no futebol sénior, ficámos a ver passar a Glória dos outros.

Já eles, os que nos representam, dentro e fora de campo, demonstraram outra vez que o nosso slogan não se aplica mesmo às equipas de futebol leoninas há tempo demais. 

O filme, sempre avesso ao happy end, repete-se época após época. Por isso não rasgo logo as vestes pedindo a cabeça de quem dirige o clube. Desgraçadamente, no que toca à glória, os desgraçados que nos desgraçam fazem igual aos que os precederam. É assim há décadas.

Não há aqui conformismo ou fatalismo, só realismo. No Sporting, no que toca ao futebol, Esforço, Dedicação, Devoção, só mesmo da nossa parte que sofremos e desesperamos como nunca. De Glória nem nós e muito menos eles. 

 

Uma derrota humilhante

Quaisquer que sejam as razões, e já lá vamos, o Sporting inicia esta época de forma ainda pior do que iniciou a última, de novo vergado a uma derrota humilhante, mas que neste caso afasta a equipa das competições europeias, e dos encaixes financeiros e valorização dos jogadores daí decorrentes.

Tal como na Supertaça do ano passado, foi um jogo com duas partes bem distintas. O Sporting chega ao intervalo com igualdade no marcador, a jogar melhor e a criar mais oportunidades.  O perigo criado pelo Lask resumiu-se a cantos e lançamentos com a mão da lateral que contaram com intervenções desastradas de Nuno Mendes. Já o Sporting, para além do golo, o "pé-frio" Vietto desperdiçou uma ocasião flagrante e Nuno Santos não conseguiu definir duas boas incursões pela esquerda com jogadores soltos na área para encostar. Teve o Sporting nessa primeira parte capacidade para ultrapassar a primeira linha de pressão do Lask, acelerar no meio-campo e colocar em dificuldades a defesa em linha dos austríacos. O golo marcado foi uma bela jogada que envolveu Matheus Nunes, Porro e Nuno Santos, que centrou com precisão para uma bela cabeçada de Tiago Tomás.

Na segunda parte, o Lask entrou de novo a pressionar e a correr, e o Sporting... desconjuntou-se completamente. Os jogadores foram perdendo dinâmica, os duelos a meio-campo eram invariavelmente perdidos, os passes transviados, a equipa tentava sair a jogar, perdia a bola e levava com os contra-ataques do adversário. O individualismo veio ao de cima, e Wendel fazia piscinas até perder a bola num choque qualquer e deixar a equipa descompensada atrás. O segundo golo do Lask surgiu assim, o desarme de risco de Coates que levou ao terceiro também, o quarto a mesma coisa, e o quinto e o sexto não apareceram porque não calhou. Entretanto entrou um Sporar desmoralizado que, desmarcado, passou ao guarda-redes.

E foi assim, o Sporting, tal como o Rio Ave, fora da Liga Europa. Como o Benfica ficou fora da Champions. 

 

Vamos lá então às razões:

1. Além de o Lask estar numa fase mais avançada da época, o Sporting teve uma das piores pré-épocas da sua história, com um surto de Covid que afectou meia equipa, treinador e médico incluidos, e confinou os restantes, ficando dois jogos por disputar e condicionando os treinos. Não deixa de ser estranha esta questão. Vietto e Battaglia vieram de Ibiza contaminados. Algumas semanas depois fica meia equipa. Palhinha anuncia casamento e contamina-se a seguir. Pelos vistos, o médico ainda não está curado. Que se passou exactamente? 

2. Se para Jorge Jesus a prioridade máxima é sempre encontrar um grande ponta-de-lança, daqueles que se sentem como peixes na água na pequena área, para Hugo Viana parece que é mesmo a última, e depois da venda de Bas Dost por um valor irrisório só meia época depois veio Sporar, mesmo assim mais um avançado móvel do que um ponta-de-lança de área, e nesta época veio Pedro Gonçalves, veio Nuno Santos, vem agora Tabata, são 15M€ no total, mas ponta de lança, zero. E ontem nem com Sporar alinhámos no início. A verdade é que um bom e alto ponta de lança é fundamental não apenas ofensivamente mas também defensivamente no que respeita às bolas paradas. E tal como contra o Benfica e o Porto no final da época passada, o Sporting continua a ser castigado com golos nesse tipo de lances.

3. O Sporting não se pode dar ao luxo - e muito menos nesta fase de grande dificuldade que o clube e o futebol atravessam - de contratar muito e mal, de fugir ao princípio de quem vem tem de ser bem melhor do que o que existe dentro de casa, de não ter uma estrutura de scouting que descubra qualidade a baixo preço. O Sporting continua com demasiados jogadores encostados, que ninguem quer, frutos de erros de casting desta Direcção e da anterior. Por outro lado, continuam a sair jogadores que faziam coisas que os que vieram não fazem. Por exemplo, Gelson Dala teve a sua oportunidade e marcou, o Vietto também a teve e não marcou. Se para mim Nuno Santos foi o melhor em campo do lado do Sporting, Porro falhou no segundo golo mas fez um jogo aceitável, Adán idem no terceiro, Pote entrou já  com o jogo perdido mas falhou no quarto, já Feddal, que vinha para fazer esquecer Mathieu, esteve ao nível do Ilori, com sucessivos erros crassos de posicionamento e reacção ao lance. E custou 3M€. Como é possível? E onde está o ponta-de-lança?

4. Amorim é um jovem treinador de grande potencial. O que custou agora pouco importa, o que importa é ter condições para que as suas qualidades venham ao de cima, em termos de vitórias no campo e na valorização de jogadores, e ontem mais uma vez tivemos 6 sub-23 em campo, um miúdo de 18 anos marcou o golo. Enquanto houve pernas, o seu 3-4-3, erros individuais à parte, deu conta do recado. O problema foi depois. 

 

E assim voltamos à época Leonardo Jardim, depois de uma das piores temporadas de sempre, fora das competições europeias e um plantel quase sem craques, baseado na prata da casa, substancialmente inferior aos dos dois rivais. Obviamente que, com mais ou menos justificações, a responsabilidade deste estado de coisas é de Frederico Varandas e Hugo Viana, mas o Sporting tem de deixar treinador e plantel de fora da guerra civil instalada, de forma a andar para frente, recuperar os ainda contaminados, fazer os últimos ajustamentos no plantel, focalizar-se na Liga e ir a Portimão garantir os três pontos. 

SL

Imaturidade total

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O Sporting perdeu com o Lask mas não perdeu de uma maneira qualquer. Perdeu humilhado por imaturidade dos seus dirigentes, técnicos e jogadores.

Comecemos pelos menos culpados, os jogadores. Há bolas que entram e bolas que não entram. Há erros em campo que até se compreendem. Mas não se compreende a desconcentração total após a expulsão de Coates. Se os jogadores do Sporting não são capazes de manter a cabeça limpa com um mau árbitro, o campeonato vai ser terrível. É que este árbitro não é diferente de um João Pinheiro ou de um Hugo Miguel.

A imaturidade dos jogadores não se limitou aos mais novos. Adán orientou uma barreira como se estivesse num interturmas. Neto viu o clássico cartão amarelo que o condiciona para o resto do jogo. Sporar, apesar de ter entrado tarde, ainda conseguiu falhar dois golos fáceis. Quando Jorge Jesus chegou ao Sporting trouxe um psicólogo que fez maravilhas na cabeça dos jogadores. O aspecto mental é cada vez mais importante no futebol moderno e o Sporting parece não estar minimamente preparado para a mínima adversidade.

Avançando para a equipa técnica. Inicío de época e os mesmos onze jogadores (com excepção de Jovane) em três jogos numa semana. Equipa fisicamente de rastos, como seria de esperar, a jogar contra gajos que punham  qualquer um dos nossos debaixo do braço. Mesmo aceitando que este é o melhor onze para Rúben Amorim, ao intervalo já devia ter percebido que estávamos muito longe de controlar o jogo. A inoperância, que já se viu em jogos da época passada (Setúbal e Moreirense), agravou toda a situação. Amorim tem uma excelente ideia de jogo mas não consegue (ainda?) mexer convenientemente na equipa.

Já sobre a direção há tão mais a dizer. Até se pode compreender que não valorizem a Liga Europa, principalmente em ano de COVID, mas a gestão dessa hipotética decisão é para lá de ridícula. Também não se compreende como é que ninguém dá a cara depois duma derrota com o estrondo desta. Frederico Varandas tem obrigação de aparecer, no final do jogo, a pedir desculpa a todos os adeptos do Clube pelo que aconteceu. Os Presidentes não são necessários para cortar fitas. São necessários para dar a cara em alturas como esta.

Mas não foi só nisso que a direção falhou. Falta menos de uma semana para o final do mercado e vamos começar a época, tal como a anterior, só com um ponta de lança operacional. Piora se considerarmos que nos três jogos oficiais, esse ponta de lança nunca foi titular. Parece óbvio que Rúben Amorim está a querer passar uma mensagem. Infelizmente estão mais preocupados em vender Wendel ou Jovane.

Nesta época, ou todos começam a perceber que trabalham para o Sporting Clube de Portugal ou vamos ainda sofrer muitos dissabores. Não peço a demissão, peço coragem para falar aos adeptos e competência para gerir o Clube. Será que eles as têm para dar?

O único sofrimento desta noite

 

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Ainda pior do que mais uma vergonha a que a miserável gerência submeteu o Sporting, que se afunda ainda mais na espiral ao ficar de fora das competições europeias, no que é o retorno ao patamar inicial do pós-godinhismo, é admitir perante vocês, mas sobretudo perante mim, o escasso desconforto que me causou mais este capítulo do perdedorismo que desde há muito identifiquei como uma trave mestra do varandismo.

Não sofri muito quando sofremos o primeiro golo, celebrei o empate naquele lance oportuno finalizado por Tiago Tomás, e depois daquilo a que assistira nos dois primeiros jogos oficiais, nunca tive dúvidas de que o pior poderia estar ao virar da esquina. Ainda vi o segundo e o terceiro golos dos austríacos antes de mudar de canal e assistir ao Rio Ave-AC Milan. Foi triste ver Francisco Geraldes, Carlos Mané e Gelson Dala, três leões escorraçados por Varandas & Co. a fazerem mais contra os italianos do que a equipa orientada pelo valentão da dúzia de milhões consegue contra o adversário que coube em azar ao Sporting.

E lá sofri muito pelo Rio Ave, que perdeu a qualificação no último minuto do prolongamento e poderia ter vencido o desempate por grandes penalidades em duas ocasiões. Caiu com a honra que desapareceu para parte incerta no clube que os dispensou ou trocou em negociatas.

A triste falta de esperança neste sucedâneo de Sporting, que sei ser partilhada por muitos de vós, leva a que tenha desistido de fazer o Armas e Viscondes Assinalados que, com a complacência do Pedro Correia e de uns quantos leitores, escrevi ao longo das últimas temporadas neste blogue.

Nem sei, muito sinceramente, se continuarei a assistir religiosamente aos jogos do nosso clube, muitas vezes num exercício de masoquismo. E só espero que ainda me surpreenda com a mobilização dos sportinguistas para pôr termo à destruição do clube tal como o conhecemos e sobretudo como o queremos conhecer, de modo a que nunca mais dê por mim a mudar de canal para o Rio Ave quando joga o Sporting.

Francisco Geraldes e Gelson Dala

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O Rio Ave esteve a um passo de entrar na fase de grupos da Liga Europa. Enfrentou em Vila do Conde, nesta noite chuvosa, o Milan - um dos gigantes do futebol europeu e mundial. Só caiu após a marcação de 24 penáltis, no termo do prolongamento: ao minuto 119 vencia por 2-1. Com dois golos marcados por jogadores da formação leonina dispensados por Frederico Varandas, Hugo Viana e Rúben Amorim. Este triste trio considerou que Francisco Geraldes e Gelson Dala não tinham qualidade para integrar o plantel leonino.

Erro crasso. Mais um, entre tantos outros.

 

Na mesma noite em que o futebol leonino naufragou às portas da mesma prova frente ao Lask Linz: desde 2005 que não saíamos tão cedo de uma competição europeia, ainda na fase das pré-eliminatórias da Liga Europa. Desta vez em clima de pesadelo, goleados em casa por 1-4 pela mesma equipa que tínhamos vencido à tangente há um ano, também em Alvalade, ainda sob o comando de Silas. Antes de Varandas ter sacado Amorim da cartola.

Parabéns, em qualquer caso, ao Rio Ave e aos vilacondenses. Parabéns aos "nossos" Geraldes, Dala - e Carlos Mané (que integrou o onze titular no estádio dos Arcos). Jogadores formados na Academia de Alcochete e que o Sporting despachou, em épocas diferentes, como se não prestassem. Enquanto íamos comprando inútil entulho (de)formado sabe-se lá onde.

 

Quanto ao Sporting, não é tempo para felicitar ninguém, muito pelo contrário. Excepto o benjamim da equipa, com apenas 18 anos e três meses: Tiago Tomás, marcador do nosso golo solitário nesta noite catastrófica. Único que merece nota positiva dos 14 que alinharam em Alvalade.

Não me admirava nada que um dia destes vá jogar para o Rio Ave...

Salvar a honra e o bom nome do Sporting

O Sporting Clube de Portugal não é isto. Estamos fora da fase de grupos da Liga Europa e, logo no dia 1 de outubro, somos obrigados a fazer receitas extraordinárias com a venda de jogadores. O problema é este: o plantel é tão fraco que não há um ou dois jogadores com mercado que se veja para se fazer uma transferência que venha a equilibrar as contas.

Em termos desportivos, o fracasso é total e vamos de 'flop' em 'flop'. Não há quem salve o Sporting de mais humilhações como a desta noite com o Lask?

Precisamos de uma autêntica Junta de Salvação Sportinguista. Já.

Um problema escondido à vista de todos

Dos diversos problemas que afectam esta equipa do Sporting o mais grave não é o mais evidente.  
Que Vietto é execrável é uma evidência; a atitude diletante de "se-dá-dá-se-não-dá-não-dá" merecem todo o insulto. Por outro lado aos 18 anos de Tiago Tomás não se lhes pode pedir mais do que dá, que ainda é pouco para este nível de competição. Marcou um golo, mas no segundo dos lascas abriu os braços em vez de saltar e num momento em que podia correr sozinho para a baliza não aguentou o embate do defesa. Há grandes esperanças nele, mas não é hoje que as concretizará.
O problema do Sporting está onde os doutores da bola não o querem ver. Está no paupérrimo meio-campo. Se Matheus Nunes é uma perfeita irrelevância, por quem o jogo passa sem que dê sinal de vida, já a maneira de jogar de Wendel é a receita para o desastre. 
Wendel gosta de ter bola, o que é bom para um meio-campista, não a trata de mal de todo, o que lhe é favorável, mas quando a recebe só tem uma opção: correr com ela - seja para trás a fugir da confusão, seja para o lado para não ter chatices, seja contra os adversários a ver se sofre falta. Ou seja, aquele sobre quem cai a responsabilidade de desenvolver o jogo, o mais das vezes encrava-o, retém a bola até não haver mais linhas de passe, mói e remói qualquer jogada desperdiçando oportunidade atrás de oportunidade para distribuir, rasgar, progredir. Tem muito jeito, falta-lhe um mínimo de clarividência. E nunca aprendeu chinês, a língua da táctica.
Enquanto Wendel for o vértice do Sporting não estaremos aptos a jogar com os crescidos.

Vazio

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O Sporting joga mais logo, a partir das 20 horas: recebe o Lask Linz em pré-eliminatória da Liga Europa. Sem um só espectador nas bancadas. 

O nosso estádio permanece interdito ao público para jogos do campeonato e das competições europeias, embora já não o esteja para os desafios da selecção nacional. Tudo em nome das mesmas normas sanitárias, com chancela da Direcção-Geral da Saúde.

Alguém entende isto? Eu não.

Entre os mais comentados

Nos  22 destaques  feitos pelo Sapo em Setembro para assinalar os dez blogues mais comentados nesta plataforma ao longo do mês, És a Nossa Fé recebeu 22 menções. Alcançando assim o pleno, pelo 16.º mês consecutivo.

Além disso, figurámos também  22 vezes no pódio  dos mais comentados - com doze "medalhas de ouro", nove de "prata" e uma de "bronze".

Fomos primeiros, portanto, em 54,5% dos dias que estiveram sob escrutínio.

Recorde-se que os textos publicados ao fim de semana são agregados aos de sexta-feira para este efeito, o que leva o número de destaques a ser inferior ao número de dias.

 

Os 22 textos foram estes, por ordem cronológica:

 

Tiago, Nuno, Gonçalo e... Pote (88 comentários, o mais comentado do dia)

Sétima pergunta aos leitores (70 comentários, segundo mais comentado do dia) 

Não consigo ver qualquer lógica nisto (166 comentários, o mais comentado do dia) 

Chutado para canto (50 comentários, o mais comentado do dia)

Depois do jogo de hoje (60 comentários, segundo mais comentado do fim de semana)

Uma treta (80 comentários, segundo mais comentado do dia) 

André Geraldes: um caso para reflectir (66 comentários, segundo mais comentado do dia)  

Oitava pergunta aos leitores (128 comentários, o mais comentado do dia)

De disparate em disparate (46 comentários, o mais comentado do dia) 

Nona pergunta aos leitores (84 comentários, o mais comentado do fim de semana) 

Tudo é incerto (54 comentários, o mais comentado do dia)  

Décima pergunta aos leitores (88 comentários, o mais comentado do dia)  

O fracasso de Jesus (44 comentários, segundo mais comentado do dia) 

Iremos jogar com quem? (84 comentários, o mais comentado do dia) 

Quem beneficia com isto? (42 comentários, o segundo mais comentado do fim de semana) 

Uma nomeação ridícula (62 comentários, terceiro mais comentado do dia) 

Academia Cristiano Ronaldo? Claro que sim (94 comentários, o mais comentado do dia) 

Teorias da conspiração (70 comentários, o mais comentado do dia) 

Há por aí algum optimismo? (62 comentários, o mais comentado do dia) 

F. Varandas cada vez mais perto do fim da linha... IV (72 comentários, segundo mais comentado do fim de semana) 

Rescaldo do jogo de ontem (58 comentários, segundo mais comentado do fim de semana)

Ponta-de-lança: quais as vossas sugestões? (90 comentários, segundo mais comentado do dia)

 

Com um total de 1658 comentários nestes postais. Do Filipe Moura, do António de Almeida e de mim próprio.

Fica o agradecimento a quem nos dá a honra de visitar e comentar. E, naturalmente, também aos responsáveis do Sapo por esta iniciativa.

A voz do leitor

«Tenho a expectativa de que Daniel Bragança fique no plantel e de o ver em acção. Espero que por ser da altura do João Moutinho não lhe dêem o mesmo destino que deram ao Ryan Gauld. O Sporting precisava de um grande nome para uma posição em deficit para mobilizar a equipa e os adeptos e pôr em sentido os adversários. Slimani cumpriria muito bem esse requisito.»

 

João Gil, neste texto do Luís Lisboa

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