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És a nossa Fé!

A culpa é do Varandas, o macaco

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Esta será, porventura, uma das questões mais pertinentes desta época pelo reflexo que pode vir a ter em toda a nova geração de sportinguistas.

Na imagem temos um modelo com cinco meses que está a vestir um fato de macaco para bebé ("baby-grow" em estrangeiro) que, supostamente, daria dos seis aos nove meses, o problema é que o dito fato de macaco nem um mês de utilizações teve e está apertado,  o material é bom, o modelo adora o equipamento mas lá está, com um fato apertado ninguém pode ter um bom desempenho.

Resumindo, dinheiro aventado à rua, como comentava há pouco com o Luís Lisboa (noutro contexto) sinto-me como se tivesse comprado o Alan Ruiz dos fatos de macaco para bebé.

Claro que já foi substituído por outro (dos 12 aos 18 meses) mas convenhamos que o modelo da imagem fica a jogar vários escalões acima, recordo que tem cinco meses.

Para quem tenciona fazer compras na Loja Verde na época natalícia que se aproxima recomendo que vejam bem os tamanhos antes de tirarem as etiquetas, tenham sempre presente uma possível troca (é como os jogadores, afinal).

Para terminar, o presidente do Sporting foi pai há poucos meses, supostamente, deveria ser um "expert" em "baby-grows" se consegue falhar nisto, como conseguirá acertar no resto?

Fica à consideração do Dr. Varandas se depois disto se sente com condições para continuar no cargo.

Os melhores prognósticos

Três golos marcados contra o Gil Vicente, três prognósticos correctos aqui no blogue. Os leitores Albertina Correia de Carvalho, Carlos Correia e acertaram no desfecho do nosso desafio de quarta-feira, em Alvalade, contra a equipa de Barcelos. Como de costume, muita gente deixou palpites, mas só este trio acertou no alvo. Imitando o que Sporar, Tiago Tomás e Pedro Gonçalves fizeram em campo.

Vem aí outro jogo, já no domingo.

Temos onze e temos banco

Texto de António 1969

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Gostava de realçar o bom jogo efectuado pelo Gil Vicente, sobretudo na primeira parte em que estavam mais frescos. Deram tudo, em todo o campo havia jogadores do Gil. Não foi surpresa, tinham feito parecido no FCP.

O Sporting fez uma boa primeira parte. Não conseguiu impor-se como queria, mas fez o adversário correr muito, sem bola, e os frutos foram colhidos no final do jogo.

O período em que jogámos menos foi no início da segunda parte. O golo de bola parada incutiu ânimo ao adversário, dando-lhe uma energia extra que se prolongou até cerca da meia hora da segunda parte.

Quando começou a haver mais espaço, a equipa do SCP aproveitou muito bem, incluindo a boa prestação dos jogadores que entraram na segunda parte.

Mas Sporar e Tiago Tomás, entrando de início neste jogo, não teriam o espaço que tiveram no final do jogo. Esse espaço foi conquistado muito à custa do trabalho desenvolvido desde o início do jogo.

Ainda assim, o lugar de Jovane está tremido. Ele tem sido esforçado, mas sem estar ao nível dos colegas do ataque.

 

É bom ver que temos onze, mas também que temos banco.

Daniel Bragança tem aproveitado as oportunidades. Temos de contar com ele.

Este plantel, com mais um bom avançado, e se possível com mais um bom central, ficava au point.

 

Venha então o Tondela. Agora apetece ver jogos do Sporting e a evolução destes miúdos.

Quanto ao treinador, já expressei várias vezes o que penso do trabalho que está a desenvolver. Ele que assim continue.

 

Texto do leitor António 1969, publicado originalmente aqui.

A voz do leitor

«Se hoje temos soluções no banco, assim o devemos a Amorim. Porque quem imaginaria há um par de meses que Tiago Tomás seria um desbloqueador de jogos complicados para se lançar a partir do banco? Mérito de quem tem vindo a trabalhar um jogador com idade de júnior e que já leva três golos na presente temporada.»

 

Salgas, neste meu texto

A táctica do martelo

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Na conferência de imprensa de antevisão do jogo de ontem, quando lhe pediram para comentar a escolha de Jovane em detrimento de Sporar para o jogo inicial, Rúben Amorim disse o seguinte: «São jogadores de características diferentes. Estamos a apostar de início no Jovane que com a sua indisciplina tática cria espaço e depois temos dois jogadores, como o Pedro Gonçalves e o Nuno Santos, que estão a saber ler bem as movimentações do Jovane. Quando é o Sporar é porque escolhemos ter uma pessoa mais fixa no centro e que apareça mais vezes na área do que o Jovane. Depende muito do que o jogo está a pedir. Aliás, tem-se visto que nos últimos jogos tenho substituído sempre o Jovane pelo Sporar. Não porque um está a jogar mal, mas porque é o que o jogo está a pedir».

Quando as coisas não estão a funcionar, Amorim, mantendo o sistema táctico, mas trocando jogadores e alterando posições, ao mesmo tempo que coloca o tal ponta de lança que ocupa o espaço, parece de alguma forma também apostar na tal indisciplina táctica como forma de desmontar bloqueios e marcações, e fazer com que o talento dos jogadores resolva os problemas que o modelo de jogo definido não consegue resolver.

Nestes três últimos jogos, não há dúvida que a fórmula da tal indisciplina táctica funcionou. Foram um empate e duas vitórias conseguidas nos últimos minutos das partidas, sinal que os jogadores estão com ele e acreditam na mensagem que lhes é passada. Nunca é de mais lembrar que muitos desses jogadores são jovens nados e criados em Alcochete, não são Alans nem Bryans Ruizes (que me perdoe o Bryan pela companhia), vindos de longe e pagos a peso de ouro.

No entanto, cada vez mais se nota que os adversários estudam a forma de jogar do Sporting, sabem como anular as suas dinâmicas e falta a tal via alternativa ou a "táctica do martelo", ou seja, ter a capacidade de num remate de longe, na sequência dum canto, dum livre frontal ou lateral, num lançamento de bola lateral, pôr a bola lá dentro e assim, meio do nada, dar uma martelada forte na moral do adversário. Pelo contrário, as tais marteladas temos sofrido nós: logo com o Lask levámos uma e ainda ontem, num desvio de classe do gilista, que deixou Adán sem reacção, levámos outra que nos ia custando a derrota. Sem resolver esta questão nas duas áreas, marcar assim e não sofrer assim, não podemos ter grandes veleidades. 

Para isso, além do treino específico que Palhinha, Coates, Feddal e Neto terão de fazer,  bem como os especialistas do remate de meia distância, há uma coisa que me parece essencial: entrarmos em campo com um ponta de lança.

E como Acosta, Jardel, Liedson, Slimani ou Bas Dost não podem, já cá não estão, então temos de entrar em campo com... Sporar. 

SL

Pódio: P. Gonçalves, Sporar, Bragança

Por curiosidade, aqui fica a soma das classificações atribuídas à actuação dos nossos jogadores no Sporting-Gil Vicente pelos três diários desportivos:

 

Pedro Gonçalves: 18

Sporar: 17

Daniel Bragança: 16

Tiago Tomás: 16

Nuno Santos: 16

Nuno Mendes: 14

Adán: 13

Palhinha: 13

Porro: 12

Coates: 12

Feddal: 12

Neto: 11

Matheus Nunes: 11

Jovane: 11

Gonçalo Inácio: 6

 

O Jogo e A Bola elegeram  Sporar  como melhor em campo. O Record optou por Pedro Gonçalves.

Emoções

Ver um jogo de futebol do Sporting cansa. Alguém poderá perguntar se também jogamos. Sim, jogamos, vivemos o jogo com uma intensidade e ansiedade de tal ordem, que chegamos ao fim de rastos. É uma concentração de tal forma tão forte, que estamos a " ver " e a sentir como estivessemos dentro das quatro linhas. As reposições de bola do Adán causam por vezes arrepios, os passes de Neto na queima fazem-nos franzir o sobrolho, as biqueiradas sem nexo do Coates tentando colocar a bola nos alas, dá-nos vontade de lhe chamar um grande palavrão. Quando Nuno Mendes tem a bola, a nossa perna esquerda parece que quer acompanhar aquele bocadinho que falta, para o cruzamento chegar em condições ; quando Feddal salta antes de tempo, abanamos a cabeça e dizemos "anjinho". A bola chega a Pedro Gonçalves, a esperança e a força que fazemos para que a coisa corra bem no passe ou no remate alivia um pouco o stress. Esquecia-me do Jovane, pudera parece que já não contamos muito com ele. A bola chega a Nuno Santos, vá lá avança, vai para cima do defesa, o nosso corpo inclina-se para ajudar no drible; Maheus passa ali ao lado, com aquele rosto de pau frio, demasiado frio para o meu gosto. Até que enfim, a bola chega ao Palhinha, autoritário, sentimos o nosso sofá mais confortável, descansamos um pouco. Perguntam vocês, e o Porro? Porra que o homem corre muito, mas ontem cansou-se mais depressa do que eu. Já eu pedia a todos os santinhos para entrar o Sporar e fazia-o, porque acreditava que ele capaz de tirar a rolha, quando Amorim fez-me a vontade e com ele lá foi o Bragança, um TT e um Inácio que nos ajudou cá atrás depois ...de 96 minutos a sofrer. Sabem uma coisa? Fui-me deitar cansado, mas contente. Estamos em segundo, mais perto do primeiro, do que o terceiro de nós. É o nosso SPORTING!!!!

Backspace

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A tecla mais pressionada na última noite, principalmente depois do golo de Pedro Gonçalves.

Um bom dia a todos os que amam realmente o Sporting e ficam felizes com o seu sucesso. Aos outros, abaixo uma lista dos melhores teclados:

  • Razer Pro Type
  • Filco Ninja Majestouch-2
  • Logitech Craft
  • PFU Happy Hacking Professional 2 (HHKB2)
  • Apple Magic Keyboard
  • Unicomp Classic 104
  • Das Keyboard Prime 13
  • Logitech K780

É aproveitar que a Black Friday está aí à porta.

Rescaldo do jogo de ontem

Gostei

 

De ver o Sporting somar mais três pontos no campeonato. A vitória foi difícil, mas foi nossa. Derrotámos o Gil Vicente em Alvalade por 3-1 num jogo em que só marcámos o primeiro golo aos 82'. Até ao apito final, 14 minutos depois, surgiram mais dois. O triunfo mais expressivo da nossa equipa até agora na Liga 2020/2021. Nesta partida, a turma de Barcelos sofreu mais golos do que nas quatro jornadas anteriores.

 

De Sporar. Merece ser designado como melhor em campo. Porque soube fazer a diferença desde que entrou, aos 61': arrastou marcações, abriu linhas de passe, movimentou-se bem dentro da área - e pôs fim ao seu prolongado jejum de golos, acorrendo ao segundo poste para a meter lá dentro. E teve ainda uma intervenção decisiva no segundo, ao temporizar e endossar a bola a Daniel Bragança, autor da assistência para Tiago Tomás. Terá reconquistado a titularidade que vira fugir-lhe desde o início da temporada.

 

Da forma como o técnico mexeu na equipa. Vendo-se a perder, na sequência de um livre directo aos 52' (que acabou por ser a única oportunidade do Gil Vicente em todo o jogo), Rúben Amorim não perdeu tempo nas substituições: mandou sair Neto e Matheus Nunes, trocando-os por Tiago Tomás e Sporar. Dez minutos depois, aos 71', substituiu Porro por Daniel Bragança. Aos 86', trocou Jovane por Gonçalo Inácio. Alterações que foram decisivas para virar o jogo, transformando o 0-1 no 3-1 final.

 

Daqueles dois preciosos minutos. Aos 82', o avançado esloveno marcou. Aos 84', ainda estávamos a festejar o golo anterior, Tiago Tomás ampliou a vantagem - correspondendo da melhor maneira a um belo passe vertical de Daniel Bragança a solicitar-lhe a deslocação, ludibriando o guardião adversário com um toque subtil que alterou a trajectória da bola. Consumava-se a reviravolta.

 

De Nuno Santos. Muito batalhador, foi sempre um dos jogadores mais inconformados na primeira parte, período em que o Sporting mal conseguiu ultrapassar a teia defensiva urdida pelos de Barcelos. Com as alterações efectuadas no segundo tempo, Amorim pediu-lhe que recuasse junto ao flanco esquerdo, transitando de extremo para médio-ala. Mas foi então que o ex-rioavista mais sobressaiu, com duas assistências para golo - o primeiro e o terceiro. Consolidando assim a sua influência no onze titular leonino.

 

De Pedro Gonçalves. Soma e segue: já tem três golos marcados na Liga, onde é o melhor artilheiro da nossa equipa. O terceiro foi o último desta noite, apontado mesmo ao cair do pano, num disparo fulminante após entrega de Nuno Santos. E foi dele o cruzamento bem calibrado que esteve na origem do golo inicial. Balanço positivo numa partida em que teve fraco desempenho na primeira parte, aliás à semelhança de todos os seus colegas.

 

Da nossa formação. Voltou a fazer a diferença, como esteve à vista no golo que nos deu três pontos, articulado entre Daniel Bragança e Tiago Tomás - dois dos seis jogadores formados na Academia de Alcochete que ontem actuaram em Alvalade.

 

Do resultado. Muito melhor do que a exibição perante um adversário que pusera o FC Porto em sentido na jornada anterior e que defendeu sempre com os onze jogadores atrás da linha da bola. Só no quarto de hora final, apostando na velocidade e na antecipação, fomos claramente dominantes.

 

De ver um Sporting superior ao da época passada. No Liga anterior, à quinta jornada, só tínhamos amealhado oito pontos. Agora somamos 13, tendo já defrontado o FC Porto e disputado mais jogos fora do que em casa. 

 

Do balanço até ao momento. Quatro vitórias, um empate. Continuamos invictos, com apenas quatro golos sofridos. Estamos a escassos dois pontos do Benfica, com mais três do que o FCP e quatro acima do Braga. Isolados na segunda posição do campeonato.

 

 

Não gostei
 

 

Da hora do jogo. Este Sporting-Gil Vicente, correspondente à primeira jornada do campeonato, acabou por decorrer mais de um mês após a data inicialmente prevista. O apertado calendário das competições futebolísticas não permitiu alternativa a esta quarta-feira, dia em que se disputaram desafios da Champions, forçando a partida a começar às 21.45 e a terminar quase à meia-noite. Mesmo sem público no estádio, é um horário impróprio - sobretudo a meio de uma semana de trabalho.

 

Da falta de um ponta-de-lança. Amorim até tinha três no banco (Sporar, o jovem Tiago Tomás e Pedro Marques, que vem actuando na equipa B e já justificava a convocatória, apesar de não ter chegado a calçar nesta partida), mas preferiu apostar de novo num onze sem avançado posicional. Porro, Pedro Gonçalves e Nuno Santos desperdiçavam cruzamentos sem haver nenhuma figura de referência na grande área. Esta carência só foi suprida quase a meio do segundo tempo com a entrada de Sporar. Como obteve sucesso talvez ajude o técnico a mudar de ideias.

 

De Jovane. Amorim voltou a confiar nele como avançado-centro, deixando Sporar no banco. Mas o luso-caboverdiano não parece talhado para esta posição em que o técnico insiste em colocá-lo. Passou ao lado do jogo: falhando passes, chegando atrasado a um cruzamento perfeito de Porro aos 30' em que bastaria encostar o pé e perdendo sucessivos lances de bola dividida. Saiu só aos 86', demasiado tarde para tão fraca prestação.

 

De Coates. Preso de movimentos, lento, duro de rins, o capitão leonino atravessa um mau momento. O golo do Gil Vicente resulta de uma falha posicional: é ele quem coloca Mineiro em jogo, repetindo um erro já cometido frente ao FC Porto. Abusou do pontapé sem nexo para a frente, despejando bolas que eram recebidas pelo guardião adversário. Crise de confiança? Se for o caso, esperemos que passe depressa.

 

Do árbitro. Chama-se André Narciso e apitou pela primeira vez um jogo com a participação de um clube grande. Esteve mal: aos 36 segundos(!) já amarelava Palhinha numa disputa de bola a meio-campo sem qualquer intensidade especial. Aos 6' e aos 12' viu um dos seus assistentes assinalar fora-de-jogo a Pedro Gonçalves e a Nuno Santos quando as imagens confirmam que estavam ambos em posição legal. Aos 64', mostrou o amarelo a Feddal num lance em que o marroquino nem tocou no adversário. Aos 68', amarelou Sporar por suposta "simulação" impossível de provar. Má estreia, portanto.  

A voz do leitor

«O treinador devia ter adaptado o esquema aos jogadores e não os jogadores ao esquema. Tão pouco os nossos jovens da formação estão formatados para jogar com uma linha de três defesas. Veja-se o caso do Ajax: o esquema é o mesmo dos escolinhas até aos seniores e os jogadores quando sobem sabem exactamente qual o seu papel no terreno de jogo.»

 

João Rafael, neste texto do Luís Lisboa

Prognósticos antes do jogo

Mais logo, a partir das 21.45, vamos receber o Gil Vicente em Alvalade. Ainda com o estádio sem público. Ficará assim cumprido o jogo inaugural da Liga 2020/2021, com mais de um mês de atraso: na altura, o COVID-19 que atingiu jogadores de ambas as equipas forçou o adiamento desta partida.

Aproveito para recordar que na época passada, também em casa, o Sporting venceu a turma de Barcelos por 2-1. Com golos de Wendel e Plata, tendo o jovem equatoriano sido o melhor em campo.

E desta vez, como será? Aguardo os vossos prognósticos a partir de agora.

A voz do leitor

«Nós, sportinguistas, temos de ter alguma paciência. Concordo que nesta época temos tudo para melhorar face à anterior - não é dificil - e acima de tudo iniciar um projecto ganhador. Não gosto particularmente da gestão desta direcção, em vários domínios, mas devemos apoiar a equipa.»

 

Ulisses Oliveira, neste texto do Pedro Boucherie Mendes

Amanhã à noite em Alvalade

Ainda há pouco a equipa regressou de Ponta Delgada e já está a preparar o desafio de amanhã, agora com o Gil Vicente que no fim de semana muito complicou a tarefa ao Porto.

É o segundo desafio da tal sequência de quatro jogos acessíveis que o Sporting tem que aproveitar para integrar os lugares da frente. Para já e ganhando, ficamos isolados na 2ª posição. Mas não vai ser fácil.

No ano passado demo-nos mal com o Gil Vicente em Barcelos, até pelo equipamento é uma equipa parecida com o Santa Clara, o jogo deverá ser de sentido único, mas as ofertas podem pagar-se caro.

A táctica será o 3-4-3 do costume, mas o espírito tem de ser resolver o jogo bem depressa e descansar com bola o resto do tempo.

 

Como de costume nestes posts, não faço ideia quem vão ser os convocados por Amorim, Quaresma e Antunes estão lesionados, João Mário impedido de jogar por inscrição tardia, Vietto já se foi (felicidades), os restantes parecem estar em condições. Imagino então que sejam mais ou menos os seguintes:

Guarda-redes: Adán e Max.

Defesas Centrais: Coates, Neto, Feddal e Inácio.

Alas: Porro, Nuno Mendes e Antunes.

Médios Centro: Palhinha, Bragança, Matheus Nunes e Pedro Gonçalves

Interiores: Tiago Tomás, Jovane e Nuno Santos

Ponta de lança: Sporar

 

No último jogo, se calhar pela primeira vez que faço esta rubrica, acertei no onze. Para amanhã, admito algumas alterações porque este modelo do falso ponta de lança por um lado começa a ser percebido, por outro Jovane está longe do que pode fazer.

Então no meu onze colocava o único ponta de lança que temos. Já provou que marca golos, sem jogar não ganha confiança, sem confiança não joga nada, e muito menos marca.

No banco ficava com Bragança, Jovane e Tiago Tomás para, se necessário, cair em cima do Gil na 2.ª parte. 

Adán; Neto, Coates e Feddal; Porro, Palhinha, Matheus Nunes e Nuno Mendes; Pedro Gonçalves, Sporar e Nuno Santos.

 

Concluindo,

Amanhã o Sporting entra em campo em Alvalade para tentar alcançar a quarta vitória na Liga.

Considerando o sistema táctico de Rúben Amorim, qual seria o vosso onze?

SL

Há coisas mais importantes do que os golos

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Na sequência do assassinato do professor francês Samuel Paty, devido a ter mostrado caricaturas aos seus alunos, a pastora da Igreja Protestante de Roubaix, Sandrine Maurot, convidou os crentes de todas as religiões a "publicarem uma caricatura na sua própria religião, defendendo a liberdade de expressão".

(O meu muito laico sportinguismo é o meu sentimento mais próximo, ainda que imensamente distante, da religiosidade. Ou seja, resta-me isto ...)

A diferença entre o real e o virtual

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Breve resumo da semana leonina que passou.

 

1

No Sporting das competições reais:

 

- No andebol, vitória categórica da nossa equipa na Pérola do Atlântico: derrotámos a Madeira SAD por 28-34. Balanço muito positivo: oito jogos, oito vitórias no campeonato nacional da modalidade.

- No futsal, triunfo importante no Pavilhão João Rocha frente ao Modicus, por 3-2. Uma vitória que nos mantém invictos à quinta jornada do campeonato nacional.

- No basquetebol, terceira vitória consecutiva no campeonato: derrotámos sem margem para discussão o CAB Madeira, fora de casa, por 87-72

- No hóquei em patins, à quinta ronda do campeonato, registou-se nova goleada leonina. Desta vez: vencemos o Turquel por 7-2, em casa da equipa adversária. Seguimos em primeiro, naturalmente.

- No hóquei feminino, deslocação bem sucedida ao pavilhão do CA Campo de Ourique: as Leoas foram lá vencer por 5-0.

- No voleibol, fomos às Caldas vencer a equipa local por 3-0, cumprindo a nossa sexta jornada no campeonato da modalidade.

- No voleibol feminino, o Sporting bateu o Braga por 3-0 - marca que não deixou qualquer margem para discussão.

- No futebol, comportamento exemplar da nossa equipa B, que venceu e convenceu: goleámos o Belenenses SAD B por 4-1, no estádio Aurélio Pereira. Mantemos a liderança da série G, cumprida a quarta jornada do chamado Campeonato de Portugal.

- Ainda no  futebol, vitória no terreno do Santa Clara - deslocação sempre difícil. Derrotámos a equipa açoriana por 2-1, cumprindo o terceiro triunfo fora de casa em quatro jornadas da Liga 2020/2021.

- Nota dissonante neste registo de vitórias do Sporting nas mais recentes rondas de diversas modalidades: no futsal feminino foi mal sucedida a nossa deslocação ao reduto dos Leões de Porto Salvo, em desafio de estreia do respectivo campeonato nacional: perdemos 1-5.

Mas o balanço global é, naturalmente, muito positivo.

 

2

No Sporting das competições virtuais:

 

Paulo Lopo, ex-presidente da SAD do Leixões, volta a mostrar-se disponível para concorrer à presidência do Sporting, o que já sucedera duas semanas atrás, em entrevista ao Record. Desta vez numa espécie de carta aberta a Frederico Varandas publicada no blogue Leonino, aproveitando para anunciar que a primeira medida que tomaria, se conseguisse atingir aquele objectivo, seria propor a readmissão de Bruno de Carvalho e Godinho Lopes, antigos presidentes entretanto expulsos de sócios. «Neste momento, o Sporting CP é gerido pelo medo. O medo da concorrência, o medo da contestação, o medo da ambição. Ao invés de parecer que somos liderados por um médico, mais parecemos liderados por um hipocondríaco», opinou Lopo, que se apresenta como sócio n.º 27.023-0 do Clube.

A voz do leitor

«Não posso esconder que tenho gostado do trabalho que Rúben Amorim tem desenvolvido em campo e fora dele. Se conseguirem proteger o treinador e o grupo de trabalho de todo o ruído e se não se tiver de mexer em demasia no que está a construir-se, pode ser que o investimento tenha maior retorno e alivie na carteira e na memória o custo exigido.»

 

Carlos Estanislau Alves, neste meu postal

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