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És a nossa Fé!

O Estado que é o futebol

Cada vez é mais notório que o futebol há muito que deixou de ser somente um desporto. É neste momento uma indústria que move pelo Mundo um número com demasiados algarismos.
De tal forma é importante que, em países como o nosso, o desporto-rei ganhou estatuto de um Estado, dentro de outro Estado.

O nosso futebol tem tamanho poder que não há político que não goste de aparecer ao lado dos homens da bola. Então em competições europeias é vê-los. Mesmo que noutros desportos a presença de equipas lusas em finais seja mais frequente.

A propósito, gostaria de saber quantos políticos estiveram presentes no Pavilhão João Rocha aquando da Final da Liga dos Campeões em Hóquei-em-Patins entre o FC Porto e o Sporting. Acho que nem é necessário responder. Agora imagine-se o que aconteceria se fosse no futebol…

Este novel Estado pretende ser tão independente que nem permite a intervenção da justiça fora dos seus próprios tribunais.

Mas, como qualquer Estado que se preze, este tem também os seus aliados. E as televisões são um dos exemplos.

Venho agora discorrer sobre este tema porque ainda estou para perceber porque é que a final da Supertaça se jogará domingo perto das 21 horas. É que se não houver atrasos, nem prolongamentos, nem grandes penalidades, este jogo acabará por volta das onze da noite.

Os adeptos da equipa vencedora certamente irão ficar no campo até a sua equipa receber a taça. O que equivale a dizer que só muito perto da meia-noite esses mesmos adeptos estarão de regresso a casa. Agora imagine-se se houver tempos adicionais a que horas se sairá do estádio…

Seria bom que este Estado percebesse que realmente o futebol só existe… porque há adeptos. E estes deveriam ser os primeiros a merecer respeito. No entanto tal não acontece.

Os clubes envolvidos são os verdadeiros culpados, ao deixaram que a organização deste evento esteja não só refém de um canal de televisão, mas também por não se imporem perante os patrocinadores.

Percebo que o adepto de sofá é deveras importante. Mas aquele que vai ao estádio mereceria muito mais consideração por parte das entidades organizadoras.

Digo eu…

Uma cena já vista

Amanhã vamos defrontar, no Estádio do Algarve, a melhor equipa da Liga no ano passado, que tem um grande treinador português a comandar.

Por difícil que pareça a tarefa, a essa mesma equipa, então com o puto maravilha, e sob o comando do mesmo Marcel Keizer, ganhámos o acesso ao Jamor.

É mais uma vez incrível verificar que vamos ter dum lado o Sporting e os Sportinguistas, que vão encher o estádio ou, como eu, a sofrer bem longe, e do outro, além do adversário, os ressabiados, os arruaceiros das AGs, os que deixaram de pagar quotas ou que nunca as pagaram, o lixo Letal ao Sporting que o agora desgraçado aprendiz de ditador deixou no clube.

Keizer pode ter todos os defeitos, a equipa também, mas amanhã somos Nós todos que estaremos com eles a torcer pela conquista dum caneco que de pouco vale mas que neste contexto, para Nós, vale muito.

Viva o Sporting !!!

 

PS: A guerra civil na Juve Leo foi declarada. Talvez agora se perceba o que realmente aconteceu em Alcochete. O pacto de silêncio que escondeu mandantes e organizadores e que condenou alguns jovens imbecis, sem cadastro e que pouco ou nada fizeram, a 15 meses de prisão não vai durar para sempre.

SL

Faz hoje um ano

 

Iam longe os tempos em que Bruno de Carvalho pedia aos adeptos para não lerem os jornais, sobretudo os pertencentes ao grupo Cofina. Agora era ele próprio a tomar a iniciativa de conceder entrevistas a esses jornais.

Aconteceu há um ano. Em entrevista ao Record, o presidente cessante do Sporting - entretanto suspenso de sócio - disparava em diversas direcções, bem ao seu estilo. Contra Frederico Varandas, Jaime Marta Soares, Álvaro Sobrinho, José Maria Ricciardi, Sousa Cintra, Torres Pereira, Jorge Jesus. E até contra Carlos Vieira, que fora seu vice-presidente até mês e meio antes. Quase ninguém escapava da fúria vingativa do sucessor de Godinho Lopes.

 

No dia seguinte, 3 de Agosto de 2018, comentei aqui essa entrevista.

Nos termos que passo a transcrever parcialmente.

 

«O que afirma nesta cavaqueira o presidente destituído - e agora suspenso por um ano de associado do Sporting?

Mais do mesmo: não assume um erro (nem sequer a prosa miserável que publicou no facebook rebaixando os jogadores, logo após o jogo em Madrid contra o Atlético, futuro vencedor da Liga Europa). Não faz um mea culpa.

Lança lama sobre as pessoas que escolheu e aceitaram trabalhar com ele (vice-presidentes, presidente da Mesa da Assembleia Geral, treinador, director clínico), faz insinuações rasteiras a torto e direito, enche a entrevista com frases do habitual rancor azedo, próprio de quem está de mal com o mundo.

Vive numa espécie de realidade paralela, alimentando-se da sua delirante megalomania e de inifinitas teorias da conspiração. Imagina-se um estadista mas só tem conversa de porteira - sem desprimor para as porteiras.

São, bem ao seu estilo, declarações de um queixinhas.

Faz a todo o tempo juízos de (mau) carácter sobre ex-colaboradores directos e gente que integrou a sua comissão de honra e até foi convidada para o seu badalado casamento no Mosteiro dos Jerónimos, coincidente com o Dia do Clube.

Garante que só ele soube exercer o poder no Sporting mas, relativamente a tudo quanto ocorreu de mal, aponta a responsabilidade sempre para terceiros. Deixando-nos definitivamente esclarecidos quanto a falhas de carácter.»

A voz do leitor

«Toda a gente sabe que os compadrios e a corrupção reinam em várias estruturas do país, mas é possível lutar no futebol. Uma luta férrea, inteligente, non stop e construtiva é essencial. Por exemplo, em Itália as penas foram-se agravando e as coisas mudaram um pouco no futebol apesar de no estado o compadrio continuar.»

 

Mário Bento, neste meu texto

O que diz Nani

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Tenho sido muito crítico da orientação editorial do jornal A Bola, mas não ignoro que na redacção deste jornal existem jornalistas de inegável competência. Muitos deles, aliás, em oposição declarada à orientação do periódico, que já foi um dos mais prestigiados títulos da imprensa portuguesa.

Vem isto a propósito da excelente entrevista que A Bola hoje dá à estampa. Uma entrevista com Nani, conduzida pelo jornalista Paulo Alves, que para o efeito se deslocou aos Estados Unidos. O ex-capitão do Sporting, hoje profissional do Orlando City, equipa de que é o melhor marcador (oito golos em 19 jogos), abre o livro e diz o que pensa sobre a realidade leonina. Falando com a autoridade de ter sido quase tudo no futebol: um dos mais brilhantes frutos da nossa formação, um dos mais prestigiados internacionais portugueses de todos os tempos, campeão europeu pelo Manchester United, campeão europeu ao nível de selecções.

Um dos maiores craques de sempre com a marca leonina, aliás detentor de dois títulos no momento: Taça de Portugal e Taça da Liga. A milhares de quilómetros de distância, ele confessa: «Só há um clube onde me sinto em casa.»

O Sporting, claro.

 

................................................................................

 

Seguem-se excertos desta entrevista.

 

«[Há um ano] fui contactado, em primeiro lugar, pelo mister Peseiro e depois pelo presidente Sousa Cintra, e avaliei a situação. Tinha outras propostas de países mais distantes que me ofereciam muito mais dinheiro. Mas pensei e concluí que não estou a precisar de dinheiro, graças a Deus... (...) Precisava de voltar a casa, de respirar os nossos ares, recuperar energias. Já estava há muito tempo fora de casa.»

«[O Sporting] tem de ser um clube mais fechado. Todos os que estão lá dentro têm de querer a mesma coisa e correr para o mesmo lado. Quando isso acontecer o Sporting voltará a ser campeão.»

«Benfica e FC Porto são muito fortes nesses momentos vitais: se tiverem de passar por cima, eles não pensam duas vezes, vão e atropelam. Seja a ganhar por 1-0 ou a golear, mas ganham. É esse tipo de experiência que o Sporting também tem de ter. E isso tem de vir de dentro. Uma das falhas dos últimos anos é que, internamente, muitas pessoas que trabalham no Sporting são o problema do Sporting...»

«Nunca direi que não ao Sporting. (...) Disse um até já porque pertenço ao Sporting, cresci lá, permitiu-me que me formasse, abriu-me as portas do estrelato, foi ali que tudo começou e devo a minha lealdade eterna ao Sporting e estarei sempre disponível para ajudar seja no que for.»

«A Academia perdeu um pouco da mística que tinha, a organização não é a mesma. Lembro-me que no meu tempo não se facilitava a vida a ninguém nem com nada. Os responsáveis eram exigentes e muito rigorosos, faziam com que os jogadores estudassem, que se aplicassem nos treinos, puxavam por nós para sabermos o que queríamos para o nosso futuro.»

«Na época passada, quando voltei ao Sporting, tinha também uma proposta do FC Porto. (...) Era um bonito clube para jogar, ia competir na Champions, quem é que não gosta de estar na Champions? Mas tinha o Sporting também e não ia deixar os adeptos do meu clube tristes e revoltados comigo por causa de fazer três ou quatro jogos na Champions. Preferi ir para o Sporting, voltar a casa. Fui lutar por uma causa positiva, ajudar o clube a reerguer-se. Essa era a minha Champions pessoal.»

«Ganhar um título em representação do nosso país [Europeu de 2016] é o ponto mais alto da carreira de qualquer jogador, eu pelo menos penso assim. Muitos andam à procura disso há anos e não conseguem, e se calhar até têm outros troféus e títulos importantes, mas não tendo troféus pela selecção não é a mesma coisa.»

«Sempre gostei de fazer golos, desde miúdo que sempre assim foi. É claro que fico satisfeito, mas sempre fui muito mais um jogador criativo: criar lances ofensivos, dar assistências para golo, desbloquear o jogo para a minha equipa.»

«São importantes as convivências com pessoas ligadas a diversos meios, a diferentes realidades e culturas. O futebol não é só o que se vê cá fora, mas é preciso saber guardar aquilo que cada país nos oferece.»

«Houve dois treinadores que me marcaram muito: Paulo Bento e Alex Ferguson. Paulo Bento foi meu treinador ainda nos juniores e aí ele teve muitas conversas comigo e nunca, nunca me facilitou a vida. Mas era, e sabia disso, o jogador preferido dele. Ele chamava-me nomes, gritava comigo, mas olhava para mim como se fosse um filho dele. (...) Muitas vezes foi ele que me levou a casa, outras vezes pagava-me o táxi, estava sempre presente.»

 

Soma e segue

És a Nossa Fé soma e segue, mesmo em período de defeso: no último mês, foram registadas mais de 130 mil visualizações no nosso blogue. 132.252 visualizações, para ser mais específico.

Em nome de todo o plantel aqui reunido neste oitavo ano de existência de um projecto tornado realidade só para servir os interesses permanentes do Sporting, agradeço o interesse e a confiança que tantos leitores continuam a mostrar por nós.

Faz hoje um ano

 

Bruno de Carvalho, suspenso de sócio durante um ano por decisão unânime da Comissão de Ficalização, viu-se forçado a abandonar a corrida eleitoral. Ainda antes de ter verdadeiramente entrado nela.

Mas não ficou só. O ex-vice-presidente Carlos Vieira e os restantes ex-membros do Conselho Directivo destituídos na assembleia revogatória de 23 de Junho foram também suspensos - por dez meses. Excepto Luís Roque, que recebeu a pena mais leve: apenas uma repreensão registada.

Obviamente, ninguém ficou surpreendido com esta notícia difundida faz hoje um ano. A começar pelos visados.

 

Carvalho concedeu naquele dia uma inenarrável entrevista ao jornal Record - pertencente ao grupo Cofina, que ele antes fazia questão em diabolizar perante os sócios. Afirmando que a responsabilidade do assalto a Alcochete terá sido dos jogadores (que não saíram do balneário, etc.) e de alguém de dentro, em clara alusão a Frederico Varandas, então seu mais recente ódio de estimação.  Aludiu a supostas manipulações fotográficas (incluindo a imagem de Bas Dost, que correu mundo), afinal supostamente encomendadas. No fundo, nesta disparatada tese, tudo se resumira a uma cabala para o tramar.

«Isto tudo é mau demais. É um ocaso, demorado, doloroso. Que seria pungente se não fosse perverso, tão perverso», reagiu o JPT.

 

Entretanto, Zeferino Boal - que desistiu antes de ir a votos, imitando o que fizera em 2011 - passava-se de armas e bagagens para a candidatura de José Maria Ricciardi. Cabendo-lhe de imediato o importante pelouro dos núcleos leoninos.

«Deve ser boa carta de recomendação: eis um desistente nato a quem oferecem sempre mais do que ele parece disposto a dar», comentei aqui a 2 de Agosto de 2018.

A voz do leitor

«Unanimidade espero que nunca aconteça, pois é imperativo existir mais que um caminho. Só assim podemos saber se estamos a caminhar no sentido correcto. Muito estranho o silêncio de Benedito, o candidato com maior número de votantes. Não é preciso que use e abuse nas intervenções, mas devia ter uma postura diferente em representação de quem votou e confiou nele.»

 

Balakov-Oceano, neste texto do António de Almeida

Novidades da pré-época: breve balanço

Seguem-se as minhas impressões dos jogadores apresentados como reforços do Sporting na chamada "janela de Inverno" ou no defeso de Verão. Fica o desafio aos leitores: se quiserem, partilhem aqui as vossas opiniões sobre o mesmo tema.

 

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Cristián Borja. O internacional colombiano chegou no defeso de Inverno mas está longe de gerar consensos em Alvalade. Sobretudo no capítulo ofensivo: arrisca pouco e cruza mal. Acuña faz muito melhor que ele.

 

Eduardo Henrique. Expectativa. Transmitiu sinais positivos, a ler o jogo e a conduzir a bola. Terá vindo para ocupar funções de médio defensivo, mas parece dar-se melhor em zonas mais adiantadas do terreno. 

 

Eduardo Quaresma. Promissor. Ainda júnior, revelou alguns pormenores que atestam a sua qualidade futebolística não apenas como central mas até como lateral improvisado. Nome a reter num futuro próximo.

 

Gonzalo Plata. Talento. O jovem extremo equatoriano é daqueles que não enganam: tecnicamente evoluído, aguerrido nos confrontos individuais, agradou de imediato aos adeptos. É fácil augurar-lhe uma época em grande.

 

Idrissa Doumbia. Combativo. Chegou no mercado de Inverno e tem sido um dos jogadores que mais evoluíram em Alvalade. A partida de Gudelj coloca-o na primeira linha da titularidade como médio defensivo. 

 

Luciano Vietto. Discreto. Primeiro como extremo, depois no corredor central, mostrou-se sempre aquém daquilo que o ataque do Sporting necessita. Poderá não ter vida fácil num clube que já idolatrou outros argentinos.

 

Luís Maximiano. Promoção. Depois de ter dado nas vistas em escalões jovens, abre-se enfim a porta da equipa principal ao guarda-redes formado no Sporting. É já o segundo na hierarquia da baliza, logo após Renan.

 

Luís Neto. Maturidade. Estando Coates ainda ausente, dividiu com Mathieu o eixo da defesa, exibindo concentração e confiança. É reforço digno deste nome: a sua veterania ajuda a equilibrar um plantel muito jovem. 

 

Luiz Phellype. Útil. Foi seguramente uma contratação barata. E já confirmou no Sporting saber marcar golos, como fizera no Paços de Ferreira. Veio de férias com peso a mais. Há que confiar num rápido regresso à boa forma.

 

Matheus Pereira. Eclipsado. O que se passa com este extremo formado em Alcochete? Keizer parece ter boa impressão do brasileiro, que apesar disso não foi apresentado aos adeptos nem consta do plantel. Tudo muito opaco.

 

Nuno Mendes. Desenvoltura. Diz-se que Keizer ficou muito satisfeito com as prestações do jovem formado em Alcochete, que respondeu bem sempre que foi chamado. Movimentando-se sem complexos na ala defensiva.

 

Rafael Camacho. Insuficiente. Mostrou vontade de agarrar a posição, embora tendo actuado na ala esquerda em vez de preencher o corredor oposto, em que se sentirá mais à-vontade. Uma lesão travou-lhe o passo.

 

Thierry Correia. Revelação. Aposta deliberada do técnico, aproveitou as ausências de Ristovski e Bruno Gaspar para se mostrar em bom nível, sobretudo contra o Liverpool e o Valência. Merece ser lateral direito titular.

 

Tiago Ilori. Sofrível. Oportunidades não lhe têm faltado neste seu regresso ao Sporting seis anos após a infausta aventura em Inglaterra. Infelizmente o defesa oriundo da nossa formação ainda não quis ou não soube agarrá-las.

 

Valentin Rosier. Mistério. O defesa francês veio aureolado de craque e muitos já antecipavam que lhe estaria reservado o posto titular na ala direita. Afinal chegou lesionado e tem permanecido oculto. Promete gerar polémica.

 

Entre os mais comentados

Nos 23 destaques feitos pelo Sapo em Julho para assinalar os dez blogues mais comentados nesta plataforma ao longo do mês, És a Nossa Fé recebeu 23 menções. Fazendo assim o pleno, uma vez mais.

Além disso, figurámos 18 vezes no pódio dos mais comentados - com seis "medalhas de ouro", oito de "prata" e quatro de "bronze".

Recorde-se que os textos publicados ao fim de semana são agregados aos de sexta-feira para este efeito, o que leva o número de destaques a ser inferior ao número de dias.

 

Os 23 textos foram estes, por ordem cronológica:

 

Hoje é dia de aprovarmos o orçamento do clube (107 comentários, o mais comentado do dia)

Só faltam cinco dias (44 comentários, terceiro mais comentado do dia)

Porque vou votar favoravelmente as expulsões (102 comentários, o mais comentado do dia)

"Megracraques" do antigamente (138 comentários, o mais comentado do dia)

Reflexões para 6 de Julho (42 comentários, terceiro mais comentado)

Não aguenta um cara-a-cara (78 comentários, segundo mais comentado)

Seis notas breves (26 comentários)

Letais ao Sporting (68 comentários, segundo mais comentado)

As gloriosas capas do jornal "A Bola" (28 comentários)

Entrevista a Miguel Cal (72 comentários, segundo mais comentado)

Rever os Estatutos - I (41 comentários)

Um pontapé em Domingos Duarte (82 comentários, o mais comentado do dia)

Fazem falta mais extremos no Sporting? (82 comentários, o mais comentado do dia)

A proposta (26 comentários)

Os imbecis (46 comentários, segundo mais comentado)

Três perguntas (54 comentários, segundo mais comentado)

Para a nova temporada (30 comentários)

E de repente (56 comentários, o mais comentado do dia)

Bas Dost e Slimani (54 comentários, segundo mais comentado)

Os destaques: Bruno, Wendel, Mathieu (40 comentários, segundo mais comentado)

As gloriosas capas do jornal "A Bola" (17) (46 comentários, terceiro mais comentado)

Um plantel do presente ou do futuro? (45 comentários, terceiro mais comentado)

As lágrimas (44 comentários, segundo mais comentado)

 

Com um total de 1451 comentários nestes postais. Da autoria do António de Almeida, do Francisco Melo, do Luís Lisboa e de mim próprio.

Fica o agradecimento a quem nos dá a honra de visitar e comentar. E, naturalmente, também aos responsáveis do Sapo por esta iniciativa.

Faz hoje um ano

 

No dia em que se assinalava um ano de existência da nossa rubrica diária A Voz do Leitor, as notícias mais em evidência no Sporting relacionavam-se com o apoio de Peter Schmeichel ao candidato João Benedito, a chegada do guarda-redes Renan por empréstimo e as pressões leoninas para o ansiado regresso de Slimani

Além do anúncio, mais que esperado, da desistência de Zeferino Boal ainda antes de ter formalizado a candidatura à presidência do Sporting. Ninguém ficou surpreendido.

 

E o que se escrevia por cá nesse dia 1 de Agosto de 2018?

 

Palavras do Ricardo Roque:

«Julgo que, cada um à sua maneira, todos sentiremos saudades de Bruno de Carvalho (BdC). Desde este blogue, pelas estatísticas fantásticas que atingimos, à CMTV (e respetivo jornal) pelas audiências e share alcançado, passando por todas as outras TV´s e jornais, desportivos em 1ª linha. Se nos recordarmos do discurso vitorioso de BdC contra a comunicaçao social em geral, após os 90% alcançados na célebre assembleia de fevereiro dos estatutos, não podemos deixar de soltar um sorriso pela ironia que provoca a situação.»

 

Palavras do António de Almeida:

«Ao ver a apresentação da candidatura de José Maria Ricciardi à presidência do Sporting Clube de Portugal, fico com a sensação que surgem fora de tempo. O timing perfeito teria sido 2011, em lugar de terem apoiado Luís Godinho Lopes. Teríamos sido poupados a dois anos catastróficos, que tiveram como consequência os cinco de insanidade que atravessámos e dos quais a muito custo estamos a sair.»

A voz do leitor

«Com adeptos destes não há clube que preste. Lembro-me sempre dos adeptos do Real Madrid Essa hipocondria ou depressão clubística trata-se. Vai-se ao pavilhão e vê-se uma soberba equipa de futsal, uma enorme equipa de vólei, uma estupenda equipa de andebol, o matraquilhar fantástico de uma equipa de hóquei. Deixa-se contagiar pelo ambiente. Quanto ao resto, há que dar tempo ao tempo, não me parece que a presente direcção vá pôr remendos.»

 

Allfacinha, neste meu postal

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{ Blogue fundado em 2012. }

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