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És a nossa Fé!

Faz hoje um ano

 

 

Duas reflexões aqui publicadas a 29 de Março de 2018.

 

Do JPT:

«Com estas declarações dirigidas ao presidente do Braga - ainda para mais em vésperas de uma deslocação àquela cidade, para um jogo importantíssimo, e com toda a certeza acicatando o ambiente e sobrepressionando a equipa - me enfastiei com o nosso presidente. De uma vez por todas. Ou ele está desnorteado, e precisará de apoio e solidariedade, de quem lhe possa servir de bússola (ou GPS). Ou ele está-se nas tintas para o norte, e precisa de quem o ature nessa condição, vagueando qual vagabundo. Em nenhum dos casos me parece cumprir as condições óptimas para presidir ao clube. É uma pena. Isso dos traços (ou rumos) da personalidade lhe estarem a vetar o belo destino a que parecia votado.»

 

Do Pedro Azevedo:

«Francisco Geraldes é um jogador cerebral, que procura a bola cirurgicamente para depois produzir um último passe. Outro dos problemas da equipa, este ano, tem sido a perda de criatividade e de soluções de passe mais à frente, quando Bruno Fernandes recua no terreno. Os desequilíbrios ficam exclusivamente entregues a Gelson e todos os adversários já se aperceberam disso. Francisco resolveria facilmente este problema e, na minha opinião, poderia jogar sempre como titular nas partidas em Alvalade (recuando BF), partindo do banco, em alternativa a Battaglia, nas partidas fora de casa, não descurando o facto de, dada a necessária rotação da equipa e descanso de alguns jogadores nucleares, poder substituir o próprio Bruno Fernandes como "10", num sistema de 4-3-3, com William e Battaglia por detrás. Em conclusão, nunca contaria com Geraldes para ser um "8", mas jamais o teria descartado aquando da elaboração do plantel para a época de 2017/18.»

A voz do leitor

«Um dos problemas das equipas do Sporting nos últimos anos é estarem sempre dependentes de um ou outro jogador. Hoje em dia é Bruno Fernandes e Bas Dost. Antes tinha sido o Slimani. Há algum tempo era o Liedson. Enquanto o equilíbrio por cima da equipa não for uma realidade, dificilmente seremos campeões.»

 

Luís Barros, neste meu postal

Faz hoje um ano

 

A 28 de Março de 2018 dediquei aqui umas linhas a Bruno de Carvalho. 

Transcrevo-as na íntegra:

«Gostava que o presidente do Sporting parasse de fazer publicidade gratuita aos mais escabrosos e desqualificados cartilheiros lampiónicos. Nem ele tem estatuto para descer ao nível desses sujeitos nem eles têm o menor crédito para subirem ao nível de interlocutores ou destinatários das prosas do líder leonino. Em comunicação, estas coisas contam. E de que maneira. Cada vez que Bruno de Carvalho escreve os nomes desses desqualificados nos seus lençóis do facebook dá-lhes palco e fama. Que é precisamente o que eles querem. Graças ao presidente do Sporting, tais cartilheiros sobem de escalão nas tenças e avenças auferidas por fazerem terrorismo opinativo. Não admira que andem por aí cada vez mais gordos.»

A voz do leitor

«Li aqui tantos disparates sobre um tal destituído, que sinto vergonha que haja pessoas do meu clube que ainda falem neste absurdo dirigente, que protagonizou a pior fase da nossa história. Se houver Justiça em Portugal eu sei onde ele deve estar nos próximos tempos.»

 

Fernando Albuquerque, neste meu texto

Dá Deus nozes a quem não tem dentes...

Farto das baboseiras do destituído, que nem merecem resposta, andava a passear pelos canais quando oiço Tiago Fernandes na Sport TV a dizer o óbvio, que o Bas Dost com um modelo de jogo a privilegiar o jogo interior, extremos de pés contrários e laterais incapazes de centrar bolas em condições está condenado ao insucesso.

Só um cego é que não vê. Até pode ser holandês também mas, por amor da Santa, se tem um ponta de lança de eleição, ponha a equipa a funcionar em função dele.

Foi assim que Boloni fez com Jardel, com Quaresma dum lado e João Pinto do outro a centrar para o "cabecinha de ouro", mas se calhar com Keizer andava a fazer tabelinhas no meio campo... e haveria aqui quem se queixasse que o brasileiro era um cepo.

Se do lado esquerdo Borja e Acuña garantem profundidade e cruzamentos, mas é preciso insistir e rotinar os dois, do outro Raphinha não faz um centro e os dois laterais são mais que medíocres nesse domínio. Quando entra Diaby, pior um pouco. Nani jogava tambem de pé contrário. Que saudades Bas Dost deve ter de Gelson e Podence...

O desempenho extra de Bruno Fernandes tem tapado muita coisa...

SL

Desculpem a presunção

Desculpem, mas sendo este um gesto provavelmente inédito e tendo vindo de um jovem jogador do clube da minha cidade, é caso para me sentir orgulhoso da terra onde nasci.

Isto pode parecer não ter nada a ver com o Sporting, mas de repente pensamos em valores e vem-nos à memória a (recente) falta deles.

Pena na imagem o equipamento não seja o preto e vermelho tradicional.

Estou curioso para ver

Dadas as notícias de hoje, já assinaladas no blogue, e considerando a situação que recentemente aqui relatei, fico mesmo curioso à espera de saber se, nas semanas antes do Portugal-Luxemburgo, haverá anúncios do tipo "venha ao Estádio José Alvalade" nos placares publicitários do Estádio da Luz. Mesmo considerando que o nosso estádio não se chama "Estádio do Sporting Clube de Portugal", e a cor do patrocinador da seleção responsável por tais anúncios é o encarnado.

Faz hoje um ano

 

 

A 27 de Março de 2018, saudei aqui a anunciada decisão de Bruno de Carvalho de mandar regressar a Alvalade três jogadores da nossa formação que andavam emprestados a outros clubes: Domingos Duarte, Francisco Geraldes e Matheus Pereira.

 

Argumentei assim:

«Temos neste momento apenas três defesas centrais no plantel (e um deles, André Pinto, contratado ao Braga, já revelou muitas limitações de ordem técnica) quando um dos melhores a jogar nesta posição em todo o campeonato, Domingos Duarte, foi formado em Alcochete e pertence aos quadros leoninos.

Uma das posições em que estamos mais desguarnecidos é a de ponta direita, à guarda exclusiva de Gelson. Em casos de lesão ou sanção disciplinar há que adaptar sempre um jogador àquela zona do terreno. Acontece que essa é a posição natural de Matheus, que se tem evidenciado como emprestado do Sporting ao Chaves.

O caso de Geraldes nem merece discussão. Como organizador e pensador de jogo, actuando no corredor central ou na faixa direita, é um dos talentos indiscutíveis da I Liga. Emprestado ao Rio Ave, depois de ter conquistado na época anterior a Taça da Liga ao serviço do Moreirense, também emprestado. É mais que tempo de fazê-lo regressar.»

 

No entanto, precavido, rematei deste modo: 

«Mas para jogarem, todos eles. Não para serem remetidos ao banco ou relegados para a bancada, à mercê dos caprichos de um treinador que tem demonstrado muito pouco apreço pela formação leonina.»

Sabemos todos o que aconteceu desde então.

A voz do leitor

«Em nenhum clube da Primeira Liga acontece algo semelhante, de uma equipa jogar com um médio na posição de central, vindo de uma operação e sem rotinas, por não ter nenhum jogador desta posição no plantel principal ou nos sub-23! Uma equipa que se diz candidata não pode ser tão pobre em opções quando se gaba de ser um colosso mundial da formação. Formamos para quê? Demiral, Domingos Duarte, Ivanildo Fernandes, qualquer um deles tinha lugar no plantel para entrarem em caso de necessidade.»

 

JHC, neste meu texto

À atenção da FPF!

Não vi o jogo da selecção contra a Ucrãnia, mas vi o jogo de ontem!

A minha conclusão é que a FPF tem de investir urgentemente da iluminação do estádio.

Não obstante o jogo ser na Luz a verdade é que as lâmpadas deviam estar todas fundidas, de tal forma que os jogadores portugueses só por uma vez conseguiram ver as redes adversárias.

O inútil e o inenarrável

«Noite de horror» no futebol português: a imprensa internacional não poupa a péssima exibição da selecção nacional na noite de ontem. A segunda consecutiva - primeiro contra a Ucrânia, agora contra a Sérvia - naquele que se tornou o "estádio oficial" da Federação Portuguesa de Futebol, onde os assobios foram mais audíveis do que os aplausos (e é muito bem feito).

Dois jogos, dois empates perante adversários situados muito abaixo do nosso patamar internacional neste arranque da campanha de qualificação para o Europeu de 2020. Lamento reconhecer, mas nunca vi tanto desinteresse colectivo em redor da selecção neste século XXI que leva duas décadas quase cumpridas. O que até se compreende. Basta anotar que o onze das quinas terminou a partida com Pizzi e Guedes em campo, além do inútil Cancelo. E - pior ainda - entrou em jogo com um inenarrável Dyego Sousa, incapaz de fazer um só passe em condições. É para mim totalmente incompreensível que Fernando Santos o tenha mantido 58 minutos sobre o relvado.

Em suma, tivemos o que merecemos. Só lamento a lesão de Cristiano Ronaldo, um enorme jogador que aos 34 anos continua a entregar-se como um recém-chegado a cada momento do jogo - e ontem pagou por isso. Nem assim funcionou como exemplo para alguns dos colegas que se arrastaram miseravelmente em campo.

{ Blog fundado em 2012. }

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