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És a nossa Fé!

Copo meio cheio ou meio vazio ?

Com a vitória em Chaves chegámos ao 3º lugar da Liga. Ganhámos já a Taça da Liga. Na Liga Europa fomos eliminados por uma equipa espanhola que ainda lá está, depois de ter eliminado o Zenit. Estamos na luta pela final da Taça.

No futebol de formação competimos pelos primeiros lugares, tal como no futebol feminino.

Nas modalidades de pavilhão mantemos o nível da época passada. Ainda hoje ganhámos a Taça do Futsal ao Benfica.

O empréstimo/resgate obrigacionista foi concluido.

A reestruturação da dívida bancária está prestes a ser concluída.

O processo das rescisões está a ser resolvido nas condições em que pode ser resolvido. Patrício e William já estão, importa terminar Gelson e aguardar os prazos da justiça para os outros três.

O relacionamento com as claques está péssimo, parece que sem amendoins não há macacos.

A reestruturação da Academia e do "back-office" do futebol profissional é um facto.

Depois de tudo o que se passámos, do assalto à Academia que conduziu à destituição e posterior suspensão dum presidente, da eleição do novo presidente por pouca margem nas eleições mais concorridas de sempre, o que já se conseguiu é muito ou pouco? 

O copo está como?

SL

Pódio: Bruno Fernandes, Phellype, Jovane

Por curiosidade, aqui fica a soma das classificações atribuídas à actuação dos nossos jogadores no Chaves-Sporting pelos três diários desportivos:

 

Bruno Fernandes: 19

Luiz Phellype: 18

Jovane: 16

Mathieu: 16

Borja: 15

Acuña: 15

Renan: 15

Wendel: 15

Idrissa Doumbia: 14

Raphinha: 14

Gudelj: 13

Ristovski: 12

Coates: 12

Bruno Gaspar: 7

 

Os três jornais elegeram Bruno Fernandes como melhor em campo.

Ristovski

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Injustamente cadstigado com 2 jogos, ficou impossibilitado de disputar a 1ª mão da meia-final da taça de Portugal frente ao S.L.Benfica no estádio da Luz. Corre agora o risco de ficar de fora da 2ª mão, graças a uma incompreensível, diria mesmo absurda, decisão de Manuel Mota. 

O Sporting C.P. já anunciou recurso, vamos ter mais do mesmo? É que além de prejudicar o clube, também é muito injusto para o atleta.

Ganhámos... mas não gostei!

O jogo acabou por nos ser favorável. Valeu o resultado. De resto... mais do mesmo. Futebol sem fio de jogo, sem ligação entre setores, abusando daquela lentidão confrangedora, jogadores desmotivados (foi essa a leitura que tive), tirando uma ou outra exceção, jogando quase toda a segunda parte contra dez e nem assim conseguimos impor velocidade e arrumar o jogo definitivamente. Sofrer, e mais sofrer, e por fim o habitual, aquele que faz a diferença... Do treinador, já não sei que diga. Só posso dizer uma coisa. A mim, já não me traz qualquer motivação e não consigo acreditar que nos possa trazer algo de diferente para melhor. Parece-me que vai ser sempre assim... faço votos que me engane.

Faz hoje um ano

 

Ninguém tinha ilusões: estávamos já fora da corrida ao título. A confirmação, para os últimos crédulos, ocorreu há exactamente um ano, a 31 de Março de 2018, quando fomos à Pedreira perder por 1-0: Abel Ferreira deu um banho táctico a Jorge Jesus. E colocava o Braga apenas a um ponto do Sporting no campeonato. Depois de Bruno de Carvalho ter passado uma semana mergulhado em despiques verbais com o presidente braguista, António Salvador.

«Pior do que a derrota, é verificarmos que a equipa bracarense - treinada por Abel Ferreira, ex-treinador do Sporting B que foi despedido há dois anos por Bruno de Carvalho - nos disputa claramente um lugar no pódio deste campeonato. Nada está fechado neste domínio quando faltam seis jornadas para o fim.» Palavras minhas, aqui publicadas logo após o jogo.

Também expressei o meu lamento por ver Esgaio - vice-rei das assistências no campeonato e um dos melhores em campo nessa partida - jogar pelos encarnados do Norte: «Não me conformo com o negócio feito no Verão pelo presidente do Sporting, que decidiu ceder a título definitivo ao Braga este jogador formado em Alcochete.»

 

Críticas também do António de Almeida:

«Não se ganham campeonatos no Facebook ou Twitter. O clube não tira dividendos do estilo pirómano de liderança do presidente ou da casmurrice do treinador que despreza a formação. É impossível esconder ou manipular factos, os resultados são pífios, em três anos vencer uma supertaça e uma taça da carica é pouco, é muito pouco…»

 

E do João Goulão:

«Temos um treinador que não consegue pôr em prática aquilo que é de mais fundamental num jogo de futebol - a leitura de jogo. É escusado, já  aqui manifestei algumas vezes que não é possível um clube como o Sporting ter um treinador que, do ponto de vista da leitura de jogo, falha sempre; não consegue acertar uma substituição, não é capaz de chegar ao final do jogo e dizer: "A culpa é minha." Alguém consegue entender a contratação de Rúben Ribeiro? Como é possível colocar a jogar um jogador que a única coisa que faz é jogar "ao meio" com "toquinhos de praia" e substitui-lo depois de estar 10 minutos em campo? É de pôr os cabelos em pé (para quem os tem...). Somos talhados para sofrer, mas isto é demais.»

 

Assim chegava ao fim o mês de Março. Faltavam menos de três meses para o fim do consulado Bruno de Carvalho.

Mas ninguém suspeitava o que havíamos ainda de sofrer nessa turbulenta recta final.

Vitória sofrida com PH9

Isto de chegar, ver e vencer não é para todos, uns demoram tempo, outros nem lá chegam. Hoje tivemos um ponta de lança batalhador, com presença na área e frio na concretização. Pena apenas aquela cabeçada falhada da 1ª parte. Um Phyllipe que justificou enfim a contratação para a posição 9. Como alternativa a Bas Dost, obviamente.

Também tivemos Borja, que fez uma bela ala esquerda com Acuña, e Doumbia com prestações individuais agradáveis. Pelo que o mercado de Inverno não foi de todo desperdiçado. 

O que começa a ser um caso sério de desperdício é a teimosia táctica de Keizer, que continua a insistir em sair a construir desde trás, tornando os dois centrais alvos da pressão adversária e sujeitos ao erro, e fazendo de Gudelj polícia sinaleiro. E tudo começa em Renan, que se recusa a colocar rapidamente a bola à distância, e quando o faz, enfastiado, chuta para onde não há ninguém. Se calhar para Keizer é a escola holandesa versão Barcelona, mas está a ser aquele ponto fraco que todos os adversários exploram.

Resumindo, com Coates, Mathieu, Acuña e Bruno Fernandes devíamos ter jogado muito mais e sofrido muito menos. 

SL

Rescaldo do jogo de hoje

Gostei

 

 

Da vitória. Trouxemos três pontos de Chaves, um estádio sempre difícil: vitória por 3-1. Não houve exibição de gala, muito longe disso, mas a equipa soube ser solidária e compacta em momentos decisivos. O essencial foi feito perante um onze que ocupa o penúltimo lugar na Liga, lutando para não descer. Sem esquecer que a turma flaviense terminou o encontro só com nove jogadores e viu-se forçada a substituir o guarda-redes.

 

De Bruno Fernandes. Mesmo vindo de lesão, o que aliás condicionou a sua actuação em campo, foi o melhor jogador desta partida. Marcou um grande golo, aos 80', com um disparo fortíssimo fora da grande área. Foi o golo que nos valeu os três pontos - e também o melhor do jogo. Já tinha participado na construção do primeiro. Leva 41 marcados em cem desafios com a camisola verde e branca, o que o confirma como o médio mais goleador do futebol europeu actual. Se todos revelassem tanta intensidade numa partida como ele, o Sporting estaria bem melhor do que está.

 

De Luiz Phellype. Com Bas Dost de novo lesionado, o ponta-de-lança brasileiro - hoje titular - aproveitou enfim para fazer o gosto ao pé. Não apenas uma vez, mas duas: abriu o marcador aos 24', dando o melhor caminho à bola na sequência de um centro de Ristovski após uma boa jogada colectiva ao primeiro toque; e aos 90'+10, quase ao cair do pano, num belo lance de insistência, após aguentar uma carga. Emocionou-se ao festejar o golo de estreia - e era caso para isso: antes tinha participado em 11 partidas sem marcar.

 

De Mathieu. Voltou a ser um elemento fundamental do onze leonino. A sua experiência foi vital em cortes providenciais aos 14', 20' e 42', revelando agilidade e reflexos rapidíssimos. Essencial também no processo de construção, empurrando a equipa para diante: soube lutar sempre contra a apatia que por vezes parecia apoderar-se de alguns dos seus colegas.

 

De Acuña. Não foi uma das suas melhores exibições, mas em momentos cruciais demonstrou todo o seu profissionalismo. Combativo, tenaz, foi dele o grande cruzamento que descobriu Bruno Fernandes isolado, funcionando como assistência para o segundo golo. Como tantas vezes tem acontecido, fez duas posições no mesmo jogo. Primeiro à frente, depois atrás.

 

De Jovane. Vários desafios depois, voltou a ter uma oportunidade digna desse nome: o técnico holandês apostou nele como substituto de Borja, a partir dos 73', enquanto fazia recuar Acuña para lateral esquerdo. O jovem luso-caboverdiano soube aproveitar o repto: rematou com perigo aos 78', provocando uma defesa apertada do guardião do Chaves, e fez a assistência para o terceiro golo. Merece mais.

 

De termos ultrapassado o Braga. Com esta vitória, regressamos ao pódio no campeonato. Em igualdade pontual com a turma braguista (58 pontos acumulados à 27.ª jornada) mas em vantagem relativa, pois no confronto em Alvalade triunfámos por 3-0. O que pode fazer toda a diferença nas contas finais da Liga 2018/2019.

 

 

 

Não gostei

 
 

Da substituição de Gudelj por IdrissaAconteceu aos 66'. O jogo estava empatado e começava a pairar entre os adeptos o receio de deixarmos dois pontos em Chaves. Em vez de reforçar o ataque, Keizer optou por uma troca directa no meio-campo defensivo. Como se estivesse resignado a tão medíocre resultado, jogando com um adversário em inferioridade numérica (por expulsão de Jefferson aos 51'). A primeira opção ofensiva saída do banco ocorreu só aos 73', com a entrada de Jovane. Sete minutos depois, desfazíamos o empate. 

 

Da agressividade dos flavienses. É inconcebível ver uma equipa que disputa a primeira divisão do futebol profissional português recorrer de forma tão sistemática a faltas grosseiras. Que, não por acaso, tiveram como alvo principal Bruno Fernandes. Dois jogadores do Chaves foram expulsos, o que só pode surpreender quem não assistiu ao jogo.

 

De arbitragem. Manuel Mota, um dos mais incompetentes apitadores que ainda se arrastam nos relvados portugueses, exibiu o cartão vermelho directo a Ristovski, aos 88', por uma entrada limpa de carrinho, impedindo assim o nosso lateral direito de jogar a segunda mão da meia-final da Taça, na quarta-feira, contra o Benfica. Exige-se a pronta reclamação da SAD leonina junto do Conselho de Disciplina para anular esta absurda penalização em tempo útil.

 

Da nossa incapacidade para rematar a meia-distância. Bruno Fernandes é a excepção. Mais ninguém parece conseguir afinar a pontaria na hora de rematar à baliza a partir de linhas mais recuadas. Gudelj tentou, mas à figura do guarda-redes. Acuña atirou para a bancada, Wendel também. Eis um dos aspectos em que se sente a necessidade de reforçar as sessões de treino.

 

Do golo sofrido. Cumpriu-se a regra: raro é o jogo, sobretudo quando disputado fora, em que não deixamos a nossa baliza à mercê das equipas adversárias. Voltou a acontecer hoje, aos 66', devido a uma falha de posicionamento defensivo: o Chaves empatou nesse momento e podia ter feito estragos ainda maiores.

 

Da nossa exibição. Fraquinha, para não variar.

Chaves - Sporting: mais uma última oportunidade para Keizer

O Sporting Clube de Portugal regressa hoje a Chaves, para defrontar o (quase) sempre aguerrido Desportivo num jogo duplamente traiçoeiro, quer pela fragilidade aparente do adversário, quer pela conjuntura da jornada onde o Sporting, ganhando, melhorará a sua posição relativa face a pelo menos um dos seus adversário diretos.

O Chave ocupa atualmente a 17.ª posição sendo uma das equipas a despromover. O Sporting tem a obrigação especial de ganhar perante uma equipa tão frágil, certo?

Naturalmente que sim, mas a fragilidade pontual do Chaves tem muito que se lhe diga. Desde logo porque, se considerarmos apenas as últimas 10 jornadas, a posição do Chaves seria muito mais lisonjeira: a 17.ª posição converter-se-ia num 8.º lugar. A apenas quatro posições do Sporting, que partilharia o 3.º/4.º lugar ex-aequo com o FC Porto. Por outro lado, o Desportivo de Chaves regressou às vitórias na última jornadas, jogando fora, frente ao Aves, já depois de ter despedido Tiago Fernandes e de ter contratado o sempre difícil e competente José Mota.

A menos que haja muita sorte neste jogo, é muito provável que o Sporting Clube de Portugal só saia vitorioso neste jogo se mostrar futebol muito mais eficaz na finalização do que nas últimas jornadas. E só assim poderá capitalizar com o embate direto entre Braga e Porto que decorrerá escassas horas antes do jogo frente ao Chaves, pelas 18 horas.

Ganhando, é este o cenário para o Sporting no fecho da jornada:

Ficar em 3.º e a 8 do 2.º;

Ficar a 1 do 3.º e a 6 do 2.º;

Ficar a 3 do 3.º e a 5 do 2.º.

Ficar aquém da vitória, neste contexto, será especialmente penalizador para a equipa e para o treinador, que tem ainda de conquistar junto dos adeptos (e dos jogadores?) o capital de confiança para se manter no comando técnico na próxima época, sem handicaps à partida.

Recorde-se que dia 3 de abril o Sporting Clube de Portugal recebe o eterno rival para tentar reverter um resultado desfavorável de 2:1 na 1.ª mão das meias finais da Taça de Portugal realizada no Estádio da Luz.

Este jogo com o Chaves inicia a reta final do campeonato onde um trajeto menos que perfeito e sem dar mostras de futebol mais consistente e competente deverá traçar o destino desta equipa técnica. Cumprir com esse difícil desígnio poderá, contudo, funcionar como tónico para alcançar essa mesma afirmação de esperança que todos os sportinguistas esperam ter em relação ao seu treinador e equipa.

Qual dos finais terá esta época?

A resposta espera-se em campo e que vingue o Sporting Clube de Portugal.

Faz hoje um ano

 

Véspera de um Braga-Sporting. As expectativas, apesar de tudo, eram elevadas.

Mas nesse dia 30 de Março de 2018 discorríamos aqui sobre outros temas.

 

O Pedro Azevedo deixava uma reflexão sobre a projecção internacional do desporto português. Rematando com uma interrogação: 

«Portugal é campeão da europa de futebol e tem os melhores jogadores do mundo em futebol, futsal e futebol de praia. Factos destes deixam felizes os portugueses e, em particular, a Federação Portuguesa de Futebol, mas reflectirão o verdadeiro nível global do nosso futebol e o seu peso social e económico, à escala europeia e mundial?»

 

E o João Goulão traçava um diagnóstico muito crítico da arbitragem nacional:

«Se a nossa arbitragem não vai estar presente no Mundial, para mim não foi surpresa nenhuma, pois a qualidade dos nossos árbitros deixa muito a desejar. Afirmo-o, pois como se pode observar ao longo dos jogos dos nossos campeonatos, são raros os fins-de-semana onde são mais os casos polémicos do que aqueles jogos onde podemos encontrar arbitragens isentas. A nossa arbitragem enferma de um corporativismo levado ao extremo. É uma rede, ou melhor um polvo, onde, desde árbitros a ex-árbitros que ocupam lugares nos Conselhos de Arbitragem Distritais, a observadores que foram ex-árbitros, tudo pertence à mesma família. Todos devem favores  a uns e a outros, todos deram "jeitos" numa determinada altura para que determinado árbitro subisse ou não descesse, para que a progressão fosse em favor de determinada Associação de Futebol em detrimento de outra.»

A voz do leitor

«Sem querer entrar aqui em nacionalismos fervorosos, como entraram todos os treinadores portugueses quando Keizer chegou (aliás diria que foi mais a roçar a xenofobia), mas o campeonato português tem grandes especificidades, como as manhas, os truques, as arbitragens, as equipas afectas ao clube A ou ao clube B, que fazem com que, para se ter sucesso, das duas uma, ou se tem já experiência de alguns anos a treinar/coadjuvar/jogar no lodo da liga nacional, ou então tem de se fazer um grande trabalho de casa prévio, senão chega-se cá e é-se comido de cebolada.»

 

Vítor Hugo Vieira, neste postal

Faz anos o Balakov

Sei e não me esqueço da data de aniversário de Balakov (e um ou outro mais). Não me importo: é uma das marcas que a adolescência me deixou.

Vale a pena recordar Balakov nesta recente entrevista que faz recuar no tempo e voltar a sonhar com aqueles anos do médio búlgaro no Sporting. Voltei a ter 15 a 19 anos, a ir para o estádio antigo, sentar-me em bancadas sem cadeiras.

Bem sei que este tempo não volta, a altura em que o futebol era menos espectáculo em vários sentidos, só da sua massa e não de todas, quando não era um evento onde tinha de se estar para tirar umas fotos a provar a paixão (eu também tiro fotos no estádio, os tempos são outros, só isso). 

Foi num Sporting - Sporting de Braga de 92/93 que se tornou óbvio para mim que Balakov era o melhor jogador do Sporting. Se calhar não foi cedo, mas foi o meu momento. Nessa noite, só vi Balakov, parecia que se salientava realmente no campo. A partir daí passou a ser o meu indiscutível favorito (eu gostava dos campões do mundo de Riade e Lisboa, ainda não se chamava formação, mas eram os nossos, mas não era a mesma coisa. Aquele era mesmo o melhor de todos). 

Em 94 tirei uma fotografia com Balakov. Não era meu hábito, já para pedir autógrafos era tímida. Mas ainda hoje dou graças por ter tirado esta relíquia. Muitas saudades destes dias, do futebol do Sporting e de Balakov.

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Risco desnecessário

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Arriscar jogar com jogadores que apresentem problemas físicos, será inaceitável, imperdoável, altamente lesivo dos superiores interesses do clube, que deverá preparar-se para se apresentar na próxima quarta-feira diante do eterno rival, na máxima força possível. Caso Marcel Keizer não o perceba, alguém que lhe faça um desenho. Na hipótese de eliminação da taça de Portugal, principalmente se vier a existir displicência do treinador na preparação do jogo mais importante que temos agendado até final da época, poderemos vir a agendar outro mais importante, mas dependerá do resultado deste, não será uma vitória em Chaves, mesmo que viesse acompanhada de goleada e nota artística, que me impediriam de pedir a cabeça do treinador a partir de quinta-feira. 

Estou a pensar que em Chaves deveríamos evitar utilizar Bruno Fernandes, Mathieu e Acuña, eventualmente qualquer outro que possa não estar em pleno. Convém ter presente que o derby pode vir a ter prolongamento e até ser decidido nas grandes penalidades, sendo necessária uma gestão do esforço dos jogadores.

Chaves

Duas semanas sem competição, mini-férias para a equipa, possibilidade de treinar com tempo e aprofundadamente a equipa, tudo isto gera grandes expectativas para o jogo de amanhã.

Diria mesmo que a partida de amanhã são as Chaves da porta de saída ou de entrada na próxima época de Marcel Keizer.

Passo-me a explicar: ou a equipa se apresenta num nível exibicional e competitivo (bem) melhor face ao dos últimos jogos, o que levará então a concluir que afinal o treinador, com tempo e frescura, consegue colocar a equipa a jogar no nível que todos pretendemos ver na equipa; ou a equipa se apresenta no nível sofrível do costume e então de nada servem as pausas competitivas ou mais tempo para treinador, que o treinador nunca sai da cepa torta.

Vamos ver no que isto dá.

 

P.S.: Sempre um gosto reler o Bala

Duzentos mil comentários

Acabamos de superar a barreira dos duzentos mil comentários publicados desde o início deste blogue. Muitos a deixarem-nos palavras de incentivo, bastantes a criticarem-nos, nem todos de sportinguistas, quase todos mereceram resposta. E praticamente não passa um dia sem que um destes comentários seja destacado, na nossa rubrica "A Voz do Leitor". Que já teve largas dezenas de comentadores seleccionados.

Fácil de explicar, este destaque: porque o leitor - você que nos lê - é uma das principais razões de existência do És a Nossa Fé. Daí os mais de duzentos mil comentários já recebidos. Outros tantos virão a caminho. Esperamos por eles.

 

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