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És a nossa Fé!

Faz hoje um ano

 

Rescaldo do Paços de Ferreira-Sporting (1-2), disputado na véspera. Nesse dia 27 de Novembro de 2017, digeríamos o magro triunfo alcançado para o campeonato.

 

«O Sporting teve uma grande vitória, mais especial quando olhamos para o calendário da próxima ronda, mas é desnecessário terminar os jogos assim. É uma sina. O Sporting a vencer por 2 ou 3 golos acaba sempre com um golo manhoso sofrido entre os 80/85, e a sofrer até ao apito final. Às vezes, a coisa acaba mesmo por correr mal. Braga, na penúltima jornada, é um exemplo. Não sei se estas coisas se treinam, mas se há realidade a mudar é esta», escreveu o Alexandre Poço.

 

«Um jogo do Sporting não seria a mesma coisa se Jorge Jesus não realizasse uma substituição, a equipa caísse vertiginosamente e, em consequência, os adeptos fizessem fila para uma visita ao psicólogo. Menos mal, porque na capital do móvel os divãs devem ser mais em conta...», escreveu o Pedro Azevedo.

 

«Esta coisa da reintegração do Bryan Ruiz deixa-me em pânico. Das duas uma: ou é para expulsar a malapata de há dois anos ou é para o homem continuar a funcionar como boneca de vudu. Nem sei o que faço se perdemos o campeonato outra vez por causa dele. Também não sei o que faço se o ganharmos por causa dele», escreveu o Luciano Amaral.

 

Todo o investimento é astrologia

Não é que interesse demasiado, mas todos os investimentos – em dinheiro, afetivos, emocionais – são investimentos de coração. E nada é garantido. Eu posso viver com uma mulher 25 anos e ela trocar-me pelo jardineiro na mesma. E posso meter o meu pé de meia em depósitos a prazo e chegar um ministro qualquer que congela o dinheiro numa sexta-feira à tarde até nova ordem. Claro que posso fingir que sou rebelde e ter o meu papá a pagar-me as contas sempre que é preciso, mas até aí o investimento não é seguro porque um dia o papá vai-se. 
Hoje no Record escreve-se que a nossa oferta de Obrigações foi sobretudo subscrita por “coração” porque os “racionais” se pisgaram todos. É irrelevante, porque dinheiro coração e dinheiro razão é dinheiro na mesma – como qualquer pessoa com dois dedos de testa sabe - , mas eu diria que a probabilidade do Sporting pagar estas obrigações com a taxa de juro associada é quase de 100%. 
Os clubes em Portugal, em especial os três grandes, serão a última coisa alguma vez a fechar. O futebol é uma indústria fundamental nos direitos televisivos e nas marcas para os próximos anos. E não só aqui. Poucos ou nenhuns eventos congregam tantos públicos dos 7 aos 77 como a bola. Clubes como Benfica, Sporting e Porto, com milhões de clientes fixos (em Portugal e países lusófonos) e ainda mais milhões de clientes potenciais (em mercados tipo China ou Índia) terão sempre dinheiro para para pagar 20,30 ou 40 milhões de obrigações. Nem que tenham de lançar outras.
Isto não significa que o empréstimo obrigacionista seja bom, mau ou mais ou menos, do Varandas, do Bruno ou do Batatoon, às bolinhas ou com gelo e limão. Cinjo-me apenas ao risco em geral destas obrigações em clubes como o nosso, porquanto não me venham chatear que o Bruno é que é bom e o Varandas não faz a barba e mais não sei quê.

Debater sem cobardia

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Votar no És a Nossa Fé porquê?

Porque é um espaço de convívio entre aqueles que amam o verdadeiro desporto: o que se desenrola dentro das quatro linhas. Com vibração, calor humano, emoção transbordante.

Características transpostas para este blogue, fundado há quase sete anos. Também aqui se toma partido: somos sportinguistas. O próprio endereço electrónico o confirma desde logo: sporting.blogs.sapo.pt.

Mas isto não significa que sejamos adeptos do pensamento único. Debatemos muito entre nós. E recebemos em nossa casa adeptos de outras cores, com quem mantemos diálogos acalorados mas sem nunca confundirmos adversários com inimigos.

Noticiamos, criticamos, emitimos opinião. E todos assumimos o que escrevemos, assinando com os nossos nomes. Sem anonimatos, sem camuflagens, sem cobardia.

Ser Leão, para nós, também é isto.

 

(Texto que escrevi para justificar o voto em nós nos Sapos do Ano. A votação decorre até 15 de Dezembro.)

Tudo ao molho e Fé em Deus - Ecletismo

Este fim-de-semana mostrou que não só o Sporting é um clube eclético como as modalidades são ecléticas entre si. Inclusivamente, com jogadores merecedores de (forte) nota artística, à semelhança do que é prática comum na Ginástica Desportiva ou Rítmica, nos Saltos para a Água e na Patinagem Artística (quem não se lembra daquele momento "fünf komma sechs"???). Assim, o andebolista Carlos Ruesga executou um afundanço ("slam dunk") digno de fazer corar de inveja a futura equipa profissional de basquetebol, enquanto o hoquista Ferran Font marcou um golo com aquele movimento em concha típico da Pelota Basca, como se tivesse na ponta do stick uma cesta de vime. É caso para dizer que, cestos ou cestas, e sendo certo que até ao lavar dos cestos é vindima, nas modalidades quem se atravessa no nosso caminho leva um cabaz.

 

Ruesga "SLAM DUNK"

 

A voz do leitor

«Também deu verde no Brasil, Palmeiras: - 10.º campeonato do Brasileirão com , imagine-se, Scolari. Um amigo brasileiro, adepto do Palmeiras e sócio do Sporting, está em festa. Abração, Ledemar. O cara que só compra Peugeot porque... tem Leão.»

 

Leão de Queluz, neste texto do José da Xã

Faz hoje um ano

 

Fomos a Paços de Ferreira - campo bem difícil - e viemos de lá com uma vitória suada, por 2-1, para o campeonato.

Com golos de Battaglia (que se estreava a marcar de verde e branco) e Gelson Martins - de longe o melhor em campo. «Culminou a sua actuação com um grande golo, aos 75': recebeu bem a bola no centro da área, fez uma magnífica rotação para se libertar de marcação e disparou para a baliza. Foi o seu quarto golo nesta Liga - um golo decisivo, que nos valeu os três pontos», anotei aqui em cima do acontecimento, nesse dia 26 de Novembro de 2017.

O nosso ataque mostrou grande eficácia: em quatro remates, dois para o fundo das redes. Aos 75', após seis meses de inexplicável ausência, Bryan Ruiz voltava a actuar pelo Sporting numa partida em que também Mathieu justificou destaque. Nas minhas pontuações, só ele e Gelson mereceram nota 8.

Isto numa jornada em que o líder, FC Porto, empatava em casa do Aves. Seguíamos em segundo, separados apenas por dois pontos, o que nos alimentava a esperança de disputarmos o título de campeões nacionais de futebol.

Após a tempestade...

O Sporting Clube de Portugal honrou o compromisso que havia falhado no passado mês de Maio, liquidando o empréstimo obrigacionista no valor de 30 milhões de euros. Isto apesar de ter realizado um encaixe a rondar os 26 milhões de Euros com a subscrição que terminou na passada semana. Sem dramas, mas também sem entrar em loucuras delirantes para satisfação pessoal que em lugar de servir o clube, apenas contribuíram para alimentar e insuflar um mito burlesco, personagem de ópera bufa…

A direcção do clube está no bom caminho, após resolver o dossier Rui Patrício, também Gelson Martins parece estar em vias de resolução. Falta agora no mercado de Janeiro dispensar alguns jogadores que não têm lugar no clube, eventualmente contratando de forma cirúrgica por forma a preencher alguma lacuna que o treinador possa identificar no plantel.

Não é preciso ser o centro das atenções, estar em permanência nos noticiários, gritar ou insultar de forma mal-educada, recorrendo por vezes até a ameaças, procurando transformar sportinguistas em adversários e rivais em inimigos. Felizmente que esses tempos de má memória já lá vão, o Sporting Clube de Portugal voltou a ser uma instituição respeitável e respeitada, embora continue a ter um sector do estádio controlado por uma turba pouco recomendável…

Eu até pensava que fosse do vinho

A gente era todos sportinguistas.

Combinámos que cada um levava da sua "pinga" nova e cada um levava do que tivesse para "fazer bóia". Ele era nozes, ele era amêndoas, ela era passas de figo, ele era passas de uva, ele era bolos dos santos, ele era castanhas, ele era presunto, ele era queijo. Houve alguém que teve o bom senso até de levar umas romãs e uns diospiros. E pão!

Lá se montou a pantalha e aquilo foi uma continuação do almoço e estava tudo tão entusiasmado nas provas dos brancos e dos tintos, que as três chegaram e quase que nem demos pelo início da partida. O ambiente era bastante húmido, tanto em Viseu, como lá fora na rua, que chovia que Deus a dava e também lá dentro, que a gente bem ia molhando a palavra a bom ritmo.

"É pá, não jogamos nada", lá dizia um mais insatisfeito, ind'aquilo tinha acabado de começar (salvo seja!); "Ó pá, deixa q'eles cansam-se e a gente apanha-os à mão", lá respondia outro mais optimista (e caçador de prato). E o jogo foi decorrendo e o tinto e o branco correndo e a "bóia" fazendo a sua função. "O careca não percebe nada disto, atão o Jefferson, um cepo?" e o rapaz, só pra chatear, vai de centrar com conta, peso e medida, para o... coiso, a mandar lá p'ra dentro. Claro que o desgraçado que teve a infelicidade de proferir aquela frase lapidar teve que dar a volta à mesa e servir os restantes de mais uma rodada, p'ra castigo, que não se "invoca" assim o nome de Jefferson em vão! Mas logo a seguir, Bruno Fernandes, que nos pareceu naquele momento ter bebido mais que os dez todos juntos que ali estávamos, estrambelhou e deixou fugir uma bola que por culpa de Bruno Gaspar (faziam-lhe falta umas pingas, para arribar) e também de Renan, que ficou nas covas (provando que o que é de encosta é muito melhor), deu o golo do empate para a segunda equipa de Carlos Lopes. Belo golo, por sinal! "Ó pá, tenham calma, que eles cansam-se, já disse"... "Mas agora vem o intervalo e eles descansam", replicou outro que não deixou de lembrar que as brasas estavam prontas para os rins e o fígado de porco. "Mas eu não vou lá, que eu a grelhar é mais ou menos como o Petrovic a defender."  E lá veio a segunda parte, com o rim e o fígado temperados com azeite, alho e vinagre e uma pitada de coentros que alguém disse que não se podiam gastar muito porque "são verdes". Mai'nada! 

Com mais ou menos atenção "é pá, de quem é este? ganda vinho!", e as nozes e as amêndoas a desaparecerem e as castanhas a estalarem nas brasas, Jefferson lá fez um dos 527 cruzamentos que costuma fazer mal, mas só que desta vez outra vez bem e o... coiso, aquele rapaz holandês que o Jesus ensinou a andar (ele é que disse, não me venham cá com coisas), catrapimbas lá p'ra dentro outra vez. O gajo que disse mal do Jefferson... pois, outra volta à mesa, p'a não se armar em parvo!

E ainda o gajo não tinha servido todos (alguns mexem-se, para o arbitro repetir, que é que pensam?) já o Bruno Fernandes tinha curado a bubadêra e fez ali uma tramóia com o... coiso, aquele rapaz, pois aquele que o Jesus, sim! e marcou o terceiro assim meio de trivela, só para me chatear a mim e a mais dois ou três que insistíamos em afirmar que o gajo não estava em campo, estava era escondido atrás do tonel (não confundir com Tonel, p.f.).

Estava o Zé a pedir "um branquinho agora, para limpar o palato" (fino, o menino...), quando o Nani, que só para chatear não quis ser o melhor mas quis rimar, ofereceu um golo cantado a Diaby e assim, entre uma passa de figo e uma castanha, já estávamos a vencer 4-1. "Eu não disse que eles se cansavam?" Esse não se cansou, não levantou o cu do banco nem no intervalo, mas só pela tirada filosófica, foi condenado a lavar a loiça (eram os copos e pouco mais) no final, que não acabou com o jogo em Viseu, tenham calma, que a seguir jogava a "nossa" Juve, ou melhor o "Ronaldo FC". 

Tenho a dizer em defesa de todos, que apesar das divergências de opinião, todos os vinhos passaram na prova com distinção e todos somos sportinguistas, "à mesma".

E como disse um, "nem c'agente purdesse, conte mais ganhando!" É assim, tudo acaba bem quando se ganha 5-1!*

 

*Contem lá com o golo do Ronaldo, s.f.f.

 

 

Fim de semana à leão!

Não sei de quem foi o mérito, nem me interessa. Todavia e em princípio dos atletas e treinadores, mas gostei das vitórias:

- em hóquei em patins contra um dos candidatos;

- em voleibol;

- em futsal;

- em futebol;

e especialmente aquela vitória no sábado contra o Besiktas em andebol que nos coloca, pela primeira vez, na fase seguinte da Champion League desta modalidade.

É assim o Sporting.

(Provavelmente houve outras vitórias neste fim de semana, mas considerei estas deveras importantes!)

Letais ao Sporting

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Num dos sítios do costume, a propósito do Lusitano Vildemoinhos-Sporting que terminou 1-4, li as seguintes apreciações à equipa leonina, todas subscritas por anónimos Letais ao Sporting, chorosos adeptos do destituído:

 

«Adormeci entre os 15 e os 35 minutos da primeira parte.»

«Parecem uma equipa de solteiros contra casados.»

«Devemos ser a equipa que marca os cantos mais ridículos no mundo.»

«Este é o Sporting manso dos notáveis…»

«Bruno Fernandes parece um jogador do distrital.»

«Jogo miserável do traidor Fernandes.»

«Fernandes está a pedir sub-23 e ser vendido em Janeiro.»

«Começo a ter saudades do Alan Ruiz.»

«O Jovane é de um nível ligeiramente inferior ao Djaló.»

«O Bas este ano é só estaleiro. É despachar em Janeiro.»

«Jefferson… Renan... B. Gaspar… Diaby… Maus de mais!»

«Estamos péssimos de guarda-redes.»

«Para quando Viviano a titular?»

«Se até o Lumor já jogou porquê não dar uma oportunidade ao Viviano?»

«O Presidente proibiu os treinadores de colocar o nosso melhor guarda-redes e estamos a jogar com suplentes.»

«Quem é aquele senhor careca acompanhado por um indonésio no banco?»

«Kaizer a cumprir com o currículo. Em Fevereiro vai de vela como foi no Ajax.»

«Devíamos ter marcado mais de dez mas o pior foi o péssimo jogo que fizemos e a vergonha do golo que sofremos.»

«"O Mundo sabe que” teve um tempo e um espaço, um estádio inteiro a cantar a uma só voz, cheio de orgulho e paixão. Hoje isso não faz sentido algum.»

«Nota negativa para já, mas não vou fazer críticas.»

 

.......................................................

 

Com "apoiantes" como estes, o Sporting não precisa de inimigos.

A voz do leitor

«Posso imaginar os maiores desvarios por parte de BdC neste último ano à frente do SCP, realidade essa que é incontornável e que eu aqui já tantas vezes critiquei, mas a confirmar-se o seu envolvimento no triste episódio de Alcochete será para o universo Sporting a maior traição que um presidente poderia cometer. Ainda quero acreditar não ter chegado a tanto...»

 

JF 1965, neste meu texto

Faz hoje um ano

 

A participação dos leitores foi sempre fundamental no És a Nossa Fé. Não há dia nenhum sem que aqui escrevam, não apenas nas caixas de comentários mas no próprio espaço principal do blogue. Vários leitores têm até passado para o lado de cá, tornando-se autores. O mais recente, recém-estreado, é Luís Lisboa, que como comentador assinava SportingSempre.

 

25 de Novembro de 2017, um dos nossos leitores, A. Coelho, via aqui o seu comentário destacado. Com este trecho, que um ano depois continua pertinente e oportuno: «É importante que não nos esqueçamos de Peyroteo e Travassos, nem de Livramento e de Joaquim Agostinho ou dos irmãos Castro. Nem das equipas de básquete e andebol na presidência de João Rocha. Para quando uma homenagem a Armando Aldegalega?»

KISS - Keep it Simple, Stupid !

Com origem num engenheiro da indústria de defesa americana dos anos 60, este princípio diz que a grande maioria dos sistemas trabalham melhor se forem simples e não sofisticados e portanto que a simplicidade deveria ser um princípio base do seu desenho e toda a complexidade desnecessária evitada.

Isto para dizer o quê? Depois do brilhante génio de Jorge Jesus, e das suas complicadérrimas fórmulas  técnico/tácticas, muito para lá da compreensão de muitos dos jogadores que lhe passaram pelas mãos, que muito custaram e pouco produziram, e do duplo pivot do Peseiro, temos agora um holandês que parece adepto daquele princípio, a táctica é 4-3-3, o modelo é jogar rápido a 1-2 toques e centrar para o Bas Dost. E assim, primeiro jogo, primeira goleada. E quando abriu a boca, antes e depois do jogo, o que se ouviu foram também conceitos claros e simples.

Olhando para trás, os nossos treinadores campeões das dobradinhas, M.Lino, Allison e Boloni também não eram nada de complicar. Muito antes pelo contrário.

Será isso suficiente para o que aí vem ? Claro que não. Mas já deu para deixar de lado as minhas reticências curriculares sobre o Marcel Keizer, e ficar ansioso para ver o que se segue...

 

PS: Entretanto e como é o meu primeiro post aqui, quero agradecer ao Pedro Correia a oportunidade que me deu de integrar o grupo que me fui habituando a ouvir e respeitar, comentando, apoiando ou criticando sob o pseudónimo de SportingSempre, aproveitando também a oportunidade de reafirmar que sou sócio do Sporting há muito, adepto de bancada ainda há mais, leio os jornais e vejo os programas de TV que me apetece e não penso pintar o meu carro (prateado) de verde.

 

Saudações Leoninas,

Luis Lisboa

Sporting Sempre !!!

Palmarés leonino 2018/2019

Sporting conquista a oitava Supertaça de futsal da sua história, goleando o Fabril.

 

Equipa feminina de râguebi do Sporting vence Supertaça da modalidade.

 

Râguebi feminino conquista terceira Taça de Portugal consecutiva derrotando o SLB por 31-0.

 

Sporting impõe-se ao Ponta do Pargo, conquistando Supertaça de ténis de mesa.

 

Sporting campeão nacional de judo em juniores masculinos.

 

João Mansos sagra-se campeão nacional de triatlo.

 

 

(em permanente actualização: os títulos mais recentes surgem a negrito)

Hoje giro eu - Isto é o Sporting!!!

Um fim-de-semana à Sporting: se o futebol é pé, o andebol é mão e o hóquei é stick, em comum têm o objectivo de pôr a bola na rede mais vezes do que o adversário. E a missão foi amplamente cumprida: no Sábado, o ludopédio leonino visitou a cidade de Viriato e saiu de lá com uma vitória por 4-1 frente ao Lusitano de Vildemoinhos, em jogo a contar para a Taça de Portugal; pouco mais tarde, no Pavilhão João Rocha, os leões alcançaram o feito histórico para o andebol nacional de se qualificarem para a fase seguinte da Liga dos Campeões (e a uma jornada do fim da fase de grupos), batendo os turcos do Besiktas por 34-28; hoje de manhã, os nossos leõezinhos iniciados colocaram mais uma cruz no mito da superioridade da Formação encarnada ao vencerem o rival por concludentes 4-0; finalmente, à hora de almoço, em jogo a contar para o campeonato nacional da modalidade, os nossos hóquistas degustaram a forte equipa portista, com um triunfo por 5-3, caso para dizer que correu tudo sobre rodas. 

 

P.S. E agora, por favor, não elogiem contra ninguém nem caluniem a favor de alguém. É que importante é o SPORTING. Sempre!

Pódio: Bas Dost, B. Fernandes, Jefferson

Por curiosidade, aqui fica a soma das classificações atribuídas à actuação dos nossos jogadores no Lusitano Vildemoinhos-Sporting pelos três diários desportivos:

 

Bas Dost: 20

Bruno Fernandes: 18

Jefferson: 18

Wendel: 17

Diaby: 15

Nani: 15

Gudelj: 13

Bruno Gaspar: 13

Coates: 13

Mathieu: 13

Renan: 13

Jovane: 12

Bruno César: 6

Petrovic: 1

 

O Jogo e A Bola elegeram  Bas Dost  como melhor em campo. O Record optou por  Bruno Fernandes.

Um futebol museológico

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Escrevi - museológico - no sentido que é nos museus que arrumamos/guardamos as nossas memórias, no caso do Sporting, faz sentido falar de futebol, de museu e de música.

Museu e música têm o mesmo étimo, o museu é o templo das musas e a música é a arte que nasce da inspiração das musas, quando falamos de sinfonia nos relvados lembramo-nos de quem?

Dos Cinco Violinos, obviamente.

Ontem começamos a ver realizado este meu desejo: Que venha para ensinar e para vencer... o professor Marcel; embora seja cedo para conclusões definitivas, assistimos a algumas movimentações diferentes, para melhor.

Espero que, também, se tenha colocado um ponto final na "maldição do 37".

O primeiro capítulo dessa maldição aconteceu no dia 18 de Maio de 2005, primeiro golo marcado pelo 37, "remontada" do opositor e despedimento de Peseiro, o segundo capítulo foi mais recente, 31 de Outubro de 2018, primeiro golo marcado pelo 37, "remontada" do opositor e despedimento de Peseiro.

Depois de ter sido o melhor em campo no último jogo de Peseiro, Wendel voltou a ser um dos melhores, ontem... que seja para continuar. 

Faz hoje um ano

 

Bruno de Carvalho continuava inseparável do Facebook. O que levou o João Távora, faz hoje um ano, a escrever estas linhas: «Ao visitar o seu perfil no Facebook por vezes dá ideia de que o presidente Bruno de Carvalho foi vítima de facejacking por parte de um qualquer grunho lampião para o deixar ficar mal e prejudicar a imagem do Sporting. Por prudência mais valia apagar definitivamente a conta.»

 

Se o presidente nos merecia atenção, inevitavelmente, também íamos acompanhando com interesse a evolução dos jogadores. Como neste texto do Duarte Fonseca, também aqui publicado a 24 de Novembro de 2017, com um repto vibrante a Nani:

«Anda daí! Para nos ajudares a vencer o campeonato! Para ires ao Mundial! Para voltares a ser feliz! Para mostrares ao mundo o craque que és! Por estas e outras razões acredito que é possível, em Janeiro, trazer Nani. Não duvidem que, com ele, a probabilidade de vencer o campeonato seria substancialmente maior.»

Não foi em Janeiro, mas aconteceu no Verão. Lá o temos hoje de volta, para nossa alegria.

Notas aos jogadores

Nota 7

Jefferson - Tarde muito positiva do brasileiro, que regressou em boa forma à posição de lateral-esquerdo de que tinha sido arredado por José Peseiro e Tiago Fernandes em benefício de Acuña e até de Lumor. Fez talvez a melhor exibição da corrente época, muito dinâmico no seu corredor, de onde nasceram três dos quatro golos leoninos. Cruzou 19 vezes para a área - dois desses centros resultaram em golos.

Wendel - O novo técnico do Sporting apostou nele como titular, parecendo acreditar nos atributos do jovem médio contratado há dez meses ao Fluminense. Foi o elemento mais avançado do nosso meio-campo e teve influência decisiva no golo inaugural, com uma excelente movimentação no corredor central. Sempre muito activo, recebeu merecidos aplausos ao dar lugar a Bruno César, iam decorridos 79'.

Bas Dost - Sim, há um Sporting sem Bas Dost e um Sporting com Bas Dost. A equipa rende muito mais com ele em campo. O holandês - homem do jogo - voltou a mostrar-se decisivo nesta partida, marcando dois golos: o primeiro, aos 42', respondendo da melhor maneira a uma assistência de Jefferson, e o segundo, de irrepreensível execução técnica, aos 71', também com assistência do lateral brasileiro. Não contente com isto, fez ainda uma tabelinha decisiva com Bruno Fernandes de que viria a resultar o segundo do Sporting, aos 64'. Escutou uma calorosa e justíssima ovação ao sair de campo, substituído por Jovane aos 75'.

 

Nota 6

Renan - Sem responsabilidade no golo sofrido aos 44', foi decisivo em duas ocasiões, impedindo o golo da equipa anfitriã. Mostra-se seguro entre os postes e parece ter conquistado a titularidade na baliza leonina - pesada responsabilidade, pois procura-se ainda um digno herdeiro do inesquecível Rui Patrício.

Bruno Fernandes - Uma actuação com duas faces: desconcentrado e com défice competitivo nos primeiros 45 minutos, em que pecou por uma comprometedora perda de bola, originando o golo da turma adversária; e próximo da sua melhor forma no tempo complementar, cabendo-lhe a autoria do nosso segundo, com primoroso pormenor técnico coroado no remate vitorioso para as redes do Lusitano, aos 64'.

Nani - Não foi uma das melhores partidas do capitão leonino, que falhou mais passes do que nos tem habituado. Mas foi um exemplo de tenacidade, espírito competitivo e bom recorte técnico. Participou na construção do segundo golo, lançando Bruno Fernandes à entrada da área, e foi dele a assistência para o quarto, servindo Diaby de bandeja com um cruzamento que só pediu um ligeiro empurrão à bola.

Jovane - Marcel Keizer deixou-o no banco, optando por Diaby como titular na posição de extremo direito em que o maliano evidenciou lacunas. Jovane deu mais acutilância, velocidade e profundidade a esse sector da nossa equipa, confirmando-se como um suplente de luxo. Seria certamente ainda mais útil se não tivesse entrado em campo numa fase (aos 75') em que a vitória leonina já estava construída e quase só havia que defender o resultado.

 

Nota 5

Coates - Limitou-se a cumprir a tarefa posicional no eixo defensivo, sem fazer a diferença na fase de construção nem tentar vistosas incursões ofensivas, ao contrário daquilo a que nos tem habituado. Comportamento mediano, sem especial brilho. O golo adversário surgiu na sua zona de jurisdição, embora a maior responsabilidade, na sofrível cobertura, fosse de Bruno Gaspar.

Matthieu - Uma escorregadela sua, logo aos 8', abriu uma avenida ao extremo do Lusitano que poderia ter aberto o marcador nessa fase embrionária da partida. Alternou entre o bom, com lançamentos longos para o sector mais avançado, e o sofrível, falhando muitos passes. Pareceu longe do fulgor físico exibido noutros jogos.

Gudelj - Foi o nosso médio mais recuado, cabendo-lhe desta vez a missão que costumava ser confiada a Battaglia. Assegurou operações de patrulhamento do nosso corredor central, mas faltou-lhe ousadia para participar no processo ofensivo e continua a revelar défice de velocidade. Deu lugar a Petrovic, aos 85'.

Diaby - Keizer apostou nele, em detrimento de Jovane, como condutor do ataque leonino na ala direita. Mas o maliano parece preferir movimentar-se no eixo do terreno, onde pode ser alternativa enquanto segundo avançado. Foi nesta posição, entretanto improvisada, que deu a melhor sequência a um centro de Nani, oriundo do corredor esquerdo. Estávamos no minuto 73: após 13 jogos vestido de verde e branco, Diaby estreava-se a marcar. Mais vale tarde que nunca.

Petrovic - Entrou aos 85', numa fase de óbvia contenção, com o resultado já construído e quando havia necessidade de poupar forças com vista aos próximos desafios. Missão cumprida.

 

Nota 4

Bruno Gaspar - Continua a beneficiar de oportunidades, face à lesão de Ristovski. E continua a decepcionar os adeptos. Nova exibição frouxa, sem acutilância atacante, muito contrastada com a exuberância revelada por Jefferson na ala oposta. Centrou pouco e quase sempre sem perigo. Teve responsabilidades no golo sofrido ao ser batido em velocidade por Diogo Braz.

Bruno César - Constará da lista de jogadores a dispensar em Janeiro. Hoje fez pouco ou quase nada para contrariar este destino que parece traçado. Em campo desde o minuto 79, destacou-se por uma perda de bola em zona perigosa e comprometedora. Só não causou maior calafrio devido à confortável vantagem que o Sporting já tinha nessa fase do encontro.

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  110. M
  111. J
  112. J
  113. A
  114. S
  115. O
  116. N
  117. D