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És a nossa Fé!

O drama das escadas

São 16 e 59 quando saio do meu trabalho já devidamente equipado para o jogo. O Metro vai quase repleto de adeptos. Vinte minutos depois estou a entrar no estádio após ter passado os seguranças e os torniquetes.

E é aqui que tudo se inicia. São diversos lances de escadas, inúmeros degraus, diversos andares sempre a subir.

Faço-o com calma e serenidade, pois ainda é cedo. Já escuto o "speaker" mas não percebo o que diz.

Continuo a subir. O drama adensa-se.

Passo a passo, degrau a degrau, vou-me aproximando do cimo.

Sinceramente não há drama como este.

Chego ao último patamar, onde encontro outro segurança.

Não há mais escadas para subir a não ser as dentro do estádio que dão acesso ao lugar.

Respiro fundo.

O drama resume-se finalmente: como descerei as escadas depois do jogo?

Alegre e feliz?

Triste e cabisbaixo?

Entre ambos?

Estas dúvidas assistem-me em todos os jogos.

Esta noite não foi diferente!

 

Também aqui!

“Nada temos a temer tirando o próprio medo”

Assim falou Roosevelt, que combateu a poliomielite, Hitler e Hirohito, mas não assistiu à última conferência de imprensa de José Peseiro.

 

Que o triângulo Petrovic-Gudelj-Battaglia seja mais virtuoso do que aparenta, e que Jovane saia do banco com melhor pontaria do que Ozil e Lacazette, são os meus sinceros e profundos desejos enquanto me sento na última fila da bancada.

Recordando

A pouco menos de um par de horas do jogo para a Liga Europa há quem olhe para esta partida e diga que a derrota do Sporting será certa.

Relembro então aqui um jogo contra a já, na altura, poderosíssima equipa do Manchester City. Nesse duelo as nossas hipóteses eram mínimas, mas Sá Pinto e obviamente Xandão contrariaram as ideias e o Sporting não só ganhou esse jogo como passou a eliminatória.

Antes fora o Sporting contra o Newcastle com, imaginem só, José Peseiro como treinador e que nos levou à final da Liga Europa. Mesmo começando a perder ganhámos o jogo por 4-1.

Portanto quando oiço e leio as aves agoirentas falar da partida de hoje... recordo, pelo menos, estes dois jogos.

Boa sorte Sporting!

Rui, Viviano, Salin, Renan, Maximiano

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Esta noite acompanhei na televisão a magnífica exibição do veterano Casillas, que defendeu um penálti aos 10', enchendo de confiança o onze portista, que a partir daí embalou para uma vitória folgada (por 3-1) frente ao Lokomotiv em Moscovo. Arrecadando 2,7 milhões de euros e qualificando-se praticamente para os oitavos-de-final da Liga dos Campeões.

Enquanto via o jogo ia reflectindo na importância crucial de um guarda-redes na edificação de uma equipa com aspirações a títulos e troféus. E dei por mim a pensar que, embora tenhamos hoje quatro jogadores disponíveis para ocupar essa posição, todos somados não compensam a ausência de Rui Patrício.

As coisas são o que são. Não adianta iludi-las.

Faz hoje um ano

 

Ainda o rescaldo do Sporting-Chaves, que terminou com goleada (5-1). Faz hoje um ano insurgi-me aqui contra as críticas que vários adeptos leoninos continuavam a fazer a Gelson Martins, indiferentes ao facto de este jogador ser então o terceiro melhor marcador da equipa (após Bas Dost e Bruno Fernandes).

«Gelson esteve em quatro dos cinco golos do nosso triunfo na noite de domingo. Logo aos 6', foi ele a ganhar o canto de que resultaria o golo inaugural. Aos 15', foi fundamental a arrastar as marcações da defesa flaviense, possibilitando assim margem de manobra a Bas Dost para marcar sem oposição o segundo do Sporting. Aos 39', fez a assistência para o terceiro golo, apontado por Acuña. E o quinto nasce de uma jogada iniciada por ele e prosseguida por Piccini, que coloca a bola no goleador holandês.» Palavras minhas, nesse dia 25 de Outubro de 2017.

A voz do leitor

«Fazer do treinador o bode expiatório de tudo não me parece minimamente razoável, mas fechar os olhos ao que está a acontecer tambem não. Resolver a questão do reforço do plantel requer tempo e dinheiro. E o dinheiro para se ir buscar precisa de tempo. Sendo assim é preciso mesmo dar tempo ao tempo. E a equipa ajudar. A começar pelo treinador.»

 

SportingSempre, neste meu texto

Faz hoje um ano

 

Vivíamos tempos de relativo optimismo, bem reflectido na dinâmica deste blogue.

A 24 de Outubro de 2017, o Francisco Melo confessou-se aqui «rendido a Acuña». E explicava porquê: «Espalha classe pelo campo, enverga a camisola a 200% e pauta-se por uma grande disciplina e rigor durante os 90 minutos. Parece que já joga no nosso campeonato há uma boa série de anos, mas a verdade é que só chegou há pouco.»

Na Liga 2017/2018, à nona jornada, Bas Dost levava sete golos marcados. Seguido de Bruno Fernandes com cinco, Gelson Martins com três e o internacional argentino com dois. A esperança continuava intacta.

Silêncio

Também se comunica pelo silêncio. Por vezes - muitas vezes - esta é mesmo a forma mais eficaz de comunicar.

Quem não percebe isto, nada percebe de essencial em matéria de comunicação. Infelizmente há muito pseudo-conhecedor do assunto na grande família sportinguista. Refiro-me aos que só valorizam o alarido, confundindo autoridade com berraria e firmeza com bravatas inconsequentes.

Para estes, que teimam em nada aprender com os erros cometidos, Frederico Varandas já devia ter distribuído ralhetes aos jogadores e desautorizado o treinador em público, de preferência no Facebook, dando assim mais "motivação" a uns e outros.

Nem imaginam como estão errados.

A voz do leitor

«O meu treinador para esta época é o Peseiro. Se for despedido, que venha o Miguel Cardoso, que me parece exequível e bom treinador, para pegar na equipa e pô-la a jogar bonito. Depois, tinha de ter as condições que os sócios e adeptos do Sporting se recusam a dar a Peseiro, mas isso é o mais difícil. Enquanto os sportingustas não conseguirem dar a este Sporting o mesmo desconto que dariam no ano passado se a equipa se apresentasse - vários jogos seguidos - sem Rui Patrício, William, Mathieu, Piccini, Gelson, Leão, Podence e Dost, não vamos lá.»

 

Rui Marado Moreira, neste meu texto

Faz hoje um ano

 

Rescaldo da goleada imposta na véspera ao Chaves em Alvalade, em várias opiniões expressas neste blogue a 23 de Outubro de 2017.

 

Escrevi eu: «Vencemos e convencemos neste regresso ao campeonato com o resultado mais dilatado da época até agora: 5-1, frente ao Chaves. Vitória merecida, coroando uma excelente exibição do Sporting, com uma equipa moralizada, dinâmica e muito bem estruturada, capaz de empolgar os 42 mil adeptos que acorreram esta noite a Alvalade.»

Escreveu o Pedro Azevedo: «A defesa do Chaves, fiel ao nome romano da sua cidade (Aquae Flaviae), meteu água por todos os lados - habitat favorito do nosso "Piscinas" (Cristiano Piccini), um dos melhores em campo -, não tendo cabeça para parar Bas Dost, nem velocidade para acompanhar Podence, acabando por sucumbir aos pés de Marcus Acuña.»

Escreveu o Luciano Amaral: «Em Alvalade, o VAR estava a funcionar em pleno e o árbitro não marcou um penálti existente e deu um cartão amarelo a uma simulação inexistente. Deus quis, o homem sonhou, a obra nasceu. Donde se conclui que tanto faz haver como não haver VAR. Estamos em Portugal, o país onde as boas ideias tendem a desfazer-se em cinzas.»

Assim não!

Durante a minha ausência deste espaço fui lendo o que por aqui se foi bem escrevendo e passei os olhos por muuuuuuuuitos outros locais, onde alguns sportinguistas aterram. Como um dia escutei de alguém: gosto de ler os outros para saber o mal que dizem de mim.

Li muitas (talvez demasiadas) caixas de comentários e de repente dei conta que há por aí muita gente a sovar selvaticamente Frederico Varandas, nomeadamente quando as equipas ditas amadoras não vencem os seus jogos.

Já aqui assumi que não votei no Doutor Varandas, mas a sociedade leonina escolheu-o, só tenho que o apoiar.

Ao invés do que seria de supor com as passadas eleições de Setembro, os machados de guerra não foram enterrados. Continuam afiados e em posição de serem disparados ao mínimo desaire do Sporting.

A pacificação parece difícil. As feridas abertas durante a passada Primavera e Verão continuam a purgar pus e continuam a contagiar muitos adeptos.

Assim não! Desta forma o Sporting jamais sairá da mediocridade para onde alguns incautos o atiraram.

É necessário unir, remarmos todos para o mesmo lado.

E até agora não tenho assistido a isso. Infelizmente!

Ponto da situação

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Foco máximo do presidente leonino: reunir verba suficiente para pagar daqui a cerca de um mês o empréstimo de 30 milhões de euros, acrescido de juros, a quem confiou no Sporting. Essa verba depende, em parte considerável, dos acordos que conseguir entretanto estabelecer com os clubes onde agora se encontram os jogadores que em Junho rescindiram unilateralmente os contratos que os vinculavam a Alvalade: Atlético de Madrid (Gelson Martins), Olympiacos (Podence) e Lille (Rafael Leão). Há também que assegurar o cumprimento dos novos prazos de pagamento entretanto estabelecidos com os clubes que nos forneceram jogadores como Acuña, Battaglia e Raphinha.

Tudo isto sabendo que ficámos fora da Liga dos Campeões e das quantias milionárias que este certame proporciona a quem nele participa. Sabendo também que não temos acesso a outro financiamento extraordinário, pois durante a presidência de Bruno de Carvalho já foram gastas por antecipação as receitas correspondentes a dois anos da vigência do contrato com a operadora NOS - e que contribuíram para despesas superiores a 100 milhões de euros só na época passada, entre futebol profissional e modalidades.

Este é o ponto da situação, com motivos mais do que suficientes para preocupar-nos. Alguns sócios, adeptos e simpatizantes do Sporting preferem discutir a permanência da actual equipa técnica. Acontece que Frederico Varandas tem prioridades mais imediatas. É a vida, como dizia o outro.

A voz do leitor

«Agora já dizem que o jogo com o Arsenal vai ser decisivo para Peseiro. Alguém se lembra dos 5x0 com o Liverpool que o Sérgio Conceição encaixou no Dragão? Pois, mas foi campeão, rima e é verdade. Fosse no Sporting, o Sérgio voltava para Coimbra. Peseiro não é solução? qual a alternativa?»

 

Leão de Queluz, neste texto do Pedro Oliveira

Faz hoje um ano

 

Vencemos o Chaves em Alvalade, por 5-1: foi a nossa maior goleada na Liga 2017/2018. Bas Dost, que não marcava desde 8 de Setembro, fez o gosto ao pé, metendo a bola três vezes na baliza flaviense. Acuña marcou os dois restantes, sendo o golo da equipa transmontana apontado naquela que viria a ser a última jogada do desafio.

Com este triunfo o Sporting consolidava a segunda posição à nona jornada, colado ao líder FC Porto, com 23 pontos. Balanço até àquele dia 22 de Outubro de 2017: sete vitórias e dois empates no campeonato. Tínhamos 21 golos marcados e apenas cinco sofridos.

Números propícios a alimentar-nos a esperança de conquistar o título que nos fugia desde 2002 - ia fazer 16 anos.

Sousa Cintra sobre Peseiro e Jesus

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Sobre José Peseiro:

 

«Foi uma decisão minha [a contratação de José Peseiro].»

 

«O Sporting precisava de um treinador ganhador e conhecedor do futebol português.»

 

«Não, não foi logo [que avançou para Peseiro]. Tinha de ter um plano B [após a falhada recontratação de Jesus] e pensei num treinador estrangeiro, campeão e disponível. (...) O Paul Le Guen foi encantador. Fiquei muito impressionado com ele. (...) Acertei tudo com ele de acordo com as nossas possibilidades.»

 

«Mas entendia que a melhor solução era mesmo um treinador português. E há muitos e bons. Fiz a leitura dos que estavam disponíveis e escolhi o Peseiro. Peguei no telefone e fechei o contrato.»

 

«O Peseiro teve uma óptima passagem pelo Sporting. Foi à final da Taça UEFA e só perdeu o campeonato nos últimos jogos.»

 

«Fazendo a leitura de tudo, o Peseiro era a melhor solução.»

 

«Ele [Peseiro] fazia a leitura dos jogadores. Mas perdia muito tempo a analisar. Via, via, serve, não serve, houve ali alguma falta de decisão. Tenho enorme respeito pelo treinador, mas na escolha houve muita indecisão. Sim, depois não, depois sim, não, talvez...»

 

«Tivemos praticamente contratado aquele que jogou com o Benfica [Prijovic, do PAOK]. Até lhes marcou um golo. Tivemos as negociações muito adiantadas. Esteve para vir. O Peseiro disse primeiro que sim, depois não, e no fim até disse que ele nem sequer iria para o banco.»

 

«Houve muitas indecisões e perdemos dois ou três bons jogadores.»

 

«Continuo a pensar que o Sporting vai ser campeão este ano.»

 

 

Sobre Jorge Jesus: 

 

«Ao Jesus corre-lhe o sangue do Sporting nas veias e fez um excelente trabalho no clube.»

 

«Ainda falei com o Torres Pereira porque tem um irmão embaixador e ponderámos arranjar-lhe um passaporte para ele sair de lá [Arábia Saudita]. Houve essas conversas. Não veio por um fio.»

 

 

Sobre os jogadores:

 

«O Jovane ganhava 2 mil ou 3 mil euros por mês, uma vergonha. Vivia num sítio horrível, um craque daqueles. (...) Renovei-lhe o contrato, aumentei-o dez vezes ou mais e dei-lhe 100 mil euros para comprar uma casa e viver condignamente com a mãe.»

 

«Não falei com ele [Miguel Veloso], mas sei que viria. O Fábio Coentrão também poderia ter voltado.»

 

«Rafael Leão queria ficar no Sporting. Mas o pai e o empresário levaram-no àquele destino.»

 

«A exigência de ordenado [de Podence] foi de tal ordem que era impossível ficar com ele»

 

«O Gelson estava com a cabeça no Atlético Madrid e nada o demovia. Estava perdido por ir embora, incrível!»

 

«[Viviano] estava gordo e o treinador não gostou. Tive de arranjar outro guarda-redes.»

 

«O problema do Diaby é que tem estado mais tempo a jogar na selecção do que no Sporting, mas o Peseiro está encantado! Disse-me maravilhas dele!»

 

 

Declarações numa longa entrevista à edição de hoje do Record

 

Até com o Loures, senhores?

Fiz uma cura de Sporting durante uma semana, por culpa de uma viagem maravilhosa de autocaravana pela Galiza, as Astúrias e os Picos da Europa e o Gerês.

Fiz a mim próprio a promessa de não ouvir nem ler nada sobre o Sporting e, com alguma dificuldade, consegui.

E só ontem à noite me liguei à realidade.

E podem acreditar que o que eu queria, talvez inconscientemente, era que esta minha semana sabática fizesse com que alguma coisa tivesse mudado no futebol (ao menos nisso) do Sporting.

Não mudou.

Infelizmente.

Quinta-feira lá estarei, mas temo que a coisa não corra bem, sejam lá quem forem os intérpretes do duplo, infinito e inútil pivot.

Já vi este filme

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Alguns dos mais apressadinhos, cheios de vontade de cheirar mais sangue, chegaram a propor - até aqui no blogue - a contratação de Folha como novo técnico do Sporting, no rescaldo imediato da nossa derrota em Portimão para o campeonato.

Estes apelos entusiásticos tiveram um brevíssimo prazo de validade: duas semanas. Neste sábado, o Portimonente sucumbiu na Taça de Portugal perante o Cova da Piedade, armado em tomba-gigantes: derrotada por 2-1 frente à modesta turma da segunda divisão, a equipa orientada pelo ex-médio ofensivo do FC Porto ficou desde já arredada da conquista do segundo maior troféu do futebol português. Após a partida, o treinador atirou-se aos jogadores, disparando-lhes críticas como esta: «Não podemos ser homens só de vez em quando.» Linda frase, que deve motivar e empolgar o balneário lá em Portimão.

Por coincidência, não voltei a ler elogios a Folha no És a Nossa Fé. Se por hipótese absurda ele tivesse vindo treinar o Sporting, não tardaríamos a ver lencinhos brancos a esvoaçar em Alvalade. Já vi este filme, uma vez e outra e outra.

A voz do leitor

«Custa-me ver o Marcelo a passar por estes trabalhos. É um jogador de bom nível e terá feito o seu melhor contrato. Parece-me um bom profissional. Não é culpa dele ter sido contratado para uma equipa que se dá ao luxo de ter formado Eric Dier, Ilori, Domingos Duarte, Pedro Mendes e Demiral. A mesma equipa que vendeu por três tostões Paulo Oliveira.»

 

JG, neste meu texto

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