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És a nossa Fé!

Este não é o Sporting que eu quero

O Benfica, com Rui Vitória, lançou já nesta época três jovens na sua equipa principal: Gedson, Alfa Semedo e João Félix (que nos marcou um golo na Luz).

O FC Porto, com Sérgio Conceição, lançou entretanto o jovem Diogo Leite (que já marcou um golo no campeonato) e reforçou a aposta em André Pereira.

O Sporting, que sempre se orgulhou de estar na vanguarda da formação e de saber colher frutos desta aposta, tem remado na direcção oposta. Só neste mês prestes a terminar já despachámos, por empréstimo,  Francisco Geraldes a um clube alemão,  Domingos Duarte a um clube espanhol, Demiral a um clube turco (com opção de compra deste), João Palhinha ao Braga (ondé ficará por duas épocas e logo se estreou a marcar). Entretanto, Iuri Medeiros permanece emprestado ao Génova e já se fala nas saídas de Matheus Pereira e Carlos Mané.

Resta Jovane para salvaguardar os mínimos - resta ver por quanto tempo - enquanto continuam a chegar pseudo-craques do estrangeiro ao mesmo ritmo a que desembarcavam nos outros anos. Este não é o Sporting que eu quero.

Reflexões sobre o Sporting (15)

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  Autor convidado: Gonçalo Tomaz

 

Por um corte com o passado

 

Com 46 anos de associado pagante, tenho visto de tudo. Mais: tenho assistido pouco àquilo de que gostaria e muito ao que era dispensável.

Diferentes, sim - este tem sido sempre o nosso lema. Concluo agora que talvez, e infelizmente, pelos piores motivos. Na realidade, ser do Sporting não é para todos: o esforço, a dedicação, a devoção e a glória aplicam-se na perfeição a nós, Sportinguistas. 

Acontece que neste momento chegámos ao ponto de não-retorno.

Basta, não queremos mais!

 

Neste período eleitoral que atravessamos, quero dar oportunidade aos new breathers, corte com o passado, gente desconhecida com vontade de fazer coisas novas.

Não quero Velhos do Restelo, truculentos engravatados ou viajantes espaciais. É altura de olhar com seriedade para quem de facto se preocupa com o nosso Sporting. Muito embora o ecletismo seja o nosso estandarte, tudo se resume ao futebol.

Ganhámos tudo nas amadoras, estamos saciados? Não, não chega: queremos o futebol!

 

Posso até estar enganado quanto a esta eleição, quanto ao Presidente que quero para o meu Sporting. Contudo, como sócios, temos sempre o poder de eleger e demitir. Ponhamos de parte suspeições, intoxicações e lavagens de roupa.

No próximo dia 8, desejo afluência massiva às urnas, provando que temos vontade de mudar o rumo do nosso clube.

Sporting Sempre!

 

GONÇALO TOMAZ

Sócio n.º 5.063

A voz do leitor

«Se a intenção é continuar a desperdiçar os poucos jogadores que ultimamente saem da Academia, o melhor é encerrar as portas da mesma. Poupamos na manutenção dos relvados, na conta da água e da electricidade, e vamos comprar pernas de pau (aqueles que os outros dispensam). Perspectiva-se uma época em que na equipa principal do SC Portugal vão estar no máximo dois jogadores da formação. Ter uma Academia para quê?»

 

Vítor Marques, neste texto do Pedro Azevedo

Faz hoje um ano

 

Ainda sobre a magra vitória da véspera, frente ao Estoril. Aqui no blogue, o Pedro Azevedo escreveu: «Além dos dois clubes, o outro protagonista foi o vídeo-árbitro. O VAR tirou, aos 92 minutos, anulando um golo de Bas Dost por, no início da jogada, Piccini ter partido em posição de fora-de-jogo, e o VAR deu, invalidando correctamente um tento a Pedro Monteiro, do Estoril, na última jogada do jogo. No entretanto, o público aplaudiu efusivamente o "terceiro" golo leonino e entrou em profusa depressão no "segundo" da equipa canarinha. Tudo para, logo de seguida, voltarmos à primeira forma. E ainda há quem diga que o vídeo-árbitro retira emoção ao jogo...»

E aproveitava para eleger Battaglia como o melhor em campo.

 

Nesta matéria, a imprensa desportiva mostrava-se muito divididaA Bola elegeu Gelson Martins, o Record optou por Acuña e O Jogo destacou Bruno Fernandes. Cada título, cada palpite. Sinal, de algum modo, que o plantel leonino tinha qualidade.

 

Aproveitei para fazer um balanço provisório, nesse dia 28 de Agosto de 2017: «Até agora, nesta época 2017/2018, disputámos seis jogos oficiais. Com Aves, V. Setúbal, V. Guimarães, Estoril e Steaua de Bucareste (2). Balanço: cinco vitórias e um empate. Quinze golos marcados e dois sofridos.»

Enquanto o Duarte Fonseca elegia Mathieu como «melhor central do campeonato». E Bruno Fernandes era chamado pela primeira vez ao principal escalão da selecção nacional.

 

Tudo parecia correr bem até aí.

Debate Rego-Varandas: algumas frases

Frederico Varandas:

  • «Confio muito na competência e no conhecimento das pessoas que integram a minha lista.»
  • «Briuno de Carvalho até fez um post a chamar-me terrorista, com outros.»
  • «Somos bicampeões no andebol. Vai ser o segundo ano em que vamos à Champions League. Não temos um patrocínio na camisola: não faz sentido.»
  • «Temos uma ocupação de cerca de 1.200 lugares em 81 jogos de pavilhão. Porquê? Porque não há coordenação entre os jogos de futebol e os jogos de pavilhão.»
  • «O Sporting não faz merchandising das modalidades. Somos tricampeões em futsal, bicampeões em andebol: quer-se comprar camisolas - e não há.»
  • «Grande parte do sucesso da época decide-se na preparação do plantel, decide-se na preparação do grupo de trabalho. É fundamental.»
  • «Se calhar não interessa tanto um craque que tem muito talento mas que só vem para o Sporting porque é mau profissional. Se calhar não interessa ter um craque com muito talento mas que só vem para o Sporting porque já está em péssimas condições físicas.»
  • «A conversa de café faz parte dos sócios, faz parte dos cafés, faz parte de manter viva a rivalidade... Mas a comunicação do Sporting Clube de Portugal tem de estar num patamar acima.»

 

Rui Jorge Rego:

  • «As modalidades não têm que ser sustentáveis. Podem dar prejuízo desde que o Sporting, no bolo total, não tenha prejuízo orçamental com as suas modalidades.»
  • «Também temos que apostar na formação das modalidades. Temos que criar essa base, que já nos deu muitos frutos no passado.»
  • «Nós usámos as modalidades para crescer, para aumentarmos os sócios. Não podemos abandonar aquilo que fizemos de bem.»
  • «Temos um parceiro estratégico que nos garante 120 milhões de euros.»
  • «Não podemos nem devemos continuar gerir o futebol profissional na esperança ou na expectativa ou até na crença de irmos à Liga dos Campeões ou de fazermos uma grande mais-valia com a venda de um jogador.»
  • «O futebol é desporto, que tem uma certa álea de imprevisibilidade. Mas nós podemos trabalhar para que a bola não bata no poste.»
  • «Hoje a comunicação é um poder. E nós temos de saber usá-la em nosso proveito. Precisamos de ter um plano de comunicação claro, e não feito ao sabor do vento. Um plano de comunicação interno e um plano de comunicação externo.»
  • «O nosso estádio, durante a semana, quando não há jogos, podia ter outro tipo de dinamismo.»

O frente-a-frente realizou-se esta noite, na Sporting TV

Hoje giro eu - A mão que embala o berço

A divulgação do áudio de Pedro Silveira chama-nos à atenção para tudo aquilo que não sabemos sobre as eleições do Sporting. Questões como quem são as pessoas por detrás dos candidatos e que eventuais interesses ocultos representam vêm imediatamente ao pensamento. 

 

As declarações produzidas são, também, paradigmáticas do mal que vem corroendo o Sporting. De facto, não é só a linguagem, certamente usada num contexto coloquial, que é inenarrável, a violência contida no discurso vai muito para além do vernáculo usado. Expressões como "se me descarta, leva no focinho", para além de auto-explicativas, mostram à evidência determinadas dependências, assim como "a gente vai chegar lá acima" demonstra uma estratégia de poder para "comandar o Sporting", alegadamente a partir de uma claque, tudo situações nos antípodas de uma cultura de clube saudável. Aliás, o objectivo provável da mensagem seria arregimentar pelo voto os indecisos deste grupo organizado de adeptos, dando-lhes ferramentas para acreditar que estariam bem representados por esta lista no Conselho Directivo, através de um membro que iria ter, vejam bem, o pelouro dos sócios, ou seja, representar-nos, directamente, a todos... 

 

Não sejamos ingénuos de pensar que por detrás da divulgação disto não estará uma maquinação. Tal, parece-me evidente. Há muito em jogo. No entanto, mais importante do que entretermo-nos a "matar o mensageiro" é absorvermos o conteúdo da mensagem. Dá que pensar. Voltando à minha abertura: o que é que desconhecemos sobre as candidaturas? Seria útil sabermos mais, muito mais, e sobre todas, até porque, regressando a uma ideia que expressei aqui anteriormente, só será um bom presidente do Sporting Clube de Portugal quem se apresentar livre de compromissos pré-assumidos. 

 

P.S. O Benfica foi constituído arguido no caso E-Toupeira. Violação de segredo de justiça ou alegada corrupção, uma coisa é certa: o futebol português tem de arrepiar caminho. Ou os actuais dirigentes se regeneram, ou uma nova classe tem de emergir. A ética deve prevalecer, caso contrário o produto nunca será vendável.

Mais de dez milhões deitados fora

Doumbia custou 7,2 milhões de euros ao Sporting por 70% do seu passe. Vai abandonar Alvalade, aparentemente a custo zero, sem ter marcado um único golo no campeonato nacional de futebol. 

Castaignos custou 3 milhões de euros ao Sporting por 80% do seu passe. Prepara-se para sair, também a custo zero, sem ter marcado um só golo em nenhuma competição ao serviço do nosso clube.

Quebrado

Quebrado. Foi assim que Frederico Varandas apareceu ontem na entrevista a um canal de TV.

Não é para menos. A quebra de confiança é das experiências mais dolorosas. Num momento como este, ser confrontado com as palavras que todos ouvimos é muitíssimo violento. Seja qual for o contexto, o que ali está é feio, muito feio, é tudo o que repudiamos no Sporting.

Porém, nitidamente encomendado. Alguém pediu ao "herói" para fazer um aúdio. Com que propósito acedeu, não se sabe, talvez para convencer os indecisos, fazendo valer a sua posição privilegiada, caso Varandas ganhasse. Alguém, deliberadamente, decidiu colocar o áudio disponível para toda a gente. Se isto não é uma armadilha, não sei o que será.O impacto pode ser desastroso.

Eu avisei que teríamos porcaria na ventoinha. Aí está ela.

 

Nota 1: Frederico Varandas não é o meu candidato, porque nunca me inspirou confiança. Há ali muita coisa mal explicada. Mas isso não me impede de reconhecer quando alguém é tramado. Muito bem tramado.

Nota 2: O nível de alguns comentários neste blogue está a ficar assustadoramente baixo. Comentários com insultos, ofensas, ataques pessoais, linguagem de baixo nível não serão publicados. Lamento, mas não me resta outra opção.

Reflexões sobre o Sporting (14)

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 Autor convidado: Filipe Costa e Silva

 

 É hora de ser Sporting novamente

 

Quero agradecer desde já ao “És a nossa fé” pela confiança e pelo convite. É para mim uma honra escrever sobre aquela que considero ser a minha maior paixão, e a única coisa na vida, além do Sporting em toda a sua génese, que desperta em mim vontade de aprender e acompanhar sem fim, independentemente do desfecho de cada capítulo de uma história interminável no meu horizonte. O futebol, esta modalidade mágica.

 

Devo dizer que faço parte de lista do Dr. Dias Ferreira e é sobretudo a este nível que aceitei o repto de vos escrever sobre futebol, num momento em que me parece determinante que os sportinguistas percebam que é hora de ser Sporting novamente.

O que é ser Sporting, novamente?

Muitos podem pensar que é voltar a ganhar muito - e será. Muitos podem pensar que é formar mais dois bolas de ouro - e será. Muitos podem pensar em milhões para trás e para frente: aqui já não concordo tanto, mas o pensamento é infinito… contudo, para mim, voltar a ser Sporting é termos a capacidade de mais uma vez, perante um momento conturbado, fazermos da força do nosso trabalho e da nossa organização a nossa maior grandeza.

Quero com isto dizer que estar na lista do Dr Dias Ferreira, nomeadamente na área do futebol, em consonância e em equipa com o Dr Luis Natário, que já muitos devem conhecer, representa para mim poder tornar realidade o maior salto quantitativo que o Sporting alguma vez poderá dar. Isto porque pretendemos que o Sporting passe para o futebol 4.0. Dar um grande salto, rumo ao futuro, recuperando anos de atraso e quiçá até ultrapassar já os nossos rivais com as obras que temos no nosso programa e que serão executados, caso tenhamos a honra de sair vitoriosos.

 

Começando pela formação: a nossa prioridade imediata será a construção de uma nova academia de formação, com uma escola alicerçada. A nossa história é longa em jogadores nos quais não reconhecemos o devido sentimento de pertença e respeito por quem os criou. Temos observado as mais variadas teorias de análise do problema, sem que de nenhuma se tenha obtido efeitos práticos.

Pois bem, a nossa solução passa por reiniciar, aproximar, educar e formar realmente os nossos jovens de acordo com aquilo que são os nossos valores mais altos e a nossa história, desde que entrem nos nossos quadros até à idade adulta, apostando numa formação curricular adequada e não aos trambolhões, conforme tem acontecido. Para isso, temos tido reuniões com o Ministério da Educação, a fim de perceber como poderemos adaptar o ensino à necessidade de uma escola alicerçada a uma academia de futebol de ponta, como será a nossa. O formato de aulas para atletas de alta competição é totalmente desajustado. Queremos toda uma nova educação curricular, todo um novo patamar de atleta, completamente enquadrado com os ideais do clube e, acima de tudo, bem formado do ponto de vista ético.

Isto permitirá também acabar de uma vez por todas com o fosso em termos de condições materiais que existem face aos nossos rivais. É surreal que nenhum programa fale da necessidade urgente de termos mais e melhores campos. Os nossos rivais têm 12 campos relvados, um para cada equipa de formação, e nós temos o que todos sabemos, muitos deles sintéticos. É imprescindível a construção desta academia de reforço, que em colaboração com o Polo EUL e Alcochete, fará novamente do Sporting um clube na rota do que de melhor se faz no mundo. Seremos mais uma vez pioneiros no ensino escolar associado ao futebol.

Isto é ser Sporting novamente, como dizia ao início. Ser pioneiro e reinventar-se na adversidade para ser o melhor.

 

Posto isto, temos que rapidamente analisar toda a estrutura do futebol e reforçá-la de meios materiais e humanos. Nós não temos os piores do mundo, pelo contrário, as pessoas que estão no Sporting são muito boas. São é poucas e têm poucos meios.

O Sporting tem um problema de organização e de falta de operacionais que nos consigam acelerar processos. Com o convite de Dias Ferreira a Tomaz Morais, faremos do Sporting novamente o melhor na formação. Queremos também criar um cargo novo, que não existe, que é o diretor do Polo EUL para automatizar e aproximar novamente todas as necessidades do clube do conselho directivo. Para este efeito, mais uma vez fica à vista que não pretendemos entrar em guerras de nomes, mas sim acrescentar talento e necessidades em cima da reorganização estrutural, pois é isto que falta ao Sporting: ter as pessoas certas no sítio certo.

 

Se isto acontecer no futebol de formação, já estaremos muito perto da pole position. E a lista do Dr Dias Ferreira, é a única a pôr as coisas nestes termos.

 

Relativamente ao futebol profissional, também não vamos entrar em enxurradas de nomes. Vamos apostar na criação clara e definitiva de um organograma de gestão para o futebol do Sporting, que permitirá ao futebol profissional e de formação reduzir significativamente toda e qualquer falha, agilizando todo o futebol.

Para isto, temos dois passos pensados. Vamos imediatamente trazer um diretor desportivo de top europeu que temos contratado - dos que estão no mercado e não dos que se podem anunciar de forma leviana por nunca terem feito nada de palpável nesta área. Alguém que nos irá ajudar nesta reorganização e inclusive dar-nos muito know how pela sua valia.

De seguida, vamos criar um gabinete ao qual vamos chamar Analysis Board, que é um dos “meninos bonitos” do nosso programa para o futebol. Este gabinete terá seis pessoas, no mínimo - especialistas nas mais variadas áreas do futebol e que consideramos fundamentais. Teremos um especialista em observação, um médico, um especialista em marketing, um especialista em métricas, um representante do futebol de formação e um representante do futebol profissional.

Este gabinete funcionará hierarquicamente apenas abaixo do presidente da SAD, que será o Dr Dias Ferreira, e do vice-presidente para o futebol e administrador da SAD, o Dr Luís Natário.

 

Porquê? Com que objetivo?

Pretende-se analisar, gerar e fundamentar toda a informação que chega do dia-a-dia do futebol do Sporting, desde a compra e venda de jogadores até ao “iniciado problemático”, passando pela análise constante das necessidades de mais e melhores condições, através de negociações com marcas e a organização de torneios, potenciando a marca também por esse caminho. Como é possível o Sporting, com todo o seu know how na formação, não ter em Portugal um ou mais torneios de grande nível com a sua assinatura?

Este gabinete será uma verdadeira força multidisciplinar que pretende alavancar toda a gestão diária da academia, para uma profissionalização séria e comprometida.

 

Imaginemos este cenário… o treinador quer um jogador para determinada posição. O gabinete de scouting (que também necessita de reforço humano) dá ao diretor desportivo, com base nos filtros desejados pelo diretor desportivo e pelo treinador, uma lista de cinco nomes que queremos ter sempre pré-definida. A escolha dos atletas será sempre nossa, de acordo com o pretendido pelo treinador, e nunca sendo este a assumir essa opção. Caberá assim ao diretor desportivo, desses cinco nomes, levar três ao Analysis Board, após fazer o primeiro filtro. de acordo com a sua capacidade e conhecimento.

O Analysis Board irá estudar estes três nomes ao pormenor - incluindo na sua postura e comportamento nas redes sociais, histórico de lesões, marcas associadas, percurso de formação, análise métrica de todas as suas valências. Tudo esmiuçado ao ponto de "fechar” um nome, no máximo dois, junto do administrador da SAD, para que este decida o melhor negócio, já depois da valia assegurada.

Não será ninguém do Analysis Board, nem o próprio administrador da SAD, a fechar os negócios. Para isso teremos uma equipa de advogados especialistas em direito desportivo, em parceria com o administrador da SAD. Isto permitirá, de uma vez por todas, fechar compras e vendas de forma fria e comprometida com o melhor negócio para o clube. Longe do negócio das comissões ou da perda de grandes vendas. Há negócios que têm de ser feitos na hora certa.

É nesta estrutura que queremos assentar. Acreditamos que os sócios vão perceber a diferença, pois trata-se de um projeto desportivo novo e sério.

 

Acredito que já estamos a anos-luz de distância dos programas concorrentes, pensando no melhor para o Sporting, e concretamente num Sporting 4.0 no futebol, que há muitos anos é prometido e ainda não aconteceu, visto que todos, sem exceção, fizeram igual esperando resultados diferentes.

São estas as nossas grandes prioridades:

  1. Reorganização e aproveitamento de valias pessoais e humanas;
  2. Construção da nova academia do Sporting, com uma escola alicerçada;
  3. Criação do Analysis Board, em conjunto com a reorganização da academia e a contratação de um diretor desportivo de top europeu;
  4. Termos uma equipa de fecho de negócios, equidistante da emoção e da organização, apenas focada no que for melhor para o Sporting;

 

Espero ter trazido esclarecimentos e que todos se sintam entusiasmados após lerem este texto.

 

FILIPE COSTA E SILVA

Sócio n.º 73.977

 

A voz do leitor

«Geraldes - cuja imagem aparece na promoção do jogo de apresentação contra o Marselha - é o jogador mais mal pago do plantel do plantel. Douglas já custou ao Sporting 4 milhões de euros em três épocas - cerca de 1,333 milhões por época - mais de dez vezes o que o Sporting paga por Geraldes. Jogou sete jogos.»

 

JG, neste meu postal

Debate Ferreira-Madeira: algumas frases

Dias Ferreira:

  • «Você quer pôr Peseiro como adjunto do Ranieri?»
  • «Se o Pedro Madeira Rodrigues fosse o único candidato à presidência do Sporting, o José Peseiro já tinha feito as malas, de certeza absoluta.»
  • «Seria de um cinismo e de uma hipocrisia eu estar aqui a dizer que o José Peseiro é o meu treinador ideal.»
  • «De todos os candidatos, quem melhor conhece o clube é evidente que sou eu. O meu currículo fala por mim.»
  • «Para a formação, espero contratar o professor Tomaz Morais.»
  • «O Sporting só tem de fazer uma coisa: ir buscar os melhores. Porque nós temos direito aos melhores.»
  • «[Muitas vezes] gastamos muito dinheiro com os que não são melhores nem são piores: são maus. Ou incompetentes.»
  • «O projecto das academias, estas e as internacionais, é a menina dos olhos do meu programa. Sonho há muitos anos que tenhamos uma escola de cultura sportinguista.»
  • «A formação tem de ser a grande aposta do Sporting.»
  • «Agradeço o apoio do doutor Carlos Vieira. (...) Toda a gente lhe atribui a maior competência. Foi uma coisa que me satisfez, o apoio que ele me deu.»

 

Madeira Rodrigues:

  • «É muito mais aquilo que nos une do que aquilo que nos divide.»
  • «Depois deste excessivo protagonismo de Bruno de Carvalho, queremos um presidente discreto. Quem deve falar, no fim dos jogos, é o treinador e os jogadores.»
  • «De todos os candidatos, sou o único que tem treinador para os próximos três anos. Quando perguntam aos outros sobre Peseiro... "ah, vamos lá ver... vai depender dos resultados..."»
  • «Não vejo Peseiro como treinador principal para o nosso clube.»
  • «Vamos fazer uma revolução dentro da academia porque perdemos muito terreno para os rivais nos últimos tempos. (...) Em termos de gestão, o Sporting tem de dar uma grande volta.»
  • «Não gosto de dizer bem dos nossos rivais, mas trabalhei com Domingos Soares Oliveira e o Sporting precisa de fazer a revolução que ele fez no nosso clube rival.»
  • «O Sporting, em Portugal, foi o primeiro a ter uma claque. Foi o primeiro a ter a SAD. Foi o primeiro a ter a academia. Foi o primeiro a fazer a gamebox. Tem a ver com a nossa natureza - sermos inovadores, sermos arrojados.»
  • «O doutor Dias Ferreira nasceu em 1947, como o meu pai, e eu nasci em 1971 e tenho 47 anos. Acredito que estou na altura certa para ser presidente do Sporting. Tenho maturidade, tenho experiência, tenho a garra.»
  • «Tenho todo o respeito pelos ex-atletas do Sporting, mas a grande força do Sporting somos nós, os sócios e os adeptos normais.»
  • «Eu gostava de ter 100% do capital da SAD.»

O frente-a-frente realizou-se esta noite, na Sporting TV

Como (não) vivi o dérbi de sábado

Entre a praia e as festas na aldeia beirã, estas últimas ganharam. Uma espécie de dérbi interior e muito pessoal.

O problema maior é que na aldeia, nesta altura do ano, ver futebol no café é comprar uma guerra.

Primeiro porque os estabelecimentos estão tão cheios, que dificilmente consigo entrar. Ele é o regressado da França ou do Luxemburgo, o amigo do amigo do amigo que veio à aldeia de propósito a convite de não se sabe de quem, os filhos, netos, sobrinhos, parentes afastados... todos ao molho e (sem) fé em Deus (desculpa Pedro Azevedo!).

Portanto… não vi o jogo. Nem escutei o relato, já que alguns dos relatadores matam-me de coração com o que transmitem através da sua voz.

Assim… não há melhor que ficar em casa, a fazer outra coisa qualquer e aguardar pacientemente que o telemóvel vá dizendo alguma coisa.

Este jogo era de importância superior. Se o Sporting conseguisse passar por aquele campo sem trazer grandes mazelas pontuais o campeonato poder-se-á tornar algo mais interessante.

Este era assim a modos que o meu pensamento interior. Jamais imaginaria que passado o fim de semana estivéssemos na frente com mais três equipas.

A determinada altura escutei um burburinho na rua. Mas o telemóvel não "miava". Finalmente deu sinal de vida pois o Nani havia marcado. Fixe, boa... pensei eu!

Mas o tempo passava devagar. O calor também não ajudava.

Novo burburinho e o sinal de golo.

Empate!

Fui então ver os comentários que a aplicação ia fornecendo. E Salin surgia como figura primeira do jogo. Ainda bem, pensei eu, tem de justificar o ordenado que ganha.

Dez minutos a mais de tempo extra, dizia a aplicação… Mas foi mesmo necessário?

Fim do jogo. Finalmente respiro aliviado.

O café já deve estar vazio. A festa no arraial está para começar!

Faz hoje um ano

 

Quarta jornada consecutiva, quarta vitória do Sporting no campeonato. Em casa, contra o Estoril, por 2-1. Vitória escassa, mas que nos permitia manter no comando da Liga 2017/2018. Com golos de Gelson Martins (logo aos 3') e Bruno Fernandes (aos 11') - este de fazer levantar o estádio. O nosso médio criativo destacava-se como homem do jogo, conquistando os adeptos. Pena a nossa equipa ter adormecido na segunda parte, permitindo o golo adversário aos 85'.

«Com muita gente ainda em férias, hoje éramos 45.367 em Alvalade. A festa do futebol também se faz disto», sublinhei aqui nesse dia 27 de Agosto de 2017.

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