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És a nossa Fé!

O ex-presidente

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O antigo presidente do Sporting, Bruno de Carvalho, fez publicar no seu mural de facebook um interessante texto, rescaldo dos seus cinco anos de presidência. Reflexivo, até algo ponderado, com algumas pistas denotando alguma compreensão do "universo Sporting". Começa assim: "Hoje foi o primeiro dia em que consegui despir a camisola de Presidente do Sporting CP. Olhar para trás e de forma calma olhar para tudo".

 

Lendo atentamente esse texto que BdC fez publicar ocorreu-me que se ele despindo a camisola de presidente do Sporting logo na primeira semana pensa deste modo, tão melhor do que quando era presidente, é melhor deixar-se estar assim mesmo. Não se vá ele destrambelhar outra vez.

Bom senso... precisa-se

Começo a ficar um pouco apreensivo com esta vontade louca de ser Presidente do Sporting Clube de Portugal. Não há fome que não dê fartura, mas meus senhores, tenhamos calma e façamos uma análise se efetivamente, de todos aqueles nomes que se falam (... e não os nomeio aqui de propósito), se têm perfil, para o cargo a que se candidatam. Está-me a dar a ideia que começa a ser moda aparecer todos os dias um pseudo-candidato para tentar junto da comunicação social ganhar algum protagonismo para outros fins.

Vão brincando, não juntem os ovos todos no mesmo cesto, e logo vêem a surpresa que pode aparecer no dia 8 de setembro.

Os comentários…

…deixo-os à vossa consideração.

 

Leio no SapoDesporto:

«Presidente destituído do Sporting recorreu às redes sociais para fazer uma reflexão sobre os cinco anos em que esteve no comando do clube.»

 

«Hoje foi o primeiro dia em que consegui despir a camisola de Presidente do Sporting CP.

 Olhar para trás e de forma calma olhar para tudo.

 Tenho de começar logo com um primeiro agradecimento especial aos quase 30% que votaram na nossa não destituição. Nem vale mais discutir se foram mais ou não. Vale a pena agradecer, do fundo do coração, a estes Sportinguistas que mostraram toda a sua confiança, gratidão, carinho e reconhecimento pelo trabalho feito e que estava a continuar a ser realizado.

Depois um enorme agradecimento aos 6 Leais companheiros de Direcção e ao Fernando Carvalho, guerreiro resistente do CFD.

E estes 5 anos? Do popular ao populista. Do discurso - forma versus conteúdo - às tomadas de posição. Forma construtiva ou destrutiva de agir.

Nunca quis ser um Líder populista. Um demagogo de frases feitas, que age para seu benefício e que quer levar as massas por promessas ocas mas apelativas.

Pelo contrário, sempre quis ser um Líder popular, com os pés assentes na terra, com um discurso mobilizador que voltasse a devolver o orgulho e respeito a um Clube que estava adormecido, resignado e sem energia.

E aqui acho que começou um pouco a confusão entre ser popular ou populista.

Era fundamental ter um discurso forte para "acordar" os Sportinguistas e lhes devolver a crença de que podiamos de facto voltar a ser o Grande Sporting! Um discurso ambicioso, virado para dentro e para fora, demostrando ao Mundo que estávamos aqui para vencer tudo e exigir de volta o que tinhamos perdido: Respeito.

Isto abriu uma guerra geracional que não era de todo o pretendido. Temos uma geração que conseguiu ter a sorte de ver um Sporting CP a ser o crónico vencedor e sem precisar de ter um discurso de "combate". Esta geração conseguiu ver o Sporting CP vencer com a possibilidade de ter um discurso "estadista". Depois temos uma geração que pouco ou nada viu o Sporting CP ganhar. Que estava habituada a ser gozada, com o Sporting CP a ser considerado um Clube amigo e simpático. Uma geração que quer ser feliz.

Estas gerações distintas não têm de estar antagonizadas. Têm todos apenas de perceber e entender os desafios do Séc. XXI para um Clube que, dos grandes, era o mais pequeno e o mais endividado.

A minha pressa de devolver alegrias ao Universo Sportinguista pode ter sido entendida por alguns como accão de um populista e que dividiu as gerações. Mas nunca foi essa a minha intenção. Prometemos um Clube que voltasse a ser a Maior Potência Desportiva Nacional e conseguimos esta época provar isso, de forma inequívoca. Voltar a ser um Clube de ADN eclético e fizémos o Pavilhão. Que se podia ser competitivo no futebol e manter a maioria da SAD (e com lucros constantes). Isto não são tiques de um populista, são actos de uma equipa que se quis de matriz popular e que cumpriu sempre as suas promessas, conseguindo uma mobilização nunca vista no Clube, com a Missão Pavilhão, a unificação da Curva Sul no Estádio e estarmos quase na meta dos 180.000 Associados.

Mas confesso que se olhar bem, se olhar profundamente, a pressa com que tudo foi feito, o trabalho 24h/24h que não permitiu um sentido mais diplomático de actuação, pode ter deixado uma imagem errada a muitas pessoas. Fui pouco hábil na diplomacia, pois não tinha mãos a medir num trabalho e objectivo de recuperação desportiva, financeira, de imagem, que tem uma dimensão de necessidade e de empenho que ninguém imagina.

O discurso? A vontade de fazer sempre mais, e mais e mais, levou a que o discurso não fosse moderado. E era necessário ter tido a habilidade de não criar desgaste e ruptura com esse discurso. Mas a verdade é que, quanto mais sucesso mais e maiores os ataques sofridos. Quanto mais ataques mais necessidade de defender o Clube com unhas e dentes. Quanto mais se defendou o Clube com unhas e dentes mais o discurso começou a parecer destrutivo, belicista, nunca apaziguador... Um ditador arrogante mas afinal era só um Líder apaixonado e disposto a dar a vida pelo nosso Clube. Mas o discurso levou a que muitos Sportinguistas se afastassem, mesmo não percebendo o porquê... Nem eu percebi, até esta reflexão. Afinal, o conteúdo era aparentemente 100% correcto, os objectivos até estavam a ser cumpridos (excepção ao futebol sênior profissional), o sucesso ia aumentando, mas com isso também a imagem de um ditador, belicista e incapaz de se proteger. As minhas tomadas de posição nunca quiseram refletir o que sou na realidade, mas tão somente o que, dia a dia, tinha de ir superando para resolver todos os problemas herdados e os constantes obstáculos que nos eram colocados. Foco total no trabalho e foco 0 no tratamento da imagem pessoal / política / institucional do Presidente. Sempre acreditei que os resultados tudo superassem, até porque todo o discurso e tomadas de posição eram para o Clube chegar ao sucesso. O Clube chegou ao sucesso e a minha imagem pessoal ficou totalmente deturpada ao olhos de muitos. E são as pessoas que têm culpa? Algumas ajudaram, alguma comunicação social contribuiu, mas o maior culpado fui eu que, na busca constante da Glória do Clube, me esqueci de mim próprio e da forma que deveria projectar a minha imagem.

O meu desejo é simples, que se acabe com este processo disciplinar e se permita aos Sportinguistas ouvirem todos os que quiserem falar e decidirem o futuro do Clube e SAD.

E neste momento é muito importante não provocar mais fragmentações do Universo Leonino! Vamos encarar cada lista com o respeito que merece, pois querer servir o Clube não é um "crime" mas sim um acto de paixão.

Vamos ter a humildade de reconhecer as nossas virtudes e os nossos defeitos. Vamos ter a humildade de receber de braços abertos todos os que queiram apresentar o seu projecto para o Sporting CP.

Apelo novamente para que parem com os processos disciplinares em curso, e que deixem aos Sportinguistas a liberdade de se candidatarem e aos outros de poderem escolher quem querem, no próximo dia 8 de Setembro, a liderar o Clube, incluindo o último Presidente e o seu CD, se tal for a nossa decisão.

A demonstração que somos um Grande Clube em tudo é deixar todos, os que assim o quiserem, sem decisões de “secretaria” contrárias, ir a eleições e ver o seu projecto ser aprovado ou reprovado por quem manda: os Associados.

Já agora importa realçar que os Sportinguistas, no máximo, teriam decidido na última AG que queriam novas eleições e não que fossemos suspensos ou expulsos de associados, e com isso afastados das mesmas.

Somos um país livre e democrático e por isso deixemos a liberdade de candidatura e voto aos sportinguistas.

Foi bom poder fazer este exercício claro sobre 5 anos, onde afinal existiram mesmo falhas que lamento, que apesar de achar que são de pormenor a verdade é que contribuí para muitos erros de percepção e de raciocínio, que são legítimos e devem ser respeitados e devidamente ponderados.

 

Obrigado por 5 anos de puro prazer e orgulho em servirmos o Clube que amamos e a família que adoptámos como nossa: os Sportinguistas!»

Balanço (13)

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O que escrevemos aqui, durante a temporada, sobre BRUNO CÉSAR:

 

- JPT: «Entrou tarde, lutou como é seu costume, e tentou colocar a bola disponível na área. Fraco nos cruzamentos, ainda que sempre em condições difíceis.» (27 de Setembro)

- Edmundo Gonçalves: «Não é hoje o jogador de há um ano.» (28 de Setembro)

Francisco Vasconcelos: « Para ajudar a segurar a bola, [Jorge Jesus] já tinha colocado, e bem na minha opinião, Bruno César.» (4 de Janeiro)

Eu: «O treinador apostou nele como titular, fazendo-o alinhar na posição que costuma ser confiada ao lesionado Gelson Martins. Aposta falhada. O brasileiro nunca deu profundidade nem velocidade ao jogo e protagonizou um falhanço incrível, isolado por Coentrão, quase em cima da linha de golo. Saiu aos 57', já demasiado tarde.» (4 de Fevereiro)

Francisco Chaveiro Reis: «Hoje voltam a entrar em acção os Brunos que mais me interessam no Sporting: César e Fernandes.  (19 de Fevereiro)

- Pedro Azevedo: «[Defendo] a saída daqueles jogadores que ficaram aquém dos serviços mínimos, como Doumbia, Rúben Ribeiro e Bruno César (se é para jogar numa ala não serve.» (9 de Maio)

Obrigado, Bryan

 

penálti marcado pelo Bryan Ruiz contra a Suíça é o melhor penálti da história do futebol. Não foi por acaso: nos instantes antes de o marcar o Bryan calculou a trajetória ideal da bola considerando todos os graus de liberdade devidos; não só os do esférico, mas os da baliza (nomeadamente da trave) e do guarda redes (nomeadamente das suas costas), e a sua melhor influência na trajetória ideal, resultando assim um penálti verdadeiramente indefensável. O Bryan é uma pessoa educada e que confia na ciência: no seu país, faz campanhas em prol da vacinação obrigatória. E é uma pessoa muitíssimo bem formada, capaz de numa noite gelada ceder um casaco a uma criança que alguém estupidamente obrigou a usar calções e camiseta (não me admiraria se quem mais tarde o chamou e aos colegas "menino mimado" o tivesse repreendido por esta quebra de protocolo). Só foi pena, num célebre Sporting-Benfica em Alvalade, ter calculado também outra trajetória ideal para uma bola, mas ter sido traído por uma falha na relva à boca da baliza. Foi um enorme prazer e um orgulho contar com este excelente ser humano ao serviço do Sporting Clube de Portugal. Obrigado, Bryan. 

O Karma é lixado

Contra as expectativas dos mais pessimistas (eu confesso que estava algo receoso) e de alguns personagens pouco recomendáveis, tipo Meirim, os nossos rapazes do Futsal ganharam o quarto jogo da final, em casa do adversário, Benfica, na decisão por penaltis. O quinto e decisivo jogo vai ter lugar no João Rocha, no próximo Sábado. Vamos a eles, leões!

Faz hoje um ano

 

A selecção nacional de futebol tropeçava na meia-final da Taça das Confederações - que disputámos pela primeira vez há um ano - empatando a zero com o Chile. No desempate por grandes penalidades, ficámos pelo caminho, sem acesso à final.

Houve dois comentários aqui no blogue, nesse dia 28 de Junho de 2017.

Escreveu o Edmundo Gonçalves:

«Uma equipa mal armada. Uma táctica do deixa que o Ronaldo resolve. Uma teimosia do tamanho do Mundo. Um jogo perdido nos penaltis, quando a sorte foi mãe durante o jogo jogado. Resultadista? Quando o Ronaldo engrena. Já agora, porquê a insistência em jogar com menos um, sempre?»

Escreveu o José Navarro de Andrade:

«O futebol é um jogo desmedidamente complexo, com insondáveis dificuldades metafísicas. Por isso só um espírito catedrático e de apurada sofisticação conceptual alcançará as subtilíssimas razões que levaram o abstracto André Gomes a permanecer em campo 115', todas elas, como é obvio, incompreensíveis à mente dos gentios que hesitam entre achá-lo uma inutilidade ou um trambolho. Quem sabe se um dia se comprenderá o que faz ele na vida?»

A voz do leitor

«[Sugiro] a ideia da realização de um grande Congresso Sportinguista onde se possa discutir de forma séria o futuro do Clube - estatutos adequados aos tempos que vivemos, acabar de vez com o regime presidencialista que só serviu para que demagogos e oportunistas se servissem do Sporting, criação de condições para que a governance do Clube e da SAD sejam entregues a verdadeiros sportinguistas mas com provas dadas na gestão de uma organização com a dimensão do Sporting, criação de uma comissão de fiscalização de que obrigatoriamente façam parte auditores externos e independentes, etc, etc). Faça-se o Congresso e ver-se-á que muitas ideias válidas irão surgir.»

 

Carlos M. Almeida, neste meu postal

Carvalhal

carloscarvalhal.jpg

 

A Cofina enganou-me (e não só a mim) e o Augusto Inácio não será a solução. Assim boto a minha opinião sobre o futuro treinador do Sporting. Gostaria que fosse Luís Castro (homem do Porto, lá virão resmungar ...). Ou então, como aposta, Rui Jorge. Mas não me parece que Castro deixe Guimarães, e vice-versa. Nem que um conselho transitório aposte num treinador que nunca pegou numa equipa de I divisão. Então subo à (quase)utopia, ir buscar um treinador "lá fora". Ao maior campeonato do mundo. E em assim sendo, mais vale um Carvalhal ...

 

PS: ia escrever "mais vale um Carvalhal do que um Carvalho", trocadilho parvo para um sorriso. Mas um tipo vê os comentários aqui deixados sobre o Augusto Inácio e percebe que isso iria acicatar ainda mais enraivecidos. Isto chegou a um ponto inaceitável, poluído em demasia. Inácio é sportinguista, foi campeão como jogador e treinador, foi dirigente, comentador emotivo. E notoriamente dadivoso ao clube. O clube ter-lhe-á dado bastante, mas pelo menos ele é recíproco, devolve em devoção e em disponibilidade. E mesmo ele colhe a ira, de gente que o critica por razões que têm a ver com os "partidos" (brunistas, contra-brunistas) que decidiram ter. O fel que é expelido é incrível. Até nojento.

 

Chega. Isto é "bola". Só bola. Somos nós todos que exageramos. O pateta do jpt no blog, os leões e viscondes e vascos nos comentários, os só mesmo anónimos.

 

"O futebol não é um caso de vida ou de morte, é muito mais importante", disse Bill Shankly, o lendário treinador do Liverpool, e é muito citado. Muitos, demasiados, não compreendem o que isso significa -  que isto, o desafio, o jogo, o clubismo, não é a vida real. Não justifica este fel todo, esta violência mental e até física. Entre adeptos do mesmo clube. Entre adeptos dos diferentes clubes. Este fel todo, esta zanga toda, é só o espelho da merda da vida que temos. Temos que o arrotar, vomitar, cagar, de algum modo. Mas, caramba, que se faça isso em privado, como nos ensinaram os nossos pais. Ali nos lavabos públicos. Ou nas nossas casas de banho. Isto é uma desvergonha, uma total inconsciência. E é por isso que por aqui e aí fora andam tantos anónimos a resmungarem. Lá no fundo têm vergonha de expelir as vísceras morais em público.

 

Conviria lembrar o que Shankly realmente disse. Aprender o que ele disse, para quem nunca o compreendeu: 

 

I’ve seen supporters on Merseyside going to the ground together, one wearing red and white and the other blue and white, which is unusual elsewhere. You get families in Liverpool in which half support Liverpool and the other half Everton. They support rival teams but they have the same temperament and they know each other. They are unique in the sense that their rivalry is so great but there is no real aggro between them. This is quite amazing.

I am not saying they love each other. Oh, no. Football is not a matter of life and death … it’s much more important than that. And it’s more important to them than that. But I’ve never seen a fight at a derby game. Shouting and bawling … yes. But they don’t fight each other. And that says a lot for them.

 

Polegar ao alto, como aqui vai o Carvalhal. E deixemos os (poucos) mariolas que têm algo (muito) a ganhar com a "bola" a acicatarem os ânimos. Apenas para proveito próprio. E beijemo-los, como Jesus beijou Judas, sabendo bem o que el@ fizera.

É tempo de paz

Os sócios decidiram, está decidido!

Não vale a pena virem agora dizer que houve falcatrua na contagem dos votos, ou que a AG não era legal e mais uma série de desculpas. Repito... não vale a pena!

Os sócios deslocaram-se ao Altice Arena, votaram, falaram tudo de livre e espontânea vontade. E disseram de sua justiça.

Contestar resultados, formas processuais por uma virgula a menos ou a mais é tentar ganhar sem jogar. E o Sporting neste momento não necessita desta contínua guerrilha interna.

Acabou-se o tempo das bravatas, de troca de galhardetes verbais, de ofensas. É tempo de paz, de serenidade, de tocar a reunir, de remarmos todos ao mesmo tempo. De enfunar as velas desta nau tão perdida e achar um rumo.

Gostássemos ou não de BdC, gostemos ou não desta Comissão, o certo é que agora há uma equipa para gerir os destinos do Clube até Setembro. E que tem que ter o nosso apoio...

Da minha parte não atacarei mais ninguém. O passado fica no museu, como diz o brasileiro. E o nosso, que não deve ser olvidado de forma a evitar novos casos, também deverá morar lá nos confins da memória.

Agora quero ver os futuros candidatos, conhecer as equipas propostas e acima de tudo descodificar as ideias, de forma que em Setembro possa votar em consciência.

 

Também aqui

Sinais positivos...

 

Já li algumas críticas à desconvocação da Assembleia-Geral, ora quero acreditar que estamos todos fartos de Carnaval e que é tempo de fazer regressar o bom senso ao Sporting. A não ser que considerem que deveria ser proposto à votação dos sócios, o documento elaborado pelo Conselho Directivo destituído, o que a meu ver não faria qualquer sentido, porque até recebeu parecer negativo da Comissão de Fiscalização.  Todos estamos conscientes dos obstáculos e entraves colocados à entrada em funções da Comissão de Gestão, que apenas esta semana começou efectivamente a trabalhar. Alguém no seu perfeito juízo pode considerar que neste curto espaço de tempo, seria possível apresentar um orçamento credível, com previsão de receitas e despesas, acompanhado do plano de actividades, sem esquecer que é necessário um parecer da Comissão Fiscalizadora que substitui interinamente o Conselho Fiscal?

Bem sei que havia já quem se preparasse para transformar em chicana a reunião magna, fosse para tirar desforço, ajustar contas ou marcar território para as eleições de 8 de Setembro. O clube é bem mais importante e não existe drama algum em adiar este acto para o pós-eleições, desde logo porque será o próximo Conselho Directivo que elegermos, que irá apresentar o Orçamento e Plano de Actividades respeitando o seu programa eleitoral e poderemos logo aí começar a cobrar aos novos dirigentes, que não terão desculpa de já terem sido eleitos vinculados a decisões de terceiros. Infelizmente já não vão a tempo de serem responsáveis pelo plantel da equipa de futebol, uma vez que o mercado encerra a 31 de Agosto.

Dado o caracter transitório da actual Comissão de Gestão e composição da Sporting SAD considero positiva a aposta em Augusto Inácio como treinador interino até à entrada em funções dos novos órgãos sociais. Ao contrário do que alguns ressabiados andam por aí a apregoar, não está aberta qualquer caça às bruxas. O que é um excelente sinal para o futuro do clube.

{ Blog fundado em 2012. }

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