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És a nossa Fé!

A ver o Mundial (9)

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FALTOU-NOS O ÉDER

 

Portugal imitou a Argentina, despedindo-se do Mundial da Rússia. Fomos derrotados em Sochi pelo Uruguai, sem o nosso Coates em campo: dois golos de Cavani, cada um em sua parte, decidiram a partida. A equipa das quinas teve muito mais posse de bola (61%), mas foi inconsequente. Demorávamos uma eternidade a chegar à baliza contrária e, uma vez aí, os jogadores faziam imensa cerimónia: nenhum deles parecia com vontade de marcar. Incluindo Cristiano Ronaldo, hoje irreconhecível, quase sempre encostado ao flanco esquerdo. Gonçalo Guedes, que o seleccionador Fernando Santos teimou em manter como titular, esteve 74' em campo sem fazer um só remate. André Silva, que o substituiu, idem aspas. Bernardo Silva falhou um golo de baliza aberta aos 70'.

O Uruguai limitou-se a subir três vezes ao nosso reduto defensivo: marcou em duas dessas ocasiões, com disparos indefensáveis do avançado do Paris Saint-Germain, de longe o melhor em campo. E poderia ter marcado na terceira: só uma grande defesa de Rui Patrício impediu que de um livre a cargo de Luis Suárez resultasse mais um golo.

Foi preciso, do nosso lado, um defesa encaminhar a bola para as redes uruguaias, estavam decorridos 55': Pepe, de cabeça, na sequência de um canto muito bem apontado por Raphael Guerreiro. Quaresma, que fora herói contra o Irão, permaneceu no banco até aos 65'. Quase no fim, aos 85', Manuel Fernandes pisou pela primeira vez um palco do Mundial. Gelson Martins, um dos raros jogadores com características ofensivas que poderiam acelerar o nosso jogo, nem calçou.

Regressam todos à pátria, mais cedo do que muitos pensávamos. Desta vez faltou-nos o Éder. Daqui a quatro anos haverá mais.

 

O melhor - Pepe. Cometeu erros defensivos, mas foi ele a ir à frente marcar o nosso golito solitário. Salvou-nos de ficarmos em branco.

O pior - Gonçalo Guedes. Outra oportunidade perdida. Permaneceu 74' em campo sem fazer um remate. Parecia que a bola lhe queimava os pés.

 

Portugal, 1 - Uruguai, 2

A ver o Mundial (8)

2018-Russia-World-Cup[1].jpg

 

ADIÓS, ARGENTINA

 

Chegámos ao verdadeiro Campeonato do Mundo - aquele em que cada jogo é de tudo ou nada. Aumenta a emoção, redobra o espectáculo, ressurge o genuíno futebol de acelerada rotação em busca da vitória.

Ingredientes bem notórios esta tarde, em Kazan, na partida que opôs a Argentina, finalista vencida do Mundial de 2014, à França, finalista vencida do Europeu de 2016. Talvez a melhor já disputada neste Mundial da Rússia. Com sete golos marcados e uma justa vitória dos franceses, com menos posse de bola mas melhor dispositivo táctico e muito melhor organização colectiva.

 

A selecção gaulesa adiantou-se no marcador logo aos 13', com um penálti convertido por Griezmann: a estrela do Atlético de Madrid não vacilou na linha dos 11 metros. Os argentinos, numa toada lenta e previsível, tardaram a reagir. Foi preciso um lance de inspiração individual para reacender a chama: iam decorridos 41' quando a turma alviceleste empatou, com um fortíssimo remate de Di María, fora da grande área.

Ao intervalo, 1-1: resultado lisonjeiro para os argentinos. Mais ainda contra a corrente do jogo foi o segundo golo da selecção treinada por Jorge Sampaoli, numa jogada de insistência de Messi com a bola a tabelar em Mercado: o lateral do Sevilha, sem saber bem como, viu-a encaminhar-se para o fundo das redes.

A Argentina parecia ter virado o jogo. Mas a partir daí desenrolou-se o espectáculo do futebol francês. Com três grandes golos em 11 minutos. O primeiro aos 57' pelo jovem lateral Pavard, em estreia absoluta na fase final de uma grande competição, com um petardo indefensável a mais de 20 metros de distância da baliza, apanhando a bola no ar,  após cruzamento perfeito de Lucas. O segundo aos 64', por Mbappé, numa movimentação rapidíssima dentro da área, libertando-se das marcações e fuzilando Lloris. O terceiro aos 68', também por Mbappé, coroando um fabuloso lance colectivo que envolveu seis jogadores com a bola ao primeiro toque - destaque para uma diagonal desenhada por Matuidi e para a primorosa assistência de Giroud.

Os argentinos ainda reduziram, no terceiro minuto do tempo de compensação, por Agüero - que ficou no banco, tal como Higuaín, e só entrou aos 66'. Demasiado tarde para discutir o resultado num desafio em que os gauleses se impuseram desde logo pelo seu magnífico trio do meio-campo (Matuidi, Kanté e Pogba).

 

Messi regressa a casa com apenas um golo marcado na Rússia - frente à Nigéria. Hoje ajudou a construir o segundo e assistiu Agüero no terceiro. Fez ainda um grande passe para Pavón, aos 38', no corredor direito. Pouco mais se viu. No confronto com Cristiano Ronaldo, fica desde já a perder.

A França, ao vencer pela primeira vez a Argentina na fase final de um Mundial, transita para os quartos. Os argentinos caíram, imitando os alemães, vencedores do Mundial em 2014 e agora excluídos na fase de grupos pela primeira vez na sua história.

O futebol continua a ser uma caixinha de surpresas. Daí o seu irresistível e perdurável fascínio: ainda permanece sem rival.

 

Argentina, 3 - França, 4

340.888 visualizações em Junho

Chegamos ao fim de Junho com 340.388 visualizações aqui registadas ao longo do mês. Prova inequívoca - mais uma - da crescente influência e popularidade deste nosso blogue no universo sportinguista.

Nos últimos seis anos e meio, estivemos sempre em sintonia com o pulsar da nação leonina. Antecipámos, nas posições críticas aqui expressas por vários de nós, o fim do mandato de Godinho Lopes em 2013. Este ano sucedeu exactamente o mesmo, relativamente ao mandato de Bruno de Carvalho, que aliás nos elegeu desvairadamente como alvo, ao bradar em Fevereiro contra «o grupo do Café Império». Caiu quatro meses depois, confirmando a validade do aviso que diversas vez lhe deixámos: é impossível alguém resistir incólume quando declara guerra a tudo e a todos em simultâneo. E sobretudo quando gasta o essencial das munições a disparar contra hipotéticos "inimigos internos".

Ele caiu, como o antecessor. Nós prosseguimos. A manter este ritmo, chegaremos ao fim do ano com quatro milhões de visualizações. Fiéis à nossa linha de rumo, em defesa dos interesses permanentes do Sporting, queremos continuar a merecer tantos e tão bons leitores.

És a nossa fé

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Uma curva belíssima, uma equipa fantástica, ÉS A NOSSA FÉ, todos sempre e só pelo SPORTING.

Não cantamos mas podíamos tê-lo feito em mais um jantar no Império, do grupo imortalizado com o mesmo nome pelas palavras de um ex Presidente do clube, 

Repasto bem animado, onde o tema foi eleições e futuro. Sim, porque do passado já não reza a história. 

Balanço (15)

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O que escrevemos aqui, durante a temporada, sobre GELSON MARTINS:

 

- João Távora: «Temos Leão para atacar o título. Só espero que não percamos o Gelson Martins.» (6 de Agosto)

- Marta Spínola: «Uma grande celebração por termos Gelson connosco mais um tempo. Valeu a pena desejar que o fechassem num alçapão depois de cada boa prestação.» (5 de Setembro)

Eu: «Tenho a certeza que voltarás aos magníficos desempenhos da época passada, em que tantas vezes funcionaste como pedal acelerador da nossa equipa e foste o ás dos desequilíbrios, o herói do um-para-um, o rei das assistências. Partiste os rins - felizmente apenas no sentido metafórico - a muitos defesas adversários, impulsionando e motivando os teus companheiros. Não admira, por isso, que sejas cobiçado pelas restantes equipas nacionais: todas gostariam de contar contigo nas suas fileiras.» (21 de Outubro)

- Pedro Azevedo: «Aos 19 minutos, brincou com os apoios de Chiellini, torcendo-lhe a espinal medula de tal forma que já terá consulta marcada num quiroprático, no regresso a Turim. Do lance resultaria o golo do Sporting, após defesa incompleta (e para a frente) de Buffon, o qual perdeu o duelo de "Monstros" com o nosso São Patrício, o exorcista do "mal" transalpino. Na segunda parte, o ala arrancou por entre Alex Sandro e Barzagli e, mesmo carregado pelo brasileiro, percorreu 50 metros e conseguiu chegar à área para depois acabar a decidir pessimamente, não rematando à baliza do desamparado guarda-redes bianconeri.» (1 de Novembro)

- JPT: «Fazer-se expulso, isentar-se desse compromisso, é totalmente inaceitável. Mimar um jogador querido, "da casa", competente, ainda para mais jongleur, assim alegria do povo? Sim, com toda a certeza. Mas aceitar isto que aconteceu, "compreendê-lo", é estragá-lo com mimos. Gelson está em dívida.» (27 de Fevereiro)

Francisco Vasconcelos: «Gelson é, depois de Bruno Fernandes, o jogador mais importante do Sporting. (...) É verdade que não decide muitas vezes bem, faz parte da sua imprevisibilidade, mas não é menos verdade que muitas das vezes, se não fosse ele a ajudar os laterais a fechar o corredor, o desfecho dos lances poderia ser outro. E o mais incrivel é que tão depressa está a fazer isso, como está a municiar com qualidade o nosso sector ofensivo.» (27 de Fevereiro)

Pedro Boucherie Mendes: «O endeusamento de Gelson pelos comentadores não ajuda o jogador. O nosso extremo é um excelente jogador, mas parece estar a regredir na chamada decisão, no último passe. Devia estar confiante e de cabeça levantada, mas fica a impressão que chega sempre estoirado àquele instante em que deveria ser fatal.» (14 de Maio)

A voz do leitor

«Fernando Correia, que diz ter vindo para unificar, fica na história por ter chamado patetas aos sócios e por ter questionado os estatutos sobre o valor e antiguidade dos votos. Para mim continuo a achar que a antiguidade é um posto e foi comovente ver a dedicação de muitos idosos, pagantes há décadas, na sua militância no voto. Eu só tive direito a um voto mas concordo totalmente com as regras actuais. Não vi o Fernando Correia na assembleia geral (acredito que tenha estado), mas seria interessante se ele como pacificador tivesse a dignidade de ir acalmar os energúmenos da facção derrotada. Não o fazendo, pacificou o quê? Depois duma carreira de respeito estragou-se por muito pouco...»

 

Carlos Correia, neste texto do Ricardo Roque

Frederico Varandas

Assisti com atenção a três intervenções de Frederico Varandas na televisão, sendo que em duas ainda não era candidato à presidência do Sporting Clube de Portugal e na outra anunciava a sua vontade.

 

Reconheço que gostei de todas as suas intervenções porque demonstrou elevação e personalidade, tudo o que espero do presidente do meu clube. Neste momento, uma percentagem do eleitorado do Sporting Clube de Portugal que está a ler este artigo pensa que o autor é mais um croquete mas rapidamente vão chegar à conclusão que no nosso clube apenas existem sportinguistas/leões.

 

Retive alguma ideias que Frederico Varandas partilhou com o universo sportinguista, nomeadamente:

 

  1. União no Sporting Clube de Portugal

Na verdade, este tema parece simples, mas ultimamente verificamos que é deveras difícil. No passado, uma das maiores virtudes do anterior presidente foi unir a família sportinguista e assistimos a um gradual aumento do número de sócios, nomeadamente ao aparecimento de caras antigas no estádio. Os adeptos andavam amargurados e não se reviam na gestão à data porque sentiam que o clube não era deles. Durante um período, BdC revolucionou o SCP e conseguiu a união da grande maioria dos adeptos do clube. O discurso critico do anterior presidente estava direcionado para fora e tentava combater os verdadeiros inimigos do clube. Com o decorrer do tempo, começou a radicalizar com alguns sportinguistas e direcionou a sua critica para dentro do clube. Ou seja, como já não bastavam os inimigos externos, a critica passou a ser interna e esqueceu o mais importante. Não somos inimigos, somos família. E até podem existir divergências, mas devemos resolvê-las dentro de casa.

  

  1. Respeito pelo passado

Frederico Varandas disse perentoriamente que não era o candidato anti ou pró Bruno de Carvalho. Explicou que o anterior presidente tinha conseguido obter resultados positivos em algumas matérias e que deveriam ser mantidas essas medidas satisfatórias. Ou seja, contrariamente ao que estamos habituados em Portugal, onde impera a cultura do 8 ao 80, demonstrou objetividade, clarividência, inteligência e respeito pelo passado. Pessoalmente, respeito e admiro este tipo de comportamento porque nunca podemos esquecer que todos somos fruto das nossas vivências. Jamais podemos esquecer as nossas raízes e os nossos princípios básicos.

 

  1. Suspeitas de corrupção no Sporting Clube de Portugal

Demonstrou desagrado pela situação e algum cansaço por tudo, nomeadamente com a consequência de colocar o nome do clube na lama. Explicou que nunca o SCP poderia estar envolvido neste tipo de escândalos porque este não era o ADN do clube. Nesta situação subscrevo na integra as suas palavras e ainda vou mais longe. Na minha opinião, e contrariamente ao que acontece noutros clubes, o princípio da presunção da inocência não se aplica no Sporting Clube de Portugal. A mera suspeita de ilegalidade já é suficiente para retirar o sono a qualquer sportinguista porque não se compagina com os princípios do clube. Somos um clube onde os adeptos têm espinha dorsal e gostam de o afirmar altivamente.

 

  1. Continuar a potenciar as modalidades

Afirmou que o sucesso e investimento com as modalidades era para manter porque somos um clube eclético. Nesta matéria sou suspeito porque, apesar de gostar de futebol, amo o atletismo. O ecletismo é uma bandeira do Sporting Clube de Portugal e nomes como Moniz Pereira, Carlos Lopes, Fernando Mamede, Dionísio e Domingos Castro, António Livramento e Joaquim Agostinho fazem parte da nossa história. No futebol, não esqueço Manuel Fernandes, Vítor Damas e Cristiano Ronaldo.

 

  1. Transparência

Sobre este tópico recordo que no caso de eleição de Frederico Varandas a presidente podemos contar com a apresentação anual da declaração de rendimentos e património de todos os membros do Conselho de Administração ao órgão fiscalizador do clube. Na verdade, tão importante como ser honesto, é necessário demonstrar isto. Até podem desconfiar do que entenderem, mas a verdade é que apenas Frederico Varandas demonstrou vontade em agir assim.

 

  1. Responsabilidade

Afirmou que na sua equipa só iriam ingressar pessoas de reconhecido mérito e com experiência profissional. Ou seja, na estrutura profissional do Sporting Clube de Portugal não há lugar a experimentalismos. Todos os que ingressarem nos órgãos sociais já devem ter uma “vida para além do Sporting Clube de Portugal”. As pessoas devem servir o Sporting Clube de Portugal e não servirem-se dele.

 

Face ao supra mencionado, estamos perante uma candidatura séria, de uma pessoa responsável e que dignifica os princípios do Sporting Clube de Portugal.

 

Saudações Leoninas

Balanço (14)

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O que escrevemos aqui, durante a temporada, sobre MISIC:

 

Eu: «Estreia a titular no Sporting do jovem internacional croata - um dos nossos reforços de Inverno - que só tinha sido utilizado, durante escassos minutos, a 26 de Fevereiro frente ao Moreirense. Chumbou neste teste em Chaves: demasiado posicional, actuando excessivamente próximo de William Carvalho, perdeu várias bolas e mostrou-se ainda muito desenquadrado dos seus companheiros. Sem capacidade de construção ou de criação de passes de ruptura, mastigou e lateralizou o jogo, tornando-se presa fácil para as investidas adversárias.» (12 de Março)

- Pedro Azevedo: «Se for William a sair, temos Battaglia, Wendel, Palhinha e até Misic para essa posição serve.» (9 de Maio)

Clarificação urgente, precisa-se.

Não sou jurista, mas consigo ler os estatutos do Sporting Clube de Portugal. Sei que existem alterações aprovadas em data posterior, mas no site oficial do clube, está publicada a versão aprovada na Assembleia-Geral de 23 de Julho de 2011. Por isso, aqui tenho uma primeira dúvida. O site do Sporting está por actualizar, mantendo informação ultrapassada no tempo? Ou as alterações aprovadas nunca entraram em vigor, não tendo por essa via produzido efeito, pela que a informação no site está correcta?

Se optar pela 1ª hipótese que levantei, enquanto sócio na plena posse da capacidade eleitoral, onde posso encontrar os estatutos em vigor? Se optar por confiar na informação do site oficial do clube, então constato que nas eleições serão eleitas por maioria simples as listas mais votadas para o Conselho Directivo e Mesa da Assembleia-Geral, enquanto o Conselho Fiscal e Disciplinar e Conselho Leonino serão eleitos pelo método de Hondt. (artigo 49º ponto 1).

Os estatutos não se limitam a mencionar a eleição para o Conselho Leonino, na secção V, artigo 61º definem a composição do mesmo e no artigo 62º as competências do órgão.

Segundo o Presidente da Mesa da Assembleia-Geral em funções, serão marcadas para 8 de Setembro eleições para 3 órgãos sociais do clube, Mesa da Assembleia-Geral, Conselho Directivo e Conslho Fiscal e Disciplinar. Quer isto dizer que o actual Conselho Leonino mantém funções e competências? E no caso da eleição para o Conselho Fiscal e Disciplinar vai ser mantido o método de Hondt? Ou irão ser publicadas alterações aos estatutos em vigor, que possam produzir efeito antes da convocação da Assembleia-Geral eleitoral?

 

Estatutos do Sporting Clube de Portugal

Leoas às sextas

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 MATILDE FIDALGO

«O Sporting oferece-me as condições necessárias para continuar a evoluir como jogadora e para conseguir conquistar títulos.»

 

(Mais Futebol, 28 de Junho de 2017)

Faz hoje um ano

 

Jorge Jesus iniciava os trabalhos com o plantel e punha logo de parte alguns jogadores, como Douglas, Marvin e Schelotto. Admitia-se que fizesse o mesmo com Petrovic, mas o sérvio acabou por ser repescado.

«Não esqueçamos que o responsável pela vinda destes jogadores para Alvalade foi Jorge Jesus - o mesmo que acaba de os remeter à proveniência. Por vezes certos factos merecem ser lembrados. E nós, por cá, felizmente não sofremos de amnésia», critiquei aqui no blogue nesse dia 29 de Junho de 2017.

A voz do leitor

«Caro consócio José Quintela,

A amizade que sente pelo consócio Bruno de Carvalho, outrora nosso Presidente, é notória (e algo mais que me escuso a adjectivar). O esforço que faz para aproximá-lo daquilo que acha que BdC é, de comunicar aquilo que acha que BdC pode ser, é louvável.

Estimo, sinceramente, que essa mesma amizade possa vir a ser posta ao serviço do afastamento, definitivo e silencioso, de BdC. Acredito, com toda a sinceridade, que será o melhor para o próprio, para o Sporting Clube de Portugal e para todos os Sportinguistas. »

 

CAL, neste postal do António F.

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