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És a nossa Fé!

Só quero uma coisa…

Depois de alguns textos que li, eu sócio do Sporting há muuuuuuito perto de 40 anos, venho solicitar algo que me é devido: o meu voto em si Senhor (ainda) Presidente.

Agradeço que mo devolva quanto antes.

Porque se o arrependimento matasse eu já estaria em cinzas há muito tempo.

E fico-me por aqui pois o Senhor Bruno de Carvalho não merece mais do meu tempo e paciência.

Ler os outros

Bernardo Ribeiro, Record: «Bruno de Carvalho voltou a usar as redes sociais para criticar os jogadores logo após o jogo, como se de um adepto se tratasse. Um presidente não pode agir assim, por muito que venha da bancadas. O impacto no plantel é algo que está por avaliar. Dificilmente será brilhante.»

 

Álamo, Leoninamente: «Bruno de Carvalho fez um "auto-golo" de efeitos mais devastadores que as "azelhices" de Sebastian Coates, Gelson Martins, Jéremy Mathieu, Fábio Coentrão, Bas Dost e Fredy Montero...»

 

Cherba, A Tasca do Cherba: «Estava eu a andar feito parvo para trás e para a frente no corredor cá de casa, quando o telefone toca. Não o meu, mas o da CMTV, com o meu presidente, Bruno de Carvalho, a entrar em directo para tentar justificar de forma ridícula um post onde resolveu rasgar alguns jogadores de alto a baixo, dando mais uma lição de como não comunicar e daquilo que um líder deve fazer nestas situações (uma coisa é uma rabecada colectiva, outra é um descontrolo completo e um apontar de dedo individualizado em público). Pior, dizendo-nos que, afinal, depois de ter-nos pedido para não ver estes programas de paineleiros, ele passa o serão a vê-los…»

 

Mestre de Cerimónias, O Artista do Dia: «Se acredita no grupo de trabalho que formou, defenda-o publicamente e critique-o em privado sempre que julgar necessário - ainda que, em primeira instância, deva ser o treinador a fazê-lo. Não é apontando publicamente o dedo a atletas que têm dado tudo semana após semana e mandando bitaites sobre opções que um determinado jogador no momento da finalização que vai ser respeitado pelos seus subordinados. É um princípio básico de gestão de equipas.»

 

Rui Monteiro, A Insustentável Leveza de Liedson: «O Presidente voltou a escrever no Facebook e disse umas coisas em directo para a CMTV. Há qualquer coisa de Pinheiro de Azevedo nestes comportamentos. Mas mesmo o Pinheiro de Azevedo mandava serenar o povo quando só via fumaça.»

 

António Tadeia: «Ter o presidente a criticar publicamente as exibições dos jogadores ou as opções do treinador supera até, em termos institucionais, a afronta que seria ter um jogador ou um treinador a criticar publicamente as aquisições de Shikabala ou Slavchev, de Gauld ou Rosell, ou as intervenções públicas do presidente antes do recente jogo de Braga, quando passou a semana a acicatar o adversário e tornou mais difícil a tarefa dos jogadores em campo.»

 

Grande Artista e Goleador: «Não faz sentido abrir uma guerra contra os jogadores quando, por enquanto, ainda há objectivos a atingir. Na verdade, em nenhum estilo de comunicação isso faz sentido, em momento algum. Pior ainda, se considerarmos a importância dos elementos em questão. Aquilo que Bruno de Carvalho fez é inadmissível. Exigência não implica humilhações públicas. Não é desafiando alguém, apontando o dedo, que se demonstra a tão propalada união de aço. Muito menos quando se está a falar do líder máximo do "grupo". A exigência é para todos e só deve ser avaliada em momento e local próprios.»

 

Hoje giro eu - Assim, não!!!

Acabei de chegar a Lisboa depois de uma cansativa viagem de 1200 Km, por estrada, entre as capitais ibéricas. Sim, na companhia dos Antónios, do Gonçalo e do Tiago fui a Madrid ver o nosso Sporting. Como outros sportinguistas vivi uma jornada de militância leonina. Depois de um jogo frustrante, com um resultado final que não expressou minimamente o que se passou no terreno, foi a esse sentimento de vitalidade do leão que me agarrei ontem à noite antes de adormecer. Vi um produto da nossa Formação (Paulo Futre), mais uma descoberta do nosso Aurélio Pereira, ser engolido à entrada do estádio por uma enorme mole humana de adeptos do Atlético, ao som de "es lo mejor", ouvi os cânticos dos adeptos madrilenos serem ofuscados pelas vozes saídas da alma indomável de 3500 sportinguistas, observei os nossos jogadores equivalerem-se aos milionários "colchoneros", assisti à serenidade irrepreensível com que as nossas claques e adeptos comuns aguentaram os 45 minutos de reclusão na caixa de segurança pós-jogo. Antes, a caminho da capital espanhola, haviamo-nos entretido com um animado "quiz" sobre a história do clube e dos seus jogadores. Tudo razões para atenuar a enorme azia que se apoderou de mim à medida que o jogo se encaminhava para um desfecho desolador. Afinal havia esperança e muitas coisas boas a merecerem o devido relevo.

 

Hoje, ao acordar, tudo se desmoronou. Um compincha de viagem, enquanto preparávamos o regresso a casa, informou os restantes que Bruno de Carvalho tinha usado o Facebook para criticas individualizadas a jogadores. Não queria acreditar! O presidente não é o provedor dos sócios, é o homem que dirige o clube, que foi eleito e é pago para resolver os problemas. Para encontrar soluções, não para ser, em si mesmo, um problema adicional. 

 

Um grupo de trabalho tem regras. É suposto estar blindado. O presidente tem todo o direito de ir ao balneário, de se dirigir aos jogadores e de lhes dar conta da sua frustração. Que será equivalente à de todos os que estiveram no Wanda Metropolitano, à daqueles que, não podendo ir, assistiram pela televisão e, pormenor a não desprezar, à dos próprios jogadores. Mas podendo, não deve em momento algum desvirtuar a relação tácita de confiança entre as partes e tornar público os seus queixumes. Isso caberá ao adepto comum. Até porque ao criticar desta forma os jogadores pode sempre ser acusado de desviar as atenções para outrem. E um presidente deve sempre assumir as suas responsabilidades. Todos nós assistimos a uma noite de terror de Coates, a um erro grave de Mathieu, a falhanços de Dost, Gelson ou Montero. Claro que os jogadores se esforçaram, que queriam e quiseram ganhar, mas isso faz parte de ser profissional, é o mínimo que se lhes deve exigir e nem devia fazer parte do lema de qualquer clube com pretensões. Lema, aliás, que deve urgentemente ser revisto, independentemente da disponibilidade demonstrada por quem entrou em campo, algo que não discuto. Esforço, dedicação, devoção? Substituam-nos por exigência, excelência e superação. Com esses valores bem incutidos, aí sim, teremos um clube temido e respeitado pelos seus adversários.

 

Entenderam os jogadores emitir um Comunicado. Na minha opinião, também não estiveram bem. E não estiveram bem porque acabaram por, também eles, tornar pública uma posição, violando assim as tais regras que enunciei acima e perdendo toda a razão que justamente lhes assistia.

 

Estamos assim perante um impasse e é difícil entender como desta crise se pode extrair algo de positivo para o futuro próximo do clube. As partes, não cedendo, estarão a prestar um péssimo serviço ao Sporting Clube de Portugal. Se o presidente se vê como o provedor dos sócios é bom que perceba que os sócios não querem isto. Um clube falado na Comunicação Social pelos piores motivos, vexado e gozado pelos rivais é um atentado à história de um enorme clube e à memória de todos aqueles que tiveram a honra de alguma forma o servirem, como dirigentes, atletas, sócios, adeptos ou meros simpatizantes e, paradoxalmente, destrói inequivocamente todo o reconhecido trabalho de recuperação do clube executado por Bruno de Carvalho e sua direcção. Por outro lado, os jogadores têm de perceber que estão ao serviço do clube e que isso significa estar ao serviço dos sócios durante o tempo que estiverem no clube. É a paixão destes que estimula patrocinadores e permite gerar receitas que vão alimentar os seus salários. Assim, o interesse comum, o do "nós", sócios, deveria ter prevalecido, por muito que os jogadores, que tinham razões para se sentirem indignados, tivessem de cerrar os dentes.

 

Em todo este processo, as partes, treinador incluido, pretendem influenciar a opinião pública, em vez de assumirem as suas responsabilidades e estabelecerem os devidos compromissos entre si e com o clube, no recato dos gabinetes e do balneário. Por isso, a todos me dirigindo, termino desta maneira: meus senhores, isto não é um "Beauty Contest", não queremos saber quem é mais simpático ou mais fotogénico. O que nós queremos, aliás, nós exigimos é que se entendam, trabalhem juntos, tenham RESPEITO pelo clube e guardem as vossas lamentações para vós próprios. Não só não estamos em Jerusalém, como também não ficaremos em cima do muro a assistir a este definhar do clube que amamos. A continuarem neste registo, a história vos julgará. A TODOS!!!

 

#savingprivateryan

Um grande capitão vs um presidente pequenino...

Rui Patrício mostrou uma vez mais que é um verdadeiro líder dentro e fora do campo, capaz de unir a equipa nos momentos mais adversos. Lamentável que a instituição Sporting Clube de Portugal seja hoje dirigida por um arrivista desbragado, que utiliza o populismo e linguagem de sarjeta como armas, desprestigiando e denegrindo a imagem do nosso clube. A nossa história merecia mais.

Espero que os jogadores não se retratem, e obriguem o birrento protótipo de aprendiz de ditador a recuar em toda a linha. Ninguém acredita que até final do campeonato jogue a equipa B, muito menos que os jogadores agora sob ameaça de suspensão para já veiculada apenas através do Facebook onde a criatura encontrou palco para alimentar o ego, não entrem em campo no próximo jogo da Liga Europa, porque a UEFA não costuma brincar nem mostrar tolerância para dirigentes deste mau calibre. E mais importante, não acredito que os sócios e adeptos do Sporting pactuem com o ainda Presidente que nos envergonha e enxovalha com as suas figuras tristes…

Bruno de Carvalho é notícia

Acho que a tolerância para com Bruno de Carvalho tem de acabar. Depois de humilhar os sportinguistas que não se revêem no seu estilo sarjeta decidiu afrontar publicamente os jogadores que, compreende-se, não estão para aturar as suas alarvices. É tempo dos sócios resgatarem o seu clube. 

 

PS 1 - Se se confirmar que o Sporting, por irresponsável opção do presidente, no Domingo enfrenta o Paços de Ferreira com a equipa b, acho que os sócios e adeptos deveriam abster-se de ir ao estádio. 

 

PS 2 - Outro idiota inútil que tem urgentemente de desamparar a loja é o acólito Nuno Saraiva. 

Pois, pois, mas...

Está tudo muito bem, o presidente esteve pessimamente, mas desculpem-me lá qualquer coisinha os senhores jogadores, até prova em contrário quem vos paga o salário é o clube que ainda e se não houver alterações é presidido por Bruno de Carvalho.

Não jogaram a ponta dum corno, meus senhores. Aliás, não têm jogado a ponta de um corno nos últimos tempos e não consta que lhes tenha faltado o ordenado ao final de cada mês.

Levaram uma "piçada" (já todos o dissemos, inconveniente e a destempo), aguentem-se. E se não estão bem, a porta da rua é a serventia da casa!

Era o que mais faltava os jogadores alterarem, por sua conveniência, os resultados das eleições. Isso que aconteça e dificilmente me voltarão a ver pôr os cotos em Alvalade.

E por aqui me fico, que estou com uma gripe que me tem dado cabo do juízo.

O golo de Rui

Em nome do plantel criticado publicamente, Rui Patrício, capitão e estrela maior do Sporting, acaba de contraatacar:

 

"Somos Sporting Clube de Portugal, em nome do plantel, somos a informar o seguinte... Suamos, lutamos e honramos sempre a camisola que vestimos"

 

"Não podemos pensar apenas no “Eu”, mas sim “Nós” e sempre na equipa, porque só assim poderemos vencer"


"Por esta razão, em nome de todo o plantel do SCP, espelhamos neste texto o nosso desagrado, por vir a publico as declarações do nosso Presidente, após o jogo de ontem, no qual obtivemos um resultado que não queríamos… a ausência de apoio, neste momento…, daquele que deveria ser o nosso líder. Apontar o dedo para culpabilizar o desempenho dos atletas publicamente, quando a união de um grupo se rege pelo esforço conjunto, seja qual for a situação que estejamos a passar, todos os assuntos resolvem-se dentro do grupo"

Bruno de Carvalho sobrevive às palavras do plantel? 

Defender o Clube

Um trabalho bem feito nunca pode servir de justificação ou de alguma permissividade para que comportamentos posteriores sejam aceites. É assim em todo o lado e assim de facto deve ser. Ninguém pode tirar todo o mérito que Bruno de Carvalho teve ao longo destes anos que preside ao nosso clube. Foi um trabalho excepcional que fez junto com a sua equipa. Trouxe de novo o nosso Sporting das catacumbas onde as anteriores direcções, propositadamente ou não, nos tinham colocado. Foram décadas de destruição que varreram o clube, fazendo o possível para que sócios e adeptos se desinteressassem pelo clube, pelo seu dia a dia e querendo mesmo fazer-nos acreditar que a conquista de títulos era apenas um pormenor irrelevante para o clube. Sobre isto é inegável que Bruno de Carvalho e a sua equipa foram fundamentais ao agarrar num clube em farrapos e fazê-lo renascer, conseguindo em poucos anos aquilo que quase todos pensaram ser impossível: colocar o Sporting na disputa e conquista das competições em que entrava. O Sporting hoje, por muito que algumas vozes digam o contrário, é sempre candidato em todas as competições que participa. Parece pouco mas é mesmo muito. E foi conseguido com muito, mesmo muito trabalho.

Quando vamos para uma batalha sabemos que as dificuldades vão ser muitas. No futebol português, minado como está, essas dificuldades mais que duplicam. E aqui é que a inteligência de um comandante tem que sobressair. Ninguém pede a Bruno de Carvalho alianças com outros clubes que sabemos como actuam, ninguém lhe pede que seja subserviente ao poder ainda instalado nos organismos que gerem o futebol luso, não queremos que pactue com todas as caldeiradas que mais à vista ficaram com a divulgação dos tristemente famosos e-mails do Benfica. Mas como presidente do nosso Sporting tem que ter a inteligência de perceber que todos, mesmo todos, os seus actos vão ter consequências para o clube. É inadmissível que Bruno de Carvalho continue a fazer ouvidos moucos a todas as criticas sobre as suas demasiadas intervenções, a forma como as faz e o conteúdo das mesmas. Ao actuar como um bulldozer, não querendo saber das consequências para o clube, os seus sócios e adeptos, está precisamente a fazer o que os seus, nossos, oponentes mais desejam: dividir os Sportinguistas, abrindo brechas na imensa falange que desde o início o apoia e defende.

Não é aceitável que continue a manter uma postura, perante adeptos e sócios, de total sobranceria e arrogância quando criticas lhe são feitas sobre as suas infindáveis declarações diárias.

Ontem para mim atingiu um ponto que dificilmente terá retorno. Assim não, caro Presidente. A juntar a uma publicação que mina completamente o grupo de trabalho da equipa principal de futebol, efectuada minutos após o final do jogo em Madrid, juntou uma intervenção telefónica, em directo, num canal que é declarada e ostensivamente contra o Sporting. Isto não é lutar pelo Sporting, mas sim o contrário. Se não entender isto, nada mais está a fazer à frente do nosso clube.

Da sanidade. Ou da ausência dela.

Vamos por partes:

É tudo verdade o que o presidente escreveu no facebook logo a seguir ao jogo que perdemos em Madrid? Indubitavelmente, é!

Eu, que quem aqui vem regularmente sabe o que penso da presidência de Bruno de Carvalho, como adepto e sócio, para além de ter a obrigação de defender sempre os interesses do Sporting, tenho o direito, mais não seja por qualquer desresponsabilização directiva e nulas intenções de as vir a ter nalguma ocasião no futuro, tenho o direito, dizia, de criticar o que acho que não está indo bem, sem outra preocupação que não seja a de defender a minha opinião.

E aqui vou chamando atenção para algumas coisas que, na minha opinião, não correm da melhor forma e concorrem para que os objectivos não sejam atingidos.

Há no entanto uma enorme diferença entre mim e o cidadão que ora exerce, com o meu voto para que não haja quaisquer dúvidas, a presidência do Sporting: Eu posso ser desbocado, posso escrever aqui a maior idiotice do Mundo, que a consequência para a vida do clube serão "peanuts". Já o que sai das publicações no facebook do presidente, fia mais fino e tem enormes repercussões.

Nada contra um presidente adepto. Aliás, um presidente que não é adepto, que raio de presidente será? Há no entanto um pequeno pormenor, passe a redundância: O adepto que há no presidente durante o seu mandato presidencial está, para utilizar linguagem que se entenda, com os seus direitos suspensos. Com tudo o que isso implica. E tenho para mim que Bruno de Carvalho nunca perceberá isto, com muita pena minha e com enorme prejuízo para o clube.

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